Exposição a certos alérgenos durante a infância associada a risco de asma reduzido

Crianças expostas a altos níveis de alérgenos de animais ou pragas em ambientes internos durante a infância têm menor risco de desenvolver asma aos 7 anos de idade, revela uma nova pesquisa apoiada pelos Institutos Nacionais de Saúde (EUA). A descoberta, publicada em 19 de setembro no Journal of Allergy and Clinical Immunology, pode fornecer indícios para um projeto de estratégias para a prevenção contra a asma.
Leia mais

O consumo de chá leva a mudanças epigenéticas nas mulheres

Mudanças epigenéticas são modificações químicas que ligam ou desligam nossos genes. Em um novo estudo da Universidade de Uppsala (Suécia), os pesquisadores mostram que, nas mulheres, o consumo de chá leva a mudanças epigenéticas em genes que são conhecidos por interagir com o câncer e o metabolismo de estrogênio. Os resultados foram publicados na revista Human Molecular Genetics
Leia mais

Por que as plantas representam um ”potencial inexplorado” para a descoberta inovadora de medicamentos

O campo da medicina percorreu um longo caminho desde o uso da heroína como remédio para a tosse ou a terapia magnética para melhorar o fluxo sanguíneo. Esses métodos desatualizados foram colocados de lado décadas atrás. Mas há muitas práticas medicinais antigas que resistiram ao teste do tempo. Na verdade, muitos dos produtos farmacêuticos que salvam vidas hoje são derivados de plantas primeiramente descobertas por comunidades indígenas.
Leia mais

Posicionamento da Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva quanto à segurança e eficácia da suplementação da creatina

Com o objetivo de solidificar o conhecimento atual sobre o papel e a segurança da suplementação de creatina para o exercício, esporte e medicina, e, assim, também atualizar a posição da Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva (ISSN) quanto à sua suplementação, uma pesquisa de revisão da literatura científica e médica da área foi realizada, abrangendo mais de 200 estudos publicados.
Leia mais

Estudo investiga como a canela melhora os níveis de glicose no sangue de pessoas com diabetes

Uma nova pesquisa conduzida pela Ohio Northern University, apresentada na reunião anual da American Society for Biochemistry and Molecular Biology e publicada no The FASEB Journal, explora como a canela diminui os níveis de glicose no sangue em indivíduos com diabetes tipo 2. Os pesquisadores formularam a hipótese de que o efeito antidiabético poderia ser devido aos seus compostos fenólicos e que o alvo proteico dos compostos poderia ser a sirtuina-1, uma desacetilase na via de sinalização da insulina.
Leia mais

Abacate pode impulsionar a cognição em adultos mais velhos

Consumir um abacate por dia pode levar a uma melhor função cognitiva em adultos mais velhos saudáveis, graças ao aumento dos níveis de luteína no cérebro e nos olhos, de acordo com uma nova pesquisa publicada em Nutrients. A pesquisa rastreou como 40 adultos saudáveis com idade igual ou superior a 50 anos que comeram um abacate por dia durante seis meses experimentaram um aumento de 25% nos níveis de luteína em seus olhos e melhoraram significativamente a memória de trabalho e as habilidades de resolução de problemas.
Leia mais

Revisão sistemática confirma recomendações de consumo de cafeína

CHICAGO (21 de abril de 2017) – Um rigoroso e novo documento científico de revisão sistemática sobre a segurança do consumo de cafeína confirma os resultados de uma revisão canadense de 2003, amplamente citada, que concluiu que os efeitos adversos para a saúde não foram associados aos níveis de ingestão do estimulante quando em doses ≤ 400 mg/dia para adultos (o equivalente a cerca de 4 xícaras de café/dia – 90% dos americanos geralmente consomem menos do que esta quantidade), ≥ 300 mg/dia para gestantes e ≤ 2,5 mg/kg (dia) para crianças e adolescentes. Essas descobertas foram publicadas em Food and Chemical Toxicology.
Leia mais

As ameixas secas podem ajudar a reduzir o colesterol e melhorar a flora intestinal

Um estudo publicado em Pharmaceutical Biology mostra que as ameixas secas podem ajudar a regular a microflora intestinal e, efetivamente, reduzir os níveis de colesterol total. A Prunus domestica Linn (Rosaceae) foi considerada um alimento funcional devido às suas diversas atividades farmacológicas, incluindo antioxidantes, anti-inflamatórias, antidiabéticas e anticancerígenas. Neste estudo randomizado e controlado por placebo, os pesquisadores desejaram verificar a atividade benéfica dos concentrados da essência da ameixa (PEC) em corroboração com a função intestinal e o perfil lipídico em indivíduos com colesterol ligeiramente alto.
Leia mais

Não é à toa que o gengibre é chamado um super alimento

O gengibre, como suplemento ou ingrediente em alimentos e bebidas e de acordo com uma nova revisão da pesquisa, pode proteger contra obesidade e doenças crônicas. Enquanto os especialistas ainda não podem recomendar uma dosagem específica para fins preventivos, eles dizem que é inteligente consumi-lo mais por vários motivos.   A nova revisão, publicada em Annals of the New York Academy of Sciences, examinou os resultados de 60 estudos realizados em culturas de células, animais de laboratório e humanos. Em geral, esses estudos "consistiram no consenso de que o gengibre e seus constituintes principais exercem efeitos benéficos contra a obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e transtornos relacionados", escreveram os autores de China Agricultural University.   Os autores centraram suas pesquisas nos diferentes aspectos da síndrome metabólica, uma combinação de três ou mais fatores de risco para o diabetes tipo 2 e doença cardíaca. A síndrome metabólica é um "problema crescente de saúde que atingiu proporções pandêmicas", eles escreveram, "como agora afeta uma quarta parte da população mundial".   Há muito interesse em estratégias potenciais para tratar e prevenir a síndrome metabólica, incluindo opções não-farmacêuticas. E o gengibre, uma das especiarias mais consumidas no mundo, tem uma longa história de uso como medicina herbal para tratar uma variedade de doenças, escreveram os autores, graças aos seus vários fitoquímicos e antioxidantes.   Na verdade, parece haver vários mecanismos por trás dos poderes de superalimento do gengibre. O artigo descreve como o tempero desempenha um papel na queima de gordura, digestão de carboidratos e secreção de insulina, para citar alguns. O gengibre também mostrou inibir o estresse oxidativo (uma forma de envelhecimento celular), ter propriedades anti-inflamatórias e baixar o colesterol e a pressão arterial. Pode até reduzir a aterosclerose, o acúmulo de gorduras perigosas nas artérias.   A evidência desses benefícios é mais forte nos estudos sobre animais e tubos de ensaio do que nas pessoas. Quando fornecido aos ratos, por exemplo, o gengibre mostrou reduzir significativamente o peso corporal e a inflamação sistêmica, reduzir o colesterol e o açúcar no sangue e proteger contra os efeitos nocivos da doença hepática gordurosa não alcoólica.   Apenas alguns ensaios clínicos em humanos estudaram os efeitos do gengibre nessas condições, provavelmente devido aos desafios colocados pela composição química complexa do tempero e à falta de financiamento, escreveram os autores. Eles incluíram 10 desses ensaios em sua revisão.   Ainda assim, esses estudos sugeriram que o consumo de gengibre pode aumentar a queima de calorias e reduzir os sentimentos de fome, e que está associado à perda de peso em adultos com sobrepeso. Também tem sido associado a mudanças positivas no colesterol, açúcar no sangue, pressão arterial, proteínas inflamatórias e saúde do fígado.   Estudos em humanos examinaram o gengibre em várias fórmulas, incluindo cápsulas, comprimidos e pós dissolvidos em bebidas. Marie-Pierre St-Onge, professora associada de medicina nutricional na Universidade de Columbia, diz que a ciência ainda não está clara sobre quais formulações e quais doses são melhores para a obtenção de benefícios clínicos.   "O campo está em sua infância em termos de avaliar o impacto de várias especiarias na saúde em seres humanos", diz St-Onge, cujo ensaio clínico de 2012 sobre o gengibre foi incluído na revisão. "Mas a pesquisa é muito promissora, especialmente a pesquisa in vitro e animal."   Por enquanto, diz St-Onge, as pessoas devem saber que o gengibre é rico em antioxidantes e propriedades anti-inflamatórias, e isso, inclusive na sua dieta, pode ajudar muito. (Além de seus potenciais benefícios metabólicos, o tempero também mostrou aliviar náuseas, cólicas menstruais e dor muscular.) Ademais, ela acrescenta: "usar diferentes aromas como o gengibre é sempre melhor do que colocar sal na sua comida".     Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte:http://www.lifeextension.com/News/LefDailyNews?NewsID=26357&Section=VITAMINS&utm_campaign=normal&utm_source=twitter&utm_medium=social  
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”  
Leia mais

