Provada a toxicidade do Glutamato Monossódico: dor de cabeça em indivíduos saudáveis

Um estudo publicado no Journal of Headache Pain revela que uma única ingestão de glutamato monossódico (MSG) produziu dor de cabeça na maioria dos indivíduos saudáveis testados.[I]   Os pesquisadores realizaram um estudo cruzado, duplo-cego e controlado por placebo para examinar o efeito da ingestão repetida de MSG para:  
  • Dor espontânea
  • Sensibilidade mecânica dos músculos mastigatórios (os quatro músculos que movem a mandíbula lateralmente)
  • Efeitos colaterais
  • Pressão sanguínea
  O método de estudo foi descrito da seguinte forma:   "Quatorze indivíduos saudáveis participaram de 5 sessões diárias durante uma semana de ingestão de MSG (150 mg/kg) ou placebo (24 mg/kg de NaCl) (randomizado, duplo cego). Dores espontâneas, limiares de dor à pressão e níveis de tolerância para os músculos masseter e temporal, efeitos colaterais e pressão arterial foram avaliados antes e 15, 30 e 50 minutos após a ingestão de MSG. Foram colhidas amostras de saliva antes e 30 minutos após a ingestão de MSG para avaliar as concentrações de glutamato".   Os resultados foram os seguintes:  
  • A dor de cabeça ocorreu em 8 dentre os 14 indivíduos do grupo MSG e 2 dentre os 14 do grupo placebo.
  • As concentrações salivares de glutamato no dia 5 se elevaram significativamente (P <0,05).
  • Os limiares de dor à pressão no músculo masseter foram reduzidos (isto é, aumento da dor) por MSG nos dias 2 e 5 (P <0,05).
  • A pressão arterial foi significativamente elevada após MSG (P <0,040).
  • A tolerância não se desenvolveu ao longo de 5 dias de ingestão de MSG.
  Além disso, observou-se que uma grande variedade de efeitos colaterais ocorreu em maior frequência no grupo MSG, incluindo:  
  • Mandíbula dolorida
  • Náusea
  • Fadiga
  • Dor de cabeça
  • Dor de estômago
  • Tontura
  • Pressão no peito
(Para ver as tabelas de efeitos secundários do estudo, acesse o artigo original citado abaixo.)   Discussão Este estudo tem profundas implicações, na medida em que a maioria dos alimentos embalados e preparados no mercado hoje possuem glutamato monossódico adicionado ou um "concentrado alimentar" rico em glutamato destinado a modelar seus efeitos de aumento de sabor, p.ex., "proteína de soja hidrolisada", "extrato de levedura", etc. Portanto, é quase impossível evitá-lo, a menos que você esteja comendo uma dieta baseada em alimentos integrais, frescos ou preparados por você mesmo a partir do zero. Para aqueles que sofrem de queixas de saúde listadas acima, a prevenção contra o consumo de MSG deve ser uma parte vital de estratégia para melhorar a sua saúde através da dieta.   Este estudo também tem implicações profundas para o tratamento das Disfunções Temporomandibulares (DTM). De acordo com o estudo, a DTM afeta aproximadamente 10% da população[ii] [iii], com o principal sintoma levando o paciente a buscar atenção médica para a dor na articulação temporomandibular e/ou nos músculos mastigatórios.   Curiosamente, 70% dos pacientes com DTM relatam dor muscular mastigatória e são descritos como sofrendo de DTM miofascial [iv], apesar do fato de que há pouca evidência de mudança patológica contínua nos músculos mastigatórios. Tem-se a hipótese de que os desencadeantes alimentares podem agravar as condições de dor craniofacial, mas até agora pouca ou nenhuma pesquisa foi realizada em associação com o MSG. Como as doses utilizadas no estudo (150 mg/kg) estão dentro das faixas diárias totais de consumo de glutamato (50-200 mg/kg/dia) [v], é provável que a alta prevalência de DTM sem lesões patológicas óbvias dentro das populações consumidoras de glutamato possa ser devido ao MSG.   O MSG tem uma ampla gama de efeitos adversos para a saúde   O MSG é uma substância neurotóxica e disruptora endócrina, ligada a mais de uma dúzia de condições de saúde. Em um artigo anterior, "MSG: Drug, Poison ou Flavor Enhancer", foi dada atenção no mecanismo excitotóxico pelo qual "melhora o sabor" de uma forma semelhante a uma droga, ao mesmo tempo que danifica neurônios, além de sua capacidade de contribuir para a síndrome metabólica: um conjunto de patologias, incluindo resistência à insulina, ganho de peso, perfis lipídicos sanguíneos alterados e hipertensão arterial. Se é tão prejudicial, por que todos usam? Porque faz com que o sabor da comida melhore e provoca um desejo de querer mais de uma forma viciosa.     Traduzido por Essentia Pharma  
Referências bibliográficas no artigo original: www.thesleuthjournal.com/msg-toxic-causes-headache/
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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Carnitina + Creatina + Leucina para o ganho de massa magra e força muscular em adultos mais velhos

O declínio progressivo da massa e função muscular levanta preocupações frente ao crescente envelhecimento da população. A dieta e a atividade física são importantes para a manutenção muscular, mas esses requisitos nem sempre são bem atingidos, o que torna a suplementação nutricional uma potencial estratégia de auxílio.   Com este raciocínio em mente, um estudo publicado em Nutrition & Metabolism fundamentou sua pesquisa na união de três compostos já comprovadamente evidenciados – de forma isolada –  com benefícios para o metabolismo muscular, sob diferentes aspectos:   A L-carnitina, é um aminoácido encontrado predominantemente no músculo esquelético e sintetizado endogenamente no fígado e nos rins. Ela é necessária para o metabolismo energético a partir de substratos, como gordura, carboidratos e proteínas, e seu principal papel é o transporte de ácidos graxos de cadeia longa para a matriz mitocondrial. Além disso, a L-carnitina já mostrou aumentar a biossíntese de proteínas, economizando o uso de aminoácidos para a produção de energia, e suprimir os genes responsáveis pela degradação da proteína no músculo esquelético, além de outros benefícios.   A L-leucina, um aminoácido ramificado, em combinação com a proteína do soro de leite, mostrou estimular ou iniciar a síntese de proteínas musculares. Esses efeitos foram mediados por um aumento da fosforilação do mTOR e/ou seus substratos. Curiosamente, em estudos com suínos, a suplementação de L-carnitina aumentou significativamente a biodisponibilidade da L-leucina de forma dependente da dose.   A creatina, um composto bioenergético importante no metabolismo muscular, é encontrada especialmente em carnes e é sintetizada endogenamente a partir dos aminoácidos glicina, metionina e arginina no fígado, nos rins e no pâncreas. No entanto, o sistema de creatina/fosfocreatina, responsável pela manutenção do ATP intracelular para uso imediato durante a contração muscular, é deficiente na população mais velha. Como suplemento dietético, a creatina promove a síntese das proteínas musculares e aumenta a biodisponibilidade da L-leucina de forma aguda, diminuindo sua oxidação.   O estudo: Quarenta e dois adultos saudáveis com idades entre 55 e 70 anos foram randomizados para receber durante oito semanas: Grupo 1: combinação L-carnitina (1.500 mg), L-leucina (2.000 mg), creatina (3.000 mg), vitamina D3 (10 μg) (n = 14) Grupo 2: somente L-carnitina (1.500 mg) (n = 14) Grupo 3: placebo (n = 14)   Na linha de base e após oitos semanas de intervenção, foram avaliados a massa corporal por DXA, força superior e inferior por dinamometria, e distância a pé por um teste de caminhada de 6 minutos. Essas medidas, que refletem os três fatores característicos da sarcopenia (massa muscular, força funcional e mobilidade), foram combinadas para gerar um escore composto. A qualidade de vida, marcadores sanguíneos e biópsias musculares para análises de biomarcadores de proteínas também foram conduzidos na linha de base e no final do estudo.   Os resultados mostram que, comparados com o grupo placebo, o grupo 1 (combinação carnitina) mostrou uma melhora do conjunto analisado de 63.5% (P=0.013). No entanto, o grupo 2 (somente carnitina) também obteve resultados quase tão positivos em comparação com o grupo placebo (P=0.232) durante o período estudado.   Os participantes suplementados com a combinação L-carnitina mostraram um aumento de 1,0 kg na massa muscular total magra (P = 0,013), massa muscular magra da perna (0,35 kg, P = 0,005) e aumento de 1,0 kg na força da perna (P = 0,029) na semana 8. Além disso, esses aumentos foram significativos quando comparados ao grupo placebo (P = 0,034, P = 0,026 e P = 0,002, respectivamente). A expressão da proteína mTOR total foi aumentada nos participantes do grupo de combinação de L-carnitina no final do estudo em comparação com a linha de base (P = 0,017), em comparação com o grupo placebo (P = 0,039), sugerindo que o aumento da massa muscular e força foi devido à síntese proteica e à ativação da via mTOR.   “O produto combinado (L-carnitina, L-leucina e creatina) se mostrou seguro, bem tolerado e pode proporcionar um desempenho adicional quando usado por mais tempo, além do período de estudo de 8 semanas, em pessoas mais velhas”, concluíram os autores.   Traduzido por Essentia Pharma
Referência: Evans M, et al. Efficacy of a novel formulation of L-Carnitine, creatine, and leucine on lean body mass and functional muscle strength in healthy older adults: a randomized, double-blind placebo-controlled study. Nutrition & Metabolism. 2017. Doi:10.1186/s12986-016-0158-yess
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Inulina e oligofrutose – fibras naturais evidenciadas para combater as causas associadas à síndrome metabólica

O aumento do nível de glicose na corrente sanguínea (glicemia pós-prandial) bem como a hiperinsulinemia (resistência à insulina) e hipercolesterolemia (aumento da concentração de colesterol no sangue) associadas têm sido implicadas na causa de doenças metabólicas crônicas como obesidade, diabetes mellitus tipo 2 e doença cardiovascular. A prevenção e cuidados são de extrema importância em pacientes diabéticos e em indivíduos de alto risco – bem como em indivíduos saudáveis. Há evidências de que, no longo prazo, os picos glicêmicos pós-prandiais pronunciados e as grandes flutuações de glicose no sangue, muitas vezes provocadas por alimentos com carboidratos altamente glicêmicos, podem ser mais insalubres do que um aumento nos níveis de glicose em jejum.
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A suplementação de zinco pode proteger contra a doença cardiovascular no diabetes

