Abacate pode impulsionar a cognição em adultos mais velhos

Consumir um abacate por dia pode levar a uma melhor função cognitiva em adultos mais velhos saudáveis, graças ao aumento dos níveis de luteína no cérebro e nos olhos, de acordo com uma nova pesquisa publicada em Nutrients. A pesquisa rastreou como 40 adultos saudáveis com idade igual ou superior a 50 anos que comeram um abacate por dia durante seis meses experimentaram um aumento de 25% nos níveis de luteína em seus olhos e melhoraram significativamente a memória de trabalho e as habilidades de resolução de problemas.
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Benefícios cognitivos e antidepressivos dos flavonoides

  Evidências epidemiológicas sugerem que o consumo de flavonoides (polifenóis encontrados comumente em frutas, vegetais, chás, café e chocolate) está associado a um menor risco de desenvolver depressão. Uma explicação plausível para esta associação são os bem documentados efeitos benéficos dos flavonoides na função executiva, ou seja, regulação dos processos cognitivos, incluindo memória de trabalho, raciocínio, flexibilidade de tarefas e resolução de problemas, bem como o planejamento e execução.
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Pesquisadores da NEOMED identificam ligação entre cérebro e ossos na doença de Alzheimer

Pesquisadores da NEOMED (Northeast Ohio Medical University) acabam de identificar uma importante conexão entre áreas do tronco encefálico – a área que controla o humor, o sono e o metabolismo – e alterações prejudiciais aos ossos em um modelo pré-clínico da doença de Alzheimer (DA). O estudo foi liderado por Christine Dengler-Crish, Ph.D., professora assistente de ciências farmacêuticas, anatomia e neurobiologia, e será publicado na próxima edição do Journal of Alzheimer's Disease, uma revista internacional multidisciplinar que relata o progresso na compreensão das causas, sintomas e tratamento da doença de Alzheimer.
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CoQ10 pode beneficiar aqueles com doença neurodegenerativa

A Atrofia de Múltiplos Sistemas (AMS) é uma desordem neurológica degenerativa caracterizada por falência autônoma progressiva – parte do sistema nervoso que controla a ação involuntária, como pressão sanguínea ou digestão –, além de várias combinações de parkinsonismo, ataxia cerebelar e disfunção piramidal. Os sintomas refletem na perda da função e morte de diferentes tipos de células nervosas no cérebro e na medula espinhal.
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Probióticos melhoraram a cognição em pacientes com Alzheimer

