Provada a toxicidade do Glutamato Monossódico: dor de cabeça em indivíduos saudáveis

Um estudo publicado no Journal of Headache Pain revela que uma única ingestão de glutamato monossódico (MSG) produziu dor de cabeça na maioria dos indivíduos saudáveis testados.[I]   Os pesquisadores realizaram um estudo cruzado, duplo-cego e controlado por placebo para examinar o efeito da ingestão repetida de MSG para:  
  • Dor espontânea
  • Sensibilidade mecânica dos músculos mastigatórios (os quatro músculos que movem a mandíbula lateralmente)
  • Efeitos colaterais
  • Pressão sanguínea
  O método de estudo foi descrito da seguinte forma:   "Quatorze indivíduos saudáveis participaram de 5 sessões diárias durante uma semana de ingestão de MSG (150 mg/kg) ou placebo (24 mg/kg de NaCl) (randomizado, duplo cego). Dores espontâneas, limiares de dor à pressão e níveis de tolerância para os músculos masseter e temporal, efeitos colaterais e pressão arterial foram avaliados antes e 15, 30 e 50 minutos após a ingestão de MSG. Foram colhidas amostras de saliva antes e 30 minutos após a ingestão de MSG para avaliar as concentrações de glutamato".   Os resultados foram os seguintes:  
  • A dor de cabeça ocorreu em 8 dentre os 14 indivíduos do grupo MSG e 2 dentre os 14 do grupo placebo.
  • As concentrações salivares de glutamato no dia 5 se elevaram significativamente (P <0,05).
  • Os limiares de dor à pressão no músculo masseter foram reduzidos (isto é, aumento da dor) por MSG nos dias 2 e 5 (P <0,05).
  • A pressão arterial foi significativamente elevada após MSG (P <0,040).
  • A tolerância não se desenvolveu ao longo de 5 dias de ingestão de MSG.
  Além disso, observou-se que uma grande variedade de efeitos colaterais ocorreu em maior frequência no grupo MSG, incluindo:  
  • Mandíbula dolorida
  • Náusea
  • Fadiga
  • Dor de cabeça
  • Dor de estômago
  • Tontura
  • Pressão no peito
(Para ver as tabelas de efeitos secundários do estudo, acesse o artigo original citado abaixo.)   Discussão Este estudo tem profundas implicações, na medida em que a maioria dos alimentos embalados e preparados no mercado hoje possuem glutamato monossódico adicionado ou um "concentrado alimentar" rico em glutamato destinado a modelar seus efeitos de aumento de sabor, p.ex., "proteína de soja hidrolisada", "extrato de levedura", etc. Portanto, é quase impossível evitá-lo, a menos que você esteja comendo uma dieta baseada em alimentos integrais, frescos ou preparados por você mesmo a partir do zero. Para aqueles que sofrem de queixas de saúde listadas acima, a prevenção contra o consumo de MSG deve ser uma parte vital de estratégia para melhorar a sua saúde através da dieta.   Este estudo também tem implicações profundas para o tratamento das Disfunções Temporomandibulares (DTM). De acordo com o estudo, a DTM afeta aproximadamente 10% da população[ii] [iii], com o principal sintoma levando o paciente a buscar atenção médica para a dor na articulação temporomandibular e/ou nos músculos mastigatórios.   Curiosamente, 70% dos pacientes com DTM relatam dor muscular mastigatória e são descritos como sofrendo de DTM miofascial [iv], apesar do fato de que há pouca evidência de mudança patológica contínua nos músculos mastigatórios. Tem-se a hipótese de que os desencadeantes alimentares podem agravar as condições de dor craniofacial, mas até agora pouca ou nenhuma pesquisa foi realizada em associação com o MSG. Como as doses utilizadas no estudo (150 mg/kg) estão dentro das faixas diárias totais de consumo de glutamato (50-200 mg/kg/dia) [v], é provável que a alta prevalência de DTM sem lesões patológicas óbvias dentro das populações consumidoras de glutamato possa ser devido ao MSG.   O MSG tem uma ampla gama de efeitos adversos para a saúde   O MSG é uma substância neurotóxica e disruptora endócrina, ligada a mais de uma dúzia de condições de saúde. Em um artigo anterior, "MSG: Drug, Poison ou Flavor Enhancer", foi dada atenção no mecanismo excitotóxico pelo qual "melhora o sabor" de uma forma semelhante a uma droga, ao mesmo tempo que danifica neurônios, além de sua capacidade de contribuir para a síndrome metabólica: um conjunto de patologias, incluindo resistência à insulina, ganho de peso, perfis lipídicos sanguíneos alterados e hipertensão arterial. Se é tão prejudicial, por que todos usam? Porque faz com que o sabor da comida melhore e provoca um desejo de querer mais de uma forma viciosa.     Traduzido por Essentia Pharma  
Referências bibliográficas no artigo original: www.thesleuthjournal.com/msg-toxic-causes-headache/
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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Aumento do risco de insuficiência cardíaca associado à deficiência de vitamina D

A doença cardiovascular (DCV) é uma doença crônica do coração que pode incluir arritmia, doença arterial coronariana, pressão arterial irregular, acidente vascular cerebral, parada cardíaca, dentre outros. Nos Estados Unidos, a DCV é a principal causa de morte, matando cerca de 1 em cada 4 indivíduos anualmente. A mortalidade por doenças cardiovasculares é geralmente devido à insuficiência cardíaca, ou à falha no coração para bombear o sangue como deveria.   A DCV e a insuficiência cardíaca estão associadas a um grande número de fatores de risco, incluindo, a falta de atividade física, uma dieta insalubre, excesso de peso ou obesidade, uso intenso de álcool e até mesmo o estresse. Todos esses fatores de risco são modificáveis, o que significa que eles podem ser gerenciados para diminuir significativamente o risco de doença cardiovascular e/ou insuficiência cardíaca.   Recentemente, o nível da vitamina D foi identificado como um fator de risco modificável para a DCV e insuficiência cardíaca. A pesquisa anterior sobre este tópico produziu resultados contraditórios, e os pesquisadores decidiram avaliar o risco do baixo nível de vitamina D na incidência de insuficiência cardíaca em uma população idosa.   O estudo incluiu registros médicos de 137 indivíduos idosos com idade superior a 60 anos que receberam atendimento do Centro de Atenção ao Idoso e ambulatorial de cardiologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).   Os pesquisadores incluíram pacientes que estavam presentes para avaliações cardíacas e dispostos a avaliar a concentração sérica de 25(OH)D. Os níveis de vitamina D inferiores a 30 ng/ml foram considerados deficientes e menos de 20 ng/ml foram considerados gravemente deficientes. Os pesquisadores também incluíram a escala de saúde ABC. Este teste analisou o risco de insuficiência cardíaca de um indivíduo, com o maior percentual de pontuação indicando um maior risco de insuficiência cardíaca.   Os achados dos pesquisadores foram:  
  • Um total de 65% dos participantes foram considerados deficientes em vitamina D. Destes indivíduos, 62% estavam severamente deficientes.
  • A deficiência de vitamina D foi associada a 12,19 maior risco de insuficiência cardíaca em comparação com aqueles com status suficiente (CI 95%: 4,23-35,46; p <0,001).
  • Os homens deficientes em vitamina D tiveram um risco 15 vezes maior de insuficiência cardíaca em relação às mulheres (IC 95%: 3,39-62,21; p <0,001).
  • A insuficiência cardíaca foi 4,18 vezes mais provável em indivíduos com obesidade e deficientes em vitamina D do que aqueles com peso normal (IC 95%: 1,36-12,81; p = 0,012).
  • Aqueles com arritmia cardíaca e deficiência de vitamina D apresentaram 3,7 maiores chances de insuficiência cardíaca do que aqueles com outras doenças cardiovasculares (IC 95%: 1,23-11,12; p = 0,02).
  Os pesquisadores concluíram:   "O risco de insuficiência cardíaca esteve presente em mais da metade dos idosos e foi fortemente associado à deficiência de vitamina D, gênero masculino e obesidade. (...) Este estudo provou que há uma associação entre a deficiência de vitamina D e o aumento do risco de insuficiência cardíaca nos idosos atendidos nas clínicas de cardiologia UFPE".   Houve algumas limitações no estudo que precisam ser abordadas. Primeiro, o design observacional permite que os pesquisadores provem que existe uma relação causal. Embora a evidência tenha apontado para uma associação entre a insuficiência cardíaca e os níveis de vitamina D em determinado momento, não forneceu evidências adequadas para tirar conclusões sobre o efeito da deficiência crônica de vitamina D na insuficiência cardíaca (ao longo do tempo). Portanto, ensaios controlados randomizados são necessários para validar esses achados.   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte:https://www.vitamindcouncil.org/increased-heart-failure-risk-associated-with-vitamin-d-deficiency-according-to-recent-study/
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Exposição a certos alérgenos durante a infância associada a risco de asma reduzido

Crianças expostas a altos níveis de alérgenos de animais ou pragas em ambientes internos durante a infância têm menor risco de desenvolver asma aos 7 anos de idade, revela uma nova pesquisa apoiada pelos Institutos Nacionais de Saúde (EUA). A descoberta, publicada em 19 de setembro no Journal of Allergy and Clinical Immunology, pode fornecer indícios para um projeto de estratégias para a prevenção contra a asma.
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Telefone celular: Maneiras de reduzir seus possíveis efeitos causadores de câncer

Desde que a Organização Mundial da Saúde admitiu em 2011 que a radiação do telefone celular é "possivelmente cancerígena", podendo estar contribuindo para o aumento global nos casos de câncer cerebral, tornou-se difícil de rotular alguém como hipocondríaca por estar preocupada com as possíveis consequências deste fato à saúde. [I] Na verdade, um estudo citado em seu relatório mostrou um risco de 40% maior para gliomas* nos usuários que mais usavam celulares (média relatada: 30 minutos por dia durante um período de 10 anos) – o que não é exatamente um pequeno efeito.
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O consumo de chá leva a mudanças epigenéticas nas mulheres

Mudanças epigenéticas são modificações químicas que ligam ou desligam nossos genes. Em um novo estudo da Universidade de Uppsala (Suécia), os pesquisadores mostram que, nas mulheres, o consumo de chá leva a mudanças epigenéticas em genes que são conhecidos por interagir com o câncer e o metabolismo de estrogênio. Os resultados foram publicados na revista Human Molecular Genetics
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Por que as plantas representam um ”potencial inexplorado” para a descoberta inovadora de medicamentos

O campo da medicina percorreu um longo caminho desde o uso da heroína como remédio para a tosse ou a terapia magnética para melhorar o fluxo sanguíneo. Esses métodos desatualizados foram colocados de lado décadas atrás. Mas há muitas práticas medicinais antigas que resistiram ao teste do tempo. Na verdade, muitos dos produtos farmacêuticos que salvam vidas hoje são derivados de plantas primeiramente descobertas por comunidades indígenas.
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Posicionamento da Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva quanto à segurança e eficácia da suplementação da creatina

Com o objetivo de solidificar o conhecimento atual sobre o papel e a segurança da suplementação de creatina para o exercício, esporte e medicina, e, assim, também atualizar a posição da Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva (ISSN) quanto à sua suplementação, uma pesquisa de revisão da literatura científica e médica da área foi realizada, abrangendo mais de 200 estudos publicados.
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Associação entre vitamina B, sistema imune, inflamação e depressão

Segundo uma pesquisa revisada por pares, recentemente publicada no jornal científico internacional Maturitas, a suplementação de vitaminas do complexo B melhora os sintomas de depressão. Além disso, as vitaminas desempenham um papel na regulação das respostas imunes, e desde que em pacientes com depressão são observadas respostas pró-inflamatórias, foi encontrada uma relação interligada entre a vitamina B, o sistema imune, a inflamação e a depressão.
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Carboidratos, gorduras e doenças cardíacas – momento de reavaliação após o estudo PURE

Recentemente, muitos de nós tivemos a oportunidade de assistir a um vídeo altamente interessante na internet cobrindo uma palestra do Dr. Salim Yusuf em uma recente reunião de Atualização de Cardiologia. O Dr. Yusuf é o presidente da Marion W. Burke Chair em Doença Cardiovascular na Faculdade de Medicina da Universidade McMaster em Hamilton, Ontário, Canadá, e atual presidente da Federação Mundial do Coração. Em sua palestra, ele apresentou dados do estudo PURE sobre a relação entre o consumo de diferentes macronutrientes e o risco de doenças cardiovasculares (DCV).
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Níveis baixos de testosterona são comuns após câncer de testículo e associados a problemas de saúde crônicos

"Dentre 20 casos de câncer de testículo, nós podemos agora curar 19, mas um número significativo dos sobreviventes tem baixo nível de testosterona, e isso pode afetar outros aspectos de sua saúde. Com base neste estudo e outros, os clínicos devem perguntar aos sobreviventes de câncer de testículo se eles têm sintomas de baixa testosterona e devem observar sinais de problemas de saúde associados", afirmou o Dr. Timothy D. Gilligan, especialista da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO).
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Pycnogenol como substituto à Aspirina

Em um artigo anterior, discutimos o perigo claro e presente relacionado ao uso do ácido acetilsalicílico (AAS), bem como várias alternativas clinicamente comprovadas que apresentam benefícios secundários significativos em oposição aos muitos efeitos colaterais conhecidos do AAS.   Desde que escrevemos o artigo, ainda mais evidências se acumularam, indicando que os riscos do AAS superam seus benefícios. Mais notavelmente, um estudo holandês de 15 anos publicado na revista Heart descobriu que em 27.939 mulheres profissionais de saúde saudáveis (idade média 54), randomizadas para receber 100 mg de AAS todos os dias ou placebo, o risco de hemorragia gastrointestinal ultrapassava o benefício da intervenção para câncer colorretal e prevenção de doenças cardiovasculares naquelas com menos de 65 anos.   Claro, o AAS não está sozinho no que diz respeito aos efeitos colaterais perigosos. Toda a categoria anti-inflamatória não esteroide (AINE) de medicamentos prescritos e de venda livre apresenta perigo. O ibuprofeno, por exemplo, é conhecido por matar milhares a cada ano, e acredita-se que não é menos perigoso do que o inibidor de COX-2, robecoxib, que causou de 88.000 a 140.000 casos de doença cardíaca grave nos cinco anos que ficou no mercado (1999 a 2004). O paracetamol é tão profundamente tóxico para o fígado que o escritor Dr. Michael Murray recentemente perguntou em artigo, "Não está na hora de o FDA remover o paracetamol do mercado?"   Mas então, o que podemos fazer?   Extrato de casca de pinheiro (Pycnogenol®)   Quando se trata de alternativas para o AAS, um contendor promissor é o Pycnogenol, um poderoso antioxidante extraído do pinheiro marítimo francês, apoiado por mais de 40 anos de pesquisa, o mais convincente do qual agregamos no GreenMedInfo.com. Surpreendentemente, é possível encontrar pesquisa indexada no site, mostrando que o extrato pode ter valor para mais de 80 condições de saúde.   Em 1999, um estudo notável publicado na revista Thrombotic Research descobriu que o Pycnogenol era superior (ou seja, efetivo em uma dosagem mais baixa) ao AAS na inibição da coagulação induzida pelo tabagismo, sem o aumento significativo (e potencialmente fatal) do tempo de sangramento associado ao uso do AAS. O resumo vale a pena ler na sua totalidade:   "Os efeitos de uma mistura de bioflavonoides, Pycnogenol, foram avaliados na função plaquetária em seres humanos. O tabagismo aumentou a frequência cardíaca e pressão arterial. Estes aumentos não foram influenciados pelo consumo oral de Pycnogenol ou AAS imediatamente antes de fumar. No entanto, o aumento da reatividade plaquetária que produziu agregação 2 horas após o tabagismo foi evitado por 500 mg de AAS ou 100 mg de Pycnogenol em 22 alemães fumantes ‘pesados’. Em um grupo de 16 fumantes americanos, a pressão arterial aumentou após o tabagismo e esta situação não foi alterada após a ingestão de 500 mg de AAS ou 125 mg de Pycnogenol. Em outro grupo de 19 fumantes americanos, o aumento da agregação plaquetária foi significativamente reduzido com 200mg de Pycnogenol ao invés de 150 mg ou 100 mg. Este estudo mostrou que uma única dose alta, 200 mg de Pycnogenol, mostrou-se efetiva por mais de 6 dias contra a agregação plaquetária induzida pelo tabagismo. O tabagismo aumentou a agregação plaquetária que foi evitada após a administração de 500 mg de AAS e 125 mg de Pycnogenol. O AAS significativamente (p <0,001) aumentou o tempo de sangramento de 167 a 236 segundos, enquanto o Pycnogenol não. Essas observações sugerem uma relação risco-benefício vantajosa para o Pycnogenol".   Conforme relatado acima, ao contrário do AAS, o Pycnogenol não aumentou significativamente o tempo de sangramento. Isso tem implicações profundas, já que as potentes propriedades antiplaquetárias/"diluentes de sangue" do AAS também podem causar eventos hemorrágicos com risco de vida. Se este estudo é exato e o Pycnogenol é mais efetivo na diminuição da agregação plaquetária patológica em uma dose menor, sem causar o aumento da hemorragia associada ao AAS, então, ele é claramente uma alternativa natural superior.   Não é apenas uma alternativa de medicamento   O Pycnogenol, como tantas outras intervenções naturais, tem uma ampla gama de benefícios secundários que podem conferir vantagem significativa quando se trata de reduzir o risco de doença cardiovascular. Por exemplo:  
  • Redução da pressão sanguínea / melhora da função endotelial: vários estudos clínicos indicam que o Pycnogenol é terapêutico para aqueles que sofrem com hipertensão. O extrato aborda, de fato, uma causa radicular de hipertensão e doenças cardiovasculares em geral, ou seja, a disfunção endotelial (a incapacidade do revestimento interno dos vasos sanguíneos para funcionar corretamente, como dilatar completamente). [1] Verificou-se que ele evita danos na microcirculação em pacientes hipertensos, bem como reduz a dose de drogas de pressão arterial em pacientes hipertensos [2], incluindo pacientes hipertensos com diabetes.[3] Verificou-se até mesmo que reduz a hipertensão intraocular encontrada em pacientes com glaucoma [4].
 
