Vitamina D pode prevenir diabetes tipo 1, afirma estudo

Crianças que são geneticamente suscetíveis ao diabetes tipo 1 podem ver seu risco da condição reduzido se tiverem níveis abastados de vitamina D. Esta é a conclusão de um novo estudo publicado na revista Diabetes. Os pesquisadores descobriram que as crianças com baixos níveis sanguíneos de vitamina D eram mais propensas a ter seu sistema imune atacando as células produtoras de insulina no pâncreas (ilhotas pancreáticas), em comparação com aquelas que apresentavam níveis mais altos da vitamina. Esse desvio da autoimunidade é fundamentalmente característico do diabetes tipo 1.   A principal autora do estudo, Jill Norris, Ph.D., da Escola de Saúde Pública do Colorado em CU Anschutz, Aurora, Colorado, e seus colegas dizem que a sua pesquisa é a primeira a mostrar que níveis mais altos de vitamina D podem ajudar a prevenir a autoimunidade que ataca as ilhotas pancreáticas.   Diabetes tipo 1 e o sistema imunológico   O diabetes tipo 1 é uma condição em que o corpo não consegue produzir quantidades suficientes de insulina (o hormônio que regula os níveis de glicose no sangue). No diabetes tipo 1, o sistema imunológico lança um ataque às células pancreáticas chamadas Ilhotas de Langerhans – que são muitas vezes referidas como ilhotas. Esses são grupos de células que contêm células beta cuja função é detectar a glicose no sangue e liberá-la quando necessário.   Como resultado desse ataque, as células beta não produzem quantidades suficientes de insulina, fazendo com que os níveis de glicose no sangue se tornem muito altos. O diabetes tipo 1 pode ocorrer em qualquer idade e o início é mais comum na infância. De acordo com a American Diabetes Association, cerca de 1,25 milhão de crianças e adultos nos Estados Unidos têm diabetes tipo 1.   Abordando a controvérsia do diabetes tipo 1 e vitamina D   Pesquisas anteriores indicaram que baixos níveis de vitamina D podem aumentar o risco de diabetes tipo 1. Em resposta a tais estudos, os cientistas têm investigado se os níveis mais altos da vitamina podem ter um efeito preventivo, mas surgiram resultados contraditórios. A vitamina D é muitas vezes referida como a "vitamina do sol", pois de maneira espontânea o sol é a principal fonte para o corpo, e ela também está presente em alguns alimentos – incluindo peixe gordo, queijo e gemas – e disponível como suplemento dietético. Para esta última pesquisa, a Dra. Norris e colegas se propuseram a aprender mais sobre o vínculo entre a vitamina D e o diabetes tipo 1. Especificamente, eles investigaram se os níveis de vitamina D na infância afetam a autoimunidade das ilhotas ou não.   "Durante vários anos", observa a Dra. Norris, "tem havido controvérsia entre cientistas se a vitamina D reduz o risco de desenvolver a autoimunidade que ataca as células do pâncreas e, então, o diabetes tipo 1". O estudo atual – que faz parte do estudo The Environmental Determinants of Diabetes in the Young (TEDDY) – incluiu 8.676 crianças que tinham um risco genético para o desenvolvimento de diabetes tipo 1. Amostras de sangue foram coletadas de cada criança a cada três e seis meses desde a primeira infância, por até quatro anos. Essas amostras foram usadas para identificar níveis de vitamina D e o processo de autoimunidade das células pancreáticas.   Um total de 376 crianças desenvolveu o ataque do sistema imune nessas células, e seus níveis de vitamina D foram comparados com os de 1.041 crianças que não desenvolveram a condição. Os pesquisadores descobriram que, entre as crianças que possuíam uma variante no gene do receptor de vitamina D, níveis mais elevados da vitamina quando bebês e crianças pequenas foram associados a um risco reduzido de desenvolver a autoimunidade contra as ilhotas.   A equipe diz que seu estudo é incapaz de provar causa e efeito entre os níveis mais elevados de vitamina D e o risco reduzido de autoimunidade anti-ilhotas e que estudos adicionais são necessários. Dito isso, a Dra. Norris e colegas acreditam que suas descobertas indicam que a vitamina D tem o potencial de prevenir o diabetes tipo 1 em crianças geneticamente suscetíveis à doença.   Traduzido e adaptado por Essentia Pharma.   Fonte:https://www.medicalnewstoday.com/articles/319850.php?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campa   Os artigos aqui postados não necessariamente expressam a visão da Empresa   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”
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Probióticos ajudam a eliminar produtos químicos tóxicos no intestino