Pela primeira vez, cientistas mostraram que os probióticos – bactérias e leveduras benéficas tomadas como suplementos – podem melhorar a função cognitiva em seres humanos. Em um novo ensaio clínico, os cientistas mostram que uma dose diária de probiótico composto por bactérias Lactobacillus e Bifidobacterium, tomada durante um período de apenas 12 semanas, é suficiente para fornecer uma moderada, mas significativa melhoria em pacientes idosos com Alzheimer, segundo pontuação do mini exame do estado mental (MEEM), uma medida padrão de comprometimento cognitivo.   Os probióticos são conhecidos por dar proteção parcial contra certas diarreias infecciosas, síndrome do intestino irritável, doença inflamatória do intestino, eczema, alergias, resfriados, cárie dentária e doença periodontal. Mas os cientistas têm há muito tempo a hipótese de que os probióticos também podem impulsionar a cognição, pois há uma comunicação contínua em dois sentidos entre a microflora intestinal, o trato gastrointestinal e o cérebro através do sistema nervoso, do sistema imunológico e dos hormônios (ao longo do chamado "eixo microbiota-intestino-cérebro"). Em camundongos, probióticos realmente têm sido mostrados para melhorar a aprendizagem e memória, reduzir a ansiedade e depressão, bem como sintomas semelhantes ao TOC. Mas, antes do presente estudo, haviam evidências muito limitadas de quaisquer benefícios cognitivos nos seres humanos.   Aqui, os pesquisadores da Universidade Kashan de Ciências Médicas, Kashan, e da Universidade Azad Islâmica, Teerã, ambas no Irã, apresentam resultados de um ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado em um total de 52 mulheres e homens com Alzheimer (entre 60 e 95 anos de idade). Metade dos pacientes recebeu diariamente 200ml de leite enriquecido com quatro bactérias probióticas, Lactobacillus acidophilus, L. casei, L. fermentum e Bifidobacterium bifidum (aproximadamente 400 bilhões de bactérias por espécie), enquanto a outra metade recebeu leite não suplementado.   No início e no final do período experimental de 12 semanas, os cientistas recolheram amostras de sangue para análises bioquímicas e testaram a função cognitiva dos participantes com o MEEM, o qual inclui perguntas como a data atual, contar de trás para frente a partir do número 100 (em intervalos de sete), nomear objetos, repetir uma frase e copiar uma imagem.   Ao longo do estudo, a pontuação média do MEEM aumentou significativamente (de 8,7 para 10,6, de um máximo de 30) no grupo que recebeu probióticos, mas não no grupo controle (de 8,5 para 8,0). Embora o aumento seja moderado e todos os pacientes permaneçam gravemente prejudicados cognitivamente, esses resultados são importantes porque são os primeiros a mostrar que os probióticos podem melhorar a cognição humana. Pesquisas futuras em maior quantidade de pacientes e em períodos mais longos são necessárias para testar se os seus efeitos benéficos se tornam mais fortes após um tratamento mais longo.   "Em um estudo anterior, mostramos que o tratamento com probiótico melhora a aprendizagem espacial prejudicada e memória em ratos diabéticos, mas esta é a primeira vez que a suplementação foi mostrada para beneficiar a cognição em humanos cognitivamente prejudicados", relata o professor e autor sênior do estudo Mahmoud Salami da Universidade de Kashan.   O tratamento com probióticos também resultou em níveis mais baixos de triglicerídeos, lipoproteína de muito baixa densidade (VLDL), proteína C-reativa de alta sensibilidade (hs-CRP) no sangue, e redução de duas medidas comuns (chamadas "Homeostatic Model Assessment", HOMA-IR e HOMA-B) de resistência à insulina e de atividade das células produtoras de insulina no pâncreas.   "Essas descobertas indicam que a mudança nos ajustes metabólicos pode ser um mecanismo pelo qual os probióticos afetam a doença de Alzheimer e, possivelmente, outras doenças neurológicas", diz Salami. "Planejamos analisar esses mecanismos mais detalhadamente em nosso próximo estudo."   Walter Lukiw, professor de neurologia, neurociência e oftalmologia na Universidade Estadual de Louisiana, que analisou o estudo, disse: "Este estudo inicial é interessante e importante porque provê evidência que o microbioma do trato gastrointestinal (GI) desempenha um papel na função neurológica e indica que os probióticos podem, em princípio, melhorar a cognição humana. Esse achado está em linha com alguns dos nossos estudos recentes que indicam que, na doença de Alzheimer, a composição do microbioma do trato GI é significativamente alterada, quando comparada com os controles (de mesma idade), e que tanto a barreira do trato GI como a hematoencefálica tornam-se significativamente mais permeáveis com o envelhecimento, permitindo assim que exsudados microbianos (por exemplo, amiloides, lipopolissacarídeos, endotoxinas e pequenos RNAs não codificantes) acessem os compartimentos do sistema nervoso central."   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: https://www.sciencedaily.com/releases/2016/11/161110162840.htm
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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Novo estudo: A suplementação de vitamina D melhora os sintomas do autismo em crianças

Em 2008, o Dr. John Cannell, MD, fundador do Conselho de Vitamina D dos Estados Unidos, publicou o primeiro artigo sugerindo uma relação entre o baixo nível de vitamina D e aumento do risco de autismo. Ele criou sua hipótese com base nos dados que ilustram um aumento da prevalência de autismo nas regiões menos ensolaradas. Apenas estudos observacionais haviam confirmado sua hipótese até agora, mas em estudo inovador, os pesquisadores provaram que a suplementação de vitamina D reduz os sintomas do autismo em crianças.
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Vitamina E, curcumina e açafrão como ajuda no tratamento da doença de Alzheimer

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa, caracterizada pela deterioração variável das habilidades cognitivas e consequentes destas, incluindo memória, fala, emoções e personalidade. E não somente para a pessoa, mas a doença tem também um efeito prejudicial sobre as famílias e pessoas queridas no âmbito físico, mental e financeiro. A cura para a doença de Alzheimer (DA) seria o ideal, mas, enquanto a ciência procura avançar neste sentido, a sua prevenção ou o retardamento de sua progressão é uma necessidade e possível realidade.
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Pessoas com baixos níveis de ocitocina apresentam empatia reduzida

As pessoas que sofrem de condições médicas que reduzem os níveis de ocitocina sofrem mais dificuldades ao executar tarefas que exigem empatia, de acordo com uma nova pesquisa apresentada na conferência anual da Society for Endocrinology, em Brighton, Inglaterra. A pesquisa é a primeira a estudar seres humanos com nível reduzido de ocitocina e sugere que a reposição hormonal poderia melhorar o bem-estar psicológico dessas pessoas.
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Acupuntura como possibilidade de regeneração do cérebro na doença de Alzheimer

Investigadores, ao testar os potenciais efeitos positivos de "micro-lesões" através do uso de pequenas agulhas na região do hipocampo de camundongos modelados com a doença de Alzheimer (DA), descobriram que o processo não só estimulou a atividade regenerativa do hipocampo, mas também reduziu placas com beta-amiloides, uma característica da condição.
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Demência versus Alzheimer: como se diferem