Muitas pessoas sabem sobre o papel dos antioxidantes e seus efeitos benéficos para a saúde, mas não como funcionam. Em condições normais, nossas células produzem moléculas instáveis ​​chamadas de radicais livres. Nossas células também naturalmente desintoxicam algumas dessas moléculas através da produção de antioxidantes e seus mecanismos associados. No entanto, o estresse oxidativo é o processo que ocorre em nossas células quando elas são incapazes de lidar com os radicais. Estudos têm demonstrado que o estresse oxidativo leva ao desenvolvimento de várias doenças, incluindo as cardíacas e câncer. Por isso, é importante estudar formas de reduzir os efeitos nocivos desses radicais.   Sabe-se que o zinco desempenha um papel importante nas vias antioxidantes e que certas doenças, como o diabetes, podem afetar seus níveis em nossos corpos. Especificamente, a privação de zinco aumenta a suscetibilidade a lesões relacionadas ao estresse oxidativo. Atualmente, ainda não está claro como esse benéfico atua na prevenção de doenças cardíacas, mas um estudo publicado no British Journal of Nutrition examinou os efeitos da suplementação de zinco em um modelo animal de diabetes.   Os autores observaram inicialmente que a indução ao diabetes em ratos resultou em aumento no tamanho de seus corações e fígados. Contudo, quando o grupo experimental foi alimentado com dietas suplementadas com zinco, o peso de seu coração e fígado foram restaurados para um nível semelhante ao dos animais saudáveis ​​não diabéticos (grupo controle). A suplementação reduziu os níveis de moléculas biológicas relacionadas ao estresse oxidativo no sangue, coração e fígado dos ratos diabéticos. Consistente com este resultado, houve também uma maior presença de enzimas antioxidantes nesses tecidos. Curiosamente, a adição de zinco na dieta também reduziu os níveis de colesterol não saudável. Por fim, os pesquisadores mostraram que a suplementação de zinco poderia proteger o coração de danos relacionados ao diabetes.   O estudo demonstra que através de um mecanismo antioxidante, a suplementação de zinco proporciona proteção contra a doença cardiovascular relacionada ao diabetes em um modelo de rato experimental. No entanto, mais pesquisas são necessárias para determinar se os resultados podem ser traduzidos para os seres humanos – sendo que estas novas evidências apresentam uma forte razão para ensaios clínicos em pacientes diabéticos.   Traduzido por Essentia Pharma Fonte:https://www.medicalnewsbulletin.com/zinc-supplementation-may-protect-cardiovascular-disease-diabetes/   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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Prebióticos para melhorar a obesidade em crianças

A obesidade entre as crianças tem se mostrado uma questão séria e crescente, especialmente na América do Norte. As estatísticas mostram que um terço das crianças nos Estados Unidos e no Canadá são obesas ou estão com excesso de peso. Se não tratadas cedo, isso pode se tornar um grande problema, pois a obesidade na adolescência é uma indicação de obesidade na idade adulta. Muitos tratamentos envolvem dietas restritivas que podem funcionar para adultos, mas são menos eficazes em crianças, pois podem reduzir a ingestão de macronutrientes, reduzir a energia das crianças e, por sua vez, promover ganho de peso através da compulsão alimentar.
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A comunidade microbiana do intestino mostra influenciar a expressão genética do hospedeiro

Em nosso intestino, e no intestino de todos os animais, reside um robusto ecossistema de micróbios conhecido como microbioma. Consistindo de trilhões de organismos – bactérias, fungos e vírus –, o microbioma é essencial para a saúde do hospedeiro (organismo que abriga outro), fornecendo serviços importantes que vão desde o processamento de nutrientes ao desenvolvimento e manutenção do sistema imunológico.
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Dormir melhor ajuda na melhora da satisfação sexual

O distúrbio do sono é comum para muitas mulheres durante a menopausa, criando uma série de efeitos adversos para a saúde como doenças cardíacas, hipertensão e depressão. Um novo estudo publicado em Menopause mostra que os problemas do sono também podem interferir com o nível de satisfação sexual da mulher.   De acordo com os dados analisados ​​de 93.668 mulheres com idades compreendidas entre 50 e 79 anos e matriculadas no “Women’s Health Initiative Observational Study” (Estudo Observacional da Iniciativa de Saúde da Mulher, em tradução livre), a curta duração do sono (definida como menos de 7 a 8 horas por noite) foi associada a uma menor probabilidade de satisfação sexual. Dentre as participantes, 56% relataram estar um pouco ou muito satisfeitas com sua atividade sexual, e 52% relataram atividade sexual com parceiros no último ano. A prevalência de insônia foi de 31%.   O estudo descreve como a relação entre a duração e a qualidade do sono com a satisfação sexual permaneceu a mesma após o ajuste para outras possíveis causas de privação do sono, incluindo depressão e doença crônica. Essa relação, entretanto, variou entre os grupos etários. As mulheres mais velhas, por exemplo, eram menos propensas a ser sexualmente ativas se dormissem menos de 7 a 8 horas por noite em comparação com mulheres mais jovens. De fato, mulheres com mais de 70 anos que dormiam menos de 5 horas tinham 30% menos probabilidade de serem sexualmente ativas do que as mulheres que dormiam de 7 a 8 horas. Já é sabido que a prevalência de problemas de sono aumenta com a idade.   "Mulheres e profissionais de saúde precisam reconhecer a associação entre os sintomas da menopausa e sono inadequado, e seus efeitos sobre a satisfação sexual", afirma a Dra. JoAnn Pinkerton, diretora executiva do NAMS (The North American Menopause Society).   "Existem opções de tratamento eficazes para minimizar a interrupção do sono e melhorar a satisfação sexual, incluindo a terapia hormonal, que este estudo confirmou ser eficaz na menopausa para mulheres sintomáticas."   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: https://www.sciencedaily.com/releases/2017/02/170201092644.htm
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Boswellia serrata para a saúde dos joelhos

As árvores de médio à grande porte da família Burseraceae, as quais crescem em regiões montanhosas e secas da Índia, regiões tropicais da África, Américas e Oriente Médio,  são caracterizadas por produzir uma resina não alergênica e casca do tronco lisa (que se descasca) aromática. Como parte da família, a árvore Boswellia serrata (encontrada na Índia) é conhecida pelo incenso e óleo essencial frankincense (também chamado de olíbano), produzidos a partir dela, mas sua resina é também usada há milhares de anos para aliviar a dor de feridas e tratar doenças inflamatórias crônicas. Atualmente é sabido que, entre outros, nela se encontra um composto chamado AKBA, o qual inibe a produção de lipídios leucotrienos por bloquear a enzima 5-lipoxigenase (5-LOX) – uma enzima indutora de inflamação e relacionada com, por exemplo, doenças do coração, câncer e até mesmo Alzheimer. (1)
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Estradiol e o risco de câncer de mama em mulheres perimenopáusicas e pós-menopáusicas: uma revisão sistemática e meta-análise

Iniciando na perimenopausa e continuando através da menopausa, a produção hormonal tende a declinar mais rapidamente, gerando um desequilíbrio entre suas proporções. Com o desequilíbrio hormonal em ação, muitas mulheres apresentam sintomas que, por exemplo, no caso do estradiol em demasia ou carência, podem afetar o sistema imune.
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A suplementação de vitamina D pode proporcionar alívio para pacientes com dermatite atópica

Uma meta-análise publicada na revista Nutrients sugere que a suplementação de vitamina D pode ser um tratamento seguro e eficaz para a dermatite atópica.   A dermatite atópica (DA), também conhecida como eczema, é uma doença inflamatória crônica muito comum caracterizada por pele vermelha, seca e pruriginosa. A causa da DA permanece em grande parte desconhecida, embora os pesquisadores acreditam que provavelmente resulta de uma variação genética que afeta a capacidade da pele de atuar como barreira, observando-se disfunção do sistema imunológico.   As atuais opções de tratamento disponíveis centram-se na redução da inflamação da pele e incluem anti-histamínicos e corticosteroides. Estes tratamentos tradicionais provocam vários efeitos secundários e, por conseguinte, a má adesão do paciente. Assim, a descoberta de um tratamento alternativo seria extremamente valiosa.   Em 2012, uma revisão concluiu que os suplementos de vitamina D podem oferecer um tratamento eficaz para DA. No entanto, a revisão consistiu de apenas dois estudos de fraca qualidade.   Em uma recente revisão e meta-análise, os pesquisadores avaliaram ensaios controlados randomizados duplo-cegos (design de estudo de qualidade mais elevada) para avaliar a eficácia da suplementação de vitamina D para DA. Além disso, também avaliaram o status de vitamina D de pacientes com a condição, em comparação com adultos saudáveis.   Os pesquisadores analisaram um total de sete estudos, totalizando 986 pacientes com DA e 657 controles. Sua análise descobriu que o grupo dermatite apresentava níveis de vitamina D significativamente menores que os adultos saudáveis, com uma diferença média de 2,03 ng/ml (p <0,0001).   Os pesquisadores também realizaram análises secundárias categorizadas por idade, descobrindo que as crianças com a dermatite tinham significativamente menor níveis de vitamina D do que as crianças saudáveis (p = 0,0006). No entanto, enquanto os adultos com DA apresentaram níveis médios mais baixos de vitamina D que os adultos controles, esta diferença não foi estatisticamente significativa (p = 0,50). Segundo os pesquisadores, essa relação insignificante provavelmente ocorreu devido a um pequeno tamanho da amostra (134 pacientes com DA versus 128 controles).   Mais importante ainda, os pesquisadores analisaram quatro ensaios clínicos randomizados, os quais utilizaram doses diárias de 1.000 UI a 1.600 UI e duraram entre um e dois meses. A meta-análise revelou que a gravidade da DA diminuiu significativamente após a suplementação de vitamina D, conforme indicado por seus escores mais baixos tanto no índice SCORAD (Scoring Atopic Dermatitis) como no EASI (Eczema Area and Severity Index) (p <0,00001). Os pesquisadores concluíram, "Em comparação com um grupo placebo, a suplementação com vitamina D diminuiu a gravidade da dermatite atópica, melhorando seus sintomas e sinais clínicos".   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: https://www.vitamindcouncil.org/vitamin-d-supplementation-may-provide-relief-for-patients-with-atopic-dermatitis/?mc_cid=633a580432&mc_eid=36d83b85ad
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Forscolina pode ser útil no tratamento da inflamação associada à obesidade