É um fato impressionante da natureza que temos trilhões de organismos dentro do nosso corpo – com DNA próprio –, e que alguns dos quais quebram substâncias químicas tóxicas como os agrotóxicos. Quem são esses ajudantes estranhos? Bactérias! Espere. As bactérias não nos prejudicam? Bem, quando a nossa imunidade falha, algumas podem crescer fora do limite, com um senso de oportunidade aguçado. Mas elas respondem ao ambiente dentro do qual são criadas. Ao consumir vegetais orgânicos e saudáveis, por exemplo, cria-se um foco de atividade positiva em seu intestino. Já ao consumir açúcar, alimentos processados e uma carga crescente de produtos químicos, então, a coisa pode ficar feia!   Além disso, acredite ou não, há muitos e muitos anos atrás, bactérias antigas associaram-se aos nossos antepassados celulares para produzir organelas produtoras de energia dentro de nossas células: as chamadas mitocôndrias. Então, somos realmente diferentes das bactérias? Talvez não. Em algum nível, somos como "meta-organismos", compostos de diferentes sistemas vivos funcionando de forma simbiótica. Eis aqui alguns dos feitos surpreendentes dessas bactérias amigáveis:   Toxidade causada pelo bisfenol A (absorção/excreção)   O Bisfenol A (BPA) é um derivado petroquímico cada vez mais onipresente com propriedades perturbadoras do sistema endócrino (ou seja, desarma seus hormônios!). É encontrado em recibos de impressoras térmicas, papéis de notas de dinheiro, plásticos e muitos outros bens de consumo.[1] Infelizmente, não é uma questão de saber se você está ou não exposto, mas até que ponto.   Em ratos expostos ao BPA, mas suplementados com probióticos (bactérias) Bifodobacterium breve e Lactobacillus casei, observou-se que suas concentrações sanguíneas de BPA caíram significativamente e sua excreção através das fezes foi 2,4 vezes mais rápida do que o grupo controle não suplementado. Os pesquisadores concluíram que os probióticos "...reduziram a absorção intestinal, facilitando a excreção do BPA, e que esses probióticos podem suprimir os efeitos adversos do BPA na saúde humana".   Toxicidade do bisfenol A: degradação   Novas cepas bacterianas degradantes de bisfenol A foram isoladas do tradicional prato coreano de repolho fermentado conhecido como kimchi.[2] Três isolados de Bacillus pumilus foram demonstrados capazes de degradar o BPA. Os pesquisadores relataram que essas bactérias derivadas de alimentos tornam sistemas eficientes e seguros para a remoção de BPA. Logicamente, o consumo de kimchi (ou os probióticos extraídos do kimchi) permitiria que o trato gastrointestinal de um humano quebrasse esse produto químico nocivo também.   Toxicidade de agrotóxico   Em 2009, o Journal of Agricultural and Food Chemistry revelou que o agrotóxico clorpirifós (CP)*, que foi associado a efeitos neurológicos, distúrbios do desenvolvimento e distúrbios autoimunes, pode perder para as bactérias que possibilitam a fermentação do kimchi.[3] Os pesquisadores descobriram que as bactérias no kimchi transformaram o CP em seu almoço (uma fonte de carbono e fósforo) e degradou-o rapidamente até o 3o dia (83,3%!). Sua total degradação aconteceu no 9o dia.   As bactérias foram identificadas: Lactobacillus brevis WCP902, Lactobacillus plantarum WCP931 e Lactobacillus sakei WCP904. Surpreendentemente, foi verificado que essas super-heroínas degradam quatro outros agrotóxicos organofosforados: Coumaphos, Diazinon, Paratião, Metilparatião. Adicionalmente, considere que os probióticos executam milhares de funções vitais dentro do nosso corpo e foram pesquisados clinicamente para prevenir e/ou reduzir os sintomas de cerca de 200 doenças.   *N.daT.: Com classificação toxicológica “Extremamente Tóxico” e potencial de periculosidade ambiental II (muito perigoso ao meio ambiente), o clorpirifós é usado em associação com outros químicos para culturas como a do algodão, café, milho, trigo, feijão, citrus, pastagem, soja, batata...   Traduzido por Essentia Pharma.   Artigo completo em: http://www.greenmedinfo.com/blog/probiotics-destroy-toxic-chemicals-our-gut-us   Os artigos aqui postados não necessariamente expressam a visão da Empresa   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”
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Terapia de estrogênio oral versus transdérmico: aumento da libido feminina pós-menopausa