A demência e doença de Alzheimer podem compartilhar muitos dos mesmos sintomas, mas os dois nomes não significam a mesma condição. Aqui está o que você precisa saber sobre essas condições para evitar este erro comum.   A demência é uma síndrome, ou um grupo de sintomas que ocorre em conjunto de forma consistente. Não é uma doença específica. O termo "demência" é usado para descrever um conjunto de sintomas que pode incluir perda de memória, dificuldade de pensamento, resolução de problemas, ou problemas com a linguagem. Ela é causada por danos nas células do cérebro, e, porque a doença de Alzheimer ‘destrói’ o cérebro, ela é uma das causas mais comuns da demência.   Tanto quanto 50 a 70% de todos os casos de demência são causados pela doença de Alzheimer. No entanto, outras condições podem também ser a causa, tal como as doenças de Creutzfeldt-Jakob e de Parkinson. Além disso, a demência é muitas vezes erradamente referida como "senilidade" ou "demência senil", que reflete a crença anteriormente generalizada, mas incorreta, de que o declínio mental grave é parte normal do envelhecimento.   De acordo com a Associação de Alzheimer, os sintomas de demência variam muito e podem incluir fatores como problemas de memória, comunicação e linguagem, perda da capacidade de se concentrar e prestar atenção, dificuldades com o raciocínio e julgamento, e problemas com a percepção visual. No entanto, os diferentes tipos de demência estão associados a diferentes tipos de danos cerebrais.   Além disso, estima-se que 10% das pessoas com demência têm mais do que um tipo de demência, ao mesmo tempo, sendo o mais comum a combinação da doença de Alzheimer com demência vascular.   De acordo com a Associação de Alzheimer, a doença de Alzheimer é um tipo específico de demência causado quando altos níveis de certas proteínas no interior e exterior das células cerebrais tornam difícil para as células do cérebro se manterem saudáveis e para se comunicarem umas com as outras. Isto leva à perda de conexões entre as células nervosas, e eventualmente à sua morte e à perda de tecido cerebral. Alguns sintomas são: perda de memória, dificuldade em planejar, resolver problemas, completar tarefas domésticas, de lazer ou no trabalho, confusão temporal ou de localização, dificuldade de compreender imagens, dificuldade com as palavras no falar e escrever, colocar coisas em lugares diferentes, redução da habilidade de julgamento/tomada de decisão, mudança de personalidade e humor.   Aqui está a grande diferença entre a doença de Alzheimer e demência -- quando um indivíduo é diagnosticado com demência, ele é diagnosticado com base em seus sintomas, sem realmente saber o que está por trás dos sintomas. Na doença de Alzheimer, a causa exata dos sintomas é compreendida. Além disso, a doença de Alzheimer ainda não parece ser reversível, enquanto que alguns tipos de demência, tais como aqueles causados por problemas nutricionais ou interação com alguma droga, podem ser revertidos. Traduzido por Essentia Pharma
Fonte: http://www.medicaldaily.com/alzheimers-vs-dementia-how-they-differ-and-what-do-393669
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Explorando a conexão intestino e cérebro para a esclerose múltipla

Uma recente pesquisa científica feita por investigadores da Brigham and Women’s Hospital (BWH) sugere que as bactérias que vivem no intestino podem influenciar remotamente a atividade das células do cérebro que estão envolvidas no controle da inflamação e neurodegeneração. Usando modelos pré-clínicos de esclerose múltipla e amostras de pacientes com a doença, a equipe encontrou evidências de que mudanças na dieta e na flora intestinal podem influenciar os astrócitos no cérebro e, consequentemente, a neurodegeneração, apontando para potenciais alvos terapêuticos. Os resultados da equipe foram publicados na revista Nature Medicine.
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O iodo aumenta o QI do bebê e reduz os custos de cuidados de saúde

De acordo com um novo estudo britânico, os suplementos de iodo podem aumentar o QI de um bebê, e até mesmo gestantes que vivem em países com deficiência moderada do mineral poderiam se beneficiar de sua suplementação.   "A deficiência de iodo durante a gravidez continua a ser a principal causa de retardo evitável em todo o mundo. Mesmo a deficiência de iodo leve durante a gravidez está associada com crianças com QI mais baixo", Kate Jolly, coautora e professora de saúde pública da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, afirmou a HNGN.com. "Já está na hora de todas as mulheres que vivem em países com deficiência de iodo (sem orientação de sua suplementação), e que estejam grávidas, amamentando, ou planejando uma gravidez, sejam aconselhadas a tomar um suplemento diário contendo o mineral."   O estudo, publicado na revista The Lancet Diabetes & Endocrinology, calculou o valor financeiro de um QI reduzido na infância (afetando a saúde, nível educacional e ganhos financeiros durante a vida) para a sociedade. Eles descobriram que as gestantes que se suplementam com iodo poderiam economizar US$ 7.022.   A Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar têm recomendado que as mulheres grávidas e lactantes tomem um suplemento de iodo diariamente, mas o aviso nem sempre é emitido em regiões com deficiência leve de iodo, como o Reino Unido e os EUA.   A deficiência de iodo entre as gestantes americanas está em ascensão, informa o Council for Responsible Nutrition (CRN). As mulheres grávidas e lactantes devem complementar sua dieta com um multivitamínico diário que contenha 150mcg de iodo, de acordo com um artigo recente publicado em Natural Medicine Journal, de autoria de três cientistas do CRN.   Traduzido por Essentia Pharma  
Referência:http://newhope.com/minerals/iodine-boosts-baby-s-iq-cuts-healthcare-costs
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Molécula natural pode melhorar a doença de Parkinson