Ácido ursólico para a força muscular

Naturalmente encontrado em muitas plantas, cascas de frutas e ervas de uso diário – como maçãs, manjericão, alecrim, lavanda, orégano, ameixas – o ácido ursólico vem demonstrando importantes funções biológicas com efeitos contra o acúmulo de gordura corporal, resistência à insulina via IGF-1 (fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1), atrofia muscular, câncer e apresentando um mecanismo antioxidante e anti-inflamatório. Recentemente, muitos estudos vêm focando o seu benefício na melhora e manutenção da função muscular in vivo e in vitro.
Leia mais

Chá verde contra o resfriado

A termogênese (geração de calor) pode ser conseguida em resposta à exposição ao frio através de mecanismos de tremores e não tremores. Enquanto o primeiro seja bastante autoexplicativo, o segundo está especificamente ligado à gordura marrom conhecida como tecido adiposo marrom (sigla em inglês, BAT). BAT é um dos dois tipos de gorduras encontradas no corpo humano e sua função primária é a geração de calor. Certos ingredientes alimentares podem também ativá-lo, como o chá verde, conhecido por conter catequinas, um grupo de moléculas com propriedades termogênicas comprovadas. Um estudo publicado pelo The American Journal of Clinical Nutrition analisou os efeitos imediatos e mais duradouros das catequinas sobre o BAT, a fim de obter uma melhor compreensão da capacidade de geração de calor dessas moléculas.
Leia mais

Associação dos carotenoides maculares à função cognitiva

Um grande número de evidências sugere que uma maior ingestão de frutas e legumes é benéfica para a saúde, e esse maior consumo tem sido associado a uma menor incidência de doenças cardiovasculares e vários tipos de câncer. Além de vitaminas, fibras e outros compostos relacionados, um grupo de pigmentos chamados carotenoides estão implicados nos benefícios de saúde decorrentes de uma boa dieta. Estes compostos solúveis em lipídios estão onipresentes em frutas e vegetais, principalmente os vegetais de cor alaranjada/amarela e verde escuro. A estrutura química dos carotenoides permite que atuem como eficientes varredores de formas deletérias, nomeadamente o oxigênio singlete e radical peroxil. Além de suas propriedades antioxidantes, tem-se sugerido que os carotenoides também podem reduzir a inflamação ao interagir com cascatas de sinalização celular inflamatórias.
Leia mais

Como o exercício – em especial o treino intervalado – ajuda a mitocôndria a afastar o envelhecimento

É frequentemente repetido, mas é verdade: o exercício mantém você saudável. Ele aumenta o seu sistema imunológico, mantém a mente afiada, ajuda a dormir, mantém o seu tônus ​​muscular e estende a sua vida saudável. Pesquisadores há muito suspeitam que os benefícios do exercício se estendem até o nível celular, mas sabem relativamente pouco sobre quais exercícios ajudam as células a reconstruir organelas-chaves que se deterioram com o envelhecimento. Um estudo publicado em 7 de março em Cell Metabolism descobriu que o exercício – e em particular o treinamento intervalado aeróbico de alta intensidade, como ciclismo e caminhada – impulsiona células a produzirem mais proteínas para suas mitocôndrias (produtoras de energia) e seus ribossomos (produtores de proteínas), efetivamente parando o envelhecimento no nível celular.
Leia mais

Benefícios cognitivos e antidepressivos dos flavonoides

  Evidências epidemiológicas sugerem que o consumo de flavonoides (polifenóis encontrados comumente em frutas, vegetais, chás, café e chocolate) está associado a um menor risco de desenvolver depressão. Uma explicação plausível para esta associação são os bem documentados efeitos benéficos dos flavonoides na função executiva, ou seja, regulação dos processos cognitivos, incluindo memória de trabalho, raciocínio, flexibilidade de tarefas e resolução de problemas, bem como o planejamento e execução.
Leia mais

A comunidade microbiana do intestino mostra influenciar a expressão genética do hospedeiro

Em nosso intestino, e no intestino de todos os animais, reside um robusto ecossistema de micróbios conhecido como microbioma. Consistindo de trilhões de organismos – bactérias, fungos e vírus –, o microbioma é essencial para a saúde do hospedeiro (organismo que abriga outro), fornecendo serviços importantes que vão desde o processamento de nutrientes ao desenvolvimento e manutenção do sistema imunológico.
Leia mais

Probióticos melhoraram a cognição em pacientes com Alzheimer

Pela primeira vez, cientistas mostraram que os probióticos – bactérias e leveduras benéficas tomadas como suplementos – podem melhorar a função cognitiva em seres humanos. Em um novo ensaio clínico, os cientistas mostram que uma dose diária de probiótico composto por bactérias Lactobacillus e Bifidobacterium, tomada durante um período de apenas 12 semanas, é suficiente para fornecer uma moderada, mas significativa melhoria em pacientes idosos com Alzheimer, segundo pontuação do mini exame do estado mental (MEEM), uma medida padrão de comprometimento cognitivo.   Os probióticos são conhecidos por dar proteção parcial contra certas diarreias infecciosas, síndrome do intestino irritável, doença inflamatória do intestino, eczema, alergias, resfriados, cárie dentária e doença periodontal. Mas os cientistas têm há muito tempo a hipótese de que os probióticos também podem impulsionar a cognição, pois há uma comunicação contínua em dois sentidos entre a microflora intestinal, o trato gastrointestinal e o cérebro através do sistema nervoso, do sistema imunológico e dos hormônios (ao longo do chamado "eixo microbiota-intestino-cérebro"). Em camundongos, probióticos realmente têm sido mostrados para melhorar a aprendizagem e memória, reduzir a ansiedade e depressão, bem como sintomas semelhantes ao TOC. Mas, antes do presente estudo, haviam evidências muito limitadas de quaisquer benefícios cognitivos nos seres humanos.   Aqui, os pesquisadores da Universidade Kashan de Ciências Médicas, Kashan, e da Universidade Azad Islâmica, Teerã, ambas no Irã, apresentam resultados de um ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado em um total de 52 mulheres e homens com Alzheimer (entre 60 e 95 anos de idade). Metade dos pacientes recebeu diariamente 200ml de leite enriquecido com quatro bactérias probióticas, Lactobacillus acidophilus, L. casei, L. fermentum e Bifidobacterium bifidum (aproximadamente 400 bilhões de bactérias por espécie), enquanto a outra metade recebeu leite não suplementado.   No início e no final do período experimental de 12 semanas, os cientistas recolheram amostras de sangue para análises bioquímicas e testaram a função cognitiva dos participantes com o MEEM, o qual inclui perguntas como a data atual, contar de trás para frente a partir do número 100 (em intervalos de sete), nomear objetos, repetir uma frase e copiar uma imagem.   Ao longo do estudo, a pontuação média do MEEM aumentou significativamente (de 8,7 para 10,6, de um máximo de 30) no grupo que recebeu probióticos, mas não no grupo controle (de 8,5 para 8,0). Embora o aumento seja moderado e todos os pacientes permaneçam gravemente prejudicados cognitivamente, esses resultados são importantes porque são os primeiros a mostrar que os probióticos podem melhorar a cognição humana. Pesquisas futuras em maior quantidade de pacientes e em períodos mais longos são necessárias para testar se os seus efeitos benéficos se tornam mais fortes após um tratamento mais longo.   "Em um estudo anterior, mostramos que o tratamento com probiótico melhora a aprendizagem espacial prejudicada e memória em ratos diabéticos, mas esta é a primeira vez que a suplementação foi mostrada para beneficiar a cognição em humanos cognitivamente prejudicados", relata o professor e autor sênior do estudo Mahmoud Salami da Universidade de Kashan.   O tratamento com probióticos também resultou em níveis mais baixos de triglicerídeos, lipoproteína de muito baixa densidade (VLDL), proteína C-reativa de alta sensibilidade (hs-CRP) no sangue, e redução de duas medidas comuns (chamadas "Homeostatic Model Assessment", HOMA-IR e HOMA-B) de resistência à insulina e de atividade das células produtoras de insulina no pâncreas.   "Essas descobertas indicam que a mudança nos ajustes metabólicos pode ser um mecanismo pelo qual os probióticos afetam a doença de Alzheimer e, possivelmente, outras doenças neurológicas", diz Salami. "Planejamos analisar esses mecanismos mais detalhadamente em nosso próximo estudo."   Walter Lukiw, professor de neurologia, neurociência e oftalmologia na Universidade Estadual de Louisiana, que analisou o estudo, disse: "Este estudo inicial é interessante e importante porque provê evidência que o microbioma do trato gastrointestinal (GI) desempenha um papel na função neurológica e indica que os probióticos podem, em princípio, melhorar a cognição humana. Esse achado está em linha com alguns dos nossos estudos recentes que indicam que, na doença de Alzheimer, a composição do microbioma do trato GI é significativamente alterada, quando comparada com os controles (de mesma idade), e que tanto a barreira do trato GI como a hematoencefálica tornam-se significativamente mais permeáveis com o envelhecimento, permitindo assim que exsudados microbianos (por exemplo, amiloides, lipopolissacarídeos, endotoxinas e pequenos RNAs não codificantes) acessem os compartimentos do sistema nervoso central."   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: https://www.sciencedaily.com/releases/2016/11/161110162840.htm
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
Leia mais

