Um crescente número de estudos vem evidenciando os benefícios da suplementação diária do extrato de chá verde, mais notadamente um de seus constituintes, o polifenol epigalocatequina-3-galato (EGCG), para uma série de prevenções e condições, em especial as relacionadas com o processo de envelhecimento.   Em mulheres na pós-menopausa, os polifenois do chá verde – Camellia sinensis – demonstraram reduzir os níveis de estresse oxidativo. Efeito este ainda mais significante se em conjunto com exercícios como o Tai Chi, que aumentam a força muscular. Estudos subsequentes demonstraram reduções significativas nos marcadores de perda óssea em mulheres suplementadas, bem como o aumento da força muscular. Este é um fator vital na prevenção de quedas que podem levar a fraturas e à perda da independência quando mais velhas. (1)