A disfunção sexual feminina (DSF) é comumente associada à diminuição dos níveis de estrogênio em torno da transição para a menopausa. Pelo menos 23% das mulheres menopáusicas estão angustiadas pelo seu baixo desejo sexual, portanto, a US Food and Drug Administration identificou recentemente a DSF como uma condição grave como parte de seu programa sobre o desenvolvimento de medicamentos orientados para a paciente. Recentemente, pesquisadores publicaram um estudo no JAMA que comparou uma terapia de estrogênio oral e outra transdérmica para o aumento da função sexual em mulheres pós-menopáusicas precoces.   Embora muitos estudos anteriores tenham revelado que o tratamento com estrogênios sozinho ou em combinação com a progesterona melhorou a função sexual, não houve comparação direta sobre a via nem composição dos estrogênios. O estudo auxiliar do Kronos Early Estrogen Prevention Study (KEEPS) tem como objetivo fazer exatamente isso: comparar a terapia de estrogênio oral e transdérmica. O estudo auxiliar é um estudo prospectivo, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo de terapia hormonal da menopausa em mulheres saudáveis, que recentemente entraram na menopausa. Os dados foram coletados de julho de 2005 a junho de 2008, e analisados desde julho de 2010 a junho de 2017.   Das 727 participantes da KEEPS, 670 concordaram em participar do estudo. As mulheres tinham entre 42 e 58 anos e estavam dentro do prazo de 36 meses desde seu último período menstrual. Elas foram randomizadas para um dos três grupos: - Estrogênio oral na dose de 0,45 mg/dia - Estrogênio transdérmico na dose de 50 mcg/dia - Placebo   As participantes dos dois primeiros grupos também receberam 200mg de progesterona micronizada oral ou placebo (se randomizadas para placebo estrogênio) por 12 dias por mês.   O estudo coletou os dados da função sexual na linha de base e aos 18, 36 e 48 meses. As participantes responderam ao questionário do Inventário de Função Sexual Feminina (sigla em inglês, FSFI) para avaliar os aspectos da função e experiência sexual: desejo, excitação, lubrificação, orgasmo, satisfação e dor. Os escores do FSFI variaram de 0 a 36 pontos, em que os índices mais altos indicam melhor função sexual. A baixa função sexual (LSF) foi definida como uma pontuação geral da FSFI abaixo de 26,55.   Os resultados sugerem que o tratamento com estrogênio transdérmico modestamente melhorou a função sexual em mulheres pós-menopáusicas precoces, mas a sua efetividade nos sintomas de angústia segue desconhecida. Ao comparar a terapia com estrogênio oral e transdérmico, a opção transdérmica pode ser a melhor escolha.   N.daT.: O estudo não observou outras consequências da opção da terapia de estrogênio por via oral, por exemplo, o aumento de trombose e de arteriosclerose.   Traduzido e adaptado por Essentia Pharma.   Fonte: https://www.medicalnewsbulletin.com/comparing-oral-transdermal-estrogen-therapy/   Os artigos aqui postados não necessariamente expressam a visão da Empresa   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”
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Suplementos de óleo de peixe ajudam a estabilizar doença renal crônica

Pacientes com diabetes e doença arterial coronariana (DAC) geralmente desenvolvem a doença renal crônica. Um dos principais indicadores do desenvolvimento e progressão dessa doença é o aumento dos níveis da proteína albumina na urina. Isso é referido como albuminúria. Os rins em estado normal e saudável filtram grandes moléculas de proteínas e não permitem que elas passem para a urina. A presença de albumina na urina é um indicador de rins que estão funcionando incorretamente. Isso é medido ao analisar a proporção de albumina para creatinina na urina (ACR, <30μg/mg).  

