TDAH ou apenas imaturidade?

O Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é normalmente diagnosticado na infância e se manifesta como uma incapacidade de sustentar os níveis de atividade de controle e atenção e controle de impulsos. Alguns relatórios têm indicado sua prevalência em até 15% nos países ocidentais. Embora as causas do TDAH sejam ainda desconhecidas, um novo estudo, agendado para publicação no The Journal of Pediatrics, constatou que a idade de uma criança ao ingressar na escola pode ter um efeito sobre o seu diagnóstico.
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Associação de alterações nos arranjos de DNA mitocondrial e comprimento dos telômeros com a adversidade na infância e desordens psiquiátricas

Em um novo estudo publicado online na Biological Psychiatry, pesquisadores do Butler Hospital identificaram uma associação entre alterações biológicas em nível celular com a adversidade na infância e transtornos psiquiátricos. Essas mudanças na forma de encurtamento dos telômeros e alterações do DNA mitocondrial (mtDNA), são importantes no processo de envelhecimento e esta nova pesquisa fornece evidências de que fatores psicossociais - especificamente a adversidade na infância e desordens psiquiátricas podem influenciar essas alterações celulares e conduzir a um envelhecimento acelerado.
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Nova evidência biológica revela associação entre inflamação cerebral e depressão

Um novo estudo do Centro de Dependência e Saúde Mental (CAMH), em Toronto, Canadá, constatou que a medida de inflamação cerebral em pessoas que estavam enfrentando depressão clínica era 30 por cento maior. Os resultados, publicados no JAMA Psychiatry, têm implicações importantes para o desenvolvimento de novos tratamentos para a depressão.
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A ocitocina ajuda na superação do medo

Experiências assustadoras não desaparecem rapidamente da memória. Uma equipe de pesquisadores, sob a orientação do Hospital Universitário de Bonn, foi capaz de demonstrar em um estudo que o hormônio ocitocina inibe o centro de medo no cérebro e permite que seus estímulos diminuam mais facilmente. Essa pesquisa básica também poderia dar início a uma nova era no tratamento de transtornos de ansiedade. O estudo já apareceu com antecedência online na revista Biological Psychiatry. A edição impressa estará disponível em algumas semanas.
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