A forscolina, ou forskolin, é um composto – labdano diterpeno –utilizado desde tempos antigos para tratar pressão alta, dores no peito (angina) e desordens respiratórias, entre outros, produzido a partir do extrato das raízes fibrosas da Coles forskohlii, uma planta perene que cresce selvagem em países como Índia, Birmânia e Tailândia. O que era acreditado pela medicina tradicional de outrora, atualmente vem sendo comprovado por estudos científicos, os quais inclusive vêm acrescentando propriedades benéficas à sua lista. Uma delas é sua ação no tratamento da inflamação associada à obesidade, podendo combater as complicações desta ou do excesso de peso.
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Novo benefício do extrato de chá verde para mulheres: ajuda baixar os níveis de colesterol

Um crescente número de estudos vem evidenciando os benefícios da suplementação diária do extrato de chá verde, mais notadamente um de seus constituintes, o polifenol epigalocatequina-3-galato (EGCG), para uma série de prevenções e condições, em especial as relacionadas com o processo de envelhecimento.   Em mulheres na pós-menopausa, os polifenois do chá verde – Camellia sinensis – demonstraram reduzir os níveis de estresse oxidativo. Efeito este ainda mais significante se em conjunto com exercícios como o Tai Chi, que aumentam a força muscular. Estudos subsequentes demonstraram reduções significativas nos marcadores de perda óssea em mulheres suplementadas, bem como o aumento da força muscular. Este é um fator vital na prevenção de quedas que podem levar a fraturas e à perda da independência quando mais velhas. (1)   Recentemente, um novo estudo publicado em The American Journal of Clinical Nutrition traz mais um benefício do extrato: sua suplementação pode reduzir tanto os níveis de colesterol total quanto de LDL em mulheres pós-menopáusicas. (2)   O estudo auxiliar (braço paralelo de outro estudo) clínico, controlado por placebo e duplo-cego envolveu 1.075 mulheres, as quais foram randomizadas para ou receber extrato de chá verde (EGCG, n=538) ou placebo (n=537) durante 12 meses. Dessas, 936 completaram o estudo, sendo que o grupo EGCG apresentou redução de 2,1% do colesterol total e 4,1% do colesterol LDL, comparado com o grupo placebo, o qual sofreu aumentos de 0,7% e 0,9%, respectivamente. Foi observado um aumento de 3,6% nos níveis de triglicerídeos, especialmente em mulheres obesas e usuárias de estatinas do grupo EGCG.   As cápsulas usadas no estudo eram descafeinadas e continham 1.315mg de catequinas  (843mg de EGCG) – como dose diária.   Os autores escreveram, “Os mecanismos exatos do extrato, o qual EGCG e outras catequinas do chá verde exercem seus efeitos redutores de lipídios, permanecem desconhecidos. A hipótese é que isto se dê através da supressão da biossíntese do colesterol, a interferência da absorção do lipídio e aumento de excreção fecal de colesterol”.   Traduzido por Essentia Pharma  
Estudos: 1- Shen CL, et al. Effect of green tea and Tai Chi on bone health in postmenopausal osteopenic women: a 6-month randomized placebo-controlled trial. Osteoporos Int. 2012 2- Samavat H, et al. Effects of green tea catechin extract on serum lipids in postmenopausal women: a randomized, placebo-controlled clinical trial. The American Journal of Clinical Nutrition, 2016. DOI: 10.3945/ajcn.116.137075  
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Níveis mais altos de vitamina D associados a menor fadiga muscular, de acordo com novo estudo

Um estudo recente, publicado na revista Clinical Interventions in Aging, descobriu que um status mais elevado de vitamina D – 25(OH)D –  foi positivamente correlacionado com a melhoria do alívio e desempenho muscular de indivíduos idosos fisicamente ativos.   Pesquisas anteriores relataram que a suplementação de vitamina D e cálcio resultam em melhorias significativas nas funções neuromusculares e musculoesqueléticas na população idosa. Além disso, a maioria das evidências suporta a tese de que o nível de vitamina D está ligado à potência e força muscular. Estes resultados são explicados pela capacidade da vitamina D aumentar as fibras musculares do tipo II, que melhoram a reação, equilíbrio e desempenho.   A atividade física desempenha um papel vital na manutenção da saúde e prevenção de doenças através de todas as fases da vida. No entanto, com o avanço da idade, torna-se mais difícil de exercitar-se sem experimentar lesões ou dor. A lesão muscular induzida por atividade física, especialmente a dor muscular, é rotineiramente avaliada pelo aumento dos níveis de proteínas e enzimas musculares específicas, incluindo a creatina quinase (CK), hidroxiprolina, troponina I e desidrogenase láctica. Usando esses biomarcadores de fadiga, os pesquisadores realizaram recentemente um estudo para avaliar a relação entre os níveis de vitamina D e fadiga muscular entre indivíduos idosos saudáveis.   Um total de 85 indivíduos sauditas, saudáveis e com idades de 64 a 96 anos, foram incluídos no estudo. Os pesquisadores mediram os níveis de vitamina D, a capacidade antioxidante total (CAT), biomarcadores de fadiga muscular e dor. A atividade física foi mostrada para reduzir o risco de doenças cardiovasculares e metabólicas através do aumento da atividade CAT. Aqui está o que os pesquisadores descobriram:  
  • O nível de vitamina D foi associado positivamente com o cálcio, CAT e escores de atividade física (p < 0,05).
  • O status da vitamina D foi negativamente correlacionado com o índice de massa corporal, níveis de triglicerídeos séricos, níveis de colesterol, dor e biomarcadores de fadiga muscular (p < 0,05).
  • A atividade física, status da vitamina D, níveis de cálcio, CAT e parâmetros demográficos explicaram aproximadamente 61,4% a 85,8% da redução dos escores de dor e biomarcadores de fadiga muscular.
  Os pesquisadores afirmaram, "Estes resultados demonstram que as concentrações de 25(OH)D e cálcio podem prevenir a fadiga muscular pela regulação da biossíntese de CK, LDH, troponina I, e hidroxiprolina através de um mecanismo contra radicais livres relatado por maior atividade CAT".   O estudo tem algumas limitações importantes a serem observadas. Em primeiro lugar, o design do estudo foi transversal, o que significa que o estudo só prova a associação. Além disso, o estudo consistiu de uma amostra relativamente pequena.   Ensaios clínicos randomizados são necessários para avaliar os efeitos da suplementação de vitamina D sobre a fadiga muscular e seus biomarcadores.   Traduzido por Essentia Pharma.  
Fonte:http://www.vitamindcouncil.org/blog/higher-vitamin-d-levels-linked-to-lower-muscle-fatigue-according-to-new-study/?mc_cid=0973ffb855&mc_eid=36d83b85ad Citação: Tovey, A. & Cannell, JJ. Higher vitamin D levels linked to lower muscle fatigue, according to new study. The Vitamin D Council Blog & Newsletter, 2016. Estudo: Al-Eisa E. Alghadir A. & Gabr S. Correlation between vitamin D levels and muscle fatigue risk factors based on physical activity in healthy older adults. Clinical Interventions in Aging, 2016.
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”  
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Revisão científica afirma que somente um quinto da população mundial apresenta níveis recomendados de vitamina E

O termo vitamina E engloba 8 compostos encontrados na natureza. Quatro tocoferóis e quatro tocotrienóis. A vitamina E serve como um antioxidante poderoso, que, devido sua natureza lipofílica, é encontrada em compartimentos lipídicos como as células. Lá, ela previne a lipoperoxidação*, assim, preservando a integridade da membrana celular. Entre outras funções, a vitamina E desempenha um papel crucial na estabilidade dos eritrócitos e na condutividade dos nervos centrais e periféricos. Ela impede, por exemplo, a ataxia, neuropatia periférica, miopatia, retinopatia pigmentada. Previne condições que afetam o sistema imune, função cognitiva e saúde cardiovascular.
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Deficiência de vitamina B12: Uma epidemia silenciosa, com graves consequências