Ômega 3: benefícios para doença renal crônica

Os ácidos graxos poli-insaturados ômega 3 são componentes dietéticos que podem ser obtidos através de peixes gordurosos ou de suplementos. Os resultados de estudos anteriores que examinaram o efeito destes ácidos graxos na albuminúria tiveram resultados variáveis em indivíduos não diabéticos e diabéticos, e nenhum estudo havia examinado o seu efeito sobre a albuminúria em pacientes com doença arterial coronariana. Recentemente, um estudo randomizado e paralelo publicado no Journal of the American Heart Association (JAHA) teve o objetivo de avaliar o efeito dos ácidos graxos ômega 3 de cadeia longa, ácido eicosapentaenoico (EPA) e ácido docosahexaenoico (DHA), em pacientes com albuminúria com DAC estável, tanto com e sem diabetes mellitus tipo 2. A diferença entre os dois grupos aleatoriamente formados foi a adição ou não de óleo de peixe ao tratamento. Do grupo controle, ou seja, sem a adição de óleo de peixe, 72,3% dos pacientes com diabetes e doença arterial coronariana viram um aumento na sua ACR durante um período de um ano, o que significa que eles tiveram a função renal diminuída. Apenas 63,3% dos pacientes que foram tratados com um inibidor da enzima conversora da angiotensina (ACE) ou bloqueador dos receptores da angiotensina (ARB) – ambos medicamentos para a pressão arterial – experimentaram um aumento na proporção de albumina para a creatinina. No entanto, aqueles pacientes com diabetes e doença cardíaca coronária que integraram ao seu tratamento um suplemento diário de óleo de peixe (dose total de 1,86g de EPA e 1,5g de DHA) não apresentaram alteração na ACR. Na verdade, não só esses pacientes não viram declínio na função renal como também alguns deles viram uma melhora na função renal através de uma diminuição da ACR, enquanto nenhum dos pacientes somente tratados com ACE ou ARB viu tal inversão. Os pesquisadores concluem que o suplemento à base de óleo de peixe atenuou a progressão da albuminúria em indivíduos com diabetes mellitus tipo 2 e DAC, a maioria dos quais estava usando ACE-I ou ARB. Ressaltam que as modalidades dietéticas que podem prevenir a progressão da albuminúria são econômicas em termos populacionais e acrescentam: “Adicionalmente, a relativa falta de efeitos colaterais e a facilidade de disponibilidade torna esta uma intervenção atraente”, concluíram. Se confirmado em um ensaio clínico maior e de maior duração com a albuminúria como objetivo primário, os ômegas EPA e DHA, constituintes do óleo de peixe, podem ser benéficos para indivíduos com diabetes mellitus tipo 2 e DAC.   Traduzido e adaptado por Essentia Pharma. Fonte: Elajami TK, et al. Eicosapentaenoic and Docosahexaenoic Acids Attenuate Progression of Albuminuria in Patients With Type 2 Diabetes Mellitus and Coronary Artery Disease. Journal of the American Heart Association, 2017. Doi:10.1161/JAHA.116.004740 Os artigos aqui postados não necessariamente expressam a visão da Empresa “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”
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Mal de Alzheimer: genes, sexo e idade conferem riscos maiores?

A doença de Alzheimer (DA) é uma condição neurodegenerativa crônica, caracterizada por déficits cognitivos na memória, pensamento e comportamento. Uma pesquisa realizada na Universidade da Califórnia, cujos resultados foram publicados recentemente em JAMA Neurology, mostrou que diferentes características ambientais, genéticas e socioeconômicas podem aumentar o risco de desenvolver a doença de Alzheimer. Ou seja, identificar os seus diferentes fatores de risco pode ajudar os pesquisadores e clínicos a desenvolver estratégias profiláticas e terapêuticas mais eficazes.   Em humanos, a informação hereditária é codificada dentro dos cromossomos, que são compostos por DNA envolvido em torno de proteínas histonas especiais. Os cromossomos contêm sequências específicas de DNA, denominadas genes, que codificam proteínas funcionais. Pequenas variações dentro desses genes dão origem a diferentes versões do mesmo gene, que posteriormente são chamados de alelos. É a presença de diferentes alelos, em última análise, que contribuem para as diferenças entre os seres humanos.   Estudos anteriores, incluindo uma meta-análise de Farrer e colegas, mostraram que as mulheres com um alelo ε4 no gene da apolipoproteína E (APOE) estão em maior risco para a DA tardia, em comparação com os homens que carregam o mesmo número de alelos ε4.   O gênero e a Alzheimer: riscos analisados em estudo   Para investigar ainda mais essa relação, pesquisadores realizaram recentemente uma meta-análise maior para compreender o papel dependente do sexo do genótipo APOE no desenvolvimento de comprometimento cognitivo leve (CCL) e doença de Alzheimer. Os conjuntos de dados foram coletados de vinte e sete pesquisas independentes, que incluíram um total de 57.969 pacientes. Após critérios de exclusão, 31.340 indivíduos brancos não hispânicos foram incluídos na meta-análise, todos com dados completos sobre seu genótipo APOE e sexo.   Em contraste com estudos anteriores, a recente meta-análise revelou que homens e mulheres com idades entre 55 e 85 anos com o alelo apresentavam um risco semelhante de desenvolver comprometimento cognitivo leve e doença de Alzheimer. No entanto, com uma análise mais cuidadosa, verificou-se que as mulheres com idades entre 65 e 75 anos apresentaram um risco maior de desenvolver a doença de Alzheimer, em comparação com os homens. Além disso, as mulheres também estavam em maior risco de desenvolver um comprometimento cognitivo leve com idades entre 55 e 70 anos. A diferença de conclusões, entre o estudo atual e o estudo de Farrer, pode ser atribuída à idade das populações em estudo.   Finalmente, também mostrou-se que indivíduos com dois alelos ε4 apresentaram maior risco de CCL e AD, em comparação com indivíduos com apenas um alelo ε4. Em sua conclusão, o estudo revela que o alelo ε4 confere um risco aumentado de desenvolver CCL e DA, o que é comparável entre homens e mulheres com idade entre 55 e 85 anos. Notavelmente, no entanto, as mulheres com o alelo ε4 estavam em maior risco de CCL e com maior risco de desenvolver a doença de Alzheimer, em comparação com homens em idades específicas. Isto é provavelmente devido a alterações fisiológicas associadas à menopausa e à perda de estrogênio.   São necessárias outras investigações para entender melhor a relação complexa entre o genótipo APOE, o sexo e a idade. Esse estudo indica que os tratamentos específicos ao sexo podem ser iniciados em uma idade mais jovem, particularmente naqueles que carregam o alelo ε4. N.daT.: Para maiores informações, informe-se com o seu médico sobre o exame de Polimorfismo da Apolipoproteína E, ou seja, teste de APOE para a predisposição de Alzheimer.   Fonte: http://www.medicalnewsbulletin.com/greater-risk-developing-alzheimers/   Os artigos aqui postados não necessariamente expressam a visão da Empresa   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”
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A ligação entre envelhecer bem e um intestino saudável