Newswise - (Philadelphia) - A molécula natural, N-acetilcisteína (NAC), com fortes efeitos antioxidantes, mostra potencial benefício como parte do tratamento para pacientes com Parkinson, segundo um estudo publicado na revista PLoS ONE. Combinando avaliações clínicas de habilidades físicas e mentais de pacientes com imagens cerebrais que acompanhavam os níveis de dopamina, cuja falta é apontada como causadora de Parkinson, médicos dos departamentos de Medicina Integrativa, Neurologia e Radiologia, da Universidade Thomas Jefferson, mostraram que pacientes que receberam NAC melhoram ambas as medidas.
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O que centenas de freiras estão nos ensinando sobre como proteger o cérebro

Doença de Alzheimer. Esta desordem cerebral, estimada afetar 30 por cento de todos aqueles com idade superior a 85, corrói sistematicamente as suas memórias e habilidades de raciocínio - por isso não é nenhuma surpresa que muitos querem evitá-la. E as melhores pistas sobre como prevenir essa doença, e proteger o cérebro de outras relacionadas à demência, estão vindo de um estudo de referência que este ano celebra o seu 30º aniversário.   Os participantes   Estima-se que a demência - os que sofrem de Alzheimer compõem 70 por cento - custa ao sistema de saúde australiano quase US$ 5 bilhões por ano. Então, o que fazer para identificar os fatores de risco? Fácil: Encontra-se um grande número de pessoas, determina-se quais delas têm ou não a doença, em seguida, analisa-se o que os dois grupos fizeram de forma diferente.   Exceto para os resultados mais precisos, todas essas pessoas precisam ter vivido exatamente o mesmo estilo de vida, a mesma dieta, o mesmo número de parceiros sexuais, e aproximadamente a mesma quantidade de sono ... por décadas. Como se vê, não é tão fácil - a menos que você tenha acesso a centenas e centenas de freiras.   E isso é exatamente o que o Dr. David Snowdon, professor de neurologia na Universidade de Kentucky, pontuou quando visitou as School Sisters of Notre Dame, em 1986, no que mais tarde ficou conhecido como "o estudo das freiras". Ele contou com a ajuda de 678 freiras católicas, que lhe deram todos os seus registros médicos e concordaram em doar seus cérebros após a morte para um estudo mais aprofundado.   O que fez este grupo de participantes do estudo tão especial foi a semelhança particular com a qual todas tinham levado suas vidas - nenhuma delas fumava, nenhuma bebeu excessivamente, nenhuma teve parceiros e todas tiveram uma rotina significativa. No mundo da ciência, para se ter tantos participantes com aproximadamente as mesmas variáveis de controle é uma verdadeira dádiva de Deus, e quase impossível de replicar.     Os resultados   O estudo das freiras ainda está em curso, mas o que Snowdon e sua equipe descobriram até agora é notável. O mais intrigante, as autópsias dos cérebros das freiras mostraram que todas possuíam os sinais físicos da doença de Alzheimer - ainda que em vida nenhum sintoma se apresentou, permanecendo mentalmente ágeis na velhice.   A conclusão principal parece ser que as pessoas que leem, escrevem e se estimulam intelectualmente ao longo de seus primeiros vinte anos terão uma melhor chance de, mais tarde na vida, afastar a demência.   As lições   Então, o que os cérebros das freiras podem ensinar a nós todos sobre como afastar a demência à medida que envelhecemos? Snowdon afirma que as lições aprendidas a partir de sua pesquisa são interessantes, mas certamente não são 100 por cento comprovadas. Embora as freiras se apresentaram como um grupo raro de participantes, não se pode fazer suposições baseadas em um único estudo.   Dito isso, ele acredita que o dano físico ao cérebro - seja através de acidente vascular cerebral ou concussão - é provável que acelere o ritmo a que a doença de Alzheimer se desenvolve. Comportamentos que podem causar um AVC (acidente vascular cerebral), como a falta de exercício físico, tabagismo e má alimentação, podem também desempenhar um papel de risco. Snowdon também descobriu que, durante exames cerebrais, as freiras que tinham altos níveis de folato eram menos propensas a ter as cicatrizes físicas da doença de Alzheimer em seus cérebros. O folato (por vezes referido como ácido fólico) é uma vitamina do grupo B encontrada concentrada em vegetais verde-escuros, como espinafre e brócolis.   Quando você consome alimentos ricos em ácido fólico, o seu corpo torna-se mais eficiente na produção de fitas de DNA, que ajudam a proteger o cérebro, sistema nervoso central e até mesmo sua saúde emocional. Geralmente, médicos recomendam às gestantes o consumo de níveis adequados de folato, uma vez que está provado que ele reduz o risco de defeitos do tubo neural em bebês.   Por último, mas não menos importante, a lição mais surpreendente do estudo das freiras em curso é que as irmãs que usaram seus cérebros várias vezes por dia para ler, escrever, pensar e analisar - eram menos prováveis (embora não garantido) a sucumbir à doença de Alzheimer.   Ao todo, graças às extremamente generosas irmãs de Notre Dame, parece que estamos começando a desbastar as bordas do que pode causar os distúrbios relacionados com a demência, como a doença de Alzheimer. E quanto mais nos aproximamos, o conselho se aproxima mais do senso comum. Para uma melhor chance, se alimente bem, se exercite, use seu cérebro e tente evitar danificá-lo.  
Fonte: http://coach.ninemsn.com.au/2016/05/17/11/12/the-nun-study-and-dementia  
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A “super fruta” mirtilo pode ajudar a combater a doença de Alzheimer

