Ácido ursólico para a força muscular

Naturalmente encontrado em muitas plantas, cascas de frutas e ervas de uso diário – como maçãs, manjericão, alecrim, lavanda, orégano, ameixas – o ácido ursólico vem demonstrando importantes funções biológicas com efeitos contra o acúmulo de gordura corporal, resistência à insulina via IGF-1 (fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1), atrofia muscular, câncer e apresentando um mecanismo antioxidante e anti-inflamatório. Recentemente, muitos estudos vêm focando o seu benefício na melhora e manutenção da função muscular in vivo e in vitro.
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Obesidade associada a 11 cânceres

"Sólida evidência" apoia a associação entre a obesidade e 11 tipos de câncer, os quais em sua maioria são constituídos por tumores de órgãos digestivos e neoplasias malignas relacionadas a hormônios em mulheres, de acordo com uma nova análise publicada no BMJ.   "Outras associações podem ser genuínas também, mas há incerteza sobre elas", disse a autora principal, Maria Kyrgiou, PhD, MSc, do Departamento de Cirurgia e Câncer, do Imperial College London, Reino Unido, em um e-mail para o Medscape Medical News. O novo estudo é conhecido como uma "revisão geral" ou uma "meta-revisão", desde que analisou meta-análises e revisões sistemáticas anteriores.   A conclusão da revisão geral – que o excesso de gordura corporal aumenta a maioria dos cânceres do sistema digestivo, bem como o câncer de mama endometrial e no período da pós-menopausa – concorda com o relatório do ano passado da Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IARC). No entanto, o IARC encontrou associações com cânceres adicionais (por exemplo, fígado, tireoide e ovário), escreveram os editorialistas, Yikyung Park, ScD, e Graham Colditz, MD, DrPH, da Divisão De Ciências da Saúde Pública, da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, St. Louis, Missouri. Mas os dados são "claros", dizem os dois. "A conclusão inevitável desses dados é que a prevenção do excesso de peso adulto pode reduzir o risco de câncer."   O excesso de gordura corporal é potencialmente o segundo mais importante fator de risco de câncer modificável após o tabagismo, afirmam eles.   A nova revisão analisou 95 meta-análises que relataram uma associação entre o excesso de gordura corporal (medida em uma escala contínua) e o risco de desenvolver ou morrer de câncer. A obesidade foi definida como um índice de massa corporal (IMC) > 30 kg/m2. A  Dra. Kyrgiou explicou que uma "medida contínua é quando o efeito da exposição sobre o resultado é medido por unidade de mudança, ou seja, o risco de câncer de endométrio aumenta por 5 kg/m2 do IMC”. Haviam sete índices de excesso de gordura corporal/adiposidade, incluindo IMC, circunferência da cintura, peso e relação cintura-quadril.   A equipe internacional de pesquisadores julgou que apenas 13% (12 dos 95) dos estudos identificados na revisão geral foram baseados em fortes evidências estatísticas (e evitaram vieses que podem ter exagerado o efeito da obesidade sobre o câncer). Em outras palavras, a maioria dos estudos continha falhas metodológicas. No final, após analisar esses 12 estudos, a equipe determinou que havia uma associação entre a gordura corporal e 11 localizações para o câncer: adenocarcinoma esofágico, mieloma múltiplo, câncer de cárdia gástrica, cânceres do cólon e reto em homens, do sistema das vias biliares, do pâncreas, da mama (pós-menopausa), do endométrio (pré-menopausa), do ovário e do rim.   O grau de risco variava. Por exemplo, o aumento do risco de desenvolver câncer para cada aumento de 5 kg/m2 de IMC variou de 9% [risco relativo, 1,09; intervalo de confiança (IC) de 95%, 1,06-1,13] para o câncer de reto nos homens, a 56% (risco relativo, 1,56; IC 95%, 1,34-1,81) para o câncer do sistema biliar.   Os autores determinaram que os outros 83 estudos apresentaram evidências altamente sugestivas (18%), sugestivas (25%) e fracas (20%). Também, 25% não tinham nenhuma evidência de associação.   Estudos prospectivos são necessários para tirar "conclusões mais firmes" sobre quais os cânceres são causados ​​pelo excesso de gordura corporal, finalizam os autores do estudo.   Quem exatamente está em alto risco ainda é desconhecido. Se isso pudesse ser discernido, os indivíduos poderiam ser selecionados para "estratégias personalizadas de prevenção primária e secundária."   Traduzido por Essentia Pharma Fonte:http://www.medscape.com/viewarticle/876410?src=wnl_tp10n_170414_mscpedit_ous&uac=205527PG&impID=1328297   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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Chá verde contra o resfriado

A termogênese (geração de calor) pode ser conseguida em resposta à exposição ao frio através de mecanismos de tremores e não tremores. Enquanto o primeiro seja bastante autoexplicativo, o segundo está especificamente ligado à gordura marrom conhecida como tecido adiposo marrom (sigla em inglês, BAT). BAT é um dos dois tipos de gorduras encontradas no corpo humano e sua função primária é a geração de calor. Certos ingredientes alimentares podem também ativá-lo, como o chá verde, conhecido por conter catequinas, um grupo de moléculas com propriedades termogênicas comprovadas. Um estudo publicado pelo The American Journal of Clinical Nutrition analisou os efeitos imediatos e mais duradouros das catequinas sobre o BAT, a fim de obter uma melhor compreensão da capacidade de geração de calor dessas moléculas.
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