O que todas estas doenças têm em comum?  
  • A doença de Alzheimer, demência, declínio cognitivo e perda de memória (coletivamente referidos como “envelhecimento”)
  • A esclerose múltipla (EM) e outras desordens neurológicas
  • Doença mental (depressão, ansiedade, transtorno bipolar, psicose)
  • Doença cardiovascular
  • Transtornos do aprendizado ou do desenvolvimento em crianças
  • Desordem do espectro autista
  • Doença auto-imune e desregulação imune
  • Câncer
  • Infertilidade masculina e feminina
Resposta: elas podem imitar todos os sinais e sintomas de uma deficiência de vitamina B12.   Deficiência de vitamina B12: uma epidemia invisível   A deficiência de vitamina B12 não é uma doença estranha, misteriosa. Pode-se ler sobre ela em cada livro de medicina e as suas causas e efeitos são bem estabelecidos na literatura científica.   No entanto, a deficiência de B12 é muito mais comum do que a maioria dos profissionais de saúde e o público em geral percebem. Dados do Tufts University Framingham Offspring Study sugerem que 40 por cento das pessoas com idades entre 26 e 83 anos possuem níveis plasmáticos de vitamina B12 na faixa normal baixa – uma faixa em que muitas pessoas experimentam sintomas neurológicos. Nove por cento tinham uma deficiência clara, e 16 por cento estava “perto da deficiência“.   Dito isto, estimou-se que a deficiência de B12 afete cerca de 40% das pessoas com mais de 60 anos de idade. É inteiramente possível que pelo menos alguns dos sintomas que atribuem ao envelhecimento “normal” – tais como perda de memória, declínio cognitivo, diminuição da mobilidade, etc. – sejam, pelo menos, em parte causados pela deficiência de B12.   Porque a deficiência de vitamina B12 é tão sub-diagnosticada?   A deficiência de vitamina B12 é muitas vezes perdida por duas razões. Em primeiro lugar, não é rotineiramente testada pela maioria dos médicos. Em segundo lugar, a extremidade inferior da faixa de referência de laboratório é demasiadamente baixa. É por isso que a maioria dos estudos subestimam os verdadeiros níveis de deficiência. Muitas pessoas com deficiência de vitamina B12 têm os chamados níveis “normais” de B12.   No entanto, é bem estabelecido na literatura científica que as pessoas com níveis de B12 entre 200 pg / ml e 350 pg / mL – níveis considerados “normais” – têm claros sintomas de deficiência de B12. Alguns especialistas em diagnóstico e tratamento da deficiência de B12, sugerem o tratamento de todos os pacientes que sejam sintomáticos e apresentem níveis de vitamina B12 inferior a 450 pg / mL. Eles também recomendam o tratamento de pacientes com B12 normal, mas com nível elevado de ácido metilmalonico urinário (MMA), homocisteína e / ou holotranscobalamina (outros marcadores de deficiência de B12).   No Japão e na Europa, o limite inferior para B12 é entre 500-550 pg / mL, o nível associado com manifestações psicológicas e comportamentais, tais como declínio cognitivo, demência e perda de memória. Alguns especialistas têm especulado que, no Japão, a aceitação de níveis normais mais elevados e a disposição de tratar os níveis que são considerados “normais” nos EUA, explicam as baixas taxas de doença de Alzheimer e demência naquele país.   O que é a vitamina B12 e por que você precisa dela?   A vitamina B12 trabalha em conjunto com o folato na síntese de DNA e das células vermelhas do sangue. Também está envolvida na produção da bainha de mielina em torno dos nervos, e na condução de impulsos nervosos. Você pode pensar no cérebro e no sistema nervoso como um grande emaranhado de fios. A mielina é o isolamento que protege os fios e os ajuda a conduzir as mensagens.   A deficiência grave de B12 em condições como anemia perniciosa (uma condição auto-imune em que o corpo destrói o fator intrínseco, uma proteína necessária para a absorção de B12) costumava ser fatal até que os cientistas descobriram que a morte poderia ser evitada pela alimentação de pacientes com fígado cru (que contém quantidades elevadas de vitamina B12). Mas anemia é a fase final da deficiência de B12. Muito antes da anemia surgir, a deficiência de vitamina B12 provoca vários outros problemas, incluindo fadiga, letargia, fraqueza, perda de memória e problemas neurológicos e psiquiátricos.   A deficiência de vitamina B12 ocorre em quatro fases, começando com a diminuição dos níveis sanguíneos de vitamina (fase I), progredindo para baixas concentrações celulares da vitamina (fase II), um aumento do nível de homocisteína no sangue e uma diminuição da taxa de síntese de DNA (fase III) e, finalmente, a anemia macrocítica (fase IV).   Porque a deficiência de vitamina B12 é tão comum?   A absorção de vitamina B12 é complexa e envolve várias etapas – cada uma das quais pode dar errado. Causas de má absorção de B12 incluem:
  • disbiose intestinal
  • intestino permeável e / ou inflamação do intestino
  • gastrites atróficas ou hipocloridria (baixa acidez estomacal)
  • anemia perniciosa (condição auto-imune)
  • medicamentos (especialmente IBP [inibidores da bomba de prótons]e outras drogas de supressão de ácido)
  • álcool
  • exposição a óxido nitroso (durante uma cirurgia ou a utilização recreativa)
  Isso explica por que a deficiência de B12 pode ocorrer mesmo em pessoas que comem grandes quantidades de B12 contendo produtos de origem animal. Na verdade, muitos dos meus pacientes que são deficientes em vitamina B12 estão seguindo uma dieta low-carb / paleo onde comem carne com frequência.   Em geral, os seguintes grupos estão em maior risco para a deficiência de vitamina B12:
  • vegetarianos e veganos
  • pessoas com 60 anos ou mais
  • pessoas que usam regularmente IBP ou drogas supressoras de ácido
  • pessoas em uso de medicamentos para diabetes, como a metformina
  • pessoas com doença de Crohn, colite ulcerativa, doença celíaca ou SII
  • mulheres com história de infertilidade e aborto
  Nota para os vegetarianos e veganos: a vitamina B12 é encontrada somente em produtos de origem animal.   A vitamina B12 é a única vitamina que contém um elemento-traço, o cobalto, razão pela qual ela é chamada de cobalamina. A cobalamina é produzida no intestino de animais. É a única vitamina que não podemos obter a partir de plantas ou luz solar. As plantas não precisam de B12 e, portanto não possuem estoque dela.   Um mito comum entre os vegetarianos e veganos é que é possível obter vitamina B12 a partir de fontes vegetais, como algas, soja fermentada, spirulina e levedura de cerveja. Mas, na realidade, os alimentos vegetais, que se diz conterem B12, contêm na verdade substâncias análogas à B12, chamados cobamidas, que bloqueiam a ingestão e aumentam a necessidade da verdadeira vitamina B12.   ISTO EXPLICA POR QUE OS ESTUDOS DEMONSTRARAM CONSISTENTEMENTE QUE ATÉ 50% DE VEGETARIANOS DE LONGO PRAZO E 80% DOS VEGANOS SÃO DEFICIENTES EM VITAMINA B12.   Os efeitos da deficiência de B12 em crianças são especialmente alarmantes. Estudos têm demonstrado que as crianças iniciadas em um dieta vegana até os 6 anos de idade ainda são deficientes em vitamina B12 até mesmo anos depois que comecem a comer, pelo menos, alguns produtos de origem animal.   Em um estudo, os pesquisadores descobriram:
  • Uma associação significativa entre o status da cobalamina [b12] e o desempenho em testes que medem a inteligência fluida, habilidade espacial e memória de curto prazo (com as crianças anteriormente veganas marcando mais baixo do que as crianças onívoras em cada caso).
O déficit na inteligência fluida é particularmente preocupante, segundo os pesquisadores, porque:
  • Ele envolve o raciocínio, a capacidade para resolver problemas complexos, capacidade de pensamento abstrato e a capacidade de aprender. Qualquer defeito nesta área pode ter consequências de longo alcance para o funcionamento individual.
  É por isso que é absolutamente crucial para aqueles que abstêm-se de produtos de origem animal compreenderem que não existem fontes vegetais de vitamina B12 e que todos os veganos e vegetarianos devem suplementar a vitamina B12. Isto é especialmente importante para as crianças vegetarianas ou veganas ou mulheres grávidas, cuja necessidade de B12 é ainda maior do que os adultos.   O tratamento da deficiência de vitamina B12   Uma das coisas mais tristes sobre a epidemia de deficiência de vitamina B12 é que o diagnóstico e o tratamento são relativamente fáceis e baratos – especialmente quando comparado com o tratamento das doenças que a deficiência de vitamina B12 pode causar. Um teste de B12 pode ser realizado por qualquer laboratório, e deve ser coberto pelo seguro. Mesmo para quem não tenha um plano de assistência, o custo deste exame é muito barato.   Como sempre, o tratamento adequado depende do mecanismo subjacente que está causando o problema. Pessoas com anemia perniciosa ou doença intestinal inflamatória como a doença de Crohn são suscetíveis de terem prejudicado a absorção por suas vidas inteiras, e isso, provavelmente, vai exigir injeções de vitamina B12 por tempo indeterminado. Isso também pode ser verdadeiro para aqueles com deficiência de vitamina B12 grave causando sintomas neurológicos.   Alguns estudos recentes têm sugerido que a dose elevada de administração oral ou nasal pode ser tão eficaz quanto as injeções para as pessoas com problemas de má absorção de vitamina B12. No entanto, a maioria dos especialistas ainda recomenda injeções de vitamina B12 para as pessoas com anemia perniciosa e deficiência de B12 avançada envolvendo os sintomas neurológicos.   A cianocobalamina é uma das formas de suplementação de B12 mais frequentemente utilizadas. Mas, provas recentes sugerem que a hidroxicobalamina (frequentemente utilizada na Europa) é superior à cianocobalamina, metilcobalamina e pode ser superior a ambas – especialmente para a doença neurológica.   Estudos japoneses indicam que a metilcobalamina é ainda mais eficaz no tratamento de sequelas neurológicas a deficiência de vitamina B12, e que pode ser melhor absorvido porque evita problemas potenciais em vários ciclos de absorção da vitamina B12. Em cima disso, a metilcobalamina fornece o corpo com grupos metil que desempenham um papel em vários processos biológicos importantes para a saúde global.   SE SUSPEITAR QUE VOCÊ TEM DEFICIÊNCIA DE B12, O PRIMEIRO PASSO É FAZER O TESTE.   Você precisa de uma linha de base precisa para trabalhar. Se você é deficiente B12, o próximo passo é identificar o mecanismo que causa a deficiência. Isso é algo que você provavelmente vai precisar de ajuda com de um médico. Uma vez que o mecanismo é identificado, a forma adequada (injeção, oral, sublingual ou nasal) de suplementação, a dose e a duração do tratamento poderá ser selecionada.  
Fonte:http://verdademundial.com.br/2016/01/deficiencia-de-vitamina-b12-uma-epidemia-silenciosa-com-graves-consequencias/  
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.” 
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Dieta de baixo consumo de carboidrato retarda o crescimento de tumor cerebral agressivo em modelos de camundongo