SAN DIEGO, março de 2016 -- O mirtilo, já rotulado como uma "super fruta" por seu potencial poder para reduzir o risco de doenças cardíacas e câncer, também poderia se tornar uma outra arma na guerra contra a doença de Alzheimer. Um novo estudo reforça esta ideia, que está sendo testada por muitas equipes. Os cientistas relatam que o fruto é carregado com antioxidantes saudáveis, e estas substâncias podem ajudar a prevenir os efeitos devastadores dessa forma cada vez mais comum de demência.
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Diferentes tipos de atividade física melhoram o volume cerebral e reduzem o risco de Alzheimer pela metade

Um estudo, conduzido por pesquisadores do centro médico da UCLA, Califórnia, e Universidade de Pittsburgh, Pensilvânia, é o primeiro a mostrar que praticamente qualquer tipo de atividade física aeróbica pode melhorar a estrutura do cérebro e reduzir o risco de Alzheimer. Financiado pelo Instituto Nacional de Envelhecimento (sigla em inglês, NIA), EUA, o estudo foi publicado em Journal of Alzheimer’s Disease.
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Estratégia nutricional para reduzir o risco do autismo

O ácido fólico tem sido há muito apontado como um complemento importante para as mulheres em idade fértil por sua capacidade de prevenir defeitos no cérebro e medula espinhal em desenvolvimento do bebê. Na verdade, o ácido fólico é considerado tão importante que é adicionado como um suplemento em pães, massas, arroz e cereais para ajudar a garantir a exposição de mulheres a quantidades suficientes deste nutriente, mesmo antes de saber que está grávida.
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Pesquisadores descobrem que os níveis de vitamina B12 cerebrais sofrem redução com a idade e são prematuramente baixos em pessoas com autismo e esquizofrenia

Newswise - FORT LAUDERDALE-DAVIE, Florida. - Um novo estudo publicado na revista on-line, Public Library of Science One (PLoS ONE) descobriu que os níveis de vitamina B12 no cérebro são significativamente reduzidos nos idosos e são muito menores em indivíduos com autismo ou esquizofrenia, em comparação com seus pares em idades semelhantes. Por exemplo, crianças com autismo (idade < 10) possuem três vezes mais baixos os níveis de vitamina B12 no cérebro, que é semelhante aos níveis de adultos, geralmente saudáveis, em seus 50 anos, o que indica uma diminuição prematura.
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Proteção contra a doença de Alzheimer: Participação das bactérias do intestino nos efeitos neuroprotetores do extrato de romã