Meta-análise: maior ingestão de magnésio associada com menor risco de acidente vascular cerebral, diabetes, insuficiência cardíaca e mortalidade

Em 8 de dezembro de 2016, a BMC Medicine publicou os resultados de uma meta-análise realizada por pesquisadores da Universidade de Zhejiang e da Universidade de Zhengzhou, na China, a qual concluiu que consumir uma quantidade maior de magnésio está associado a um menor risco de insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral, diabetes tipo 2 e mortalidade por todas as causas durante até 30 anos de seguimento. A meta-análise é a primeira a investigar o efeito da ingestão de magnésio na dieta sobre o risco de insuficiência cardíaca e a primeira meta-análise quantitativa que analisou a relação dose-resposta entre a ingestão do mineral e a mortalidade por todas as causas.
Leia mais

A vitamina D contribui para menos gordura corporal e mais massa muscular em crianças

A vitamina D é lipossolúvel, essencial e não está normalmente presente na maioria dos alimentos naturais. As melhores fontes dietéticas incluem o óleo de fígado de bacalhau, peixe espada, salmão, alimentos fortificados com vitamina D e suplementos dietéticos. A vitamina D também é produzida endogenamente quando os raios ultravioletas da luz solar atingem a pele e desencadeiam a sua síntese. No entanto, devido ao aumento do uso de filtros solares, ingestão dietética inadequada, localização geográfica (latitude e altitude), condições atmosféricas que afetam a intensidade da radiação UVB (poluição do ar) e mudanças sazonais, a qualidade e quantidade da produção de vitamina D na pele vem diminuindo muito, tornando-se comum a situação de algum grau de deficiência de vitamina D.   O leite humano geralmente fornece de 10 a 80 UI de vitamina D por litro (L), o que corresponde a 0,2 a 1,5 μg/dia (8 a 60 UI/dia), ficando aquém dos 400 UI/dia recomendados por muitos especialistas em saúde. Bebês e crianças exclusivamente alimentadas com substitutos do leite e alimentos de desmame não fortificados com vitamina D também estão em maior risco de deficiência. Por esta razão, a sua suplementação é rotineiramente recomendada para bebês até que eles possam obter uma quantidade adequada através da dieta.   Um estudo publicado na revista Pediatric Obesity mostrou que uma ingestão suplementar de vitamina D durante o primeiro ano de vida proporciona às crianças mais massa muscular e menos gordura corporal. Esses resultados emergiram de um estudo randomizado duplo-cego inicial de 132 bebês saudáveis ​​amamentados (um mês de idade no início do estudo) em Quebec, Canadá. Aleatoriamente os bebês foram designados para receber um suplemento oral diário de vitamina D3 de 400, 800, 1.200 ou 1.600 UI (10, 20, 30, 40 microgramas) durante 11 meses. Os bebês retornaram para um seguimento aos 3 anos de idade, quando foram avaliados seus níveis sanguíneos de vitamina D e composição corporal.   O benefício adicional de uma composição corporal mais magra veio como uma espécie de surpresa para a equipe de pesquisa. "Ficamos muito intrigados com a maior massa magra, e, portanto, a possibilidade de que a vitamina D pode ajudar as crianças a não só desenvolver esqueletos saudáveis, mas também saudáveis músculos e menos gordura", disse Hope Weiler, uma das autoras do estudo e diretora da Mary Emily Clinical Nutrition Research Unit, da Universidade McGill.   Este estudo confirma a importância de um maior nível de vitamina D no início da infância para o desenvolvimento de ossos fortes e massa muscular saudável. O único outro fator conhecido para fazer uma diferença significativa para o nível de gordura corporal da criança é a quantidade de atividade física. Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: https://askthescientists.com/vitamin-d-infancy-contributes-less-body-fat-muscle-mass-toddlers/
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
Leia mais

Exercício intervalado melhora a função do vaso sanguíneo em adultos mais velhos

De acordo com uma nova pesquisa publicada no American Journal of Physiology – Heart e Circulatory Physiology, o exercício intervalado, baseado em resistência, ajuda a melhorar a função endotelial – incluindo o fluxo sanguíneo e dilatação dos vasos sanguíneos – tanto em adultos mais velhos com diabetes tipo 2 quanto em pessoas de mesma idade que não se exercitam e pessoas que se exercitam regularmente. Os resultados sugerem que os treinos com exercício intervalado – cada vez mais populares – poderiam ser usados para tratar a disfunção endotelial em adultos mais velhos.
Leia mais

Um em três adultos mais velhos sofre perda muscular

À medida que a expectativa de vida global aumenta, os adultos almejam manter um estilo de vida saudável e ativo para os anos quando aposentados. De fato, a pesquisa mostra que os adultos pensam, se sentem e se comportam cinco a dez anos mais jovens do que sua idade real. Mas novas descobertas de um artigo de revisão publicado na revista Age and Ageing mostram que aproximadamente 1 em cada 3 adultos com 50 anos ou mais sofre de sarcopenia, uma condição que poderia interferir com o envelhecimento e a capacidade dos adultos de viverem uma vida plena e ativa.   A sarcopenia, como é conhecida no campo médico, é uma condição quando uma pessoa tem perda progressiva de massa e força muscular. Apesar da prevalência da doença, o estudo descobriu que adultos que aumentaram a quantidade de exercícios de resistência, através de atividades como levantamento de peso, e incorporaram nutrição específica em suas dietas, como proteína, HMB* e aminoácidos essenciais (EAA), incluindo leucina, mostraram melhora da massa, função ou força muscular.   "A maioria das pessoas pensa que sarcopenia só impacta as pessoas em lares de idosos ou outras instalações de cuidados de longo prazo, mas essas descobertas mostram que isto não é o caso", disse Robert H. Miller, Ph.D., da Abbott Nutrition. "É por isso que é importante para adultos e médicos levarem a nutrição a sério e avaliar se as pessoas estão recebendo os nutrientes necessários para manter a saúde muscular à medida que envelhecem."   Manter a massa e a força muscular é importante para reduzir o risco de sarcopenia. Em média, os adultos perdem 8% do seu músculo por década a partir dos 40 anos; a taxa acelera a 15% por década a partir dos 70 anos. A perda do músculo pode afetar a energia e a habilidade de uma pessoa de executar atividades diárias, tais como andar, levantar-se de uma cadeira e segurar ou levantar objetos.   Adultos com perda muscular precisam manter a qualidade de suas dietas, garantindo proteína suficiente para satisfazer as necessidades dos seus corpos. Muitas organizações estão agora recomendando que a quantidade de proteínas diárias precise ser aumentada em pacientes idosos e frágeis, em comparação com os adultos mais jovens. Escolhas alimentares precárias e intolerâncias alimentares à medida que envelhecem são algumas mudanças que ocorrem, levando a deficiências nutricionais, se não abordadas através de dieta ou suplementação nutricional.   Para manter a saúde muscular à medida que envelhecemos, o artigo recomenda:  
  • Aumentar a ingestão diária de HMB, proteínas e aminoácidos essenciais para ajudar a manter a saúde muscular, a qual ajuda a manter a força e funcionalidade física.
  • Incorporar treinamento de resistência na rotina de exercícios, o que pode melhorar a função muscular.
  Fale com o seu médico para discutir outras maneiras de manter a saúde muscular e prevenir a sarcopenia.   * HMB é um metabólito dos aminoácidos da leucina e isoleucina que ocorre naturalmente no músculo e é encontrado em pequenas quantidades em alguns alimentos, como abacate, toranja e peixe-gato.   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte:https://institutoflash786.org/2016/09/10/1-in-3-older-adults-suffer-muscle-loss/#more-10152  
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
Leia mais