  • Efeitos anti-inflamatórios: há uma crescente apreciação entre a comunidade médica que a inflamação contribui para doenças cardiovasculares. Vários marcadores, incluindo a proteína C-reativa, estão agora sendo considerados como, pelo menos, tão importantes na determinação do risco de doença cardiovascular como as proporções de vários lipídios sanguíneos como a lipoproteína de baixa densidade (LDL). O Pycnogenol foi encontrado para reduzir a proteína C-reativa em pacientes hipertensos.[5] Verificou-se que o Pycnogenol modula rapidamente (inibe) a atividade da enzima Cox-1 e Cox-2 em indivíduos humanos, resultando em uma expressão reduzida dessas enzimas promotoras da inflamação dentro de 30 minutos após a ingestão.[6] Outro efeito anti-inflamatório observado do Pycnogenol é a sua capacidade de regular a classe das enzimas inflamatórias conhecidas como metaloproteinases da matriz (MMPs).[7] O extrato de casca de pinheiro também foi encontrado para inibir significativamente a ativação de NF-kappaB, um regulador chave de níveis de inflamação cuja superexpressão e/ou desregulação podem resultar em manifestações cardiovasculares patológicas.[8] Finalmente, descobriu-se que o Pycnogenol reduz os níveis de fibrinogênio, uma glicoproteína que contribui para a formação de coágulos sanguíneos; O fibrinogênio foi identificado como um fator de risco independente para doenças cardiovasculares.[9]
 
  • O companheiro ideal de viagens aéreas: Em um artigo anterior, intitulado "Como o extrato de casca de pinheiro poderia ajudar viajantes aéreos", mergulhamos em um corpo convincente de pesquisa que indica que o Pycnogenol pode ser o remédio preventivo perfeito para a trombose associada ao voo, edema, e preocupações relacionadas à radiotoxicidade e à supressão imune.
  Dada a evidência das propriedades cardioprotetoras pleotróficas do Pycnogenol, esperamos que ele se torne mais comumente recomendado pelos profissionais da saúde, já que o paradigma médico continua a evoluir após sua dependência de produtos químicos sintéticos, eventualmente (esperamos) retornando a intervenções mais naturais, cada vez mais baseadas em evidências científicas.   No entanto, é importante não cairmos como presas do modelo de uma doença/uma só pílula, que nos convencem de focar em pílulas pop – desta vez naturais – como simples contramedidas ou "seguros" contra os danos bem conhecidos associados à dieta americana padrão, à falta de exercício e ao estresse descontrolado.   O objetivo final é remover a necessidade de pílulas, concentrando-nos na prevenção de doenças cardiovasculares desde o início, de dentro para fora, como o consumo de alimentos de alta qualidade, água e ar puros, e uma atitude saudável que nutrem e sustentam sua saúde e bem-estar.   Referências no artigo original: www.thesleuthjournal.com/aspirin-alternative-doctor-never-told/   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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Óleo de Krill na melhora da inflamação intestinal

Novos estudos, realizados por pesquisadores da universidade italiana "La Sapienza" avaliaram a capacidade do óleo de Krill na melhora da inflamação intestinal.

A homeostase intestinal é altamente regulada através de uma complexa interação entre a imunidade da mucosa, a integridade do epitélio, a microbiota intestinal e nutrientes. Estes últimos são cada vez mais conhecidos como uma variável que possui um papel crucial nesse processo, quer por interação direta com o epitélio quer alterando a composição da microbiota, ou na qualidade de alérgenos. Tanto a inflamação quanto o câncer podem resultar na desregulação dessa homeostase.

O ômega-3, ácidos graxos poli-insaturados n-3 (PUFAs), são denominados “ácidos graxos essenciais” e, normalmente, são obtidos a partir da dieta desde que não podem ser sintetizados por células humanas. Em particular, o a-linolênico (ALA) é um n-3 PUFA que é endogenamente convertido em ácido eicosapentaenoico (EPA) e subsequentemente em ácido docosahexaenoico (DHA). As propriedades anti-inflamatórias dos ômega-3 PUFAs têm sido extensivamente estudadas quanto ao seu papel na prevenção e tratamento de muitas doenças inflamatórias humanas [1-4]. O consumo de frutos do mar fornece muitos benefícios para a saúde, muitos dos quais vêm da presença de uma quantidade adequada de PUFAs, incluindo EPA e DHA, e antioxidantes [5,6]. A maioria dos estudos têm apoiado o valor de PUFAs derivados de óleo de peixe na inibição da inflamação e melhoria de doenças inflamatórias, como a asma, doenças alérgicas, doenças cardiovasculares e diabetes [7-10]. No intestino, o óleo de peixe tem provado ser fortemente protetor na inflamação intestinal em modelos animais [11-15], embora resultados controversos têm sido relatados na inflamação intestinal humana, especialmente na doença inflamatória do intestino (IBD) [2,7,16-18]. Curiosamente, foi apontado um papel importante do óleo de peixe na modulação da microbiota intestinal [19-22]. Mais recentemente, o óleo de krill (KO), um extrato preparado a partir de uma espécie de krill antártico, Euphausia superba, contendo ácidos graxos ômega-3, ácidos graxos derivados de fosfolipídios e o pigmento natural, astaxantina, surgiu supostamente por seus benefícios de saúde, incluindo a gestão e tratamento de distúrbios inflamatórios e metabólicos [5,23-28].

O KO é comparável ao óleo de peixe como fonte dietética de n-3 PUFAs, embora ele compreenda fosfolipídeos e triglicerídeos, enquanto que o óleo de peixe contém apenas triglicerídeos. Estudos pré-clínicos demonstraram que os ácidos graxos ligados a fosfolipídeos são absorvidos em órgãos específicos, tais como o coração, cérebro e fígado de animais, melhor do que quando ligado ao glicerol como os triglicerídeos [29]. Além disso, quando quantidades semelhantes de n-3 PUFAs são administradas, o KO parece ter uma maior eficácia na promoção do catabolismo lipídico [30], regulando negativamente a atividade de vias envolvidas na produção de glicose hepática, bem como na síntese de lipídios e colesterol [31]. Recentemente, Ramprasath et al. observaram um aumento nas concentrações plasmáticas de EPA e DHA com o consumo de KO, em comparação com o óleo de peixe, e sugeriram ser devido a diferenças na absorção e biodisponibilidade com base na diferença estrutural dos dois óleos [32,33].

Os estudos das interações entre o hospedeiro e microbiota são fundamentais para a compreensão dos mecanismos envolvidos na homeostase intestinal e inflamação. Perturbações na estrutura de complexas comunidades comensais (referidas como disbiose) podem desencadear uma série de doenças mediadas pelo sistema imune, incluindo IBD [40,41].

Estudos recentes têm identificado uma prevalência de espécies bacterianas específicas em pacientes com doença de Crohn (CD), uma das duas formas de IBD, entre as quais está a Escherichia coli aderente-invasiva (AIEC) [42]. A AIEC é caracterizada por acrescida adesão e invasão epitelial, sobrevivência dentro de macrófagos, e formação de biofilmes [43]. Por essas razões, é pensado que essa espécie desempenhe um papel na patogênese da IBD [44].

Assim, no presente estudo, que teve como objetivo avaliar a capacidade de KO para regular a inflamação intestinal, induzindo a restituição funcional e morfológica epitelial, melhorando a sobrevivência das células e reduzindo a aderência e invasão de bactérias AIEC.


Óleo de Krill reduz a inflamação intestinal, melhorando a integridade do epitélio e reduzindo a patogenicidade da escherichia coli aderente-invasiva

Autores: Manuela Costanza, Vicenzo Cesi, Enrica Prete, Arma Negroni, Francesca Palone, Salvatore Cuchiarc, Salvatore Oliva, Beatrice leter, Laura Stronati. Revista: Digestive and lever Disease – Vol. 48, pág. 34 – 42, 2016.



RESUMO

Antecedentes: O óleo de krill é derivado de fonte marinha e rico em fosfolipídios, astaxantina e ácidos graxos ômega-3. Vários estudos descobriram seus benefícios contra danos oxidativos e inflamatórios.

OBJETIVOS

Tivemos como objetivo avaliar a capacidade do óleo de krill para reduzir a inflamação intestinal, melhorando a integridade da barreira epitelial, aumentando a sobrevivência das células, e reduzindo a patogenicidade da Escherichia coli aderente-invasiva.

MÉTODOS

Células Caco2 e HT29 foram expostas a cytomix (TNF-α e IFNγ) para induzir a inflamação e expondo juntamente a cytomix e óleo de krill. Níveis de E-caderina, ZO-1 e F-actina foram analisados através de imunofluorescência para avaliar a integridade da barreira. Teste de raspagem foi realizado para medir a cicatrização de feridas. A sobrevivência celular foi analisada por citometria de fluxo. LF82 Escherichia coli aderente-invasiva foi usada para o ensaio de adesão/invasão.

RESULTADOS

E-caderina e ZO-1 diminuíram nas células inflamadas, com perda de adesão célula-célula, e a polimerização de F-actina aumentou as fibras de stress. O óleo de krill restaurou as condições iniciais, melhorou a cicatrização de feridas, e reduziu a adesão/invasão bacteriana em células epiteliais e sobrevivência no interior dos macrófagos; além de reduzir a expressão do mRNA induzida por LF82 de citocinas pró-inflamatórias.

CONCLUSÕES

O óleo krill melhora a integridade da barreira intestinal e a restituição epitelial durante a inflamação, e controla a adesão e invasão bacteriana às células epiteliais. Assim, o óleo de krill pode representar uma ferramenta inovadora para reduzir a inflamação intestinal.

PALAVRAS-CHAVE:

krill antártico; epitélio intestinal; bactérias luminais


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Obesidade associada a 11 cânceres

"Sólida evidência" apoia a associação entre a obesidade e 11 tipos de câncer, os quais em sua maioria são constituídos por tumores de órgãos digestivos e neoplasias malignas relacionadas a hormônios em mulheres, de acordo com uma nova análise publicada no BMJ.   "Outras associações podem ser genuínas também, mas há incerteza sobre elas", disse a autora principal, Maria Kyrgiou, PhD, MSc, do Departamento de Cirurgia e Câncer, do Imperial College London, Reino Unido, em um e-mail para o Medscape Medical News. O novo estudo é conhecido como uma "revisão geral" ou uma "meta-revisão", desde que analisou meta-análises e revisões sistemáticas anteriores.   A conclusão da revisão geral – que o excesso de gordura corporal aumenta a maioria dos cânceres do sistema digestivo, bem como o câncer de mama endometrial e no período da pós-menopausa – concorda com o relatório do ano passado da Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IARC). No entanto, o IARC encontrou associações com cânceres adicionais (por exemplo, fígado, tireoide e ovário), escreveram os editorialistas, Yikyung Park, ScD, e Graham Colditz, MD, DrPH, da Divisão De Ciências da Saúde Pública, da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, St. Louis, Missouri. Mas os dados são "claros", dizem os dois. "A conclusão inevitável desses dados é que a prevenção do excesso de peso adulto pode reduzir o risco de câncer."   O excesso de gordura corporal é potencialmente o segundo mais importante fator de risco de câncer modificável após o tabagismo, afirmam eles.   A nova revisão analisou 95 meta-análises que relataram uma associação entre o excesso de gordura corporal (medida em uma escala contínua) e o risco de desenvolver ou morrer de câncer. A obesidade foi definida como um índice de massa corporal (IMC) > 30 kg/m2. A  Dra. Kyrgiou explicou que uma "medida contínua é quando o efeito da exposição sobre o resultado é medido por unidade de mudança, ou seja, o risco de câncer de endométrio aumenta por 5 kg/m2 do IMC”. Haviam sete índices de excesso de gordura corporal/adiposidade, incluindo IMC, circunferência da cintura, peso e relação cintura-quadril.   A equipe internacional de pesquisadores julgou que apenas 13% (12 dos 95) dos estudos identificados na revisão geral foram baseados em fortes evidências estatísticas (e evitaram vieses que podem ter exagerado o efeito da obesidade sobre o câncer). Em outras palavras, a maioria dos estudos continha falhas metodológicas. No final, após analisar esses 12 estudos, a equipe determinou que havia uma associação entre a gordura corporal e 11 localizações para o câncer: adenocarcinoma esofágico, mieloma múltiplo, câncer de cárdia gástrica, cânceres do cólon e reto em homens, do sistema das vias biliares, do pâncreas, da mama (pós-menopausa), do endométrio (pré-menopausa), do ovário e do rim.   O grau de risco variava. Por exemplo, o aumento do risco de desenvolver câncer para cada aumento de 5 kg/m2 de IMC variou de 9% [risco relativo, 1,09; intervalo de confiança (IC) de 95%, 1,06-1,13] para o câncer de reto nos homens, a 56% (risco relativo, 1,56; IC 95%, 1,34-1,81) para o câncer do sistema biliar.   Os autores determinaram que os outros 83 estudos apresentaram evidências altamente sugestivas (18%), sugestivas (25%) e fracas (20%). Também, 25% não tinham nenhuma evidência de associação.   Estudos prospectivos são necessários para tirar "conclusões mais firmes" sobre quais os cânceres são causados ​​pelo excesso de gordura corporal, finalizam os autores do estudo.   Quem exatamente está em alto risco ainda é desconhecido. Se isso pudesse ser discernido, os indivíduos poderiam ser selecionados para "estratégias personalizadas de prevenção primária e secundária."   Traduzido por Essentia Pharma Fonte:http://www.medscape.com/viewarticle/876410?src=wnl_tp10n_170414_mscpedit_ous&uac=205527PG&impID=1328297   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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Aumento de potássio na dieta pode baixar a pressão arterial

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o principal fator de risco para doenças, especificamente a doença cardiovascular, é a pressão arterial elevada. Um estudo publicado em American Journal of Physiology – Endocrinology and Metabolism sugere que comer alimentos ricos em potássio, como batata doce, abacate, espinafre, feijão e banana, pode ajudar a baixar a pressão arterial. "Diminuir a ingestão de sódio (Na+) é uma forma bem estabelecida para baixar a pressão arterial, mas a evidência sugere que o aumento do potássio (K+) na dieta pode ter um efeito igualmente importante sobre a hipertensão", afirma Alicia McDonough, professora de células e neurobiologia da Keck School of Medicine da Universidade do Sul da Califórnia (USC) e uma das coautoras do estudo.   O estudo – que atuou como uma pequena revisão literária – analisou população, intervenções e estudos de mecanismo molecular, e explorou a associação entre a pressão arterial e o sódio, e entre a relação e proporção de potássio e sódio. Foram encontrados vários estudos demográficos demonstrando que o maior consumo de potássio dietético (estimado a partir da excreção urinária ou recall dietético) foi associado com uma menor pressão arterial, independentemente da ingestão de sódio. Estudos intervencionistas com suplementação de potássio também sugeriram seu benefício direto.   Entre os estudos recentes em modelos de roedores de vários laboratórios, os quais ilustraram os mecanismos benéficos do potássio, foi concluído que o corpo faz um ato de equilíbrio, utilizando-se do sódio para manter o estreito controle dos níveis de potássio no sangue –fundamental para a função do coração, nervo e músculos. "Quando o nível de potássio apresenta-se alto, os rins excretam mais sal e água, aumentando a excreção de potássio. Ter uma dieta rica em potássio é como tomar um diurético."   Na conclusão da pesquisa, as pesquisadoras recomendam o desenvolvimento de políticas públicas para aumentar a ingestão de potássio a partir de fontes vegetais. Entre outras recomendações, também defendem a adição da informação quantitativa de potássio em rótulos nutricionais para ajudar a aumentar a consciência dos consumidores sobre as fontes do mineral.    
Estudo: McDonough AA, et al. Cardiovascular benefits associated with higher dietary K+ vs. lower dietary Na+: evidence from population and mechanistic studies. American Journal of Physiology – Endocrinology and Metabolism, 2017. DOI: 10.1152/ajpendo.00453.2016
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Doença inflamatória das gengivas é um novo indicador precoce do diabetes

O diabetes é uma doença de prevalência cada vez maior e com complicações potencialmente muito prejudiciais. No entanto, devido a uma combinação de ausência de sintomas iniciais e falta de conhecimento público, a condição não é comumente detectada até que em uma fase posterior, onde as chances de complicações aumentam. A melhor opção para a gestão do diabetes mellitus é a detecção e intervenção precoce, e como resultado, os pesquisadores estão procurando por métodos de triagem durante o pré-diabetes.
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Muitos idosos tomam 3 ou mais medicamentos com potencial de alterar o cérebro