Um estudo, publicado recentemente na revista Clinical Cancer Research, descobriu que uma dieta rica em gordura e com poucos carboidratos, que incluiu um derivado de óleo de coco, ajudou a reduzir o crescimento de células tumorais de glioblastoma e a estender a vida útil de camundongos em 50%.   De acordo com o National Cancer Institute, o glioblastoma é o tumor cerebral mais comum em adultos, não havendo nenhum tratamento eficaz a longo prazo, sendo que, em média, os pacientes vivem por 12 a 15 meses após o diagnóstico.   Os resultados representam uma nova abordagem de uma velha ideia: a chamada dieta cetogênica tem sido usada durante quase 90 anos para ajudar a reduzir as crises epilépticas. Agora, a versão de alto teor de gordura e baixo teor de carboidrato da dieta mostrou diminuir tumores de glioblastoma por cortar sua fonte de energia, disse Brent Reynolds, Ph.D., professor do Lillian S. Wells Department of Neurosurgery. O tumor requer grandes quantidades de energia à medida que cresce, e a intervenção da dieta funciona limitando drasticamente sua oferta de glicose.   "Embora este seja um tratamento eficaz em nossos modelos animais pré-clínicos, não é uma cura. No entanto, nossos resultados são promissores o suficiente para que o próximo passo seja o teste em humanos", relatou Reynolds.   A dieta modificada testada pelo grupo de Reynolds incluiu um derivado de óleo de coco conhecido como um triglicerídeo de cadeia média, que desempenha um papel crucial porque substitui alguns carboidratos como fonte de energia.   Reynolds relatou outra vantagem da dieta proposta: os pacientes com câncer poderiam achá-la mais palatável, porque poderiam comer mais carboidratos e proteínas do que em uma dieta cetogênica clássica.   "Quando você está doente, você precisa de muitos confortos em sua vida, e o alimento é um enorme conforto. A ideia é desenvolver uma dieta benéfica que seja fácil para os pacientes aderirem.”   Usando células de glioblastoma de origem humana em modelos de camundongo, os pesquisadores descobriram que o alto teor de gordura e baixo de carboidrato da dieta modificada aumentou a expectativa de vida em 50% enquanto também reduziu a progressão do tumor proporcionalmente. Adicionalmente à diminuição do fornecimento de energia ao tumor, a dieta retarda o crescimento de células de glioblastoma, alterando uma via de sinalização celular que geralmente ocorre em cânceres, de acordo com os investigadores. A dieta modificada forneceu apenas 10% de suas calorias a partir de carboidratos, em comparação com 55% do grupo de controle.   Embora tanto a dieta cetogênica quanto a modificada com alto teor de gordura e baixo carboidrato mostraram eficácia semelhante contra tumores nos modelos de camundongos, Reynolds afirmou que a última é mais nutricionalmente completa e potencialmente mais atraente para pacientes com câncer, pois oferece mais opções de alimentos.   Embora os pesquisadores ainda não sabem exatamente a razão de sua eficácia, os dados preliminares mostram que a dieta modificada também parece tornar os tumores de glioblastoma mais sensíveis ao tratamento com radiação e quimioterapia. Reynolds vê a dieta como uma terapia suplementar que poderia complementar a quimioterapia e radioterapia.   Mesmo com a necessidade de mais investigação, a dieta também pode ser um tratamento secundário potencialmente eficaz para outros tipos de cânceres, como os que afetam a mama, pulmão e pâncreas.   "Esta simples abordagem dietética pode ser capaz de reduzir a progressão do tumor e melhorar o padrão de tratamentos de cânceres que são altamente ativos metabolicamente", afirmou Reynolds.   Em seguida, o pesquisador quer começar testar essa dieta modificada em um ensaio clínico. Normalmente leva-se muitos anos para iniciar tais ensaios por causa dos testes de segurança rigorosos que devem ser feitos antes do início do ensaio clínico em seres humanos, mas Reynolds pensa ser possível que aconteça mais rápido, pois a terapia envolve apenas a modificação da ingestão dietética do paciente e a suplementação com um óleo de triglicerídeo de cadeia média, os quais não têm efeitos secundários conhecidos. Traduzido por Essentia Pharma  
Referência:https://ufhealth.org/news/2016/lower-carb-diet-slows-growth-aggressive-brain-tumor-mouse-models
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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A carnitina para o aumento do HDL

O risco de doença cardíaca pode ser reduzido quando se assume uma dieta restrita de carboidratos (incluindo frutose), rica em vegetais, e o hábito de se exercitar. Na área de suplementos, o ômega-3 e a coenzima Q10 (CoQ10) formam um importante duo. Já a (L-)carnitina (e/ou acetil-L-carnitina), através de estudos anteriores, vem mostrando sua participação na redução de triglicerídeos e no aumento do HDL, e isto por si só reduz dramaticamente o risco da doença.
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Será que a romã pode realmente adicionar anos à sua vida – e ajudar contra o câncer?

Na semana passada, cientistas suíços sugeriram que a romã, um fruto originário do Oriente Médio, pode fortalecer os músculos durante o envelhecimento e adicionar anos à sua vida. Isto devido a seus produtos químicos chamados elagitaninos, encontrados em níveis elevados no fruto. Nossas bactérias do intestino transformam esses produtos químicos em um composto chamado urolitina A, que ajuda a manter as mitocôndrias (geradores de energia celular) ‘carregadas’.   Em estudos de laboratório, vermes e camundongos que receberam urolitina A viveram e correram mais. Alguns especialistas alertam que é muito cedo para dizer que o mesmo aconteceria com os seres humanos. Mas, anteriormente, a romã fora creditada com uma série de benefícios para a saúde, incluindo na luta contra o câncer. Num pequeno estudo realizado em 2006, pesquisadores da Universidade da Califórnia descobriram que beber um copo (227ml) por dia de suco de romã retardou significativamente o progresso do câncer de próstata. Supostamente a urolitina bloqueia o crescimento de células cancerígenas.   Atualmente, um estudo americano envolvendo 30 pacientes está verificando se suplementos contendo o extrato da fruta podem prevenir que o câncer de próstata se espalhe. Em 2004, um pequeno estudo sugeriu que um copo diário de seu suco pode reduzir o aumento de colesterol e seus danos em pacientes com artérias estreitadas.   Em 2005 um estudo publicado no American Journal of Cardiology descobriu que a romã poderia melhorar o fluxo sanguíneo e reduzir o risco de ataque cardíaco em pacientes com doença cardíaca.   Uma pesquisa mais recente sugere que compostos na fruta podem ajudar a impulsionar o desempenho da memória e do exercício, melhorar a pressão arterial, fortalecer os ossos e, graças às suas propriedades anti-inflamatórias, ajudar a prevenir a doença de Alzheimer. E há sugestões de que estes benefícios anti-inflamatórios poderiam se aplicar a outras condições, tais como artrite reumatoide e doença de Parkinson.   Mas muitos dos estudos têm sido realizados em animais ou em laboratório, sendo necessário que testes em humanos em maior escala sejam executados antes que quaisquer conclusões definitivas possam ser feitas, afirma a nutricionista Helen Bond:   “As romãs contêm antioxidantes que podem ajudar a proteger contra os radicais livres, e assim proteger contra doenças relacionadas com a idade em geral".   “Mas se sua dieta é rica em frutas e legumes, naturalmente ela é rica em antioxidantes. Coma um arco-íris de frutas e vegetais para garantir a obtenção de uma ampla gama de diferentes nutrientes e compostos de plantas."   E prefira comer a fruta (com sementes) ao invés de fazer suco, ressalta ela.   Já, Rebecca McManamon, da Associação Dietética Britânica, lembra que algumas marcas de suco de romã podem conter adição de açúcar. Além do mais, alguns dos estudos envolvem antioxidantes que são encontrados na pele da romã, que raramente comemos.  
Fonte: http://www.dailymail.co.uk/health/article-3696523/Can-pomegranates-really-add-years-life-fight-cancer.html?ITO=applenews
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Novas descobertas sobre as conexões entre a microbiota intestinal e o cérebro