Vitaminas A e C ajudam a apagar a memória celular

Pesquisadores do Instituto Babraham e seus colaboradores internacionais descobriram como as vitaminas A e C atuam para modificar a "memória" epigenética mantida pelas células; percepção que é significativa para a medicina regenerativa e para a nossa capacidade de reprogramar células (trocar sua identidade). A pesquisa foi publicada em Proceedings of the National Academy of Science (PNAS).
Leia mais

Finalmente revelado como a romã ajuda no envelhecimento saudável: bactérias intestinais transformam a molécula que a fruta possui

Será que a romã é realmente um superalimento que combate o processo do envelhecimento? Até agora, evidências científicas tinham se mostrado fracas e, também, táticas de marketing podem ter levado ao ceticismo. Então, um grupo de cientistas do EPFL (Escola Politécnica Federal de Lausanne, França) juntamente com a empresa Amazentis investigaram a fruta, descobrindo que uma de suas moléculas era transformada por bactérias intestinais, permitindo assim que as células musculares protegessem a si mesmas contra a maior causa do envelhecimento. Em nematódeos e roedores, o efeito é incrível. Testes clínicos em humanos estão sendo conduzidos neste momento, mas essas descobertas iniciais já foram publicadas em Nature Medicine.   Ao passo que os anos avançam, nossas células sofrem para reciclar os nossos geradores de energia, chamados de mitocôndrias. Estes compartimentos deixam de ser hábeis para as suas funções e esta degradação afeta a saúde de muitos tecidos, incluindo os músculos que se enfraquecem com a idade. A disfunção da mitocôndria é também a causa suspeita de outras doenças relacionadas à idade como o Parkinson.   Os cientistas identificaram a molécula que, por si só, conseguiu restabelecer a habilidade celular de reciclar os componentes da mitocôndria defeituosa: urolitina A. “Esta é a única molécula que pode reiniciar o processo conhecido como mitofagia”, afirma Patrick Aebischer, coautor do estudo. “Uma substância completamente natural com efeitos poderosos e que podem ser medidos.”   O time de pesquisa começou testando a sua hipótese no suspeito comum: o nematódeo C. elegans. Entre os experts do processo de envelhecimento, este é o indivíduo favorito em testes, porque após somente 8 a 10 dias ele já é considerado velho. O tempo de vida de vermes expostos à urolitina A aumentou em mais de 45%, quando comparado ao grupo controle.   Estes resultados encorajadores levaram o time a testar a molécula em animais que possuem mais características em comum com os humanos. No estudo com roedores, também foi observada uma redução significante no número de mitocôndrias, indicando que um processo robusto de reciclagem celular estava acontecendo. Camundongos mais velhos, ao redor de 2 anos de idade, mostraram 42% melhor resistência enquanto corriam, em comparação com os animais do grupo controle.   Antes de comprar romãs em quantidade, entretanto, é bom saber que a fruta não contém a molécula milagrosa, mas sim o seu precursor. A molécula é convertida em urolitina A pelas bactérias que habitam o intestino. Por causa disso, a quantidade de urolitina A produzida pode variar grandemente, dependendo da espécie do animal e da flora presente no microbioma intestinal. Alguns indivíduos não produzem urolitina de todo. Se você é um deles, é possível que o suco de romã não faça efeito positivo... Mas, para isso, os pesquisadores também já estão investigando.   Quanto ao estudo clínico em andamento, de acordo com o coautor Johan Auwerx, seria surpreendente se a urolitina A não fosse efetiva em humanos. “Espécies distantes no âmbito evolucionário, como o C. elegans e o rato, reagem da mesma maneira à mesma substância. Isto é uma boa indicação que estamos tocando em um mecanismo essencial dos organismos vivos.”   A função da urolitina A é o produto de bilhões de anos de evolução paralela entre plantas, bactéria e animais. De acordo com Chris Rinsch, coautor e CEO de Amazentis, esse processo evolucionário explica a efetividade da molécula: “Precursores da urolitina A são achados não somente na romã, mas também em pequenas quantidades em muitas oleaginosas e amoras. Para que a sua transformação seja produzida em nossos intestinos, as bactérias precisam estar aptas para quebrar o que estamos comendo. Quando, via digestão, uma substância benéfica é produzida, a seleção natural favorece tanto a bactéria envolvida quanto o hospedeiro. O nosso objetivo é acompanhar validações clínicas estritas para que todos possam se beneficiar do resultado desses milhões de anos de evolução”.   A abordagem dos cientistas da EPFL fornece uma nova concepção de oportunidades para combater a degeneração muscular que ocorre com a idade e, possivelmente, também combater outros efeitos da idade. Por ajudar o corpo a se renovar, a urolitina A poderia muito bem suceder muitos produtos farmacêuticos – muitos dos quais falharam ao tentar aumentar a massa muscular. Auwerx, que também publicou uma recente descoberta dos efeitos de outra molécula para um envelhecimento saudável em Science, enfatiza a importância desses estudos. “A abordagem nutricional abre um território que a indústria farmacêutica tradicional nunca explorou. É uma mudança no paradigma científico.”   Traduzido por Essentia Pharma.  
Fonte: https://www.sciencedaily.com/releases/2016/07/160711120533.htm  
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
Leia mais

Será que o seu bioma pode engordá-lo?

O livro de Aamodt devasta o campo dos livros de dietas – e, na verdade, toda a indústria de dietas –, com a afirmação radical que é, de fato, a perda de peso gerada por dietas que leva seu corpo a recuperar o peso perdido – querendo ou não. (Por exemplo, o metabolismo do seu corpo cai precipitadamente após a perda de peso, ou seja, você tem que comer muito, muito menos do que quando você estava fazendo dieta, para não engordar.)
Leia mais

Redução moderada de calorias mesmo em pessoas não obesas reduz a inflamação

Comer menos pode nos ajudar a levar vidas mais longas e saudáveis, de acordo com os novos resultados de um grande estudo multicêntrico, liderado por pesquisadores do Jean Mayer USDA Human Nutrition Research Center on Aging, na Universidade Tufts. O estudo, publicado em Aging, revela que a restrição calórica em 25% em indivíduos não obesos saudáveis durante mais de dois anos, enquanto mantendo adequados consumos de proteína, vitaminas e minerais, pode significativamente abaixar marcadores inflamatórios sem afetar negativamente outras partes do sistema imune.
Leia mais