Segundo pesquisadores, o número de americanos mais velhos que tomam três ou mais medicamentos que afetam o cérebro tem mais do que duplicado em apenas uma década.   O aumento mais acentuado foi mostrado entre os idosos nas áreas rurais – onde a taxa de visitas médicas de pacientes tomando combinações desses tipos de drogas – opioides, antidepressivos, tranquilizantes e antipsicóticos – mais do que triplicou.   Esta "polifarmácia" de drogas que agem sobre o sistema nervoso central é preocupante, afirmam os pesquisadores, devido aos riscos especiais para os adultos mais velhos que acompanham essa combinação. As quedas – e as consequentes lesões – são a principal preocupação, juntamente com problemas com a condução, memória e pensamento.   A combinação de analgésicos opioides com outros fármacos específicos, tais como os tranquilizantes benzodiazepínicos, comumente usados ​​para problemas de ansiedade, sono e comportamento, é particularmente preocupante. Recentemente, a agência americana FDA emitiu o maior alerta possível contra este uso combinado por causa do maior risco de morte.   Publicado em JAMA Internal Medicine, o novo relatório oferece resultados de uma análise dos centros de dados de controle e prevenção de doenças dos Estados Unidos, recolhidos através da pesquisa do National Ambulatory Medical Care de uma amostra representativa de clínicas médicas entre 2004 e 2013.   Enquanto apenas 0,6 por cento das visitas ao médico por pessoas com mais de 65 anos envolveram três ou mais drogas que afetam o sistema nervoso central em 2004, o número subiu para 1,4 por cento em 2013. Aplicando essa percentagem em todo o país, isto significa que, anualmente, 3,68 milhões de visitas a um médico envolvem idosos tomando três ou mais desses medicamentos.   "O aumento que vimos nestes dados pode refletir a maior disposição dos idosos para procurar ajuda e aceitar medicamentos para as condições de saúde mental, mas também é preocupante devido aos riscos da combinação desses medicamentos", afirma o principal autor Donovan Maust, professor assistente de psiquiatria e psiquiatra geriátrico na Universidade de Michigan.   Outro problema: Quase metade dos idosos que tomam essas combinações medicamentosas não parecem ter um diagnóstico formal de uma condição de saúde mental, insônia ou uma condição de dor – as três principais razões de prescrição.   "Esperamos que as novas diretrizes de prescrição para idosos incentivem os prestadores de cuidados de saúde e os doentes a reconsiderar os potenciais riscos e benefícios dessas combinações", completa Maust.   Em 2015, a American Geriatrics Society lançou o “2015 Beers Criteria”, uma nova diretriz para o uso de medicamentos de prescrição em pessoas idosas.   Alguns dos grupos de medicação que afetam o sistema nervoso central estão na lista de critérios Beers, desde que foi publicado pela primeira vez em 1997, mas esta atualização é a primeira a suscitar preocupação sobre a polifarmácia como potencialmente inadequada.   Em trabalhos anteriores, Maust e colaboradores publicaram dois outros artigos sobre o uso de drogas que afetam o sistema nervoso central em pessoas idosas.   Na edição de dezembro passado do Journal of the American Geriatrics Society, eles relataram que 5,6 por cento das visitas ao médico por pessoas com idades a partir de 65 anos incluíram uma prescrição do tranquilizante benzodiazepina em 2010.   Mais de um quarto dessas visitas também incluíram uma prescrição de antidepressivo, e 10 por cento incluíram uma prescrição de opiáceo. Apenas 16 por cento dos que continuavam a receber uma prescrição de benzodiazepínicos tinham um diagnóstico de condição de saúde mental. Quase nenhum paciente foi encaminhado à psicoterapia. Os dados para este estudo também vieram do CDC National Ambulatory Medical Care Survey  (2007 a 2010).   "A prescrição de benzodiazepínicos para adultos mais velhos continua apesar de décadas de evidência mostrando preocupações de segurança, e tratamentos alternativos e métodos eficazes podem oferecer melhora mesmo em usuários crônicos", diz Maust.   Além disso, um artigo publicado on-line em Psychiatric Services em janeiro relata que mais da metade dos 231 pacientes mais velhos cujos médicos prescreveram-lhes um antidepressivo não atingiram os critérios para um transtorno depressivo maior.   Os pacientes estavam participando de um ensaio controlado randomizado destinado a melhorar os resultados da depressão e não são considerados uma amostra representativa de americanos mais velhos, mas Maust diz que os resultados da equipe podem indicar uma tendência de prescrição excessiva.   Traduzido por Essentia Pharma Fonte: http://www.futurity.org/polypharmacy-medications-older-adults-1359692-2/   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. 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Como o exercício – em especial o treino intervalado – ajuda a mitocôndria a afastar o envelhecimento

É frequentemente repetido, mas é verdade: o exercício mantém você saudável. Ele aumenta o seu sistema imunológico, mantém a mente afiada, ajuda a dormir, mantém o seu tônus ​​muscular e estende a sua vida saudável. Pesquisadores há muito suspeitam que os benefícios do exercício se estendem até o nível celular, mas sabem relativamente pouco sobre quais exercícios ajudam as células a reconstruir organelas-chaves que se deterioram com o envelhecimento. Um estudo publicado em 7 de março em Cell Metabolism descobriu que o exercício – e em particular o treinamento intervalado aeróbico de alta intensidade, como ciclismo e caminhada – impulsiona células a produzirem mais proteínas para suas mitocôndrias (produtoras de energia) e seus ribossomos (produtores de proteínas), efetivamente parando o envelhecimento no nível celular.
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Estudo de longo prazo aponta melhora da função cardiometabólica em homens tratados com testosterona

Um estudo relatado em 9 de fevereiro de 2017 no Journal of Cardiovascular Pharmacology and Therapeutics encontrou melhorias nos níveis de glicose, lipídios, pressão arterial e outros fatores, bem como um menor risco de eventos cardiovasculares e mortalidade em associação com a terapia de testosterona ao longo do acompanhamento de 7 anos.
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Astaxantina para a proteção da pele

A astaxantina – um carotenoide encontrado, principalmente, na alga H. pluvialis, mas também em frutos do mar e no óleo de krill – é conhecida por sua atividade antioxidante, mais potente do que o α-tocoferol e outros carotenoides, incluindo o β-caroteno. Ao contrário de outros antioxidantes, ela não é pró-oxidativa e possui muitos efeitos farmacológicos, incluindo atividades antitumorais, anticancerosas, antidiabéticas, antiateroscleróticas e anti-inflamatórias.
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A comunidade microbiana do intestino mostra influenciar a expressão genética do hospedeiro

Em nosso intestino, e no intestino de todos os animais, reside um robusto ecossistema de micróbios conhecido como microbioma. Consistindo de trilhões de organismos – bactérias, fungos e vírus –, o microbioma é essencial para a saúde do hospedeiro (organismo que abriga outro), fornecendo serviços importantes que vão desde o processamento de nutrientes ao desenvolvimento e manutenção do sistema imunológico.
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Baixos níveis de vitamina D associados ao aumento do risco de câncer de bexiga

De acordo com uma revisão sistemática de sete estudos apresentados na conferência anual de 2016 da Sociedade de Endocrinologia em Brighton, na costa sul da Inglaterra, a deficiência de vitamina D está associada com o aumento do risco de desenvolver câncer de bexiga. Embora mais estudos clínicos sejam necessários para confirmar os resultados, a revisão confirma um crescente corpo de evidências sobre a importância de manter níveis adequados de vitamina D.
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CoQ10 pode beneficiar aqueles com doença neurodegenerativa

A Atrofia de Múltiplos Sistemas (AMS) é uma desordem neurológica degenerativa caracterizada por falência autônoma progressiva – parte do sistema nervoso que controla a ação involuntária, como pressão sanguínea ou digestão –, além de várias combinações de parkinsonismo, ataxia cerebelar e disfunção piramidal. Os sintomas refletem na perda da função e morte de diferentes tipos de células nervosas no cérebro e na medula espinhal.
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A avaliação quantitativa mais compreensível sobre os benefícios do ômega-3 para a saúde coronária até a data: meta-análise

Na presente edição de Mayo Clinic Proceedings, Alexander et al. relatam sua meta-análise de dados abordando os efeitos dos ácidos graxos ômega-3 eicosapentaenoico e docosahexaenoico (EPA + DHA) sobre o risco de eventos cardíacos da doença arterial coronariana (DAC). (1) Sua pesquisa empregou dados de 2 tipos de estudos: ensaios clínicos randomizados (ECRs) (aproximadamente 93.000 pacientes) e estudos prospectivos de coorte (aproximadamente 732.000 pacientes). Até o momento, sua pesquisa é a análise mais abrangente de sua espécie dentro da literatura biomédica indexada. A meta-análise dos dados de ECR descobriu que a suplementação de EPA + DHA produziu uma redução não estatisticamente significante de 6% de DAC (taxa de risco [HR], 0,94; IC 95%, 0,85 a 1,05). Outras análises de subgrupos descobriram que o EPA e DHA reduziram significativamente o risco de DAC em 16% (HR, 0,84; IC 95%, 0,72 a 0,98) entre os pacientes com níveis elevados de triglicerídeos séricos (TG > 150 mg/dL) e 14% (HR, 0,86; IC 95%, 0,76 a 0,98) em pacientes com elevado colesterol de lipoproteína de baixa densidade (> 130 mg/dL). Na subsequente meta-análise de estudos de coorte prospectivos, Alexander et al. descobriram que EPA e DHA reduziram significativamente o risco de DAC em 18% (HR, 0,82; IC 95%, 0,74 a 0,92).
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Meta-análise: maior ingestão de magnésio associada com menor risco de acidente vascular cerebral, diabetes, insuficiência cardíaca e mortalidade

Em 8 de dezembro de 2016, a BMC Medicine publicou os resultados de uma meta-análise realizada por pesquisadores da Universidade de Zhejiang e da Universidade de Zhengzhou, na China, a qual concluiu que consumir uma quantidade maior de magnésio está associado a um menor risco de insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral, diabetes tipo 2 e mortalidade por todas as causas durante até 30 anos de seguimento. A meta-análise é a primeira a investigar o efeito da ingestão de magnésio na dieta sobre o risco de insuficiência cardíaca e a primeira meta-análise quantitativa que analisou a relação dose-resposta entre a ingestão do mineral e a mortalidade por todas as causas.
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A vitamina D contribui para menos gordura corporal e mais massa muscular em crianças

A vitamina D é lipossolúvel, essencial e não está normalmente presente na maioria dos alimentos naturais. As melhores fontes dietéticas incluem o óleo de fígado de bacalhau, peixe espada, salmão, alimentos fortificados com vitamina D e suplementos dietéticos. A vitamina D também é produzida endogenamente quando os raios ultravioletas da luz solar atingem a pele e desencadeiam a sua síntese. No entanto, devido ao aumento do uso de filtros solares, ingestão dietética inadequada, localização geográfica (latitude e altitude), condições atmosféricas que afetam a intensidade da radiação UVB (poluição do ar) e mudanças sazonais, a qualidade e quantidade da produção de vitamina D na pele vem diminuindo muito, tornando-se comum a situação de algum grau de deficiência de vitamina D.   O leite humano geralmente fornece de 10 a 80 UI de vitamina D por litro (L), o que corresponde a 0,2 a 1,5 μg/dia (8 a 60 UI/dia), ficando aquém dos 400 UI/dia recomendados por muitos especialistas em saúde. Bebês e crianças exclusivamente alimentadas com substitutos do leite e alimentos de desmame não fortificados com vitamina D também estão em maior risco de deficiência. Por esta razão, a sua suplementação é rotineiramente recomendada para bebês até que eles possam obter uma quantidade adequada através da dieta.   Um estudo publicado na revista Pediatric Obesity mostrou que uma ingestão suplementar de vitamina D durante o primeiro ano de vida proporciona às crianças mais massa muscular e menos gordura corporal. Esses resultados emergiram de um estudo randomizado duplo-cego inicial de 132 bebês saudáveis ​​amamentados (um mês de idade no início do estudo) em Quebec, Canadá. Aleatoriamente os bebês foram designados para receber um suplemento oral diário de vitamina D3 de 400, 800, 1.200 ou 1.600 UI (10, 20, 30, 40 microgramas) durante 11 meses. Os bebês retornaram para um seguimento aos 3 anos de idade, quando foram avaliados seus níveis sanguíneos de vitamina D e composição corporal.   O benefício adicional de uma composição corporal mais magra veio como uma espécie de surpresa para a equipe de pesquisa. "Ficamos muito intrigados com a maior massa magra, e, portanto, a possibilidade de que a vitamina D pode ajudar as crianças a não só desenvolver esqueletos saudáveis, mas também saudáveis músculos e menos gordura", disse Hope Weiler, uma das autoras do estudo e diretora da Mary Emily Clinical Nutrition Research Unit, da Universidade McGill.   Este estudo confirma a importância de um maior nível de vitamina D no início da infância para o desenvolvimento de ossos fortes e massa muscular saudável. O único outro fator conhecido para fazer uma diferença significativa para o nível de gordura corporal da criança é a quantidade de atividade física. Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: https://askthescientists.com/vitamin-d-infancy-contributes-less-body-fat-muscle-mass-toddlers/
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Por que uma alta dose de vitamina C mata as células cancerígenas

A maioria das terapias anticâncer com vitamina C envolve tomá-la por via oral. No entanto, os cientistas da UI demonstraram que administrar a vitamina C por via intravenosa – evitando assim o metabolismo normal do intestino e vias de excreção – cria níveis sanguíneos que são 100 a 500 vezes superiores aos níveis observados com a ingestão oral. E é esta concentração super alta no sangue que é crucial para a capacidade da vitamina atacar as células cancerosas.
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Glutamina para a saúde intestinal

O aminoácido glutamina serve como um clássico exemplo do termo usado na área médica (em inglês) “bench to bedside”, o qual descreve o laço de repetição do processo de investigação, em que as observações clínicas estimulam as pesquisas científicas (bench/banco), levando de volta para a sua implementação na prática clínica (bedside/cabeceira) e mais observações ou descobertas clínicas. 
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Atualização dos benefícios do óleo de peixe: Os suplementos de ômega-3 podem melhorar as funções dos músculos de mulheres mais velhas

Pesquisadores das universidades de Glasgow e de Aberdeen descobriram que tomar suplementos de ômega-3 pode melhorar a função muscular em mulheres mais velhas, impedindo quedas desnecessárias e a perda de sua independência, relatou o Medical XPress.   A equipe de pesquisa realizou um plano de treinamento de exercícios de resistência de 18 semanas e mediu o tamanho do músculo, a função muscular e calculou a qualidade muscular dos participantes – que é a força produzida em relação ao tamanho do músculo – antes e depois do programa.   Os resultados mostraram que os homens que estavam tomando 3g de óleo de peixe não experimentaram nenhum aumento extra no tamanho do músculo, função ou qualidade. Entretanto, após 18 semanas, as mulheres que estavam se suplementando com a mesma quantidade do óleo apresentaram aumento da função muscular, mas não tamanho, em comparação com as participantes no grupo placebo.   "Com a porcentagem de pessoas com mais de 65 anos previsto para aumentar de 17%, da população total em 2010, para 23% em 2035, é crucial desenvolver tratamentos eficazes para a idade relacionados com a perda da função muscular", explicou o pesquisador Dr. Stuart Gray.   "As conclusões apontando para um benefício em mulheres são particularmente importantes porque elas tendem a viver ao redor de quatro anos mais do que os homens, mas cruzam o ‘limiar da inabilidade’, onde as habilidades funcionais são perdidas, 10 anos mais cedo do que eles.”   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: http://www.medicaldaily.com/fish-oil-benefits-update-omega-3-supplements-may-improve-older-womens-muscle-404610
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Exercício intervalado melhora a função do vaso sanguíneo em adultos mais velhos

De acordo com uma nova pesquisa publicada no American Journal of Physiology – Heart e Circulatory Physiology, o exercício intervalado, baseado em resistência, ajuda a melhorar a função endotelial – incluindo o fluxo sanguíneo e dilatação dos vasos sanguíneos – tanto em adultos mais velhos com diabetes tipo 2 quanto em pessoas de mesma idade que não se exercitam e pessoas que se exercitam regularmente. Os resultados sugerem que os treinos com exercício intervalado – cada vez mais populares – poderiam ser usados para tratar a disfunção endotelial em adultos mais velhos.
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Microbioma e diabetes: doente ou saudável? O metabolismo bacteriano explica