Um crescente corpo de evidência confirma a importância do "eixo intestino-cérebro" para a neurologia e indica que os gatilhos para uma série de doenças neurológicas podem estar localizados no trato digestivo. "O microbioma intestinal pode influenciar o sistema nervoso central, o desenvolvimento das células nervosas e o sistema imune. Uma melhor compreensão do seu efeito pode revolucionar nossas opções terapêuticas", observou a Dra. Patricia Lepage do Institut National de la Recherche Agronomique, em Jouy-en-Josas, França, no Segundo Congresso da Academia Europeia de Neurologia (EAN), em Copenhague.   O microbioma intestinal é o agregado de microrganismos do intestino humano com todas as suas bactérias, archaea, vírus e fungos. Por um longo tempo, parecia difícil que o microbioma também poderia ser responsável por processos fora do trato digestivo. No entanto, a comunidade científica continua revelando detalhes ainda mais surpreendentes. Estudos recentes em animais de laboratório, que crescem sem quaisquer microrganismos (livres de germes), mostram, por exemplo, que os microrganismos no intestino são mesmo capazes de influenciar o comportamento. Relata a pesquisadora Dra. Lepage: "Micróbios intestinais podem comprovadamente produzir neuromediadores que exercem um efeito sobre o cérebro. Camundongos livres de germes mostraram menos ansiedade do que animais da mesma espécie cujos intestinos foram preenchidos com microbiota comensal. No entanto, ainda há poucas evidências sobre a forma como o processo funciona no cérebro humano".   Provou-se, entretanto, que o intestino e cérebro comunicam-se uns com os outros através de várias vias, incluindo as vias do nervo vago, sistema imune, sistema nervoso entérico, ou por meio de processos metabólicos microbianos. Por exemplo, as bactérias intestinais convertem carboidratos em ácidos graxos de cadeia curta como o ácido butanoico (ou butírico). Isso reforça a ligação entre as células, e reforça a barreira sangue-cérebro, que serve como uma parede celular para proteger o cérebro de infecções e inflamações.   Para o neurocientista John F. Cryan (APC Microbiome Institute, University College Cork, Irlanda), não há dúvida de que o microbioma intestinal regula processos cerebrais fundamentais para o desenvolvimento de doenças neurológicas: "Estudamos os cérebros de camundongos livres de germes. Em uma região, o córtex pré-frontal, encontramos aumento da mielinização, em comparação com os animais mantidos em condições normais. Isto pode ter implicações diretas para distúrbios relacionados com a mielina. Processos dependentes do microbioma também foram mostrados, como a neurogênese no hipocampo adulto e ativação da micróglia, isto é, a ativação do cérebro e das células da medula semelhantes às células do sistema imunológico".   Modelos experimentais sobre a origem da autoimunidade sugerem que a microbiota intestinal desempenha também um papel importante no presente contexto. Essa percepção abre uma nova abordagem para encontrar a causa da esclerose múltipla (EM) - uma doença autoimune que resulta de uma combinação de fatores genéticos e ambientais. O Dr. Gurumoorthy Krishnamoorthy do Instituto Plank Max de Neurobiologia, em Martinsried, Alemanha, relata: "Aparentemente, as bactérias que podem desencadear a EM não são bactérias causadoras de doenças, mas bactérias necessárias para a digestão". Um estudo com camundongos geneticamente modificados mostrou que os animais com microbiota intestinal normal e não sujeitos à influência externa desenvolveram inflamação no cérebro. Em contraste, os animais mantidos num ambiente livre de germes permaneceram saudáveis. Como explicado pelo Dr. Krishnamoorthy, o sistema imune de camundongos com microbiota intestinal normal é ativado em duas fases: em primeiro lugar, as células T tornam-se ativas e multiplicam os vasos linfáticos do trato intestinal. Em seguida, juntas com as proteínas da superfície da bainha de mielina estimulam as células B para formar anticorpos causadores de doenças. "Ambas desencadeiam reações inflamatórias no cérebro, que destroem a bainha de mielina em fases - muito semelhante à maneira como a EM se desenvolve nos seres humanos." Esse processo sugere que não são desordens no sistema nervoso, mas antes, uma mudança no sistema imune que conduz à EM. Os investigadores supõem que a flora intestinal de seres humanos pode, do mesmo modo, fazer com que o sistema imune reaja com a bainha de mielina, no caso de uma existente predisposição genética correspondente. No entanto, ainda não é claro quais as bactérias que estariam envolvidas no desenvolvimento da EM.   O microbioma intestinal é composto de até 1.000 diferentes tipos de bactérias e de cerca de 100 trilhões de células. Como tal, possui dez vezes o número de células e 150 vezes mais genes do que o genoma humano. O microbioma coevolui com o seu hospedeiro humano em uma relação simbiótica. O desenvolvimento do microbioma intestinal como um ecossistema afinado depende de uma série de fatores: se e quais os microrganismos uma pessoa absorve do canal vaginal de sua mãe no momento do nascimento; se uma pessoa é sujeita a anticorpos; alimentação; infecções; estresse e predisposição genética. Os idosos em más condições de saúde muitas vezes têm uma menor diversidade de microrganismos em seu microbioma, ou possuem manifestações promotoras de inflamação. Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: http://www.alphagalileo.org/ViewItem.aspx?ItemId=164603&CultureCode=en  
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”  
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A suplementação de zinco é associada a melhor processamento de glicose em pré-diabéticos

Um estudo, publicado na edição de Diabetes Research and Clinical Practice (maio, 2016), descobriu que a suplementação de zinco melhorou a capacidade de homens e mulheres pré-diabéticos para processar a glicose. "Uma série de pequenos estudos indicam que a suplementação de zinco melhora o processamento de glicose", nota autores M. R. Islam, Universidade de Newcastle, Austrália e do Instituto de Pesquisa Médica Hunter, e seus colegas. "Neste estudo piloto, duplo cego, controlado por placebo e randomizado, nos propusemos a investigar se a suplementação de zinco entre adultos pré-diabéticos melhora a glicemia de jejum, o índice HOMA (um índice de resistência à insulina) e, finalmente, previne o desenvolvimento do diabetes tipo 2."
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Maior capacidade antioxidante na dieta relacionada com câncer de próstata menos agressivo

A revista Nutrition and Cancer publicou um relatório em 04 de fevereiro de 2016 que revela uma associação entre o aumento da capacidade antioxidante total (CAT) na dieta de pacientes com câncer de próstata com resultados ou sintomas menos agressivos. A CAT quantifica a presença na dieta de compostos que diminuem a formação de radicais livres potencialmente prejudiciais. "Para o nosso conhecimento, este é o primeiro estudo sobre a agressividade do câncer de próstata e CAT em afro-americanos e europeus-americanos”, autores Terrence M. Vance e colegas, da Universidade de Connecticut, anunciaram.   O Dr. Vance e associados analisaram dados de 855 afro-americanos e 945 norte-americanos de ascendência europeia inscritos no projeto de câncer de próstata dos estados de Louisiana e Carolina do Norte, que incluiu homens diagnosticados com o câncer desde 1o de julho de 2004. As respostas aos questionários dietéticos foram analisadas quanto à ingestão de antioxidantes através de alimentos e suplementos. A CAT foi calculada a partir da capacidade antioxidante da vitamina C equivalente de carotenoides, vitaminas C e E, flavonoides, isoflavonas e proantocianidinas, e ajustada para o consumo de energia. Os cânceres de próstata foram classificados como tendo agressividade baixa, intermediária ou alta, dependendo do estágio clínico, escore de Gleason e os níveis de antígeno prostático específico (PSA) no momento do diagnóstico.   A alta capacidade antioxidante total a partir de dieta e suplementos foi associada com um risco 69% inferior de câncer de próstata altamente agressivo entre todos os indivíduos. Os afro-americanos, cujos valores de CAT estavam entre os mais altos, apresentaram um risco 72% inferior de câncer agressivo, em comparação com aqueles cujos valores eram mais baixos. Para os americanos-europeus, o risco daqueles no grupo de CAT mais elevada foi 64% mais baixo.   "Homens com câncer de próstata foram encontrados como tendo baixos níveis sanguíneos de antioxidantes, diminuição da atividade de enzimas antioxidantes endógenas e aumento dos níveis de peroxidação lipídica", Dr. Vance e colegas observam. "Estes resultados poderiam indicar maior estresse oxidativo, resultando em esgotamento de antioxidantes, ou menores níveis de antioxidantes, resultando em aumento do estresse oxidativo e da peroxidação lipídica."   A revista Nutrition and Cancer publicou um relatório em 04 de fevereiro de 2016 que revela uma associação entre o aumento da capacidade antioxidante total (CAT) na dieta de pacientes com câncer de próstata com resultados ou sintomas menos agressivos. A CAT quantifica a presença na dieta de compostos que diminuem a formação de radicais livres potencialmente prejudiciais. "Para o nosso conhecimento, este é o primeiro estudo sobre a agressividade do câncer de próstata e CAT em afro-americanos e europeus-americanos”, autores Terrence M. Vance e colegas, da Universidade de Connecticut, anunciaram.   O Dr. Vance e associados analisaram dados de 855 afro-americanos e 945 norte-americanos de ascendência europeia inscritos no projeto de câncer de próstata dos estados de Louisiana e Carolina do Norte, que incluiu homens diagnosticados com o câncer desde 1o de julho de 2004. As respostas aos questionários dietéticos foram analisadas quanto à ingestão de antioxidantes através de alimentos e suplementos. A CAT foi calculada a partir da capacidade antioxidante da vitamina C equivalente de carotenoides, vitaminas C e E, flavonoides, isoflavonas e proantocianidinas, e ajustada para o consumo de energia. Os cânceres de próstata foram classificados como tendo agressividade baixa, intermediária ou alta, dependendo do estágio clínico, escore de Gleason e os níveis de antígeno prostático específico (PSA) no momento do diagnóstico.   A alta capacidade antioxidante total a partir de dieta e suplementos foi associada com um risco 69% inferior de câncer de próstata altamente agressivo entre todos os indivíduos. Os afro-americanos, cujos valores de CAT estavam entre os mais altos, apresentaram um risco 72% inferior de câncer agressivo, em comparação com aqueles cujos valores eram mais baixos. Para os americanos-europeus, o risco daqueles no grupo de CAT mais elevada foi 64% mais baixo.   "Homens com câncer de próstata foram encontrados como tendo baixos níveis sanguíneos de antioxidantes, diminuição da atividade de enzimas antioxidantes endógenas e aumento dos níveis de peroxidação lipídica", Dr. Vance e colegas observam. "Estes resultados poderiam indicar maior estresse oxidativo, resultando em esgotamento de antioxidantes, ou menores níveis de antioxidantes, resultando em aumento do estresse oxidativo e da peroxidação lipídica."   Eles concluem que "mais estudos em diferentes populações são necessários para confirmar estes resultados e determinar se componentes da dieta afetam o desenvolvimento e a progressão do câncer de próstata".  
Fonte:http://www.lifeextension.com/newsletter/2016/3/Greater-dietary-antioxidant-capacity-linked-with-less-aggressive-prostate-cancers/page-01?utm_source=eNewsletter&utm_medium=email&utm_content=Button&utm_campaign=EZX600E
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”   
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A terapia com testosterona aumenta a função sexual e humor em homens mais velhos