Com a intenção de se manter saudável, muitas pessoas estão procurando maneiras naturais para prevenir doenças neurodegenerativas. Estudos recentes mostram que o extrato de romã - uma rica fonte de polifenois para o combate de doenças - pode ajudar a proteger contra o desenvolvimento da doença de Alzheimer. Mas os pesquisadores não tinham certeza a que moléculas ‘agradecer’. ACS Chemical Neuroscience relata agora que os compostos responsáveis ​​podem ser os urolitins, produzidos quando as bactérias do intestino quebram os polifenois do extrato.   A doença de Alzheimer está associada com a fibrilação do beta-amiloide (Aß), um processo no qual as proteínas amiloides formam aglomerados no cérebro. Para combater a formação dessas fibrilas, no entanto, uma molécula teria que atravessar a barreira sangue-cérebro - uma série de junções celulares impedem certas substâncias de entrar no cérebro. Em trabalhos anteriores, os pesquisadores mostraram que um extrato de romã possui efeitos contra o Alzheimer em animais, mas não identificaram os compostos responsáveis. Navindra Seeram e colegas queriam investigar quais compostos presentes na romã que poderiam tanto passar através da barreira sangue-cérebro quanto prevenir fibrilas de Aß de formarem.   A equipe isolou e identificou 21 compostos - principalmente polifenois - a partir do extrato de romã. Estudos computacionais descobriram que os polifenois não podem atravessar a barreira sangue-cérebro, mas que os urolitins poderiam. Urolitins são compostos anti-inflamatórios e neuroprotetores que são formados quando elagitaninos, um tipo de polifenol, são metabolizados pelas bactérias intestinais. Os pesquisadores, então, mostraram que os urolitins reduziram os níveis da fibrilação Aß in vitro. Além disso, estes compostos aumentaram o tempo de vida de um modelo de lombriga de Alzheimer. Eles dizem que mais testes são necessários para determinar se os efeitos protetores destes compostos poderia finalmente ajudar a prevenir ou tratar a doença de Alzheimer em humanos.  
Fonte:http://www.acs.org/content/acs/en/pressroom/presspacs/2015/acs-presspac-december-9-2015/pomegranate-may-help-against-alzheimers.html
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A importância dos efeitos placebo nos cuidados médicos

O "efeito placebo" é frequentemente descrito como eventos que ocorrem quando os pacientes apresentam melhora nos sintomas com o uso de algo não ativo. Enquanto placebos têm sido usados ​​para aliviar a dor e outros sintomas durante séculos e usados ​​em ensaios clínicos como controles para testar novas drogas terapêuticas, a biologia subjacente dos efeitos do placebo só recentemente foi verdadeiramente apreciada.
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A luta contra a perda de memória através da melhora do funcionamento do cérebro

Um novo estudo, conduzido por cientistas do Instituto Scripps Research (TSRI), Sistema de Saúde dos Assuntos de Veteranos de San Diego (VA), e da Universidade da Califórnia (UC) – Escola de Medicina de San Diego, mostra que o aumento de uma fundamental proteína da membrana que se liga ao colesterol nas células nervosas, localizadas no cérebro (neurônios), pode melhorar o aprendizado e a memória em camundongos idosos.
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Conhecimento é combustível para o cérebro: Como parar o encolhimento do seu cérebro e melhorar seu processo de pensamento

O encolhimento do cérebro parece assustador e doloroso, mas isso poderia simplesmente ser causado por uma atividade estúpida, drogas, ou por um hábito que você está fazendo inconscientemente todos os dias. O declínio da memória e a dificuldade de raciocínio são associados ao encolhimento do cérebro, mas alterando alguns aspectos em sua vida e adicionando alguns exercícios, você estará dando uma melhor chance a ele.
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Novo estudo sobre a doença de Alzheimer, segundo a Universidade Nacional de Loja

Um novo estudo sobre Demência e Doença Mental está disponível e, de acordo com os relatórios da NewsRx, "a obesidade global é uma pandemia estimada em afetar mais de 2 bilhões de pessoas, que resultou em uma enorme pressão sobre os sistemas de saúde em todo o mundo. A situação é agravada pelo fato que, além dos custos associados diretamente com a patologia do sobrepeso, a obesidade apresenta um número de comorbidades, incluindo um aumento do risco para o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas".   Os jornalistas obtiveram uma citação da pesquisa pela Universidade Nacional de Loja, "A doença de Alzheimer (DA), a principal causa de demência senil, não é exceção. No estudo atual, nos concentramos nos efeitos de uma dieta rica em gordura (HFD ) sobre a memória dependente do hipocampo em camundongos C57 / BL6 de tipo selvagem (WT) e APPswe/PS1dE9 (APP/PS1), modelos de animais bem estabelecidos em doença de Alzheimer familiar. Os nossos resultados indicam que a administração contínua de HFD desde o momento do desmame é suficiente para produzir deficits de memória independente de S-amiloide e dependente do hipocampo medidos por um teste de reconhecimento de novo objeto (NOR) tão cedo quanto seis meses de idade. Além disso, a síndrome metabólica resultante parece ter efeitos diretos sobre a regulação da insulina no cérebro e função mitocondrial. Observamos alterações patológicas relacionadas tanto na via de sinalização de insulina proximal e distal no cérebro dos camundongos WT e APP/PS1 alimentados com HFD".  
Traduzido por Essentia Pharma Fonte:http://www.lifeextension.com/news/lefdailynews?NewsID=24294&Section=AGING  
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Frutose produz menos sensações gratificantes no cérebro