O intestino humano é um ecossistema complexo: incontáveis bactérias que o colonizam nos ajudam a digerir os alimentos. Os cientistas do Centro de Biomedicina de Sistemas de Luxemburgo (LCSB), da Universidade de Luxemburgo em colaboração com o IBBL (Integrated BioBank of Luxembourg), o Centro Hospitalar de Luxemburgo e o Centro Hospitalar Emile Mayrisch desenvolveram uma forma de estudar este ecossistema – o microbioma do intestino – em detalhes sem precedentes: sua nova abordagem permite o exame do potencial genético das bactérias por decodificação de seu DNA, bem como avaliar a sua atividade por sequenciamento de RNA, as moléculas que são formadas pela transcrição do DNA.   Podem também identificar as proteínas que são subsequentemente sintetizadas que, por sua vez, catalisam as reações metabólicas. "Pela primeira vez, podemos agora observar o que acontece simultaneamente nos três níveis de DNA, RNA e proteínas dentro das comunidades microbianas do intestino", afirma Paul Wilmes, chefe do Grupo de Biologia de Ecossistemas do LCSB, que liderou o estudo. "Isso é importante para entendermos melhor doenças como o diabetes, as quais o microbioma intestinal pode exercer influência." Os pesquisadores descobriram, por exemplo, que a composição da microbiota intestinal difere pouco entre pacientes com diabetes e indivíduos saudáveis. Por outro lado, os genes que são ligados ou desligados pelas bactérias residentes podem ser muito diferentes. Os pesquisadores publicam suas descobertas na famosa revista britânica Nature Microbiology.   O estudo MUST (Diabetes multiplex family study) focou em indivíduos que sofriam de diabetes tipo 1 há anos, e que haviam fornecido amostras de fezes para o IBBL – um parceiro essencial do estudo. "Estudamos as bactérias nas amostras de fezes dessas pessoas", diz a Dra. Anna Heintz-Buschart, primeira autora do artigo. "Também analisamos amostras de fezes de parentes saudáveis próximos dos pacientes com diabetes." Os pesquisadores descobriram que há muito menos diferença na composição de espécies bacterianas entre as pessoas com e sem diabetes do que se acreditava há muito tempo. "No entanto, há claras diferenças ao que as bactérias fazem."   No diabetes tipo 1, essas diferenças presumivelmente surgem quando o sistema imunológico do corpo ataca suas próprias células produtoras de insulina no pâncreas. O dano resultante pode alterar radicalmente a composição dos sucos digestivos. "As bactérias intestinais têm de se adaptar às mudanças em seu ambiente", explica Heintz-Buschart. "Elas fazem isso ajustando seu metabolismo, ou em outras palavras, elas alteram as quantidades de proteínas ou vitaminas que produzem, como a tiamina. O que importa aqui é que uma mudança nos níveis de tiamina do corpo pode exacerbar o curso da doença.” As bactérias antes benéficas, assim, se tornam um risco para a saúde e podem piorar a condição do doente.   Tais descrições precisas de alterações relacionadas à doença no microbioma e insights sobre seus efeitos funcionais no corpo não eram possíveis até agora, salienta Paul Wilmes: "Embora tivéssemos sido capazes de determinar a composição das espécies no ecossistema intestinal por análises de DNA convencionais, nós estávamos no escuro sobre o que realmente estava acontecendo lá em um dado momento no tempo. Para usar a analogia da sociedade humana: éramos capazes de realizar um censo de diferentes indivíduos sem saber o que eles poderiam fazer como profissão. Agora sabemos quem faz o quê e quando". A descoberta ocorreu quando combinaram diferentes técnicas analíticas: "Nós analisamos as informações genômicas, transcriptômicas e proteômicas juntas pela primeira vez, o que significa que estudamos simultaneamente o DNA, o RNA e as proteínas do microbioma. Então, agora podemos estudar quais genes são transcritos e quais são as proteínas produzidas em um dado momento. Este estudo simultâneo dos três níveis nos dá uma imagem inteiramente nova dos processos funcionais que ocorrem no intestino, por exemplo, em relação ao metabolismo".   Os profissionais médicos com quem Wilmes e sua equipe colaboraram veem grande esperança na nova abordagem de pesquisa. Isto inclui a professora e doutora Carine de Beaufort, que conduz pesquisas e trata pacientes no LCSB e no Centro Hospitalar de Luxemburgo. Ela foi fundamental para encontrar famílias nas quais membros saudáveis e doentes estavam dispostos a participar do estudo. "Esperamos que esses estudos nos ajudem a identificar biomarcadores", diz ela. "São moléculas, como as proteínas, que são produzidas ou cujos níveis corporais mudam nos estágios iniciais de uma condição diabética. Esses biomarcadores tornariam o diagnóstico mais fácil, de modo que já poderíamos tomar uma ação preventiva ou terapêutica numa fase precoce."   Para impulsionar a busca por esses biomarcadores, o estudo deve continuar, afirma Paul Wilmes. "Agora desejamos trabalhar em conjunto com famílias que têm crianças com formas precoces de diabetes", diz ele. "Para os jovens é importante detectar os indicadores da doença o mais cedo possível. Afinal, o quanto mais cedo os médicos podem intervir, melhor poderão garantir uma vida com menos limitações". Wilmes prevê estudos mecanísticos detalhados que nos darão uma melhor compreensão das funções complexas do microbioma: "Desta forma, podemos aprender como as diferenças funcionais, digamos, na biossíntese da vitamina tiamina pelo microbioma do intestino estão relacionadas ao diabetes tipo 1. Estudos como MUST são cruciais para isso, como geradores de hipóteses."   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte:http://www.alternative-therapies.com/index.cfm/fuseaction/Content.Main/id/65/#9
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Um em três adultos mais velhos sofre perda muscular

À medida que a expectativa de vida global aumenta, os adultos almejam manter um estilo de vida saudável e ativo para os anos quando aposentados. De fato, a pesquisa mostra que os adultos pensam, se sentem e se comportam cinco a dez anos mais jovens do que sua idade real. Mas novas descobertas de um artigo de revisão publicado na revista Age and Ageing mostram que aproximadamente 1 em cada 3 adultos com 50 anos ou mais sofre de sarcopenia, uma condição que poderia interferir com o envelhecimento e a capacidade dos adultos de viverem uma vida plena e ativa.   A sarcopenia, como é conhecida no campo médico, é uma condição quando uma pessoa tem perda progressiva de massa e força muscular. Apesar da prevalência da doença, o estudo descobriu que adultos que aumentaram a quantidade de exercícios de resistência, através de atividades como levantamento de peso, e incorporaram nutrição específica em suas dietas, como proteína, HMB* e aminoácidos essenciais (EAA), incluindo leucina, mostraram melhora da massa, função ou força muscular.   "A maioria das pessoas pensa que sarcopenia só impacta as pessoas em lares de idosos ou outras instalações de cuidados de longo prazo, mas essas descobertas mostram que isto não é o caso", disse Robert H. Miller, Ph.D., da Abbott Nutrition. "É por isso que é importante para adultos e médicos levarem a nutrição a sério e avaliar se as pessoas estão recebendo os nutrientes necessários para manter a saúde muscular à medida que envelhecem."   Manter a massa e a força muscular é importante para reduzir o risco de sarcopenia. Em média, os adultos perdem 8% do seu músculo por década a partir dos 40 anos; a taxa acelera a 15% por década a partir dos 70 anos. A perda do músculo pode afetar a energia e a habilidade de uma pessoa de executar atividades diárias, tais como andar, levantar-se de uma cadeira e segurar ou levantar objetos.   Adultos com perda muscular precisam manter a qualidade de suas dietas, garantindo proteína suficiente para satisfazer as necessidades dos seus corpos. Muitas organizações estão agora recomendando que a quantidade de proteínas diárias precise ser aumentada em pacientes idosos e frágeis, em comparação com os adultos mais jovens. Escolhas alimentares precárias e intolerâncias alimentares à medida que envelhecem são algumas mudanças que ocorrem, levando a deficiências nutricionais, se não abordadas através de dieta ou suplementação nutricional.   Para manter a saúde muscular à medida que envelhecemos, o artigo recomenda:  
  • Aumentar a ingestão diária de HMB, proteínas e aminoácidos essenciais para ajudar a manter a saúde muscular, a qual ajuda a manter a força e funcionalidade física.
  • Incorporar treinamento de resistência na rotina de exercícios, o que pode melhorar a função muscular.
  Fale com o seu médico para discutir outras maneiras de manter a saúde muscular e prevenir a sarcopenia.   * HMB é um metabólito dos aminoácidos da leucina e isoleucina que ocorre naturalmente no músculo e é encontrado em pequenas quantidades em alguns alimentos, como abacate, toranja e peixe-gato.   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte:https://institutoflash786.org/2016/09/10/1-in-3-older-adults-suffer-muscle-loss/#more-10152  
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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Resveratrol pode ajudar a corrigir o desequilíbrio hormonal em mulheres

Um estudo clínico publicado em Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism mostrou que o (polifenol) resveratrol pode reduzir significantemente a testosterona sérica total e o sulfato de dehidroepiandrosterona (sigla em inglês, DHEAS) – hormônio que o corpo pode converter em testosterona –, em mulheres com Síndrome do Ovário Policístico (SOP).
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Prevenção e Gestão de Diabetes

A evidência científica sugere fortemente que um nível adequado de magnésio dietético reduz o risco de diabetes tipo 2. Uma meta-análise de 13 estudos prospectivos de coorte examinou essa associação em mais de 500.000 indivíduos de diversas origens. Os resultados demonstraram claramente uma relação inversa significativa entre o magnésio na dieta e o risco de diabetes – um risco inalterado quando fatores como sexo, localização geográfica, ou histórico familiar são adicionados ao modelo.(1) Esta meta-análise confirma pesquisas anteriores que estabeleceram uma associação entre o aumento de magnésio na dieta e um risco reduzido de diabetes.(2)   A ligação do magnésio ao diabetes é mais provável através do seu papel na manutenção da homeostase da glicose e regulação da secreção e sensitividade à insulina.(3,4) Portanto, não é surpreendente que a pesquisa indica que pessoas apresentam o controle metabólico prejudicado (por exemplo, glicemia em jejum, glicemia duas horas pós-prandial, hemoglobina A1c), diminuição da sensibilidade à insulina ou a secreção de insulina prejudicada quando têm baixos níveis de magnésio.(5)     Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte:http://www.nutritionalmagnesium.org/diabetes-prevention-and-management/  
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Acupuntura como possibilidade de regeneração do cérebro na doença de Alzheimer

Investigadores, ao testar os potenciais efeitos positivos de "micro-lesões" através do uso de pequenas agulhas na região do hipocampo de camundongos modelados com a doença de Alzheimer (DA), descobriram que o processo não só estimulou a atividade regenerativa do hipocampo, mas também reduziu placas com beta-amiloides, uma característica da condição.
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Extrato de mirtilo pode ajudar a combater a gengivite e reduzir o uso de antibióticos

A gengivite é uma condição comum entre os adultos, que ocorre quando bactérias formam biofilmes ou placas nos dentes, e, consequentemente, inflamam as gengivas. Alguns casos graves, chamados de periodontite, fazem uso de antibióticos. Mas agora os cientistas descobriram que o extrato de mirtilo selvagem poderia ajudar a prevenir a formação de placa dental. Seu relatório publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry poderia levar a uma nova terapia para a periodontite e uma menor necessidade de antibióticos.   Muitas pessoas tiveram algum grau de inflamação da gengiva, ou gengivite, causada pela placa bacteriana. As gengivas ficam vermelhas, inchadas e sangram facilmente. Se não for controlada, a doença pode evoluir para a periodontite. A placa endurece em forma de tártaro, e a infecção pode se espalhar abaixo da linha da gengiva e destruir o tecido de suporte dos dentes. Para tratar esta condição, dentistas raspam o tártaro e, por vezes, têm de recorrer a antibióticos convencionais. Mas, recentemente, os investigadores começaram a estudar compostos antibacterianos naturais para tratar a gengivite. Daniel Grenier e seus colegas queriam ver se os polifenóis do mirtilo, que trabalham contra os agentes patogênicos de origem alimentar, também poderiam ajudar a combater a Fusobacterium nucleatum, uma das principais espécies de bactérias associadas com a periodontite.   No laboratório, os pesquisadores testaram extratos de mirtilo selvagem (de arbustos baixos), Vaccinium angustifolium Ait., contra bactérias F. nucleatum. Os extratos ricos em polifenóis inibiram com sucesso o crescimento de F. nucleatum, bem como a sua capacidade para formar biofilmes. Eles também bloquearam um caminho molecular envolvido na inflamação, uma parte fundamental da doença gengival. Os pesquisadores dizem que, futuramente, haverá um dispositivo oral que poderá liberar lentamente o extrato após a limpeza profunda para ajudar a tratar a periodontite.    
Fonte:https://www.acs.org/content/acs/en/pressroom/presspacs/2015/acs-presspac-september-2-2015/blueberry-extract-could-help-fight-gum-disease-and-reduce-antibiotic-use.html
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Será que o seu bioma pode engordá-lo?

O livro de Aamodt devasta o campo dos livros de dietas – e, na verdade, toda a indústria de dietas –, com a afirmação radical que é, de fato, a perda de peso gerada por dietas que leva seu corpo a recuperar o peso perdido – querendo ou não. (Por exemplo, o metabolismo do seu corpo cai precipitadamente após a perda de peso, ou seja, você tem que comer muito, muito menos do que quando você estava fazendo dieta, para não engordar.)
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Níveis saudáveis de vitamina D associados com diminuição significativa de risco de câncer entre as mulheres

A análise agrupada recente de um estudo randomizado e estudo de coorte prospectivo determinou que as mulheres com níveis de vitamina D de pelo menos 40ng/ml foram associados com 65% menor risco de desenvolver câncer.   O câncer é altamente prevalente, afetando cerca de 40% de homens e mulheres. Em 2012, um total de 14 milhões de novos casos de câncer foram diagnosticados em todo o mundo, com 8,2 milhões de mortes relacionadas à doença. Este número continua a aumentar com estimativa para 22 milhões de casos de câncer nos próximos 20 anos.   O câncer cria um encargo financeiro significativo. Em 2010, o seu tratamento foi responsável por um total de US$ 125 bilhões somente nos EUA. Como os diagnósticos de câncer continuam a crescer, este número deverá subir para US$ 150 bilhões até o ano de 2020. Portanto, é importante para os médicos implementar medidas preventivas a fim de diminuir a carga médica e financeira das pessoas afetadas por esta doença.   A evidência atual sugere que a vitamina D [25(OH)D] é inversamente associada com vários tipos de câncer, incluindo o de próstata, pulmão e mama. Além disso, a vitamina D demonstrou exercer propriedades anticancerosas. Existem diversos mecanismos que podem ser responsáveis por estes resultados, incluindo a capacidade da vitamina D prevenir a proliferação celular, promover a morte de células programadas e diminuir a inflamação em células cancerosas.   Embora o papel da vitamina D no câncer tem sido estudado extensivamente, os pesquisadores recentemente procuraram determinar se as descobertas anteriores são replicáveis e identificar um intervalo de referência de níveis de 25(OH)D para a prevenção ideal de desenvolvimento de câncer entre as mulheres com de 55 anos ou mais.   No estudo atual, os pesquisadores utilizaram dados de duas coortes: A coorte Lappe (um estudo duplo cego randomizado e controlado) e da coorte GrassrootsHealth (uma coorte prospectiva). Ao contrário de outros estudos, estes representavam diferentes níveis medianos de vitamina D, oferecendo uma gama mais ampla de concentrações de 25(OH)D para analisar.   A coorte Lappe ocorreu em Nebraska e avaliou um total de 1.169 mulheres com idade superior a 55 anos, sem histórico de câncer. As participantes foram distribuídas aleatoriamente a um dos 3 tratamentos: cálcio (1.400mg/dia de citrato de cálcio ou 1500mg/dia de carbonato de cálcio) e vitamina D placebo; cálcio como mencionado anteriormente, mais 1000 UI/dia de vitamina D3; ou controlo (cálcio placebo e vitamina D placebo).   A coorte GrassrootsHealth, conduzida por uma organização de saúde pública sem fins lucrativos, em San Diego, CA, reuniu os níveis de vitamina D de 1.135 mulheres com idades a partir de 55 anos que voluntariamente aderiram ao estudo com o objetivo de alcançar e sustentar uma concentração sérica de 25(OH)D no nível de escolha da participante. Os níveis da vitamina foram medidos através de testes feitos em casa e questionários de saúde foram preenchidos on-line.   Os pesquisadores reuniram dados de ambos os grupos e compararam a incidência de câncer com a subsequente concentração de vitamina D ao longo de uma mediana de 3,9 anos. Todos os tipos de cânceres foram incluídos na análise, com exceção de câncer de pele não melanoma.   Será que os pesquisadores encontram uma relação entre os níveis de vitamina D e a incidência de câncer? Aqui está o que descobriram:  
  • Em média, o estado de vitamina D na linha de base foi de 28ng/ml na coorte Lappe e 43ng/ml na coorte GrassrootsHealth (p < 0,0001).
  • Houve um total de 840 casos de câncer em 100.000 indivíduos na coorte combinada (1.020/100.000 casos na coorte Lappe e 722/100.000 casos na coorte GrassrootsHealth).
  • A incidência de câncer foi menor em mulheres com níveis mais altos de vitamina D.
  • No início do estudo, houve uma diminuição de 77% da taxa de incidência de câncer para aquelas com níveis maiores que 40ng/ml, em comparação com aquelas com níveis menores a 20ng/ml.
  • A maior diminuição do risco de câncer ocorreu entre 10 e 40ng/mL, com um efeito ainda mais benéfico nos níveis maiores ou iguais a 40ng/ml.
  • A 25(OH)D, quando maior que 40ng/ml, esteve associada com 67% de diminuição do risco de câncer, em comparação com aquelas com um nível de vitamina D menor que 20ng/ml, após o ajuste de vários cofatores (idade, BMI, tabagismo e suplementação de cálcio).
  Os investigadores resumiram as suas conclusões como segue: "Encontramos uma associação clara entre a concentração sérica de 25(OH)D e o risco de câncer, de acordo com vários tipos de análises. Estes resultados sugerem a importância da vitamina D para a prevenção de câncer".   Como sempre, é importante observar as limitações do estudo: o uso de dados auto-relatados pode resultar em viés de memória e potencialmente distorcer os resultados; nem todas as variáveis puderam ser contabilizadas; a análise não teve o poder de avaliar o papel do status da vitamina D em tipos específicos de câncer; o estudo mostrou a relação entre a vitamina D e o risco de câncer especificamente entre mulheres brancas (não-hispânicas) com 55 anos ou mais, portanto, os resultados não podem ser generalizados para outras populações-alvo.   Os investigadores concluíram, "A prevenção primária de câncer, ao invés de apenas expandir a detecção precoce ou melhorar o tratamento, será fundamental para reverter a tendência ascendente atual da incidência de câncer em todo o mundo. Esta análise sugere que um melhor nível sérico de vitamina D serve de instrumento fundamental para a prevenção".  
Fonte:http://www.vitamindcouncil.org/blog/healthy-vitamin-d-levels-associated-with-significant-decrease-in-cancer-risk-among-women/?mc_cid=afed60c28b&mc_eid=36d83b85ad
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Estudo: as bactérias do intestino podem causar, prever e prevenir a artrite reumatoide