O tratamento com testosterona melhora a função sexual e humor em homens mais velhos com baixos níveis de testosterona, relatam pesquisadores de Yale. Os resultados dos ensaios de testosterona (TTrials), realizados em 12 locais em todo o país, incluindo Yale School of Medicine, foram os primeiros a mostrar de forma convincente os benefícios do hormônio para homens com mais de 65 anos.   O estudo, realizado em parceria com o Instituto Nacional sobre Envelhecimento, EUA, foi publicado pelo New England Journal of Medicine.   Enquanto os homens envelhecem, seus níveis de testosterona tendem a diminuir, levando a uma diminuição da função sexual, mobilidade e energia. Enquanto a testosterona tem sido estudada como um potencial tratamento, os resultados de estudos anteriores apresentaram-se inconsistentes.   Para testar o potencial benefício do tratamento em homens que tinham níveis baixos do hormônio por nenhuma outra razão do que o avanço da idade, pesquisadores da Yale colaboraram com investigadores de 12 instituições, liderados pela Universidade da Pensilvânia, para conduzir os TTrials. A universidade de Yale teve o maior número de participantes inscritos (84 de 790) para estes estudos duplo-cegos, controlados por placebo que investigaram a eficácia do gel de testosterona para vários resultados, incluindo a função sexual, função física e vitalidade.   Nos homens que receberam a terapia de testosterona por um ano, versus naqueles que receberam placebo, verificou-se melhorias significativas na função sexual, incluindo a atividade e desejo sexual e função erétil.   "Parece haver benefícios para o tratamento com testosterona entre homens que possuem inequivocadamente baixos níveis do hormônio atribuíveis unicamente à idade", relatou Thomas Gill, M.D., professor de medicina geriátrica da Humana Foundation e um coautor do estudo. "Os benefícios foram bastante convincentes para a função sexual."   Enquanto os participantes incluídos no ensaio que avaliou a função física não viram melhorias significativas na sua capacidade de andar - medido por um aumento de 50 metros ou mais em sua distância percorrida em 6 minutos - um aumento foi encontrado quando todos os participantes do estudo foram avaliados. Além disso, homens inscritos no ensaio que avaliava a vitalidade viram benefícios modestos em termos de melhora do humor e menos sintomas depressivos.   Embora os resultados foram um pouco misturados, Gill observou um benefício global que não havia sido observado em estudos anteriores. "Uma maneira de interpretar os resultados entre os ensaios é uma impressão global de mudança", disse ele. "Descobrimos que a testosterona melhorou a sensação dos homens sobre seus desejos sexuais, capacidade de andar, nível de energia e saúde em geral."   Os investigadores também relataram que não houve nenhum aumento nos efeitos colaterais adversos um ano após a descontinuação da terapia. No entanto, disseram que um estudo maior seria necessário para demonstrar conclusivamente a segurança ao longo do tempo.  
Fonte:https://www.sciencedaily.com/releases/2016/02/160217180238.htm
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”   
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Dieta altamente calórica associada com mudanças das células estaminais e maior risco de câncer

CAMBRIDGE, Mass. - Durante a última década, estudos descobriram que a obesidade e o hábito alimentar calórico baseado em alto teor de gordura são fatores de risco significativos para muitos tipos de câncer. Agora, um novo estudo, do Whitehead Institute e do David H. Koch Institute for Integrative Cancer Research, ambos institutos associados ao MIT (Massachusetts Institute of Technology), revela como esse tipo de dieta torna as células do revestimento intestinal mais propensas a se tornarem cancerosas.
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Efeito hipotensor do extrato de bioativos da folha de oliveira

A utilização das propriedades medicinais da folha de oliveira (Olea europaea L.) remonta ao início dos anos de 1800, quando seus extratos foram utilizados para o tratamento da malária. No início de 1900, um princípio amargo de suas folhas foi identificado como "oleuropeoside" (mais tarde designado como oleuropeína), um glicosídeo iridoide polifenólico o qual relatórios credenciaram como um hipotensor (fármaco usado para redução da pressão arterial; hipo = pequeno/pouco + tensor = tensão). Há anos que estudos vêm confirmando esta característica, todavia executados em animais.
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Melhor estilo de vida conduziu a uma redução do colesterol e morte cardíaca

Os níveis de colesterol - o fator de risco mais comum para ataques cardíacos - diminuíram no norte da Suécia ao longo dos últimos 20 anos. Desde que os medicamentos representam apenas 1/3 da diminuição, a redução do risco de doença cardiovascular ocorre graças a uma mudança no estilo de vida. Isso de acordo com um estudo publicado no European Heart Journal.
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Pesquisadores descobrem que os níveis de vitamina B12 cerebrais sofrem redução com a idade e são prematuramente baixos em pessoas com autismo e esquizofrenia

Newswise - FORT LAUDERDALE-DAVIE, Florida. - Um novo estudo publicado na revista on-line, Public Library of Science One (PLoS ONE) descobriu que os níveis de vitamina B12 no cérebro são significativamente reduzidos nos idosos e são muito menores em indivíduos com autismo ou esquizofrenia, em comparação com seus pares em idades semelhantes. Por exemplo, crianças com autismo (idade < 10) possuem três vezes mais baixos os níveis de vitamina B12 no cérebro, que é semelhante aos níveis de adultos, geralmente saudáveis, em seus 50 anos, o que indica uma diminuição prematura.
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Novos benefícios do pigmento natural astaxantina

Com o recente aumento na popularidade de suplementos derivados de fontes naturais para manter um corpo saudável, tem havido grande dose de atenção para o desenvolvimento dos chamados "alimentos do cérebro", que podem melhorar a função cerebral. De particular importância é a astaxantina (ASX), pigmento vermelho natural abundante no salmão e em crustáceos, como o camarão, krill e caranguejo. ASX tem um efeito antioxidante poderoso, e promete ser um suplemento natural da próxima geração, pois é capaz de penetrar a barreira sangue-cérebro, de entrar no cérebro, onde atua diretamente sobre as células nervosas. ASX também é conhecida por ter um efeito neuroprotetor no modelo animal de doença neurológica. No entanto, existem muitas questões não respondidas quanto aos efeitos sobre a função de ASX no hipocampo, especialmente se pode ou não aumentar a neuroplasticidade do hipocampo.
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O que é medicina preventiva?

Durante a última década, o interesse em tratamentos antienvelhecimento e intervenções dirigidas à promoção da saúde, vitalidade e juventude ao longo da vida - e adentrando na velhice -tem aumentado exponencialmente. A popularidade e o aumento desses tratamentos têm sido alimentados pelo envelhecimento da geração baby-boom e pela grande insatisfação em torno do atual sistema médico nos EUA e muitas outras nações ocidentais. Com isso, a medicina preventiva se tornou uma especialidade médica reconhecida pela Câmara Americana de Especialidades Médicas (ABMS) americana...
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Demência – Baixo nível de vitamina D entre os idosos está associada com diminuição significativa na cognição

A insuficiência de vitamina D entre os idosos está altamente correlacionada com o declínio cognitivo acelerado e desempenho prejudicado, especialmente nos domínios da perda de memória que estão associados à doença de Alzheimer e demência, foi o que os investigadores do UC Davis Alzheimer’s Disease Center e Rutgers University descobriram. O efeito é "substancial", com os indivíduos com baixo nível de vitamina D sofrendo declínio a uma taxa três vezes mais rápida do que aqueles com níveis de vitamina D adequados.
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Flavonoides de cacau baixam a pressão arterial e aumentam a função dos vasos sanguíneos em pessoas saudáveis

Dois estudos publicados recentemente nas revistas Age e British Journal of Nutrition (BJN) demonstram que o consumo de flavonoides de cacau melhora a função cardiovascular e diminui a carga sobre o coração que ocorre com o envelhecimento e endurecimento das artérias. Os estudos também proporcionam novos dados para indicar que a ingestão destes flavonoides reduzem o risco de desenvolver doenças cardiovasculares (DCV).
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Prebióticos influenciam as proteínas relacionadas à absorção de ferro em ratos anêmicos

Investigadores relataram recentemente que a suplementação de prebióticos num modelo experimental de anemia por deficiência de ferro altera a expressão proteica no intestino relacionada com a absorção de ferro. A anemia por deficiência de ferro é uma condição comum, afetando cerca de 9 a 12% das mulheres brancas, quase 20% das mulheres negras e mexicano-americanas e 2% dos homens.
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A qualidade do sono influencia o desempenho cognitivo de crianças autistas e neurotípicas

Uma noite de sono de má qualidade diminui significativamente o desempenho em testes de inteligência em crianças com transtorno do espectro do autismo (ASD) e também em crianças neurotípicas (sem ASD). Esta é a conclusão feita por pesquisadores do Hôpital Rivière-des-pradarias, afiliado com o Instituto Universitário de Saúde Mental de Montreal e Universidade de Montreal.
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A curcumina na prevenção da doença de Parkinson

A doença de Parkinson ocorre mais do que a esclerose múltipla, distrofia muscular, e doença de Lou Gehrig combinadas. Estima-se que entre 7 a 10 milhões de pessoas vivem com Parkinson mundialmente, com 96 por cento dos diagnósticos ocorrendo após os 50 anos. O que esses milhões de pessoas precisam saber é que sua doença pode ser ajudada com inúmeros remédios naturais. Um composto a partir de uma antiga erva conhecida como cúrcuma é um desses remédios.
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Porque estamos todos deficientes em magnésio, os muitos sinais e o que fazer

Os sinais de deficiência de magnésio estão em toda parte nos Estados Unidos, se você souber o que procurar. Infelizmente, os sintomas são tão incrivelmente comuns que eles constantemente deslizam sob o radar! Quase ninguém, especialmente médicos, observam que as doenças que sofremos diariamente são realmente sintomas de deficiência de magnésio ... e estamos todos pagando por isso.Simplesmente, aproximadamente cada pessoa que você entrar em contato - especialmente aquelas com um problema de saúde, mas mesmo aquelas com apenas pequenas queixas - estão sofrendo de alguma forma desta deficiência em todo o país. Incluindo você!   O que exatamente é o magnésio? O magnésio é vida. É o quarto mineral mais abundante no corpo, ao lado de enxofre (que é tão importante quanto). Além de ser um mineral, o magnésio é também um eletrólito. "Bebidas esportivas" (também conhecidas como fraudes açucaradas) reivindicam conter eletrólitos como o magnésio, potássio e sódio, desde que os eliminamos através do suor, e suas deficiências são o que leva os atletas a enfrentar problemas comuns, como dores musculares! Mas acredite em mim - eletrólitos (especialmente o magnésio) fazem muito mais do que tratar e prevenir cãibras musculares. Primeiro, os eletrólitos nos permitem viver, como seres elétricos que somos. Eles são responsáveis por toda a atividade eléctrica (e, assim, a condutividade do cérebro) no corpo. Sem eletrólitos como o magnésio, os músculos não podem disparar, o coração não pode bater, e o cérebro não recebe qualquer sinal. Sem mais, precisamos de magnésio para nos mantermos vivos. Assim que se não possuindo o suficiente, começamos a perder energia e condutividade. Tecnicamente, assim que tornamos deficientes, lentamente começamos a morrer, sentindo dores e mais dores no dia a dia, sentindo-nos pior ano após ano. Eu não posso enfatizar o suficiente ... sinais de deficiência de magnésio estão em toda parte, basta olhar. O magnésio é um cofator em mais de trezentas reações no organismo, necessárias para a transmissão de impulsos nervosos, regulação da temperatura, desintoxicação do fígado, e a formação dos ossos e dentes. No entanto, o magnésio mostra o seu verdadeiro poder na saúde cardiovascular. A fundação Weston A. Price escreve, "O magnésio sozinho pode cumprir o papel de muitos medicamentos cardíacos comuns: inibe a formação de coágulos sanguíneos (como a aspirina), reduz os fatores de coágulos (como a Warfarina), bloqueia a captação de cálcio (como nifedipina, Procardia) e relaxa os vasos sanguíneos (como os inibidores da ECA, tais como Vasotec) (Pelton, 2001)."   mag1Quase todo mundo tem sinais de deficiência de magnésio, mas não percebemos isso ...