Pesquisadores da Universidade de Basel reportam, através da revista científica Plos One, que a frutose não só resulta num menor nível de saciedade, como também estimula o sistema de recompensa no cérebro em menor grau do que a glicose podendo causar o consumo excessivo acompanhado de efeitos maléficos para a saúde. Várias doenças têm sido atribuídas à frutose industrial encontrada em bebidas açucaradas e refeições prontas.
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O ácido graxo ômega-3 e a vitamina D podem controlar a serotonina no cérebro, afetando o comportamento e distúrbios psiquiátricos

Embora o essencial ácido graxo marinho ômega-3 e a vitamina D têm sido apontados como otimizadores da função cognitiva e comportamento no contexto de determinadas perturbações cerebrais, o mecanismo subjacente tem sido pouco claro. Em um novo estudo publicado no FASEB Journal, a serotonina é explicada como o possível elo perdido que explica a razão.
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Níveis de vitamina C mais elevados associados a menor risco de acidente vascular cerebral hemorrágico

Uma apresentação na 66ª reunião anual da Academia Americana de Neurologia, realizada na Filadélfia em 2014, revelou um efeito protetor dos níveis plasmáticos elevados de vitamina C contra o risco de acidente vascular cerebral hemorrágico, caracterizado por um sangramento no cérebro e, embora menos comum do que o AVC isquêmico, está associado a um maior risco de mortalidade.
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A oxitocina pode melhorar a função social em transtornos psiquiátricos

O sistema da oxitocina é conhecido por criar um laço entre uma mãe e seu bebê recém-nascido e como um candidato para o tratamento dos déficits sociais no autismo. No entanto, conseguir fazer chegar a oxitocina sintética no cérebro é um desafio devido à barreira hematoencefálica.Neste novo estudo, os pesquisadores Meera Modi, PhD, e Larry Young, PhD, demonstraram pela primeira vez o potencial de medicamentos de liberação de oxitocina para ativar o cérebro social, de criar laços e, acreditam eles, possivelmente para tratar déficits sociais em transtornos psiquiátricos.
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Nova evidência biológica revela associação entre inflamação cerebral e depressão

Um novo estudo do Centro de Dependência e Saúde Mental (CAMH), em Toronto, Canadá, constatou que a medida de inflamação cerebral em pessoas que estavam enfrentando depressão clínica era 30 por cento maior. Os resultados, publicados no JAMA Psychiatry, têm implicações importantes para o desenvolvimento de novos tratamentos para a depressão.
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Estudo mostra que o exercício regular pode fazer crescer regiões vitais do seu cérebro

A importância de uma dieta rica em nutrientes para manter a saúde mental tem sido bem documentada, mas o que pode ser subestimado é o valor do exercício físico para a preservação e até mesmo melhorar a função cerebral. À medida que envelhecemos, o cérebro perde lentamente a elasticidade e, como consequência, a perda de memória e o risco de demência aumentam.
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Um simples teste de 20 segundos pode ajudar no prognóstico da saúde do cérebro

De acordo com pesquisa publicada on-line em Stroke, a dificuldade de ficar em pé sobre uma perna pode indicar que infartos lacunares ou microbleeds já ocorreram, significando que o risco de acidentes vasculares cerebrais mais graves seja alto. Os pesquisadores Yasuharu Tabara, Ph.D., professor associado do Centro de Medicina Genômica na Graduate School of Medicine da Universidade de Kyoto, no Japão, e colegas recrutaram 1.387 homens e mulheres, média de 67 anos de idade, e pediram que se equilibrassem em uma perna por um minuto. No estudo também foi utilizada a ressonância magnética para avaliar a doença nos pequenos vasos cerebral na forma de infarto lacunar e micro hemorragias (microbleed). Os pesquisadores descobriram que a incapacidade de se equilibrar em uma perna por 20 segundos ou mais estava associada ao fato de infartos lacunares e microbleeds já terem ocorrido. Problemas de equilíbrio também foram associados com a função cognitiva reduzida. "Indivíduos mostrando instabilidade em pé sobre uma perna, bem como problemas para caminhar, devem receber maior atenção, pois esta fragilidade física pode ser sinal de anormalidades cerebrais potenciais e declínio mental", afirmou Dr. Tabara ao HealthDay.  
      Traduzido por Essentia Pharma Fonte: http://www.pri-med.com/pmo/MedicalNewsDetail.aspx?id=16154 Imagem: American Heart Assn   
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Carências Nutricionais que Causam Depressão e Transtornos de Humor

Hoje em dia, a depressão e transtornos de humor são devastadores problemas de saúde. Muitos médicos prescrevem medicamentos antidepressivos sem investigar as deficiências metabólicas ou nutricionais que podem ser o "real problema" por trás. Os pacientes não têm ideia de por que se sentem tão mau ou por onde começam a procurar a resposta. Eles esperam que o seu médico dê-lhes soluções reais, mas, em vez disso, recebem medicamentos como um reparo fácil e, muitas vezes, sofrem efeitos colaterais menosprezados. A prescrição de medicamentos só deveria ser feita depois que outros problemas médicos forem descartados.
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Como a cúrcuma pode curar danos no cérebro