ROCHESTER, Minn. – As bactérias no seu intestino fazem mais do que quebrar o alimento. Elas também podem prever a susceptibilidade à artrite reumatoide, sugere Veena Taneja, Ph.D., imunologista do Centro para Medicina Individualizada da Clínica Mayo. A Dra. Taneja publicou recentemente dois estudos – um na revista Genome Medicine e outro em Arthritis and Rheumatology  – conectando a microbiota intestinal à artrite reumatoide.   Mais de 1,5 milhões de americanos têm artrite reumatoide, uma doença que causa inchaço doloroso nas articulações. Os cientistas têm uma compreensão limitada dos processos que desencadeiam a doença. A Dra. Taneja e sua equipe identificaram as bactérias intestinais como uma possível causa; os seus estudos indicam que testar a microbiota específica no intestino pode ajudar os médicos a prever e prevenir o aparecimento da condição.   "Estas são excitantes descobertas que podem ser capazes de serem usadas para personalizar o tratamento para os pacientes", afirma a Dra. Taneja.   O artigo publicado em Genome Medicine resume um estudo em pacientes com artrite reumatoide, seus familiares e um grupo de controle saudável. O estudo teve como objetivo encontrar um biomarcador – ou uma substância que indica uma doença, condição ou fenômenos – que prevê a susceptibilidade à artrite reumatoide. Eles observaram que uma abundância de certas linhagens bacterianas raras provoca um desequilíbrio microbiano encontrado em pacientes com a doença.   "Usando a tecnologia de sequenciamento genômico, fomos capazes de definir alguns micróbios intestinais que normalmente eram raros e de baixa abundância em indivíduos saudáveis, mas não em pacientes com artrite reumatoide", relata a Dra. Taneja.   Implicações para prever e prevenir a artrite reumatoide   Depois de mais pesquisas em camundongos e, eventualmente, seres humanos, a microbiota intestinal e assinaturas metabólicas poderiam ajudar os cientistas a construir um perfil preditivo para quem é propenso a desenvolver artrite reumatoide e qual o curso da doença.   Baseados em estudos com camundongos, os pesquisadores encontraram uma associação entre o micróbio do intestino Collinsella e o fenótipo da artrite. A presença dessas bactérias pode levar a novas formas de diagnosticar pacientes e reduzir o desequilíbrio que provoca a artrite reumatoide antes ou em seus estágios iniciais, de acordo com John Davis III, MD, e Eric Matteson, MD, reumatologistas da Clínica Mayo e coautores do estudo. A continuação da investigação poderia levar a tratamentos preventivos.   Possibilidade de um tratamento mais eficaz com menos efeitos secundários   O segundo estudo, publicado em Arthritis and Rheumatology, explorou uma outra faceta das bactérias intestinais. Um grupo de camundongos suscetíveis à artrite com a bactéria Prevotella histicola, sendo comparados com um grupo que não recebeu tratamento. O estudo descobriu que os animais tratados com a bactéria tiveram diminuída a frequência dos sintomas e sua gravidade, como também tiveram menos condições inflamatórias associadas com a artrite reumatoide. O tratamento produziu poucos efeitos secundários, tais como ganho de peso e atrofia das vilosidades – uma condição que impede que o intestino absorva nutrientes –, que podem ocorrer com outros tratamentos mais tradicionais.   Enquanto que ainda não ocorreram os testes em humanos, o sistema imunológico e a artrite dos camundongos imitam os dos seres humanos e mostram promessa para efeitos positivos semelhantes. Uma vez que esta bactéria faz parte do intestino humano saudável, o tratamento é menos susceptível de apresentar efeitos colaterais, explica o coautor do estudo Joseph Murray, M. D., gastroenterologista da Clínica Mayo.   A artrite reumatoide é uma doença autoimune, que ocorre quando o corpo ataca equivocadamente a si próprio. O corpo decompõe os tecidos ao redor das articulações, causando inchaço que pode corroer ossos e deformar as articulações. A doença pode danificar outras partes do corpo, incluindo a pele, olhos, coração, pulmão e vasos sanguíneos.   O estudo foi financiado pelo Centro de Medicina Individualizada da Clínica Mayo, que apoia a investigação que visa a encontrar tratamentos compatíveis com a estrutura genética única de um paciente. O Centro também suporta a transformação das descobertas científicas em aplicações práticas para o atendimento ao paciente.  
Fonte: http://newsnetwork.mayoclinic.org/discussion/study-gut-bacteria-can-cause-predict-and-prevent-rheumatoid-arthritis/
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Redução moderada de calorias mesmo em pessoas não obesas reduz a inflamação

Comer menos pode nos ajudar a levar vidas mais longas e saudáveis, de acordo com os novos resultados de um grande estudo multicêntrico, liderado por pesquisadores do Jean Mayer USDA Human Nutrition Research Center on Aging, na Universidade Tufts. O estudo, publicado em Aging, revela que a restrição calórica em 25% em indivíduos não obesos saudáveis durante mais de dois anos, enquanto mantendo adequados consumos de proteína, vitaminas e minerais, pode significativamente abaixar marcadores inflamatórios sem afetar negativamente outras partes do sistema imune.
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O magnésio e o câncer de mama

A conclusão de um estudo recente sobre os efeitos do magnésio no câncer de mama aponta que a mortalidade associada ao câncer é duas vezes mais provável quando não há a ingestão de magnésio. Um grupo de 1.170 mulheres com câncer da mama foi seguido por mais de 7 anos, quando ao final, analisou-se o consumo alimentar de magnésio, vitamina D e cálcio. Os investigadores verificaram que quanto maior o consumo de magnésio, menor a taxa de mortalidade por todas as causas. Além disso, não houve associação clara de aumento da sobrevida com a ingestão de cálcio. A declaração final dos pesquisadores foi, "Descobrimos que a ingestão de magnésio por si só pode melhorar a sobrevida global seguinte ao câncer de mama".
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Demência versus Alzheimer: como se diferem

A demência e doença de Alzheimer podem compartilhar muitos dos mesmos sintomas, mas os dois nomes não significam a mesma condição. Aqui está o que você precisa saber sobre essas condições para evitar este erro comum.   A demência é uma síndrome, ou um grupo de sintomas que ocorre em conjunto de forma consistente. Não é uma doença específica. O termo "demência" é usado para descrever um conjunto de sintomas que pode incluir perda de memória, dificuldade de pensamento, resolução de problemas, ou problemas com a linguagem. Ela é causada por danos nas células do cérebro, e, porque a doença de Alzheimer ‘destrói’ o cérebro, ela é uma das causas mais comuns da demência.   Tanto quanto 50 a 70% de todos os casos de demência são causados pela doença de Alzheimer. No entanto, outras condições podem também ser a causa, tal como as doenças de Creutzfeldt-Jakob e de Parkinson. Além disso, a demência é muitas vezes erradamente referida como "senilidade" ou "demência senil", que reflete a crença anteriormente generalizada, mas incorreta, de que o declínio mental grave é parte normal do envelhecimento.   De acordo com a Associação de Alzheimer, os sintomas de demência variam muito e podem incluir fatores como problemas de memória, comunicação e linguagem, perda da capacidade de se concentrar e prestar atenção, dificuldades com o raciocínio e julgamento, e problemas com a percepção visual. No entanto, os diferentes tipos de demência estão associados a diferentes tipos de danos cerebrais.   Além disso, estima-se que 10% das pessoas com demência têm mais do que um tipo de demência, ao mesmo tempo, sendo o mais comum a combinação da doença de Alzheimer com demência vascular.   De acordo com a Associação de Alzheimer, a doença de Alzheimer é um tipo específico de demência causado quando altos níveis de certas proteínas no interior e exterior das células cerebrais tornam difícil para as células do cérebro se manterem saudáveis e para se comunicarem umas com as outras. Isto leva à perda de conexões entre as células nervosas, e eventualmente à sua morte e à perda de tecido cerebral. Alguns sintomas são: perda de memória, dificuldade em planejar, resolver problemas, completar tarefas domésticas, de lazer ou no trabalho, confusão temporal ou de localização, dificuldade de compreender imagens, dificuldade com as palavras no falar e escrever, colocar coisas em lugares diferentes, redução da habilidade de julgamento/tomada de decisão, mudança de personalidade e humor.   Aqui está a grande diferença entre a doença de Alzheimer e demência -- quando um indivíduo é diagnosticado com demência, ele é diagnosticado com base em seus sintomas, sem realmente saber o que está por trás dos sintomas. Na doença de Alzheimer, a causa exata dos sintomas é compreendida. Além disso, a doença de Alzheimer ainda não parece ser reversível, enquanto que alguns tipos de demência, tais como aqueles causados por problemas nutricionais ou interação com alguma droga, podem ser revertidos. Traduzido por Essentia Pharma
Fonte: http://www.medicaldaily.com/alzheimers-vs-dementia-how-they-differ-and-what-do-393669
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Deficiência de vitamina B12: Uma epidemia silenciosa, com graves consequências

O que todas estas doenças têm em comum?  
  • A doença de Alzheimer, demência, declínio cognitivo e perda de memória (coletivamente referidos como “envelhecimento”)
  • A esclerose múltipla (EM) e outras desordens neurológicas
  • Doença mental (depressão, ansiedade, transtorno bipolar, psicose)
  • Doença cardiovascular
  • Transtornos do aprendizado ou do desenvolvimento em crianças
  • Desordem do espectro autista
  • Doença auto-imune e desregulação imune
  • Câncer
  • Infertilidade masculina e feminina
Resposta: elas podem imitar todos os sinais e sintomas de uma deficiência de vitamina B12.   Deficiência de vitamina B12: uma epidemia invisível   A deficiência de vitamina B12 não é uma doença estranha, misteriosa. Pode-se ler sobre ela em cada livro de medicina e as suas causas e efeitos são bem estabelecidos na literatura científica.   No entanto, a deficiência de B12 é muito mais comum do que a maioria dos profissionais de saúde e o público em geral percebem. Dados do Tufts University Framingham Offspring Study sugerem que 40 por cento das pessoas com idades entre 26 e 83 anos possuem níveis plasmáticos de vitamina B12 na faixa normal baixa – uma faixa em que muitas pessoas experimentam sintomas neurológicos. Nove por cento tinham uma deficiência clara, e 16 por cento estava “perto da deficiência“.   Dito isto, estimou-se que a deficiência de B12 afete cerca de 40% das pessoas com mais de 60 anos de idade. É inteiramente possível que pelo menos alguns dos sintomas que atribuem ao envelhecimento “normal” – tais como perda de memória, declínio cognitivo, diminuição da mobilidade, etc. – sejam, pelo menos, em parte causados pela deficiência de B12.   Porque a deficiência de vitamina B12 é tão sub-diagnosticada?   A deficiência de vitamina B12 é muitas vezes perdida por duas razões. Em primeiro lugar, não é rotineiramente testada pela maioria dos médicos. Em segundo lugar, a extremidade inferior da faixa de referência de laboratório é demasiadamente baixa. É por isso que a maioria dos estudos subestimam os verdadeiros níveis de deficiência. Muitas pessoas com deficiência de vitamina B12 têm os chamados níveis “normais” de B12.   No entanto, é bem estabelecido na literatura científica que as pessoas com níveis de B12 entre 200 pg / ml e 350 pg / mL – níveis considerados “normais” – têm claros sintomas de deficiência de B12. Alguns especialistas em diagnóstico e tratamento da deficiência de B12, sugerem o tratamento de todos os pacientes que sejam sintomáticos e apresentem níveis de vitamina B12 inferior a 450 pg / mL. Eles também recomendam o tratamento de pacientes com B12 normal, mas com nível elevado de ácido metilmalonico urinário (MMA), homocisteína e / ou holotranscobalamina (outros marcadores de deficiência de B12).   No Japão e na Europa, o limite inferior para B12 é entre 500-550 pg / mL, o nível associado com manifestações psicológicas e comportamentais, tais como declínio cognitivo, demência e perda de memória. Alguns especialistas têm especulado que, no Japão, a aceitação de níveis normais mais elevados e a disposição de tratar os níveis que são considerados “normais” nos EUA, explicam as baixas taxas de doença de Alzheimer e demência naquele país.   O que é a vitamina B12 e por que você precisa dela?   A vitamina B12 trabalha em conjunto com o folato na síntese de DNA e das células vermelhas do sangue. Também está envolvida na produção da bainha de mielina em torno dos nervos, e na condução de impulsos nervosos. Você pode pensar no cérebro e no sistema nervoso como um grande emaranhado de fios. A mielina é o isolamento que protege os fios e os ajuda a conduzir as mensagens.   A deficiência grave de B12 em condições como anemia perniciosa (uma condição auto-imune em que o corpo destrói o fator intrínseco, uma proteína necessária para a absorção de B12) costumava ser fatal até que os cientistas descobriram que a morte poderia ser evitada pela alimentação de pacientes com fígado cru (que contém quantidades elevadas de vitamina B12). Mas anemia é a fase final da deficiência de B12. Muito antes da anemia surgir, a deficiência de vitamina B12 provoca vários outros problemas, incluindo fadiga, letargia, fraqueza, perda de memória e problemas neurológicos e psiquiátricos.   A deficiência de vitamina B12 ocorre em quatro fases, começando com a diminuição dos níveis sanguíneos de vitamina (fase I), progredindo para baixas concentrações celulares da vitamina (fase II), um aumento do nível de homocisteína no sangue e uma diminuição da taxa de síntese de DNA (fase III) e, finalmente, a anemia macrocítica (fase IV).   Porque a deficiência de vitamina B12 é tão comum?   A absorção de vitamina B12 é complexa e envolve várias etapas – cada uma das quais pode dar errado. Causas de má absorção de B12 incluem:
  • disbiose intestinal
  • intestino permeável e / ou inflamação do intestino
  • gastrites atróficas ou hipocloridria (baixa acidez estomacal)
  • anemia perniciosa (condição auto-imune)
  • medicamentos (especialmente IBP [inibidores da bomba de prótons]e outras drogas de supressão de ácido)
  • álcool
  • exposição a óxido nitroso (durante uma cirurgia ou a utilização recreativa)
  Isso explica por que a deficiência de B12 pode ocorrer mesmo em pessoas que comem grandes quantidades de B12 contendo produtos de origem animal. Na verdade, muitos dos meus pacientes que são deficientes em vitamina B12 estão seguindo uma dieta low-carb / paleo onde comem carne com frequência.   Em geral, os seguintes grupos estão em maior risco para a deficiência de vitamina B12:
  • vegetarianos e veganos
  • pessoas com 60 anos ou mais
  • pessoas que usam regularmente IBP ou drogas supressoras de ácido
  • pessoas em uso de medicamentos para diabetes, como a metformina
  • pessoas com doença de Crohn, colite ulcerativa, doença celíaca ou SII
  • mulheres com história de infertilidade e aborto
  Nota para os vegetarianos e veganos: a vitamina B12 é encontrada somente em produtos de origem animal.   A vitamina B12 é a única vitamina que contém um elemento-traço, o cobalto, razão pela qual ela é chamada de cobalamina. A cobalamina é produzida no intestino de animais. É a única vitamina que não podemos obter a partir de plantas ou luz solar. As plantas não precisam de B12 e, portanto não possuem estoque dela.   Um mito comum entre os vegetarianos e veganos é que é possível obter vitamina B12 a partir de fontes vegetais, como algas, soja fermentada, spirulina e levedura de cerveja. Mas, na realidade, os alimentos vegetais, que se diz conterem B12, contêm na verdade substâncias análogas à B12, chamados cobamidas, que bloqueiam a ingestão e aumentam a necessidade da verdadeira vitamina B12.   ISTO EXPLICA POR QUE OS ESTUDOS DEMONSTRARAM CONSISTENTEMENTE QUE ATÉ 50% DE VEGETARIANOS DE LONGO PRAZO E 80% DOS VEGANOS SÃO DEFICIENTES EM VITAMINA B12.   Os efeitos da deficiência de B12 em crianças são especialmente alarmantes. Estudos têm demonstrado que as crianças iniciadas em um dieta vegana até os 6 anos de idade ainda são deficientes em vitamina B12 até mesmo anos depois que comecem a comer, pelo menos, alguns produtos de origem animal.   Em um estudo, os pesquisadores descobriram:
  • Uma associação significativa entre o status da cobalamina [b12] e o desempenho em testes que medem a inteligência fluida, habilidade espacial e memória de curto prazo (com as crianças anteriormente veganas marcando mais baixo do que as crianças onívoras em cada caso).
O déficit na inteligência fluida é particularmente preocupante, segundo os pesquisadores, porque:
  • Ele envolve o raciocínio, a capacidade para resolver problemas complexos, capacidade de pensamento abstrato e a capacidade de aprender. Qualquer defeito nesta área pode ter consequências de longo alcance para o funcionamento individual.
  É por isso que é absolutamente crucial para aqueles que abstêm-se de produtos de origem animal compreenderem que não existem fontes vegetais de vitamina B12 e que todos os veganos e vegetarianos devem suplementar a vitamina B12. Isto é especialmente importante para as crianças vegetarianas ou veganas ou mulheres grávidas, cuja necessidade de B12 é ainda maior do que os adultos.   O tratamento da deficiência de vitamina B12   Uma das coisas mais tristes sobre a epidemia de deficiência de vitamina B12 é que o diagnóstico e o tratamento são relativamente fáceis e baratos – especialmente quando comparado com o tratamento das doenças que a deficiência de vitamina B12 pode causar. Um teste de B12 pode ser realizado por qualquer laboratório, e deve ser coberto pelo seguro. Mesmo para quem não tenha um plano de assistência, o custo deste exame é muito barato.   Como sempre, o tratamento adequado depende do mecanismo subjacente que está causando o problema. Pessoas com anemia perniciosa ou doença intestinal inflamatória como a doença de Crohn são suscetíveis de terem prejudicado a absorção por suas vidas inteiras, e isso, provavelmente, vai exigir injeções de vitamina B12 por tempo indeterminado. Isso também pode ser verdadeiro para aqueles com deficiência de vitamina B12 grave causando sintomas neurológicos.   Alguns estudos recentes têm sugerido que a dose elevada de administração oral ou nasal pode ser tão eficaz quanto as injeções para as pessoas com problemas de má absorção de vitamina B12. No entanto, a maioria dos especialistas ainda recomenda injeções de vitamina B12 para as pessoas com anemia perniciosa e deficiência de B12 avançada envolvendo os sintomas neurológicos.   A cianocobalamina é uma das formas de suplementação de B12 mais frequentemente utilizadas. Mas, provas recentes sugerem que a hidroxicobalamina (frequentemente utilizada na Europa) é superior à cianocobalamina, metilcobalamina e pode ser superior a ambas – especialmente para a doença neurológica.   Estudos japoneses indicam que a metilcobalamina é ainda mais eficaz no tratamento de sequelas neurológicas a deficiência de vitamina B12, e que pode ser melhor absorvido porque evita problemas potenciais em vários ciclos de absorção da vitamina B12. Em cima disso, a metilcobalamina fornece o corpo com grupos metil que desempenham um papel em vários processos biológicos importantes para a saúde global.   SE SUSPEITAR QUE VOCÊ TEM DEFICIÊNCIA DE B12, O PRIMEIRO PASSO É FAZER O TESTE.   Você precisa de uma linha de base precisa para trabalhar. Se você é deficiente B12, o próximo passo é identificar o mecanismo que causa a deficiência. Isso é algo que você provavelmente vai precisar de ajuda com de um médico. Uma vez que o mecanismo é identificado, a forma adequada (injeção, oral, sublingual ou nasal) de suplementação, a dose e a duração do tratamento poderá ser selecionada.  
Fonte:http://verdademundial.com.br/2016/01/deficiencia-de-vitamina-b12-uma-epidemia-silenciosa-com-graves-consequencias/  
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.” 
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O exercício e os efeitos colaterais da quimioterapia