Os sintomas incluem:

• Constipação • Pressão arterial elevada (hipertensão) • Ansiedade • Depressão • Insônia • Distúrbios comportamentais • Letargia • Memória prejudicada / pensamento • Convulsões • Fadiga • Distúrbios do sono • Dor • Cãibras musculares • Dor crônica nas costas • Dores de cabeça • Enxaqueca • Dor muscular • Tendinite • Raiva • Agressão • TDAH • Cérebro ‘turvo’ • Tensão • Transtornos de ansiedade, como transtorno obsessivo-compulsivo

Tudo o que o torna tenso pode ser devido a deficiência de magnésio. Se você não pode relaxar ou não pode parar - pense magnésio!

  Problemas de saúde já desenvolvidos podem estar conectados a este mineral crucial. A maioria das pessoas com QUALQUER doença crônica ou problema se beneficiam muito com a suplementação de magnésio. Isso ocorre porque a doença crônica é igual a estresse, e o estresse esgota o magnésio.   A seguir, uma lista de condições susceptíveis de ter a deficiência de magnésio como parte do quebra-cabeça: • Síndrome de Fadiga Crônica • Fadiga Adrenal • Fibromialgia • Doença Cardíaca • Fibrilação Atrial • Palpitações Cardíacas • Osteoporose (sim, o magnésio é mais importante do que o cálcio para a saúde dos ossos!) • Diabetes • A morte súbita em pacientes com Insuficiência Cardíaca Congestiva • Pedras nos rins "Do mesmo modo, pacientes com diagnóstico de depressão, epilepsia, diabetes mellitus, tremor, Parkinson, arritmias, distúrbios circulatórios (acidente vascular cerebral, enfarte cardíaco, arteriosclerose), hipertensão, enxaqueca, dor de cabeça, dores, distúrbios neurovegetativos, dor abdominal, osteoporose, asma, distúrbios dependentes de stress, zumbido, ataxia, confusão, pré-eclâmpsia, fraqueza, podem também ser consequências da síndrome de deficiência de magnésio." -          Journal of the American College of Nutrition   Por incrível que pareça, o artigo acima referenciado menciona até mesmo distúrbios neurovegetativos como possível resultado da deficiência de magnésio. Isto incluiria comas. A produção de hormônio do estresse exige elevados níveis de magnésio e experiências estressantes podem imediatamente levar ao esgotamento completo de reservas de magnésio. Seria isto o motivo contribuinte para que comas aconteçam após acidentes/lesões traumáticas? Como eu mencionei acima, o magnésio é um eletrólito responsável por sinais cerebrais e condutividade. Sem magnésio, as pessoas em coma podem não conseguir retomar a condutividade. O diabetes é listado como outra possível consequência da deficiência de magnésio. Poderia ser este um fator também em comas diabéticos? Algo para se pensar e pesquisar mais!   Ânsias Você tem vontade repentina de comer chocolate? Por que será que quando estressadas as pessoas desejam chocolate? O chocolate é uma das maiores fontes de magnésio. O magnésio está associado com tantos distúrbios que a Dra. Carolyn Dean da Associação Nutricional de Magnésio dedicou um livro inteiro para discutir como ela tem tratado milhares de pacientes, com uma ampla gama de doenças, com o magnésio como componente primário. Seu livro, The Magnesium Miracle (em português, O Milagre do Magnésio), é uma leitura obrigatória se você tiver qualquer um dos sintomas de deficiência de magnésio acima relatados, ou quaisquer problemas de saúde em geral – desde que é provável que exista um componente de magnésio para tudo.   Por que os médicos não encontram deficiências de magnésio em testes? Infelizmente, a medicina convencional não despertou para a quantidade de pesquisas que tem sido feita sobre a deficiência de magnésio. Uma das razões que a medicina está tão por fora sobre o magnésio é como ele é testado: com exames de sangue. Os exames de sangue não fornecem QUALQUER informação sobre o magnésio ... por quê? Porque o corpo controla os níveis de magnésio no sangue muito bem. Se o magnésio no sangue cai um pouco, você terá um ataque cardíaco. Assim, para evitar esta situação, o corpo rouba magnésio de todas as suas células, tecidos e ossos, a fim de manter os níveis sanguíneos constantes. Se você fizer um exame de sangue para o magnésio, mesmo as células podendo estar completamente necessitadas, os seus níveis sanguíneos se mostrariam constantes. O pior é que o magnésio não está nem mesmo no seu sangue. 99% do magnésio está armazenado nas células que são assaltadas, enquanto apenas 1% do total de magnésio do seu corpo está no sangue. Estes testes são um completo desperdício de tempo, e eles não estão educando os médicos para esta realidade. "Um teste de soro para o magnésio é realmente pior do que ineficaz, porque seu resultado pode apresentar uma falsa sensação de segurança sobre o status do mineral no corpo. E isto também explica por que os médicos não reconhecem a deficiência de magnésio; eles assumem que os níveis de magnésio no soro são uma medida precisa de todo o magnésio no corpo." - Dra. Carolyn Dean, The Magnesium Miracle.   Por que somos tão deficientes? Aqui está a versão curta da resposta: Número um, nós estamos sendo envenenados por nossa comida. Número dois, estamos cada vez mais estressados, usando nossos ‘motores’ em alta rotação e isso está nos drenando. A produção de hormônios do estresse exige elevados níveis de magnésio e experiências estressantes levam à depleção de seus estoques. Número três, estamos comendo mais açúcar do que nunca. Para cada molécula de açúcar que consumimos, o nosso corpo usa 54 moléculas de magnésio para processá-lo. Em quarto lugar, técnicas agrícolas modernas esgotam as reservas de magnésio do solo. E, por último, o magnésio é esgotado por muitos fármacos e compostos de estrogênio, tais como contraceptivos orais, antibióticos, cortisona, prednisona, e medicamentos para pressão arterial ("Drug-induced nutrient depletion handbook” Pelton, 2001). Diuréticos no café e chá (cafeína) também elevam os níveis de excreção. Ah, e por falar nisso – o fluoreto concorre na absorção do magnésio! Hoje em dia, quase todo mundo é deficiente de magnésio – sem a necessidade de teste. Os alimentos refinados/processados são destituídos de seus minerais, vitaminas, e teor de fibra. Podemos chama-los de alimentos antinutricionais, porque eles efetivamente roubam o magnésio a fim de ser metabolizados. Quando consumidos, eles exigem que complementemos com magnésio ou estamos destinados a sofrer eventualmente devido a sua deficiência grave. Como eu disse, o açúcar é o pior criminoso. Cada molécula de açúcar que você consome arrasta mais de 50 vezes a quantidade de magnésio para fora de seu corpo. Bem, e se você comer uma dieta saudável? Os produtos processados não são os únicos alimentos que são desprovidos de magnésio. Em geral, o magnésio foi esgotado do solo de superfície, diminuindo a ingestão dietética enquanto a nossa necessidade de magnésio tem aumentado, devido aos altos níveis de exposição a substâncias tóxicas que nos deparamos diariamente (ar, água, plásticos, produtos químicos, a lista continua!). O solo está empobrecido de magnésio por causa dos pesticidas que são pulverizados em todos os vegetais cultivados convencionalmente e da poluição mundial que afeta até mesmo os campos mais limpos. Pesticidas também matam as bactérias benéficas e fungos necessários para que as plantas convertam os nutrientes do solo em nutrientes vegetais utilizáveis pelos seres humanos.   As melhores maneiras de obter magnésio  1. Coma alimentos ricos em magnésio cultivados em solo orgânico. 2. Tome gotas de magnésio iônico. Este é o meu novo método favorito, que eu aprendi com The Magnesium Miracle. 3. Aplique óleo de magnésio na sua pele! Esta é a segunda melhor maneira de aumentar seus níveis. 4. Mergulhe em banhos de sal de Epsom (sal amargo). Isso irá fornecer não só magnésio, mas também enxofre para o seu fígado.            
Traduzido por Essentia Pharma Fonte: http://www.collective-evolution.com/2015/03/25/why-were-all-deficient-in-magnesium-the-many-signs-what-to-do/ Por: Organic Olivia  
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Uma pesquisa alerta que mulheres grávidas não estão consumindo suficiente ômega-3, essencial para o desenvolvimento infantil

Alberta Pregnancy Outcomes and Nutrition (APrON) é um coorte de nascimentos envolvendo mais de duas mil mulheres e seus bebês a partir de Calgary e Edmonton, que foi financiado pela Alberta Innovates Health Solutions e inclui pesquisadores da Universidade de Alberta e da Universidade de Calgary. O principal objetivo do APrON é compreender a relação entre o estado nutricional materno durante a gravidez, a saúde mental materna e o desenvolvimento da criança.
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Não se preocupe e vá para a cama mais cedo

O horário que você vai para a cama e quanto tempo dorme, pode tornar mais difícil para você parar de se preocupar. É o que dizem Jacob Nota e Meredith Coles, da Universidade de Binghamton nos EUA, que descobriram que as pessoas que dormem por períodos de tempo mais curtos e vão para a cama muito tarde da noite são muitas vezes sobrecarregadas com pensamentos mais negativos do que aquelas que têm horas regulares de sono. Os resultados aparecem na revista Cognitive Therapy and Research.
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