Uma das perguntas que mais escutamos é "qual o melhor tipo de cúrcuma ou curcumina?”. Obviamente, tendo em conta o estudo anteriormente mencionado, a planta inteira exerce uma vasta gama de compostos terapêuticos do que a curcumina por si só. E, no entanto, a maioria das pessoas se concentra inteiramente na questão da ‘quantidade’, optando por identificar o peso molecular (ou seja, quantos miligramas por porção) de um certo composto como mais importante do que as dimensões qualitativas como por exemplo, ‘é orgânica?’ ou ‘está dentro de seu contexto natural como alimento ou uma planta (completa)?’, que reflete o tipo de informação nutrigenômica que a substância contém, e, portanto, a ‘inteligência’ que encarna. (Para saber mais sobre a inteligência dos alimentos ver o meu curso online "The Wisdom of Food'.)
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A ocitocina ajuda na superação do medo

Experiências assustadoras não desaparecem rapidamente da memória. Uma equipe de pesquisadores, sob a orientação do Hospital Universitário de Bonn, foi capaz de demonstrar em um estudo que o hormônio ocitocina inibe o centro de medo no cérebro e permite que seus estímulos diminuam mais facilmente. Essa pesquisa básica também poderia dar início a uma nova era no tratamento de transtornos de ansiedade. O estudo já apareceu com antecedência online na revista Biological Psychiatry. A edição impressa estará disponível em algumas semanas.
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Células cerebrais recém-descobertas explicam um efeito pró-social da oxitocina

A oxitocina, o hormônio do amor, ajuda os casais a se apaixonarem, vincula suas mães com seus bebês e incentiva equipes a trabalharem juntas. Agora uma nova pesquisa da Universidade de Rockefeller, revela um mecanismo pelo qual esse hormônio pró-social tem efeito sobre as interações entre os sexos, pelo menos em determinadas situações. A chave, ao que parece, é uma classe recém-descoberta de células cerebrais.
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Células cerebrais recém-descobertas explicam um efeito pró-social da oxitocina

A oxitocina, o hormônio do amor, ajuda os casais a se apaixonarem, vincula suas mães com seus bebês e incentiva equipes a trabalharem juntas. Agora uma nova pesquisa da Universidade de Rockefeller, revela um mecanismo pelo qual esse hormônio pró-social tem efeito sobre as interações entre os sexos, pelo menos em determinadas situações. A chave, ao que parece, é uma classe recém-descoberta de células cerebrais. 
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Excesso de peso ligado às mudanças no cérebro que podem estar relacionadas à memória, emoções e apetite

O excesso de peso aparece relacionado à redução dos níveis de uma molécula que reflete a saúde das células cerebrais no hipocampo, uma parte do cérebro envolvida na memória, aprendizado e emoções, e, provavelmente, também envolvida no controle do apetite, é o que relata um estudo realizado por pesquisadores da SUNY Downstate Medical Center e outras instituições cujos resultados foram publicados em Neuroimage: Clínical.
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Nutrientes Para O Cérebro De Crianças

Crianças em idade escolar precisam ter um "cérebro bem nutrido" para lidar com as demandas de trabalho da escola, o que requer memória, concentração, atenção e função cognitiva. Uma criança que não cumpre essas expectativas acaba ficando submetida a um desempenho escolar inferior. O que pode significar a diferença na obtenção de um desempenho escolar melhor é o tipo de nutrientes que elas tomam diariamente.
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Pesquisas começam a entender o papel da epigenética no Alzheimer

Nas próximas décadas, a doença de Alzheimer pode chegar ao nível de epidemia devido, principalmente ao aumento da faixa etária da população. Mas ainda existem dois fatores importantes que cercam essa doença: 1) Atualmente não há nenhum tratamento eficaz; 2) São poucos os estudos que avaliam associação da doença com alterações genéticas associadas (mutações), reduzindo o número de estratégias para terapias futuras.
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Um nutriente específico pode otimizar a função cerebral

O excesso e a rapidez com que as informações invadem nossas vidas atualmente fazem com que muita gente busque melhorar a função cognitiva para dar conta de todo o armazenamento. Um  estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, em maio de 2013, pode solucionar essa busca constante. Aqui os autores apontam dois importantes fatores. Primeiro, a importância do ácido docosahexaenoico, o DHA, para a função cerebral. Segundo, que seus bons níveis no corpo dependem da ingestão diária de alimentos fonte de ômega 3, pois deles obteremos o DHA. Caso isso não aconteça, um indivíduo pode se beneficiar com a suplementação, dizem os autores.
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