Pesquisadores do Instituto de Câncer Wilmot, Universidade de Rochester, Nova Iorque, descobriram algo simples e barato para reduzir a neuropatia nas mãos e nos pés devido à quimioterapia --o exercício.   O estudo envolvendo mais de 300 pacientes com câncer, foi apresentado e honrado como "Best of ASCO" entre 5.800 estudos, no maior encontro mundial anual de oncologistas (2016), da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (sigla em  inglês, ASCO).   Os investigadores do estudo compararam diretamente os sintomas neuropáticos em pessoas que não se exercitavam com a dor sentida em pacientes que participaram de uma rotina especializada de 6 semanas de caminhada, com treino de resistência suave em casa.   O grupo exercícios relatou significativamente menos sintomas de neuropatia, que inclui dor (em choque ou queimação), formigamento, dormência e sensibilidade ao frio, e os efeitos do exercício pareceram ser mais benéficos para pacientes mais idosos, relatou o principal autor Ian Kleckner, Ph.D., biofísico e professor assistente da pesquisa do programa de sobrevivência e controle do câncer do Instituto Wilmot. Kleckner também ganhou um Prêmio de Mérito ASCO na categoria gestão da dor e dos sintomas, e foi convidado para dar uma palestra sobre seu trabalho.   Nem todas as drogas quimioterápicas causam neuropatia, mas 60% das pessoas com câncer de mama e outros tumores sólidos que recebem taxanos, alcaloides da vinca e quimioterapias baseadas em platina, provavelmente, sofrerão deste tipo de efeito colateral, afirmou Kleckner. A neuropatia é mais comumente associada com diabetes ou dano do nervo. Não há medicamentos aprovados pelo FDA disponíveis para prevenir ou tratar a neuropatia induzida pela quimioterapia, acrescentou.   O programa de exercícios especializado de Wilmot, chamado EXCAP (sigla do inglês para Exercício para Pacientes com Câncer), foi desenvolvido há vários anos na Universidade de Rochester por Karen Mustian, Ph.D., M.P.H., professora associada no programa de controle do câncer. Nos últimos anos, ela registrou a marca EXCAP e a avaliou em vários ensaios clínicos. No ano passado, na ASCO, Mustian apresentou dados de um estudo randomizado, controlado de 619 pacientes, demonstrando que EXCAP reduziu a inflamação crônica e disfunção cognitiva em pessoas que recebiam quimioterapia. O estudo de Kleckner envolveu um subconjunto de pacientes do experimento de Mustian, o qual é o maior estudo de exercício de fase 3 confirmado já realizado entre pacientes com câncer durante a quimioterapia. O seu trabalho é financiado pelo Instituto Nacional do Câncer (EUA) e o seu próprio laboratório, PEAK.   O exercício como uma ferramenta de prevenção do câncer e potencial tratamento é um tema atualmente recorrente entre os oncologistas do país e seus pacientes.   Kleckner, um fisiculturista (livre de drogas) de longa data e ex-jogador de rúgbi quando na faculdade, disse que está empenhado em compreender mais profundamente os benefícios do exercício para pacientes com câncer. "O exercício é como uma marreta porque afeta muitos caminhos biológicos e psicossociais ao mesmo tempo - circuitos do cérebro, inflamação, interações sociais – considerando-se que as drogas geralmente têm um alvo específico. Nosso próximo estudo está sendo projetado para descobrir como o exercício funciona, como o corpo reage ao exercício durante o tratamento do câncer, e como o exercício afeta o cérebro."   Mustian relatou: "Nosso programa da Universidade de Rochester, que agora inclui mais de meia dúzia de pesquisadores, está se tornando uma verdadeira potência no que se refere ao exercício oncológico. Doze anos atrás, quando começamos este trabalho, muitos disseram que não era seguro para a maioria dos pacientes com câncer se exercitar. Agora sabemos que pode ser seguro quando feito corretamente, e que tem benefícios mensuráveis. Mas, a quantidade precisa ser controlada em pacientes que estão passando por quimioterapia - por isso é importante continuar nosso trabalho e encontrar uma maneira de personalizar o exercício de uma forma que ajude individualmente".   O estudo foi apoiado pelo Programa de Pesquisa Intramural do National Institutes of Health.   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte:https://www.urmc.rochester.edu/news/story/4583/chemotherapy-and-exercise-the-right-dose-of-workout-helps-side-effects.aspx  
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Dieta de baixo consumo de carboidrato retarda o crescimento de tumor cerebral agressivo em modelos de camundongo

Um estudo, publicado recentemente na revista Clinical Cancer Research, descobriu que uma dieta rica em gordura e com poucos carboidratos, que incluiu um derivado de óleo de coco, ajudou a reduzir o crescimento de células tumorais de glioblastoma e a estender a vida útil de camundongos em 50%.   De acordo com o National Cancer Institute, o glioblastoma é o tumor cerebral mais comum em adultos, não havendo nenhum tratamento eficaz a longo prazo, sendo que, em média, os pacientes vivem por 12 a 15 meses após o diagnóstico.   Os resultados representam uma nova abordagem de uma velha ideia: a chamada dieta cetogênica tem sido usada durante quase 90 anos para ajudar a reduzir as crises epilépticas. Agora, a versão de alto teor de gordura e baixo teor de carboidrato da dieta mostrou diminuir tumores de glioblastoma por cortar sua fonte de energia, disse Brent Reynolds, Ph.D., professor do Lillian S. Wells Department of Neurosurgery. O tumor requer grandes quantidades de energia à medida que cresce, e a intervenção da dieta funciona limitando drasticamente sua oferta de glicose.   "Embora este seja um tratamento eficaz em nossos modelos animais pré-clínicos, não é uma cura. No entanto, nossos resultados são promissores o suficiente para que o próximo passo seja o teste em humanos", relatou Reynolds.   A dieta modificada testada pelo grupo de Reynolds incluiu um derivado de óleo de coco conhecido como um triglicerídeo de cadeia média, que desempenha um papel crucial porque substitui alguns carboidratos como fonte de energia.   Reynolds relatou outra vantagem da dieta proposta: os pacientes com câncer poderiam achá-la mais palatável, porque poderiam comer mais carboidratos e proteínas do que em uma dieta cetogênica clássica.   "Quando você está doente, você precisa de muitos confortos em sua vida, e o alimento é um enorme conforto. A ideia é desenvolver uma dieta benéfica que seja fácil para os pacientes aderirem.”   Usando células de glioblastoma de origem humana em modelos de camundongo, os pesquisadores descobriram que o alto teor de gordura e baixo de carboidrato da dieta modificada aumentou a expectativa de vida em 50% enquanto também reduziu a progressão do tumor proporcionalmente. Adicionalmente à diminuição do fornecimento de energia ao tumor, a dieta retarda o crescimento de células de glioblastoma, alterando uma via de sinalização celular que geralmente ocorre em cânceres, de acordo com os investigadores. A dieta modificada forneceu apenas 10% de suas calorias a partir de carboidratos, em comparação com 55% do grupo de controle.   Embora tanto a dieta cetogênica quanto a modificada com alto teor de gordura e baixo carboidrato mostraram eficácia semelhante contra tumores nos modelos de camundongos, Reynolds afirmou que a última é mais nutricionalmente completa e potencialmente mais atraente para pacientes com câncer, pois oferece mais opções de alimentos.   Embora os pesquisadores ainda não sabem exatamente a razão de sua eficácia, os dados preliminares mostram que a dieta modificada também parece tornar os tumores de glioblastoma mais sensíveis ao tratamento com radiação e quimioterapia. Reynolds vê a dieta como uma terapia suplementar que poderia complementar a quimioterapia e radioterapia.   Mesmo com a necessidade de mais investigação, a dieta também pode ser um tratamento secundário potencialmente eficaz para outros tipos de cânceres, como os que afetam a mama, pulmão e pâncreas.   "Esta simples abordagem dietética pode ser capaz de reduzir a progressão do tumor e melhorar o padrão de tratamentos de cânceres que são altamente ativos metabolicamente", afirmou Reynolds.   Em seguida, o pesquisador quer começar testar essa dieta modificada em um ensaio clínico. Normalmente leva-se muitos anos para iniciar tais ensaios por causa dos testes de segurança rigorosos que devem ser feitos antes do início do ensaio clínico em seres humanos, mas Reynolds pensa ser possível que aconteça mais rápido, pois a terapia envolve apenas a modificação da ingestão dietética do paciente e a suplementação com um óleo de triglicerídeo de cadeia média, os quais não têm efeitos secundários conhecidos. Traduzido por Essentia Pharma  
Referência:https://ufhealth.org/news/2016/lower-carb-diet-slows-growth-aggressive-brain-tumor-mouse-models
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A exposição pré-natal ao paracetamol pode aumentar os sintomas do espectro do autismo e hiperatividade em crianças

Um novo estudo descobriu que o paracetamol (acetaminofeno), amplamente utilizado durante a gravidez, tem uma forte associação com sintomas do espectro do autismo em meninos, e sintomas relacionados com atenção e hiperatividade em ambos os sexos.   Os resultados foram publicados no International Journal of Epidemiology. Este é o primeiro estudo desse tipo que relata uma associação independente entre o uso deste medicamento na gravidez e sintomas do espectro do autismo em crianças. Ele também é o primeiro estudo que relata efeitos diferentes em meninos e meninas. Em comparação às crianças não expostas, o estudo encontrou um aumento de 30 por cento no risco de prejuízo para algumas funções de atenção, e um aumento de dois sintomas clínicos no espectro do autismo em meninos.   Pesquisadores na Espanha recrutaram 2.644 pares de mãe e bebê em uma coorte de nascimentos. Oitenta e oito por cento deles foram avaliados quando a criança tinha um ano de idade, e 79,9% foram avaliados quando a criança tinha cinco anos. As mães foram questionadas sobre o uso de paracetamol durante a gravidez e a frequência do uso foi classificada como nunca, esporádica, ou persistente. Doses como ‘exatas’ não foram anotadas devido às mães serem incapazes de recordar em nível preciso.   Quarenta e três por cento das crianças avaliadas em idade de 1 ano e 41% avaliadas aos 5 anos foram expostas a qualquer paracetamol em algum momento durante as primeiras 32 semanas de gravidez. Quando avaliadas aos cinco anos de idade, as que foram expostas apresentaram maior risco de sintomas de hiperatividade ou impulsividade. Crianças persistentemente expostas mostraram pior desempenho em um teste computadorizado de medição de desatenção, impulsividade e velocidade de processamento visual.   Os meninos também apresentaram mais sintomas do espectro do autismo quando persistentemente expostos ao paracetamol. A principal autora Claudia Avella-Garcia, pesquisadora da CREAL, em Barcelona, explicou que, "embora que tenhamos medido sintomas e não diagnósticos, um aumento no número de sintomas de uma criança pode afetá-la, mesmo se não são suficientemente graves para justificar um diagnóstico clínico de um distúrbio neurológico".   O coautor Dr. Jordi Júlvez, também um pesquisador CREAL, comentou sobre o possível raciocínio para os efeitos do paracetamol no neurodesenvolvimento: "O paracetamol pode ser prejudicial para o desenvolvimento neurológico, por diversas razões. Em primeiro lugar, ele alivia a dor, agindo sobre os receptores de canabinoides no cérebro. Uma vez que estes receptores normalmente ajudam a determinar como os neurônios amadurecem e se conectam uns com os outros, o paracetamol poderia alterar esses processos importantes. Ele também pode afetar o desenvolvimento do sistema imunitário, ou ser diretamente tóxico para alguns fetos que podem não ter a mesma capacidade que um adulto para metabolizar este fármaco, ou através da criação de estresse oxidativo".   Também poderia haver uma explicação para o motivo de os meninos serem mais propensos a ter sintomas do espectro do autismo: "O cérebro masculino pode ser mais vulnerável a influências nocivas no início da vida", disse Claudia Avella-Garcia. "Nossos resultados discrepantes de gênero sugerem que a desregulação endócrina androgênica, a qual os cérebros masculinos poderiam estar mais sensíveis, pode explicar a associação."   O estudo concluiu que a exposição generalizada de crianças ao paracetamol no útero poderia aumentar o número de crianças com sintomas de TDAH ou do espectro do autismo. No entanto, eles ressaltam que estudos devem ser ainda realizados com as medições de dosagem mais precisas, e que os riscos versus benefícios do uso de paracetamol durante a gravidez e o início da vida devem ser avaliados antes do tratamento ser recomendado. Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: http://www.alphagalileo.org/ViewItem.aspx?ItemId=165750&CultureCode=en
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Antibióticos que matam bactérias intestinais também interferem no crescimento de novas células cerebrais

O uso de antibiótico por tempo prolongado pode afetar a função cerebral. Estudo executado em camundongos e publicado em Cell Reports relata que antibióticos que são fortes o suficiente para matar bactérias do intestino também podem parar o crescimento de novas células cerebrais no hipocampo. Os investigadores também descobriram uma pista sobre porque um tipo de células brancas do sangue (leucócitos) parecem agir como comunicadoras entre o cérebro, sistema imune e intestino.
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A testosterona pode reduzir o risco de ataque cardíaco em homens com doença arterial coronária

No ano passado, a Food and Drug Administration requisitou os fabricantes de produtos de testosterona para que adicionem nova advertência nos rótulos sobre um possível aumento do risco de ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais (AVC). Um novo estudo sugere que isto pode ser desnecessário e prejudicial para alguns homens. A terapia com testosterona, ou terapia T, ajudou homens com doença arterial coronária pré-existente a reduzir os riscos de AVC, ataques cardíacos e até mesmo a morte.   Na verdade, os homens que não receberam testosterona como parte de seu tratamento ficaram 80% mais propensos a sofrer um evento adverso, como um ataque cardíaco, em comparação com aqueles sob a terapia T.   A testosterona é um hormônio sexual comumente pensado para regular o impulso sexual, massa óssea, distribuição de gordura, massa muscular e força, e a ser responsável pela produção de esperma e de células vermelhas do sangue nos homens. Enquanto os homens envelhecem, a produção de testosterona geralmente cai a uma taxa de cerca de 1 a 2% ao ano. Um homem de 70 anos pode possuir a metade da testosterona que possuía aos 20.   Embora isso possa ser normal, alguns homens sentem os efeitos mais fortemente do que outros. Níveis baixos de testosterona podem contribuir para a depressão, diminuição da densidade óssea, aumento da gordura corporal, insônia e diminuição do desejo sexual. Por estas razões, alguns médicos prescrevem a terapia T aos seus pacientes que apresentam declínio hormonal relacionado com a idade. Enquanto que a prescrição de testosterona é aprovada pelo FDA, a agência apenas sanciona o seu uso para os homens que têm baixos níveis de ‘T’ devido a distúrbios que causam o hipogonadismo, que é quando o corpo não produz quantidade suficiente do hormônio. O FDA diz que os benefícios e segurança do uso de T para tratar baixos níveis relacionados com a idade não foram estabelecidos.   No entanto, um estudo anterior do Intermountain Medical Center explorou os efeitos da suplementação de T em homens sem história prévia de doença cardíaca e concluíram que os efeitos não aumentaram o risco de AVC ou ataque cardíaco. Agora, um estudo investigou possíveis riscos no uso da terapia T entre os homens com doenças cardíacas.   Especificamente, os pesquisadores trabalharam com 755 pacientes, entre as idades de 58 e 78, em hospitais da rede de saúde Intermountain Healthcare. Todos sofriam de doença arterial coronariana grave. Os participantes foram divididos em três grupos distintos e receberam ou uma dose média de testosterona (administrada por injeção ou gel), ou uma alta dose de testosterona, ou nada .   Após um ano, 64 pacientes que não suplementavam com testosterona sofreram grande evento cardiovascular adverso, relatam os pesquisadores. Em comparação, apenas 12 dos homens que tomavam doses médias de testosterona e nove que tomavam doses altas sofreram um` evento similar. Após três anos, 125 pacientes que não receberam testosterona sofreram grandes eventos, enquanto que apenas 38 do grupo média dose, e 22 do grupo alta dose sofreram o mesmo.   Como sendo considerado um pequeno estudo e observacional, ele não fornece evidência científica suficiente para o FDA mudar suas diretrizes. Ainda assim, os resultados indicam que a reposição hormonal pode proteger os homens com baixos níveis de testosterona contra a doença arterial coronária. À luz disto, os pesquisadores dizem que um ensaio clínico randomizado é necessário para confirmar ou refutar esses novos resultados.  
Fonte: http://www.medicaldaily.com/testosterone-shotsheart-attack-risk-coronary-artery-disease-381236  
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Será que as bebidas açucaradas causam artrite?