O papel do azeite na redução do estresse oxidativo

Os estressores ambientais, físicos e mentais causam a produção de espécies reativas de oxigênio, também conhecidas como radicais livres. Esta produção sujeita o corpo humano às pressões do estresse oxidativo.   Os radicais livres são células altamente reativas, instáveis que consistem em moléculas não emparelhadas com elétrons. As células ‘não gostam de existir’ neste estado não pareado e, portanto, procuram pelo corpo áreas estáveis, mas talvez vulneráveis para poderem roubar elétrons. Os radicais livres não discriminam. Eles precisam se estabilizar e irão pegar os elétrons de onde quer que encontrem disponíveis.   Embora os radicais livres desempenham um papel importante no organismo e exercem defesa imunológica e função celular, o seu excesso leva a danos generalizados, sendo associados com o desenvolvimento de doenças, tais como doença cardiovascular, câncer e doenças neurodegenerativas.   Essencialmente, o estresse oxidativo é como um desequilíbrio entre os sistemas oxidante e antioxidante do corpo. Os antioxidantes estabilizam os radicais livres, proporcionando um fornecimento de elétrons para estabilizar as células. Portanto, se pudermos ajudar o corpo, fornecendo mais antioxidantes, faz sentido que o estresse oxidativo é reduzido e danos a órgãos e tecidos são também reduzidos.   Os alimentos são uma das melhores fontes de antioxidantes biodisponíveis para o corpo humano, com o azeite extra virgem (AOEV) sendo a fonte mais estudada. De acordo com um estudo publicado na revista Food Chemistry, 2014, ácidos fenólicos, álcoois fenólicos, secoiridoides, lignanas e flavonas são as categorias identificadas no AEV como mais importantes. Embora seja provável, devido à atividade sinérgica de todos os compostos do azeite de oliva, segundo a pesquisa, fenóis conhecidos como tirosol e hidroxitirosol, e respectivas frações, ácido 3,4-dihidroxifeniletanol-elenólico (3,4-DHPEA-EA) e ácido 3,4- dihidroxifeniletanol-elenólico dialdeído (3,4-DHPEA-EDA), são os compostos identificados como fornecedores de maiores atividades antioxidantes.   No estudo publicado em Food Chemistry, os investigadores analisaram uma variedade de AOEV para avaliar as suas capacidades contra radicais, de inibir peróxidos lipídicos, habilidade de limpeza de óxido nitroso (NO) e peróxido de hidrogênio (H202) - todos sendo testes de escala antioxidante. Nenhuma variação para os azeites mostrou limpeza quanto ao H202, sendo que todos mostraram capacidade de eliminação de 69,9 a 76,8%. Todas as frações analisadas exibiram inibição forte contra os radicais livres, mas houve variação na amostra de 14,8 a 26,6 ng/mL. A inibição da degradação do ácido linoleico variou de 39 a 45%, e nenhuma atividade de eliminação variou de 29,8 a 40,7%.   Outro estudo mais recente, publicado no Journal of Food Composition and Analysis, 2015, analisou 32 azeites de oliva extra virgem do mercado varejista italiano para medir a sua capacidade antioxidante. Um teste chamado ensaio de ABTS é vulgarmente usado para testar os níveis de antioxidantes em alimentos. A atividade antioxidante média de ABTS para os AOEVs foi de 32,4 u.mol equivalentes de Trolox. Apenas duas das amostras foram significativamente mais elevadas, em aproximadamente 66 u.mol.   Em geral, a atividade antioxidante total nessa amostra de AOEVs foi atribuída ao polifenol hidroxitirosol, juntamente com o conteúdo de alfa-tocoferol. Outra observação interessante foi que o amargor das amostras foi um atributo dos óleos de melhor qualidade. Portanto, escolher um azeite com notas picantes amargas vai entregar maior valor antioxidante.   Embora muitos estudos mostram que o AOEV fornece uma variedade de diferentes benefícios para a saúde, em muitos casos os mecanismos ainda não são completamente compreendidos. Ainda assim, grande parte da pesquisa sobre o azeite em relação à prevenção de doença ou à reversão do seu risco, frequentemente atribui a redução do estresse oxidativo como um dos principais mecanismos.   Um estudo publicado em Food & Function, 2015, descobriu que os compostos polifenólicos do azeite de oliva extra virgem, 3,4-DHPEA-EA e 3,4-DHPEA-EDA, protegem significativamente os glóbulos vermelhos do estresse oxidativo. Em relação à doença cardiovascular, o AOEV alterou o estado de estresse oxidativo, inflamação, peroxidação lipídica e perfil lipídico na doença. Os pesquisadores chegaram a sugerir que o AOEV pode ser benéfico para a prevenção de doenças relacionadas com o estresse oxidativo, tais como a retinopatia da prematuridade, displasia bronco-pulmonar, leucomalácia periventricular e enterocolite necrosante, em recém-nascidos de muito baixo peso.   O sistema nervoso central é particularmente susceptível ao estresse oxidativo. Como um estudo publicado em Food Science and Technology explica: "Isto é, principalmente, devido às suas altas quantidades de ácidos graxos poli-insaturados que constituem facilmente substratos oxidáveis e um inerente alto fluxo de espécies reativas de oxigênio (ROS). Outra razão do estresse oxidativo é o baixo nível de enzimas antioxidantes endógenas no local em relação a outros tecidos e seu alto consumo de oxigênio".   O azeite de oliva extra virgem também exerceu uma influência positiva sobre o estresse oxidativo do sistema nervoso central, em particular nos níveis de peróxidos de lipídios do cérebro e ajudando a restabelecer a composição de ácidos graxos cerebrais – especialmente os níveis do ácido docosahexaenoico (DHA). Também foi mostrado que o azeite aumentou as atividades de enzimas antioxidantes para ajudar a mitigar os danos oxidativos que levam a desordens neurodegenerativas, tais como Alzheimer e Parkinson.   O papel que o AOEV desempenha na redução do estresse oxidativo é extremamente importante. Claramente, a pesquisa mostra que ele possui um bom custo benefício e é um alimento antioxidante que pode ser prescrito para consumo diário para reduzir os efeitos do estresse oxidativo e, portanto, reduzir o risco e progressão de muitas doenças.  
Estudos: Food Chemistry, 2014, Phenolic compounds and antioxidant capacity of virgin olive oil. Journal of Food Composition and Analysis: Nutritional quality assessment of extra virgin olive oil from the Italian retail market: Do natural antioxidants satisfy EFSA health claims?  
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.” 
Leia mais

O exercício e os efeitos colaterais da quimioterapia

Pesquisadores do Instituto de Câncer Wilmot, Universidade de Rochester, Nova Iorque, descobriram algo simples e barato para reduzir a neuropatia nas mãos e nos pés devido à quimioterapia --o exercício.   O estudo envolvendo mais de 300 pacientes com câncer, foi apresentado e honrado como "Best of ASCO" entre 5.800 estudos, no maior encontro mundial anual de oncologistas (2016), da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (sigla em  inglês, ASCO).   Os investigadores do estudo compararam diretamente os sintomas neuropáticos em pessoas que não se exercitavam com a dor sentida em pacientes que participaram de uma rotina especializada de 6 semanas de caminhada, com treino de resistência suave em casa.   O grupo exercícios relatou significativamente menos sintomas de neuropatia, que inclui dor (em choque ou queimação), formigamento, dormência e sensibilidade ao frio, e os efeitos do exercício pareceram ser mais benéficos para pacientes mais idosos, relatou o principal autor Ian Kleckner, Ph.D., biofísico e professor assistente da pesquisa do programa de sobrevivência e controle do câncer do Instituto Wilmot. Kleckner também ganhou um Prêmio de Mérito ASCO na categoria gestão da dor e dos sintomas, e foi convidado para dar uma palestra sobre seu trabalho.   Nem todas as drogas quimioterápicas causam neuropatia, mas 60% das pessoas com câncer de mama e outros tumores sólidos que recebem taxanos, alcaloides da vinca e quimioterapias baseadas em platina, provavelmente, sofrerão deste tipo de efeito colateral, afirmou Kleckner. A neuropatia é mais comumente associada com diabetes ou dano do nervo. Não há medicamentos aprovados pelo FDA disponíveis para prevenir ou tratar a neuropatia induzida pela quimioterapia, acrescentou.   O programa de exercícios especializado de Wilmot, chamado EXCAP (sigla do inglês para Exercício para Pacientes com Câncer), foi desenvolvido há vários anos na Universidade de Rochester por Karen Mustian, Ph.D., M.P.H., professora associada no programa de controle do câncer. Nos últimos anos, ela registrou a marca EXCAP e a avaliou em vários ensaios clínicos. No ano passado, na ASCO, Mustian apresentou dados de um estudo randomizado, controlado de 619 pacientes, demonstrando que EXCAP reduziu a inflamação crônica e disfunção cognitiva em pessoas que recebiam quimioterapia. O estudo de Kleckner envolveu um subconjunto de pacientes do experimento de Mustian, o qual é o maior estudo de exercício de fase 3 confirmado já realizado entre pacientes com câncer durante a quimioterapia. O seu trabalho é financiado pelo Instituto Nacional do Câncer (EUA) e o seu próprio laboratório, PEAK.   O exercício como uma ferramenta de prevenção do câncer e potencial tratamento é um tema atualmente recorrente entre os oncologistas do país e seus pacientes.   Kleckner, um fisiculturista (livre de drogas) de longa data e ex-jogador de rúgbi quando na faculdade, disse que está empenhado em compreender mais profundamente os benefícios do exercício para pacientes com câncer. "O exercício é como uma marreta porque afeta muitos caminhos biológicos e psicossociais ao mesmo tempo - circuitos do cérebro, inflamação, interações sociais – considerando-se que as drogas geralmente têm um alvo específico. Nosso próximo estudo está sendo projetado para descobrir como o exercício funciona, como o corpo reage ao exercício durante o tratamento do câncer, e como o exercício afeta o cérebro."   Mustian relatou: "Nosso programa da Universidade de Rochester, que agora inclui mais de meia dúzia de pesquisadores, está se tornando uma verdadeira potência no que se refere ao exercício oncológico. Doze anos atrás, quando começamos este trabalho, muitos disseram que não era seguro para a maioria dos pacientes com câncer se exercitar. Agora sabemos que pode ser seguro quando feito corretamente, e que tem benefícios mensuráveis. Mas, a quantidade precisa ser controlada em pacientes que estão passando por quimioterapia - por isso é importante continuar nosso trabalho e encontrar uma maneira de personalizar o exercício de uma forma que ajude individualmente".   O estudo foi apoiado pelo Programa de Pesquisa Intramural do National Institutes of Health.   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte:https://www.urmc.rochester.edu/news/story/4583/chemotherapy-and-exercise-the-right-dose-of-workout-helps-side-effects.aspx  
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.” 
Leia mais

