INTRODUÇÃO

Como a maioria dos estudos que avaliam a função clínica do uso de ômega-3 são realizados com o ômega na forma EE, há uma questão que intriga os pesquisadores: qual forma o corpo melhor aproveita. Pensando nisso, cientistas alemães quiseram investigar a melhor forma do ômega-3 para sua devida absorção no organismo, e publicaram seus resultados na revista European Journal of Clinical Nutrition. Para a investigação comparativa, 150 voluntários foram distribuídos aleatoriamente para um dos três grupos: 1) ômega-3 sob a forma TG; 2) óleo de milho (placebo); e 3) ômega-3 sob a forma EE. As 4 cápsulas diárias de ômega-3 (2.016 mg) possuíam um total de EPA = 1.008 mg, e um total de DHA = 672 mg. Os níveis séricos de ômega-3 foram mensurados no tempo zero e após 3 e 6 meses.