Uma nova análise de dados do Nurses Study mostra que as mulheres jovens que bebem refrigerantes açucarados, bebidas frutadas e sucos mais de cinco vezes por semana, são três vezes mais propensas a desenvolver artrite do que aquelas que bebem menos (Nutrition & Diabetes, publicado on-line 07 de março de 2016). Outros estudos mostraram que essas mesmas bebidas estão associadas com um maior risco para a artrite reumatoide (Am J Clin Nutr, 2014; 100: 959-967). A maioria das formas de artrite em adultos jovens é classificada como doença autoimune, em que a imunidade de uma pessoa é hiperativa, denominando-se inflamação. O sistema imunológico age como se estivesse tentando matar germes, mas os médicos geralmente são incapazes de encontrar qualquer germe específico responsável.   A frutose pode ser a culpada Apenas quatro açúcares (glicose, frutose, galactose e manose) podem ser absorvidos em sua corrente sanguínea. Destes quatro, apenas a glicose pode circular nela. Os outros três vão para o fígado, onde são transformados em glicose antes que possam circular na corrente sanguínea. Atualmente, praticamente todas as bebidas açucaradas no mercado (refrigerantes, bebidas e sucos de frutas) contêm frutose e glicose.   Os autores deste novo estudo querem culpar a frutose como fonte de inflamação que provoca ou agrava a artrite. Eles explicam que a frutose é mal absorvida nos intestinos e é a mais provável para se ligar a proteínas para formar produtos químicos de proteína e açúcar chamados produtos finais de glicação avançada (AGEs, do inglês, Advanced Glyction End Products). Esses AGEs são absorvidos e passam para outros tecidos em seu corpo para ativar a sua imunidade e causar inflamação (Dig Dis Sci, 2012; 57: 48-57).   Estudos anteriores demonstraram que os AGEs:
  • São encontrados em quantidades maiores do que o normal em pacientes com artrite reumatoide (Arthritis Res Ther, 2011; 13: R205);
  • São encontrados nos sacos fechados (membrana sinovial) de doentes com artrite reumatoide (Ann Rheum Dis, 2002; 61: 488-492);
  • Podem ser usados como uma medida de imunidade hiperativa em pessoas com dores, inchaço nas articulações (Arthritis Res Ther, 2005; 7: 142-144);
  • Causam o mesmo dano visto sob microscópio nas articulações da artrite reativa e nos intestinos na doença de Crohn (Gut, 1987; 28: 394-401);
  • Podem danificar as articulações e os intestinos, de modo que os sintomas intestinais são extremamente comuns em pacientes com artrite reumatoide (J Rheumatol, 2000; 27: 1373-1378) ou lúpus eritematoso (World J Gastroenterol 2010; 16: 2971-2977).
  Bebidas que contêm frutose também estão associadas com aumento do risco de outras doenças inflamatórias, como a bronquite crônica (Nutr J, 2015 Oct 16; 14: 107), asma infantil (Public Health Nutr. 2016 Jan; 19 (1): 123- 30), e doença de Crohn e colite ulcerativa (Aliment Pharmacol Ther, July 1, 2009; 30 (2): 165-74).   Minhas Recomendações Este estudo recente faz um argumento convincente, mas não prova que a frutose é mais prejudicial para a sua saúde do que a glicose, mas responsabiliza a sua associação com a artrite, ganho de peso, diabetes e ataques cardíacos. Os autores sugerem que a frutose também aumenta o risco de alguns tipos de câncer, lúpus, doença de Crohn, colite ulcerativa, asma, bronquite crônica e outras doenças inflamatórias.   Não sabemos se a frutose é pior do que outros açúcares, mas estou convencido de que as bebidas açucaradas são prejudiciais à sua saúde, mesmo que ninguém saiba realmente o mecanismo. Eu recomendo restringir a ingestão de todos os tipos de bebidas que contenham qualquer forma de açúcar ou suco de fruta, e também recomendo restringir o uso de adoçantes artificiais. Sacie a sua sede com água, a menos que você está no meio de exercícios prolongados e vigorosos que exigem uma fonte rápida de açúcar para reabastecer seus músculos.  
Fonte: http://www.drmirkin.com/joints/do-sugared-drinks-cause-arthritis.html
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O que centenas de freiras estão nos ensinando sobre como proteger o cérebro

Doença de Alzheimer. Esta desordem cerebral, estimada afetar 30 por cento de todos aqueles com idade superior a 85, corrói sistematicamente as suas memórias e habilidades de raciocínio - por isso não é nenhuma surpresa que muitos querem evitá-la. E as melhores pistas sobre como prevenir essa doença, e proteger o cérebro de outras relacionadas à demência, estão vindo de um estudo de referência que este ano celebra o seu 30º aniversário.   Os participantes   Estima-se que a demência - os que sofrem de Alzheimer compõem 70 por cento - custa ao sistema de saúde australiano quase US$ 5 bilhões por ano. Então, o que fazer para identificar os fatores de risco? Fácil: Encontra-se um grande número de pessoas, determina-se quais delas têm ou não a doença, em seguida, analisa-se o que os dois grupos fizeram de forma diferente.   Exceto para os resultados mais precisos, todas essas pessoas precisam ter vivido exatamente o mesmo estilo de vida, a mesma dieta, o mesmo número de parceiros sexuais, e aproximadamente a mesma quantidade de sono ... por décadas. Como se vê, não é tão fácil - a menos que você tenha acesso a centenas e centenas de freiras.   E isso é exatamente o que o Dr. David Snowdon, professor de neurologia na Universidade de Kentucky, pontuou quando visitou as School Sisters of Notre Dame, em 1986, no que mais tarde ficou conhecido como "o estudo das freiras". Ele contou com a ajuda de 678 freiras católicas, que lhe deram todos os seus registros médicos e concordaram em doar seus cérebros após a morte para um estudo mais aprofundado.   O que fez este grupo de participantes do estudo tão especial foi a semelhança particular com a qual todas tinham levado suas vidas - nenhuma delas fumava, nenhuma bebeu excessivamente, nenhuma teve parceiros e todas tiveram uma rotina significativa. No mundo da ciência, para se ter tantos participantes com aproximadamente as mesmas variáveis de controle é uma verdadeira dádiva de Deus, e quase impossível de replicar.     Os resultados   O estudo das freiras ainda está em curso, mas o que Snowdon e sua equipe descobriram até agora é notável. O mais intrigante, as autópsias dos cérebros das freiras mostraram que todas possuíam os sinais físicos da doença de Alzheimer - ainda que em vida nenhum sintoma se apresentou, permanecendo mentalmente ágeis na velhice.   A conclusão principal parece ser que as pessoas que leem, escrevem e se estimulam intelectualmente ao longo de seus primeiros vinte anos terão uma melhor chance de, mais tarde na vida, afastar a demência.   As lições   Então, o que os cérebros das freiras podem ensinar a nós todos sobre como afastar a demência à medida que envelhecemos? Snowdon afirma que as lições aprendidas a partir de sua pesquisa são interessantes, mas certamente não são 100 por cento comprovadas. Embora as freiras se apresentaram como um grupo raro de participantes, não se pode fazer suposições baseadas em um único estudo.   Dito isso, ele acredita que o dano físico ao cérebro - seja através de acidente vascular cerebral ou concussão - é provável que acelere o ritmo a que a doença de Alzheimer se desenvolve. Comportamentos que podem causar um AVC (acidente vascular cerebral), como a falta de exercício físico, tabagismo e má alimentação, podem também desempenhar um papel de risco. Snowdon também descobriu que, durante exames cerebrais, as freiras que tinham altos níveis de folato eram menos propensas a ter as cicatrizes físicas da doença de Alzheimer em seus cérebros. O folato (por vezes referido como ácido fólico) é uma vitamina do grupo B encontrada concentrada em vegetais verde-escuros, como espinafre e brócolis.   Quando você consome alimentos ricos em ácido fólico, o seu corpo torna-se mais eficiente na produção de fitas de DNA, que ajudam a proteger o cérebro, sistema nervoso central e até mesmo sua saúde emocional. Geralmente, médicos recomendam às gestantes o consumo de níveis adequados de folato, uma vez que está provado que ele reduz o risco de defeitos do tubo neural em bebês.   Por último, mas não menos importante, a lição mais surpreendente do estudo das freiras em curso é que as irmãs que usaram seus cérebros várias vezes por dia para ler, escrever, pensar e analisar - eram menos prováveis (embora não garantido) a sucumbir à doença de Alzheimer.   Ao todo, graças às extremamente generosas irmãs de Notre Dame, parece que estamos começando a desbastar as bordas do que pode causar os distúrbios relacionados com a demência, como a doença de Alzheimer. E quanto mais nos aproximamos, o conselho se aproxima mais do senso comum. Para uma melhor chance, se alimente bem, se exercite, use seu cérebro e tente evitar danificá-lo.  
Fonte: http://coach.ninemsn.com.au/2016/05/17/11/12/the-nun-study-and-dementia  
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A suplementação de zinco é associada a melhor processamento de glicose em pré-diabéticos

Um estudo, publicado na edição de Diabetes Research and Clinical Practice (maio, 2016), descobriu que a suplementação de zinco melhorou a capacidade de homens e mulheres pré-diabéticos para processar a glicose. "Uma série de pequenos estudos indicam que a suplementação de zinco melhora o processamento de glicose", nota autores M. R. Islam, Universidade de Newcastle, Austrália e do Instituto de Pesquisa Médica Hunter, e seus colegas. "Neste estudo piloto, duplo cego, controlado por placebo e randomizado, nos propusemos a investigar se a suplementação de zinco entre adultos pré-diabéticos melhora a glicemia de jejum, o índice HOMA (um índice de resistência à insulina) e, finalmente, previne o desenvolvimento do diabetes tipo 2."
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Mirtilo pode oferecer benefícios para o transtorno de estresse pós-traumático

Para muitas pessoas que sofrem de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), os tratamentos médicos disponíveis oferecem apenas um alívio limitado. Em uma série de estudos realizados em ratos, os pesquisadores descobriram que o consumo de mirtilos pode ajudar a reduzir os controladores genéticos e bioquímicos por trás da depressão e tendências suicidas associadas com o transtorno.
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Maior capacidade antioxidante na dieta relacionada com câncer de próstata menos agressivo

A revista Nutrition and Cancer publicou um relatório em 04 de fevereiro de 2016 que revela uma associação entre o aumento da capacidade antioxidante total (CAT) na dieta de pacientes com câncer de próstata com resultados ou sintomas menos agressivos. A CAT quantifica a presença na dieta de compostos que diminuem a formação de radicais livres potencialmente prejudiciais. "Para o nosso conhecimento, este é o primeiro estudo sobre a agressividade do câncer de próstata e CAT em afro-americanos e europeus-americanos”, autores Terrence M. Vance e colegas, da Universidade de Connecticut, anunciaram.   O Dr. Vance e associados analisaram dados de 855 afro-americanos e 945 norte-americanos de ascendência europeia inscritos no projeto de câncer de próstata dos estados de Louisiana e Carolina do Norte, que incluiu homens diagnosticados com o câncer desde 1o de julho de 2004. As respostas aos questionários dietéticos foram analisadas quanto à ingestão de antioxidantes através de alimentos e suplementos. A CAT foi calculada a partir da capacidade antioxidante da vitamina C equivalente de carotenoides, vitaminas C e E, flavonoides, isoflavonas e proantocianidinas, e ajustada para o consumo de energia. Os cânceres de próstata foram classificados como tendo agressividade baixa, intermediária ou alta, dependendo do estágio clínico, escore de Gleason e os níveis de antígeno prostático específico (PSA) no momento do diagnóstico.   A alta capacidade antioxidante total a partir de dieta e suplementos foi associada com um risco 69% inferior de câncer de próstata altamente agressivo entre todos os indivíduos. Os afro-americanos, cujos valores de CAT estavam entre os mais altos, apresentaram um risco 72% inferior de câncer agressivo, em comparação com aqueles cujos valores eram mais baixos. Para os americanos-europeus, o risco daqueles no grupo de CAT mais elevada foi 64% mais baixo.   "Homens com câncer de próstata foram encontrados como tendo baixos níveis sanguíneos de antioxidantes, diminuição da atividade de enzimas antioxidantes endógenas e aumento dos níveis de peroxidação lipídica", Dr. Vance e colegas observam. "Estes resultados poderiam indicar maior estresse oxidativo, resultando em esgotamento de antioxidantes, ou menores níveis de antioxidantes, resultando em aumento do estresse oxidativo e da peroxidação lipídica."   A revista Nutrition and Cancer publicou um relatório em 04 de fevereiro de 2016 que revela uma associação entre o aumento da capacidade antioxidante total (CAT) na dieta de pacientes com câncer de próstata com resultados ou sintomas menos agressivos. A CAT quantifica a presença na dieta de compostos que diminuem a formação de radicais livres potencialmente prejudiciais. "Para o nosso conhecimento, este é o primeiro estudo sobre a agressividade do câncer de próstata e CAT em afro-americanos e europeus-americanos”, autores Terrence M. Vance e colegas, da Universidade de Connecticut, anunciaram.   O Dr. Vance e associados analisaram dados de 855 afro-americanos e 945 norte-americanos de ascendência europeia inscritos no projeto de câncer de próstata dos estados de Louisiana e Carolina do Norte, que incluiu homens diagnosticados com o câncer desde 1o de julho de 2004. As respostas aos questionários dietéticos foram analisadas quanto à ingestão de antioxidantes através de alimentos e suplementos. A CAT foi calculada a partir da capacidade antioxidante da vitamina C equivalente de carotenoides, vitaminas C e E, flavonoides, isoflavonas e proantocianidinas, e ajustada para o consumo de energia. Os cânceres de próstata foram classificados como tendo agressividade baixa, intermediária ou alta, dependendo do estágio clínico, escore de Gleason e os níveis de antígeno prostático específico (PSA) no momento do diagnóstico.   A alta capacidade antioxidante total a partir de dieta e suplementos foi associada com um risco 69% inferior de câncer de próstata altamente agressivo entre todos os indivíduos. Os afro-americanos, cujos valores de CAT estavam entre os mais altos, apresentaram um risco 72% inferior de câncer agressivo, em comparação com aqueles cujos valores eram mais baixos. Para os americanos-europeus, o risco daqueles no grupo de CAT mais elevada foi 64% mais baixo.   "Homens com câncer de próstata foram encontrados como tendo baixos níveis sanguíneos de antioxidantes, diminuição da atividade de enzimas antioxidantes endógenas e aumento dos níveis de peroxidação lipídica", Dr. Vance e colegas observam. "Estes resultados poderiam indicar maior estresse oxidativo, resultando em esgotamento de antioxidantes, ou menores níveis de antioxidantes, resultando em aumento do estresse oxidativo e da peroxidação lipídica."   Eles concluem que "mais estudos em diferentes populações são necessários para confirmar estes resultados e determinar se componentes da dieta afetam o desenvolvimento e a progressão do câncer de próstata".  
Fonte:http://www.lifeextension.com/newsletter/2016/3/Greater-dietary-antioxidant-capacity-linked-with-less-aggressive-prostate-cancers/page-01?utm_source=eNewsletter&utm_medium=email&utm_content=Button&utm_campaign=EZX600E
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”   
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Cientistas descobrem que as mitocôndrias usam temporizadores

O momento em que uma pessoa se alimenta pode ser tão importante quanto o que ela come. Um novo estudo do Instituto Weizmann de Ciência, Israel, e Instituto Max Planck de Biologia, Alemanha, que recentemente foi publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), sugere que as usinas de energia das células - as mitocôndrias - são altamente regulamentadas pelo relógio biológico, ou circadiano. Isto pode ajudar a explicar por que as pessoas que dormem e comem em desarmonia com seus relógios circadianos sofrem maior risco de desenvolver obesidade, diabetes e síndrome metabólica.
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Dieta altamente calórica associada com mudanças das células estaminais e maior risco de câncer

CAMBRIDGE, Mass. - Durante a última década, estudos descobriram que a obesidade e o hábito alimentar calórico baseado em alto teor de gordura são fatores de risco significativos para muitos tipos de câncer. Agora, um novo estudo, do Whitehead Institute e do David H. Koch Institute for Integrative Cancer Research, ambos institutos associados ao MIT (Massachusetts Institute of Technology), revela como esse tipo de dieta torna as células do revestimento intestinal mais propensas a se tornarem cancerosas.
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O uso de antibióticos na infância perturba o desenvolvimento da microbiota intestinal

Sabe-se já que o uso precoce de antibióticos está ligado a um maior risco de doenças imunomediadas tais como a doença inflamatória do intestino e asma, bem como a obesidade. É provável que o  efeito é mediado por micróbios intestinais, uma vez que os antibióticos em estudos com animais têm sido apontados como alteradores da composição da microbiota intestinal e redutores de sua biodiversidade. No entanto, até esta data, não havia nenhuma informação sobre os efeitos em longo prazo de antibióticos na microbiota infantil.
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Deficiência de selênio: forma inorgânica vs orgânica para pacientes com cirrose hepática

Estudo randomizado e controlado, publicado em American Society for Nutrition (novembro 2015), investigou se a cirrose está associada com a deficiência de selênio funcional (falta de selênio para o processo de síntese de selenoproteína mesmo que a ingestão de selênio não se apresente limitada) e, no caso de afirmativo, se sua deficiência está associada com o comprometimento do metabolismo da selenometionina, ou seja, a forma orgânica do selênio.
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Por que certos contraceptivos hormonais aumentam o risco de contrair o HIV?