O exercício reduz fatores de risco cardiovascular associado com o estresse crônico

O estresse constante está associado com sinais de má saúde dos vasos sanguíneos e aumento do risco de doença cardiovascular. Uma nova investigação apresentada na reunião da Experimental Biology 2016 (EB 2016), em San Diego, descobriu que o exercício aeróbico manteve os vasos sanguíneos de ratos estressados trabalhando normalmente. Os vasos sanguíneos dos animais apresentaram maior ampliação quando estimulados, em comparação com os vasos sanguíneos de ratos estressados que não se exercitavam - um sinal de melhor saúde vascular. O exercício pode ser uma terapia importante para a promoção da saúde cardiovascular em indivíduos cronicamente estressados, conclui o estudo.
Leia mais

A “super fruta” mirtilo pode ajudar a combater a doença de Alzheimer

SAN DIEGO, março de 2016 -- O mirtilo, já rotulado como uma "super fruta" por seu potencial poder para reduzir o risco de doenças cardíacas e câncer, também poderia se tornar uma outra arma na guerra contra a doença de Alzheimer. Um novo estudo reforça esta ideia, que está sendo testada por muitas equipes. Os cientistas relatam que o fruto é carregado com antioxidantes saudáveis, e estas substâncias podem ajudar a prevenir os efeitos devastadores dessa forma cada vez mais comum de demência.
Leia mais

A importância da fibra alimentar na prevenção das recidivas da doença de Crohn

As doenças inflamatórias intestinais (DII) crônicas, tais como doença de Crohn e colite ulcerosa, são associadas com uma resposta anormal à mucosa gastrointestinal, a microbiota.  Pacientes com a doença de Crohn, particularmente quando apresentam obstrução, são geralmente orientados a seguir uma dieta com pouca fibra para evitar os sintomas. Com pouca informação ou estudo sobre o papel das fibras dietéticas sobre a DII, um estudo recente, publicado em Clinical Gastroenterology and Hepatology, sugere que o consumo de fibra deve ser encorajado em doentes em remissão.
Leia mais

Estudo mostra que o brócolis pode oferecer proteção contra o câncer de fígado

Urbana, Illinois - O consumo de brócolis aumentou nos Estados Unidos durante as últimas décadas, desde que os cientistas relataram que sua ingestão, de 3 a 5 vezes por semana, pode reduzir o risco de muitos tipos de cânceres, incluindo câncer de mama, próstata e cólon.   Um novo estudo da Universidade de Illinois relata que a inclusão de brócolis na dieta também pode proteger contra o câncer de fígado, bem como ajudar na luta contra o desenvolvimento da doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA), que pode causar o mau funcionamento do fígado e levar ao hepatocarcimona (ou carcimona hepatocelular - CHC), um câncer de fígado com uma alta taxa de mortalidade.   "A história regular sobre o brócolis e a saúde é que ele pode proteger contra diferentes tipos de cânceres. Mas ninguém havia estudado o caso do câncer de fígado", relatou Elizabeth Jeffery, professora emérita de nutrição. "Decidimos que o câncer de fígado precisava ser estudado, especialmente por causa da epidemia de obesidade nos EUA.  Já consta na literatura que a obesidade aumenta o risco desse câncer e isso é particularmente verdadeiro para os homens. Eles têm quase 5 vezes maior risco de câncer de fígado, se forem obesos."   Jeffery diz que a maioria da população dos EUA possui uma dieta rica em gorduras saturadas e açúcares adicionados. No entanto, ambos são armazenados no fígado e podem ser convertidos em gordura corporal. O consumo conjunto de um elevado teor de gordura e açúcar, quando já se tem excesso de gordura corporal, está associado com o desenvolvimento de esteatose hepática (ou fígado gorduroso), o que pode levar a doenças tais como cirrose e câncer de fígado. "No estudo, chamamos a isso de dieta estilo ocidentalizado porque queríamos exemplificar como muitos de nós nos alimentamos hoje em dia", diz Jeffery.   Pesquisa anterior sugere que o brócolis, um vegetal do gênero Brassica que contém compostos bioativos, pode impedir a acumulação de gordura no fígado e proteger contra a DHGNA em camundongos. Portanto, Jeffery e sua equipe queriam descobrir o impacto do brócolis na alimentação desses animais com um conhecido agente cancerígeno causador de câncer de fígado. Os pesquisadores estudaram quatro grupos de camundongos; alguns dos quais estavam em uma dieta controle, outros sob dieta ocidentalizada, e alguns foram dados ou não o brócolis. "Queríamos olhar para o carcinógeno de fígado em camundongos que eram obesos ou não obesos", explica Jeffery. "Nós não o fizemos utilizando uma estirpe genética de animais obesos, mas animais que se tornaram obesos da mesma maneira que as pessoas o fazem, comendo um elevado teor de gordura e açúcar."   Embora os investigadores estivessem predominantemente interessados no impacto do brócolis sobre a formação e progressão de tumores cancerígenos no fígado, Jeffery explicou que eles também queriam observar a saúde do próprio órgão e como ele metabolizava os lipídios perante uma dieta rica em gordura. "Não há quase nenhuma informação sobre o brócolis e doenças associadas a um alto teor de gordura", diz ela.   O estudo mostrou que, em camundongos com uma dieta ocidentalizada, tanto o número quanto o tamanho de nódulos cancerígenos aumentaram no fígado. Mas quando o brócolis foi adicionado à dieta, o número de nódulos diminuiu. O tamanho não foi afetado. “Sobre a saúde do fígado, de fato, existem duas maneiras de torná-lo ‘gordo’: um, por comer um elevado teor de gordura e açúcar, e outro, por beber álcool em excesso. Neste caso, é chamado de doença hepática gordurosa não alcoólica porque não foi usado o álcool. E isso é algo que está se tornando prevalente entre os americanos. A doença significa que já não há mais controle sobre a quantidade de gordura que se acumula no fígado", explicou Jeffery.   Com a DHGNA, os glóbulos lipídicos formam sobre o fígado. Durante o estudo, os pesquisadores observaram esses glóbulos nos fígados dos camundongos da dieta ocidentalizada. "Descobrimos que a dieta ocidentalizada fez aumentar o fígado gordo, mas vimos que o brócolis agiu como proteção. O vegetal parou a absorção de gordura no fígado, diminuindo a absorção e aumentando a produção de lipídios".   Jeffery observa que a adição de brócolis à dieta dos camundongos não os tornou magros, ou afetou o seu peso corporal, mas controlou a saúde do fígado, e em última análise, tornou-os mais saudáveis. "Isso nos deixa muito entusiasmados."   "Não é fácil, especialmente tendo em conta as opções em restaurantes de fast food, para que todos possam ter uma dieta não ocidentalizada. Mas cada vez mais, o brócolis está presente em todos os lugares, e é uma boa ideia tê-lo em sua refeição", Jeffery acrescenta, indicando também que comer o vegetal fresco, picado ou levemente cozido no vapor é a melhor maneira de obter o seu composto de combate ao câncer, o sulforafano.   Embora o estudo utilizou apenas brócolis, Jeffery afirma que outros vegetais do gênero Brassica, tais como couve-flor ou couve-de-bruxelas, podem ter o mesmo efeito.  
Fonte:http://news.aces.illinois.edu/news/study-shows-broccoli-may-offer-protection-against-liver-cancer
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”   
Leia mais

Melhor estilo de vida conduziu a uma redução do colesterol e morte cardíaca

Os níveis de colesterol - o fator de risco mais comum para ataques cardíacos - diminuíram no norte da Suécia ao longo dos últimos 20 anos. Desde que os medicamentos representam apenas 1/3 da diminuição, a redução do risco de doença cardiovascular ocorre graças a uma mudança no estilo de vida. Isso de acordo com um estudo publicado no European Heart Journal.
Leia mais

Estudo sugere que azeite de oliva diminui riscos de desenvolvimento de câncer de mama

Mulheres que consomem uma grande quantidade de azeite de oliva extravirgem, como parte de uma dieta mediterrânea, têm menos chance de desenvolver câncer de mama em cinco anos. O estudo, feito na Espanha e publicado nesta segunda-feira (14) no portal de medicina JAMA Internal Medicine, mulheres com este costume às que estão em uma dieta com baixo consumo de gordura.
Leia mais

Alzheimer – acompanhando os estudos recentes

É sabido que o açúcar e alimentos açucarados podem causar o diabetes por elevar muito, e muito rapidamente, o nível de açúcar no sangue. Numa série de experimentos com camundongos, pesquisadores da Washington University of School Medicine, em recente estudo, observaram que altos níveis de glicose sanguínea aumentaram os níveis de placas de proteínas amiloide no cérebro, uma marca característica da doença de Alzheimer (DA). Estas placas são como acúmulos anormais de proteína suspeitos de gradualmente destruir as células cerebrais saudáveis, e principal ingrediente encontrado nos cérebros dos pacientes de Alzheimer.
Leia mais

O sal aumenta o desempenho físico em competições de resistência

Uma prova de meio-Ironman é uma competição de triathlon de média distância que consiste em 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21,1 km de atletismo. Pesquisadores espanhóis analisaram a eficácia do sal sobre o desempenho esportivo em triatletas resultando numa diferença de 26 minutos a menos entre os atletas que acrescentaram este suplemento em suas rotinas habituais de hidratação e aqueles que só usaram bebidas esportivas para completar a prova.
Leia mais

Novo estudo postula o papel de produtos de glicação avançada ao risco de doença de Alzheimer

Um novo estudo publicado no Journal of Alzheimer’s Disease fornece evidências de que cozinhar os alimentos a altas temperaturas aumenta o risco de doença de Alzheimer. Este estudo analisou o conteúdo de produtos de glicação avançada (AGEs) em dietas nacionais, comparações de estudos clínicos, e comparando o AGEs total com as taxas de doença de Alzheimer.
Leia mais

Estudo mostra que o exercício regular pode fazer crescer regiões vitais do seu cérebro

A importância de uma dieta rica em nutrientes para manter a saúde mental tem sido bem documentada, mas o que pode ser subestimado é o valor do exercício físico para a preservação e até mesmo melhorar a função cerebral. À medida que envelhecemos, o cérebro perde lentamente a elasticidade e, como consequência, a perda de memória e o risco de demência aumentam.
Leia mais

Quanto maior a capacidade antioxidante da dieta, menores os indicadores de doenças cardiovasculares

Em um artigo publicado online no European Journal of Clinical Nutrition, os pesquisadores da Universidade de Connecticut relataram uma associação entre uma maior capacidade de antioxidantes na dieta e reduções nos níveis plasmáticos de homocisteína e proteína C-reativa (PCR), ambos os quais são marcadores de maior risco de doença cardiovascular.
Leia mais

Revisão nutricional nos Estados Unidos: menos consumo de açúcar e diminuição de restrições ao colesterol e gordura

Um painel consultivo sobre nutrição que ajuda a moldar as diretrizes alimentares oficiais do país (Estados Unidos) aliviou algumas de suas restrições anteriores sobre gordura e colesterol e recomendou novos limites precisos sobre a quantidade de açúcar adicionado (açúcar não naturalmente presente) que se deve consumir.
Leia mais

Um simples teste de 20 segundos pode ajudar no prognóstico da saúde do cérebro

De acordo com pesquisa publicada on-line em Stroke, a dificuldade de ficar em pé sobre uma perna pode indicar que infartos lacunares ou microbleeds já ocorreram, significando que o risco de acidentes vasculares cerebrais mais graves seja alto. Os pesquisadores Yasuharu Tabara, Ph.D., professor associado do Centro de Medicina Genômica na Graduate School of Medicine da Universidade de Kyoto, no Japão, e colegas recrutaram 1.387 homens e mulheres, média de 67 anos de idade, e pediram que se equilibrassem em uma perna por um minuto. No estudo também foi utilizada a ressonância magnética para avaliar a doença nos pequenos vasos cerebral na forma de infarto lacunar e micro hemorragias (microbleed). Os pesquisadores descobriram que a incapacidade de se equilibrar em uma perna por 20 segundos ou mais estava associada ao fato de infartos lacunares e microbleeds já terem ocorrido. Problemas de equilíbrio também foram associados com a função cognitiva reduzida. "Indivíduos mostrando instabilidade em pé sobre uma perna, bem como problemas para caminhar, devem receber maior atenção, pois esta fragilidade física pode ser sinal de anormalidades cerebrais potenciais e declínio mental", afirmou Dr. Tabara ao HealthDay.  
      Traduzido por Essentia Pharma Fonte: http://www.pri-med.com/pmo/MedicalNewsDetail.aspx?id=16154 Imagem: American Heart Assn   
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”    
Leia mais

Extrato de algas marinhas Seanol® melhora a saúde do coração

Alguma vez você já desejou um suplemento maravilha? Muitos pesquisadores consideram o extrato de algas Seanol® ser o mais próximo disso. Por quê? O Seanol é um antioxidante cerca de 100 vezes mais poderoso do que outros antioxidantes. Na verdade, ele é um dos melhores combatentes de radicais livres do mundo, ajudando a livrar o corpo de radicais livres nocivos que estão na origem do envelhecimento e doenças cardíacas.Ele é um extrato de algas marinhas padronizado de compostos naturais de plantas, chamadas fenóis, a partir da alga marrom-avermelhada asiática comestível, chamada de Ecklonia cava. Esta forma de extrato de algas cresce nas profundezas das águas ao largo do Japão e Coréia do Sul. Cientistas colhem cuidadosamente o extrato de algas marinhas com a mão, em seguida, colocam para secar naturalmente para proteger seu conteúdo de nutrientes. Na verdade, o nome "Seanol" vem da fonte dos compostos – em inglês “sea” significa “mar”.
Leia mais

Como a cúrcuma pode curar danos no cérebro

Uma das perguntas que mais escutamos é "qual o melhor tipo de cúrcuma ou curcumina?”. Obviamente, tendo em conta o estudo anteriormente mencionado, a planta inteira exerce uma vasta gama de compostos terapêuticos do que a curcumina por si só. E, no entanto, a maioria das pessoas se concentra inteiramente na questão da ‘quantidade’, optando por identificar o peso molecular (ou seja, quantos miligramas por porção) de um certo composto como mais importante do que as dimensões qualitativas como por exemplo, ‘é orgânica?’ ou ‘está dentro de seu contexto natural como alimento ou uma planta (completa)?’, que reflete o tipo de informação nutrigenômica que a substância contém, e, portanto, a ‘inteligência’ que encarna. (Para saber mais sobre a inteligência dos alimentos ver o meu curso online "The Wisdom of Food'.)
Leia mais

Os Efeitos da Capsaicina e Capsiate sobre o Balanço Energético: Revisão Crítica e Meta-Análises de Estudos em Humanos

O consumo de alimentos picantes contêm capsaicina, o princípio maior da pungência das pimentas, supostamente promove balanço energético negativo. No entanto, muitas pessoas se abstêm de alimentos picantes devido à queimadura sensorial e dor induzida pela molécula da capsaicina. Uma alternativa potencial para não usuários de alimentos picantes que desejam explorar essa propriedade equilibrante de energia é o consumo de pimentas não pungentes ricas em capsiate, um análogo da capsaicina não pungente recentemente identificada contida em pimentas doces CH-19.
Leia mais

Será Que Bochechos Com Carboidratos Podem Melhorar O Desempenho Durante O Exercício? Uma Revisão Sistemática