Nos últimos anos, a evidência vem mostrando que o contraceptivo injetável acetato de medroxiprogesterona de depósito (Depo-Provera ou DMPA) está associado com um risco maior de infecção por HIV. Agora, um estudo publicado na 1a edição de mBio, uma revista de acesso aberto on-line da Sociedade Americana de Microbiologia, fornece uma explicação biológica para o fenômeno. Os resultados vão ajudar as mulheres a fazer escolhas mais informadas sobre o controle de natalidade.
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Pesticidas resultam em baixa produção de esperma

De acordo com um novo estudo realizado por pesquisadores da Harvard T.H. Chan School of Public Health, os homens que comiam frutas e legumes com níveis mais elevados de resíduos de pesticidas - tais como morangos, espinafre e pimentas - apresentaram baixa produção de esperma e menor porcentagem de espermatozoides normais do que aqueles que comiam produtos com teores de resíduos mais baixos. É o primeiro estudo a olhar para a ligação entre a exposição a resíduos de pesticidas a partir de frutas e legumes e a qualidade do sêmen.
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Os antioxidantes na proteção da função imunológica

Um artigo publicado online em 6 de Agosto, 2015, em Cell Reports descreve o papel dos antioxidantes em retardar o envelhecimento do timo, uma glândula responsável pela produção de células imunes conhecidas como linfócitos T. O timo alcança seu tamanho máximo na adolescência e, posteriormente, começa a atrofiar. A diminuição da produção de células T é compensada pela sua existente duplicação, no entanto, esta acaba por resultar em dominantes células T de memória e uma redução na capacidade do sistema imune para responder aos novos agentes patogênicos. "O timo começa a se atrofiar rapidamente no início da idade adulta, perdendo, simultaneamente, a sua função", explicou o pesquisador Howard T. Petrie, que está atualmente afiliado com a University of Texas Health Science Center, em San Antonio. "Este novo estudo mostra, pela primeira vez, um mecanismo já suspeito anteriormente da conexão entre a função imunológica normal e os antioxidantes."
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Normalização da testosterona associada a um menor risco de ataque cardíaco, acidente vascular cerebral e mortalidade

Em 5 de agosto de 2015, um artigo publicado no European Heart Journal informou que a normalização dos níveis de testosterona através do uso de terapia de reposição de testosterona (TRT) foi associada com uma redução significativa no risco de infarto do miocárdio (ataque cardíaco), acidente vascular cerebral e mortalidade prematura em um grande grupo masculino.
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Substituições ” mais seguras ” para os ftalatos em plásticos podem não ser tão seguras

De acordo com uma nova série de estudos vinda da Langone Medical Center, Universidade de Nova Iorque, duas substâncias químicas cada vez mais utilizadas durante a fabricação para fortalecer envoltórios plásticos, sabão, cosméticos e embalagens de alimentos processados têm sido associadas a um aumento no risco de pressão alta e diabetes em crianças e adolescentes.
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O papel da microbiota na prevenção de alergias

O corpo humano é habitado por bilhões de bactérias simbióticas, carregando uma diversidade única para cada indivíduo. A microbiota está envolvida em vários mecanismos, incluindo a digestão, a síntese de vitaminas e de defesa do hospedeiro. Está bem estabelecido que a perda de bactérias simbiontes promove o desenvolvimento de alergias. Cientistas do Instituto Pasteur conseguiram explicar esse fenômeno e demonstrar como a microbiota atua sobre o equilíbrio do sistema imunológico: a presença de micróbios bloqueia especificamente as células do sistema imunológico responsáveis ​​por desencadear alergias. Estes resultados foram publicados na revista Science.
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Frutose produz menos sensações gratificantes no cérebro

Pesquisadores da Universidade de Basel reportam, através da revista científica Plos One, que a frutose não só resulta num menor nível de saciedade, como também estimula o sistema de recompensa no cérebro em menor grau do que a glicose podendo causar o consumo excessivo acompanhado de efeitos maléficos para a saúde. Várias doenças têm sido atribuídas à frutose industrial encontrada em bebidas açucaradas e refeições prontas.
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Partículas finas na poluição do ar associadas ao risco de autismo infantil

A exposição à poluição do ar contendo partículas finas durante a gravidez e durante os dois primeiros anos de vida de uma criança pode estar associada a um aumento do risco da criança desenvolver transtorno do espectro do autismo (ASD), uma condição que afeta uma em cada 68 crianças, de acordo com a University of Pittsburgh Graduate School of Public Health que investigou crianças no sudoeste da Pensilvânia.  
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Pesquisadores apontam que a frutose contribui para o ganho de peso, inatividade física e gordura corporal

Nos últimos 40 anos, o uso da frutose, um carboidrato simples derivado de frutas e legumes, tem aumentado em dietas americanas por causa da adição de xarope de milho em muitos refrigerantes e produtos ​​processados, sendo ela atualmente responsável por 10% da ingestão calórica dos cidadãos norte-americanos. Adolescentes do sexo masculino são os maiores consumidores, derivando entre 15 a 23% de suas calorias a partir da frutose - três a quatro vezes mais do que os níveis máximos recomendados pela American Heart Association.
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Oito nutrientes protetores do cérebro durante o envelhecimento

De acordo com um estudo de 2014 da organização AARP, a saúde do cérebro é o segundo componente mais importante na manutenção de um estilo de vida saudável. Enquanto as pessoas envelhecem, elas podem experimentar uma série de questões cognitivas desde a diminuição do pensamento crítico à demência e doença de Alzheimer. Na edição de março de Food Technology publicada pelo Instituto de Tecnologia de Alimentos (em inglês, Institute of Food Technologists - IFT), a editora contribuinte Linda Milo Ohr escreve sobre oito nutrientes que podem ajudar a manter o seu cérebro em boa forma.
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Aditivos alimentares comuns alteram micróbios do intestino, causando inflamação, colite, obesidade e diabetes

Uma classe de aditivos utilizados em quase todos os alimentos processados ​​pode ser parcialmente culpada por doenças inflamatórias intestinais (DII), tais como a doença de Crohn, e também pode levar à obesidade e diabetes, segundo um estudo realizado por pesquisadores da Cornell University, Emory University, Georgia State University e Bar-Ilan University, e publicado na revista Nature.
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Nova evidência biológica revela associação entre inflamação cerebral e depressão

Um novo estudo do Centro de Dependência e Saúde Mental (CAMH), em Toronto, Canadá, constatou que a medida de inflamação cerebral em pessoas que estavam enfrentando depressão clínica era 30 por cento maior. Os resultados, publicados no JAMA Psychiatry, têm implicações importantes para o desenvolvimento de novos tratamentos para a depressão.
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Novo estudo postula o papel de produtos de glicação avançada ao risco de doença de Alzheimer

Um novo estudo publicado no Journal of Alzheimer’s Disease fornece evidências de que cozinhar os alimentos a altas temperaturas aumenta o risco de doença de Alzheimer. Este estudo analisou o conteúdo de produtos de glicação avançada (AGEs) em dietas nacionais, comparações de estudos clínicos, e comparando o AGEs total com as taxas de doença de Alzheimer.
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Quanto maior a capacidade antioxidante da dieta, menores os indicadores de doenças cardiovasculares

Em um artigo publicado online no European Journal of Clinical Nutrition, os pesquisadores da Universidade de Connecticut relataram uma associação entre uma maior capacidade de antioxidantes na dieta e reduções nos níveis plasmáticos de homocisteína e proteína C-reativa (PCR), ambos os quais são marcadores de maior risco de doença cardiovascular.
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Revisão nutricional nos Estados Unidos: menos consumo de açúcar e diminuição de restrições ao colesterol e gordura

Um painel consultivo sobre nutrição que ajuda a moldar as diretrizes alimentares oficiais do país (Estados Unidos) aliviou algumas de suas restrições anteriores sobre gordura e colesterol e recomendou novos limites precisos sobre a quantidade de açúcar adicionado (açúcar não naturalmente presente) que se deve consumir.
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A ingestão dietética de antioxidantes e magnésio pode estar associada a um menor risco de perda auditiva

A presbiacusia, ou surdez senil, é a perda de audição simétrica progressiva e bilateral relacionada à idade.1 Ninguém quer perder a audição, mas, infelizmente, cerca de 30% das pessoas com idade acima de 60 anos têm algum grau de perda auditiva. Outros, como Gratoon et al, propõem número maior, relatando que 60% da população com mais de 70 anos apresenta perda auditiva neurossensorial de no mínimo 25 decibés.2
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Dor nas articulações, a partir do intestino

Os médicos não têm certeza do que desencadeia a artrite reumatoide, uma doença em que o sistema imune ataca erroneamente suas articulações, mas um órgão de pesquisa emergente está se concentrando em um culpado potencial: as bactérias que vivem em nosso intestino. Vários estudos recentes descobriram ligações intrigantes entre os micróbios do intestino, artrite reumatoide e outras doenças em que o sistema imunológico do corpo erra e ataca seus próprios tecidos.
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Recomendação aos Pacientes Submetidos à Cirurgia Bariátrica: Tome Seus Suplementos

Os pacientes obesos submetidos à cirurgia bariátrica para perder peso devem tomar os suplementos prescritos para protegerem seus olhos. O pouco consumo de vitamina A, em particular, pode, em alguns casos realmente causar a cegueira noturna, olhos secos, úlceras de córnea e, em casos extremos, a cegueira total. Este conselho vem de Rui Azevedo Guerreiro e Rui Ribeiro do Centro Hospitalar de Lisboa Central, em Portugal, que revisaram o pouco que a pesquisa atualmente oferece sobre a ocorrência de doenças oculares após a cirurgia bariátrica. A avaliação foi publicada no jornal Obesity Surgery da Springer.  
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Medicamentos Para Insônia Associados Ao Aumento Da Mortalidade

Medicamentos hipnóticos, que muitos adultos tomam para insônia, têm sido associados com aumento do risco de câncer e morte. Investigadores esclareceram a extensão desses riscos através da análise dos prontuários médicos de 10.531 pacientes (idade média, 54 anos) que receberam prescrições de medicamentos hipnóticos e registros de 23.674 controles pareados que não receberam tais prescrições. Os dados de mortalidade foram adquiridos utilizando o Social Security Death Index (Índice de Morte de Segurança Social).
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Vamos parar com o tratamento desnecessário da doença cardíaca

Há muitas razões para os médicos sofrerem de estresse e fadiga. Um dos motivos menos mencionados é que muito do que fazemos é desnecessário. Nos EUA, na terra do excesso, profissionais da saúde, especialmente os cardiologistas, passam a maior parte do tempo tratando seres humanos que não precisavam estar doentes. Vamos ser claros e honestos: as doenças relacionadas com o estilo de vida são em grande parte desnecessárias. Hoje em dia, há tanta doença desnecessária que os profissionais de saúde, raramente enxergam.
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Os Efeitos da Capsaicina e Capsiate sobre o Balanço Energético: Revisão Crítica e Meta-Análises de Estudos em Humanos

O consumo de alimentos picantes contêm capsaicina, o princípio maior da pungência das pimentas, supostamente promove balanço energético negativo. No entanto, muitas pessoas se abstêm de alimentos picantes devido à queimadura sensorial e dor induzida pela molécula da capsaicina. Uma alternativa potencial para não usuários de alimentos picantes que desejam explorar essa propriedade equilibrante de energia é o consumo de pimentas não pungentes ricas em capsiate, um análogo da capsaicina não pungente recentemente identificada contida em pimentas doces CH-19.
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A obesidade e o fígado

A obesidade está associada com um número significativo de problemas de saúde, incluindo a resistência à insulina, câncer e outros, e agora pesquisadores podem ter descoberto uma razão para tal. Enquanto a maioria de seus tecidos e órgãos envelhecem ao mesmo ritmo, certos fatores podem causar a aceleração do envelhecimento deixando você aparentar ser mais velho do que é, ou determinados órgãos ficarem mais envelhecidos do que outros – uma medida conhecida como “idade epigenética". Um desses fatores ligados à aceleração do envelhecimento epigenético é a obesidade, particularmente em seu fígado.
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Coenzima Q10 ajuda nos sintomas da doença da Guerra do Golfo em veteranos

Cerca de um terço dos 700 mil soldados dos Estados Unidos que lutaram na Guerra do Golfo Pérsico entre 1990 e 1991 desenvolveram posteriormente um conjunto distinto de problemas crônicos de saúde, chamado de doença da Guerra do Golfo. Seus sintomas, desde fadiga, dores e fraqueza musculares até a diminuição da função cognitiva e problemas gastrointestinais e cutâneos, persistem décadas após o conflito.
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Estudo sobre a Vitamina D e seu papel no prognóstico do câncer

Uma nova meta-análise divulgada pelo periódico British Medical Journal (BMJ), envolvendo os Estados Unidos e vários países da Europa, investigou a associação da Vitamina D e a mortalidade com atenção à variantes como idade, sexo e estação do ano em diferentes países e contando com a participação de 26.018 adultos de 50 a 79 anos de idade.
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Excesso de peso ligado às mudanças no cérebro que podem estar relacionadas à memória, emoções e apetite

O excesso de peso aparece relacionado à redução dos níveis de uma molécula que reflete a saúde das células cerebrais no hipocampo, uma parte do cérebro envolvida na memória, aprendizado e emoções, e, provavelmente, também envolvida no controle do apetite, é o que relata um estudo realizado por pesquisadores da SUNY Downstate Medical Center e outras instituições cujos resultados foram publicados em Neuroimage: Clínical.
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Você suplementa todas as formas de Vitamina E que sua memória precisa?

Idosos com níveis maiores de vitamina E no sangue são menos propensos a sofrer de problemas de memória comparados àqueles com níveis mais baixos, de acordo com um estudo publicado recentemente. Os pesquisadores concluíram que as diferentes formas de vitamina E parecem desempenhar um papel importante nos processos de formação da memória.
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Curcumina pode melhorar resposta de tratamento quimioterápico

Em janeiro de 2014, a revista científica PLoS ONE relatou a descoberta de um benefício "quimiossensibilizante" da curcumina, um composto presente no açafrão, em células de câncer de cólon que ficaram resistentes a um medicamento utilizado na quimioterapia, o 5 – FU. Essa resistência é comum em até 15% dos pacientes com câncer colorretal, sendo que a taxa de recorrência da doença é de 50 a 60%, devido, em parte, à sobrevivência de algumas células cancerosas.
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Quinoa: boa opção aos celíacos!

Incrementar uma dieta gluten free ("livre de glúten") não é tarefa fácil aos milhares de celíacos existentes atualmente. A quinoa, um grão originário do México, quando adicionada a uma dieta típica, mostrou-se ser bem tolerada entre esses consumidores, apresentou um novo estudo do American Journal of Gastroenterology.Dr. Victor Zevallos, do Departamento de Gastroenterologia da King's College, em Londres, na Inglaterra, avaliou os efeitos do grão nesses pacientes. Anteriormente, estudos mostraram que as proteínas contidas na quinoa poderiam estimular as respostas imunes inata e adaptativa em quem sofria da doença.
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Entenda mais sobre as três principais alterações cardiovasculares e saiba como controlá-las

A doença cardiovascular (DCV) é a principal causa de morte nos Estados Unidos e no mundo. Por lá, estima-se que 62 milhões de norte-americanos sejam afetados por alguma alteração cardiovascular e cerca de 600.000 pessoas morram a cada ano devido a essas alterações. Dentre muitos tipos, pressão arterial alta, colesterol elevado e acidente vascular cerebral (AVC) são as manifestações clínicas mais comuns das patologias cardiovasculares. Veja o que podemos fazer para preveni-las.
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Estudo prospectivo confirma benefício do ômega 3 em homens com câncer de próstata

A revista científica Cancer Prevention publicou em 29 de outubro de 2013 os resultados de um estudo envolvendo 48 homens com câncer de próstata e que confirmou os efeitos positivos de uma dieta contendo baixos teores de gordura de pouca qualidade combinada com a suplementação de óleo de peixe para reduzir a recorrência do câncer. Essa estratégia resultou na redução da proliferação de células malignas na próstata.
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Estudo aponta benefícios do licopeno e luteína para tratamento de aterosclerose

Um estudo publicado no British Journal of Nutrition, em setembro de 2013, apontou benefícios da suplementação de carotenoides, especificamente licopeno e luteína, e uma evidente redução da espessura da camada íntima-média das carótidas (EIMC), um parâmetro para identificar o tamanho da placa aterosclerótica e predizer eventos cardiosvasculares, como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral. "Ainda que a aterosclerose faça parte do envelhecimento humano, seu progresso e agressividade podem ser controlados por meio de determinadas estratégias", dizem os autores do estudo.
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Estudo mostra ação de suplementos alimentares no reparo do DNA

Um indivíduo estressado que trabalha demais sob pressão e não se alimenta direito, provavelmente utilizará mais antioxidantes para combater os radicais livres gerados dentro do seu corpo do que um indivíduo tranquilo. Essa condição pode causar um grande estresse oxidativo e danos aos tecidos, membranas celulares e, principalmente, ao DNA – nosso precioso código genético que determina as funções de todas as células do corpo.

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Consumo de probióticos reduz diarreia causada por antibióticos

Atualmente, os antibióticos são uma classe de medicamentos amplamente prescritos, no entanto, podem causar perturbações na flora gastrointestinal e levar à diminuição da resistência à patógenos como Clostridium difficile (C. difficile). Esta bactéria pode colonizar o intestino e resultar no aparecimento de algumas condições como diarreia e colite. A partir daí o tratamento torna-se caro e os custos para o sistema médico aumentam substancialmente.
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Prevenção é a melhor forma de combater a hipertensão arterial

Dia 26 de abril é o dia do Combate à Hipertensão Arterial e o Brasil se mobiliza em sua prevenção, diagnóstico e tratamento a essa doença. Segundo o Vigitel 2011 (levantamento Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico),  a hipertensão arterial atinge 22,7% da população adulta brasileira. O diagnóstico em mulheres (25,4%) é mais comum do que entre os homens (19,5%). A frequência da doença, segundo o Ministério da Saúde, avança com o passar dos anos. Se entre 18 e 24 anos, apenas 5,4% da população relatou ter sido diagnosticada hipertensa, aos 55 anos a proporção é 10 vezes maior, atingindo mais da metade da população (50,5%) estudada. A partir dos 65 anos, a mesma condição é observada em 59,7% dos brasileiros. A maior frequência de diagnóstico em mulheres ocorre em todas as faixas etárias.

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Estudo sugere que resveratrol inibe os efeitos do estrogênio ao diminuir o crescimento das células cancerígenas da mama

Pesquisadores da Faculdade de Farmácia da Universidade da Calábria, na Itália, publicaram um estudo que sugere a ação inibidora do resveratrol sobre o estrogênio, prevenindo o desenvolvimento do câncer de mama em mulheres.  O resveratrol, uma fitoalexina comumente encontrada na casca de uvas escuras e em algumas plantas, sendo a forma “trans” a ativa, tem sido objeto de numerosos estudos científicos nos últimos anos e  também se mostrou promissor na redução dos riscos de doenças cardiovasculares e neurológicas.
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