O objetivo desta revisão foi identificar estudos que investigaram o efeito de bochechos de carboidratos (CHO) sobre o desempenho do exercício e para quantificar a diferença média geral deste tipo de manipulação em todos os estudos. Os principais mecanismos que envolvem o potencial benefício do bochecho de CHO sobre o desempenho também foram explorados. Uma revisão sistemática foi realizada nas seguintes bases de dados eletrônicos:
Leia mais

Células cerebrais recém-descobertas explicam um efeito pró-social da oxitocina

A oxitocina, o hormônio do amor, ajuda os casais a se apaixonarem, vincula suas mães com seus bebês e incentiva equipes a trabalharem juntas. Agora uma nova pesquisa da Universidade de Rockefeller, revela um mecanismo pelo qual esse hormônio pró-social tem efeito sobre as interações entre os sexos, pelo menos em determinadas situações. A chave, ao que parece, é uma classe recém-descoberta de células cerebrais.
Leia mais

Suécia torna-se a primeira nação ocidental a rejeitar a dieta de baixo teor de gordura a favor da nutrição low-carb e alto teor de gordura

A Suécia tornou-se a primeira nação ocidental a rejeitar o dogma popular da dieta de baixa gordura a favor do aconselhamento nutricional rico em gordura e pobre em carboidratos. A mudança no aconselhamento dietético ocorreu após a publicação de um estudo independente de dois anos pelo Conselho Sueco de Avaliação de Tecnologias em Saúde (sigla na língua nórdica, SBU). O comitê analisou 16 mil estudos publicados desde 31 de maio de 2013.
Leia mais

Estudo sobre a Vitamina D e seu papel no prognóstico do câncer

Uma nova meta-análise divulgada pelo periódico British Medical Journal (BMJ), envolvendo os Estados Unidos e vários países da Europa, investigou a associação da Vitamina D e a mortalidade com atenção à variantes como idade, sexo e estação do ano em diferentes países e contando com a participação de 26.018 adultos de 50 a 79 anos de idade.
Leia mais

Células cerebrais recém-descobertas explicam um efeito pró-social da oxitocina

A oxitocina, o hormônio do amor, ajuda os casais a se apaixonarem, vincula suas mães com seus bebês e incentiva equipes a trabalharem juntas. Agora uma nova pesquisa da Universidade de Rockefeller, revela um mecanismo pelo qual esse hormônio pró-social tem efeito sobre as interações entre os sexos, pelo menos em determinadas situações. A chave, ao que parece, é uma classe recém-descoberta de células cerebrais. 
Leia mais

A salsinha e a nossa saúde

A salsa, que muitas vezes usamos na cozinha, não é apenas tempero. Como chá ou suco ela pode ajudar no tratamento de algumas doenças e também contribui na redução de peso. Esta pequena planta Mediterrânea com cerca de 2000 anos de idade contém grandes quantidades de vitaminas que fortalecem o sistema imunológico, ossos e sistema nervoso. 
Leia mais

Nutrientes Para O Cérebro De Crianças

Crianças em idade escolar precisam ter um "cérebro bem nutrido" para lidar com as demandas de trabalho da escola, o que requer memória, concentração, atenção e função cognitiva. Uma criança que não cumpre essas expectativas acaba ficando submetida a um desempenho escolar inferior. O que pode significar a diferença na obtenção de um desempenho escolar melhor é o tipo de nutrientes que elas tomam diariamente.
Leia mais

Estudo sugere que beber café descafeinado ou normal pode ser bom para o fígado

Pesquisadores do Instituto Nacional do Câncer, nos Estados Unidos, relata que beber café pode beneficiar a saúde do fígado. Os resultados do estudo publicado na revista Hepatology, um jornal da Associação Americana para o Estudo das Doenças do Fígado, mostram que o alto consumo de café, independentemente do teor de cafeína, foi associado a níveis mais baixos de enzimas hepáticas anormais. Isto sugere que os compostos químicos presentes no café (aqui não contando com a cafeína) pode ajudar a proteger o fígado.
Leia mais

Você suplementa todas as formas de Vitamina E que sua memória precisa?

Idosos com níveis maiores de vitamina E no sangue são menos propensos a sofrer de problemas de memória comparados àqueles com níveis mais baixos, de acordo com um estudo publicado recentemente. Os pesquisadores concluíram que as diferentes formas de vitamina E parecem desempenhar um papel importante nos processos de formação da memória.
Leia mais

Quinoa: boa opção aos celíacos!

Incrementar uma dieta gluten free ("livre de glúten") não é tarefa fácil aos milhares de celíacos existentes atualmente. A quinoa, um grão originário do México, quando adicionada a uma dieta típica, mostrou-se ser bem tolerada entre esses consumidores, apresentou um novo estudo do American Journal of Gastroenterology.Dr. Victor Zevallos, do Departamento de Gastroenterologia da King's College, em Londres, na Inglaterra, avaliou os efeitos do grão nesses pacientes. Anteriormente, estudos mostraram que as proteínas contidas na quinoa poderiam estimular as respostas imunes inata e adaptativa em quem sofria da doença.
Leia mais

Um nutriente específico pode otimizar a função cerebral

O excesso e a rapidez com que as informações invadem nossas vidas atualmente fazem com que muita gente busque melhorar a função cognitiva para dar conta de todo o armazenamento. Um  estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, em maio de 2013, pode solucionar essa busca constante. Aqui os autores apontam dois importantes fatores. Primeiro, a importância do ácido docosahexaenoico, o DHA, para a função cerebral. Segundo, que seus bons níveis no corpo dependem da ingestão diária de alimentos fonte de ômega 3, pois deles obteremos o DHA. Caso isso não aconteça, um indivíduo pode se beneficiar com a suplementação, dizem os autores.
Leia mais

Alimentos com alto teor de fibras proporcionam uma boa proteção contra doenças cardiovasculares, principalmente em mulheres.

As fibras alimentares formam um conjunto de substâncias derivadas de vegetais resistentes à ação das enzimas digestivas humanas. São estruturas derivadas de polissacarídeos que formam as moléculas de celulose e tem papel importante no metabolismo, pois podem ter função energética, como o amido e o glicogênio, ou estrutural, atuando no processo digestivo.
Leia mais

Extrato de Green Coffee (Café Verde) auxilia na perda de peso, confirma estudo

Pesquisadores da Universidade de Scranton, na Pensilvânia, relataram uma perda de peso significativa após a suplementação com extrato de Green Coffee (café verde). O extrato não possui aroma nem sabor, porém é constituído de níveis elevados de ácido clorogênico, composto que tem a capacidade de modular a sensação do sabor doce, além de efeitos metabólicos específicos como alteração do metabolismo da glicose pós-prandial. Os ácidos clorogênicos são amplamente encontrados em produtos naturais e exercem ações antioxidantes, antitumorais, antibacterianas, antifúngicas e anti-inflamatórias.
Leia mais

Como consumir ovos corretamente?

O ovo é uma importante fonte de proteínas de alto valor biológico, lipídeos, vitaminas A, D e ácido fólico, e diversos minerais como fósforo, sódio, potássio, cálcio, magnésio, ferro e selênio, além do próprio colesterol. Além desses nutrientes, o ovo possui substâncias carotenoides, como a luteína e a zeaxantina, que ajudam a prevenir a degeneração ocular, principal causa de cegueira nos idosos. Juntamente com suas vantagens nutricionais, o ovo é um alimento mais barato que outras fontes de proteínas.
Leia mais

Idosos com resistência a síntese proteica necessitam de maior ingestão de proteínas junto ao exercício resistido, segundo pesquisa

Em uma revisão recentemente publicada pela Universidade McMaster, Ontario, Canadá, sintetizou-se evidências recentes, a fim de fornecer recomendações práticas sobre o exercício e intervenções nutricionais em população com sarcopenia. Esta é uma síndrome altamente prevalente em idosos, conferindo maior risco para quedas, fraturas, incapacidade, hospitalização recorrente e mortalidade. Essa condição dá-se, entre outros fatores, através do desequilíbrio entre a síntese e a quebra de proteína muscular.
Leia mais

Estudos demonstram os benefícios do óleo de coco para a saúde e sua utilização no dia a dia

O óleo de coco tem sua composição rica em ácidos graxos de cadeia média, rapidamente absorvida pelo organismo e com uma taxa de oxidação mais alta que os ácidos graxos de cadeia longa, gerando maior gasto de energia pelo corpo em sua metabolização (termogênico).  A sua composição também justifica a diminuição das lipoproteínas de baixa densidade (LDL), já que não entram na formação desse colesterol.
Leia mais