Em um dos maiores estudos sobre a microbiota realizados em humanos, pesquisadores da Western University, Lawson Health Research Institute e Tianyi Health Science Institute em Zhenjiang, Jiangsu, China, mostraram uma associação potencial entre o envelhecimento saudável e um intestino saudável. Com o estabelecimento do Instituto China-Canadá, os pesquisadores estudaram as bactérias intestinais de mais de mil indivíduos chineses em uma variedade de faixas etárias – de três a mais de 100 anos de idade – que foram selecionados por serem extremamente saudáveis e não possuírem histórico familiar de doença. Os resultados mostraram uma correlação direta entre a saúde e as bactérias intestinais.   "O objetivo é trazer novos sistemas de diagnóstico de microbioma para as populações, depois usar alimentos e probióticos para tentar melhorar os biomarcadores da saúde", disse Gregor Reid, PhD, professor da Faculdade de Medicina e Odontologia da Western’s Schulich e cientista do Instituto de Pesquisa de Saúde Lawson. "Isso implica a pergunta – se você pode se manter ativo e comer bem, você envelhecerá melhor, ou o envelhecimento saudável é baseado nas bactérias do seu intestino?", questiona.   O estudo, publicado na revista mSphere, mostrou que a composição geral da microbiota do grupo de adultos mais velhos saudáveis era semelhante à de pessoas décadas mais novas, e que a microbiota intestinal diferia pouco entre os indivíduos. "A principal conclusão é que, se você está incrivelmente saudável aos 90 anos de idade, sua microbiota intestinal não é tão diferente de um adulto saudável de 30", explicou Greg Gloor, PhD, investigador principal do estudo e também professor da Escola de Medicina e Odontologia da Western’s Schulich e cientista do Instituto Lawson. Se isso é causa ou efeito, desconhece-se, mas os autores do estudo apontam para a diversidade da microbiota intestinal encontrada.   "Os resultados demonstram que manter a diversidade de bactérias do seu intestino à medida que envelhece é um biomarcador de envelhecimento saudável, assim como o tipo de colesterol (alto ou baixo) é um biomarcador de um sistema circulatório saudável", finaliza Gloor.   Traduzido e adaptado por Essentia Pharma: https://mediarelations.uwo.ca/2017/10/11/ridiculously-healthy-elderly-gut-microbiome-healthy-30-year-olds/   Os artigos aqui postados não necessariamente expressam a visão da Empresa   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”
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Benefícios do Óleo de Krill: redução da aterosclerose é confirmada, afirma estudo

Como se não bastasse o krill antártico ser uma ótima fonte de ácidos graxos ômega-3 e proteínas de alta qualidade, um estudo publicado no Journal of Molecular Nutrition and Food Research sugere que os lipídios e proteínas do pequeno crustáceo krill também podem reduzir a aterosclerose em camundongos.   Sessenta camundongos Apo(e) knock-out, um modelo de dislipidemia e aterosclerose, foram divididos em quatro grupos e alimentados com uma dieta ocidental (grupo controle) ou dietas tipo ocidental diferida pelo conteúdo proteico ou teor de gordura. Especificamente, a caseína e/ou gordura foram parcialmente substituídas por proteínas do krill, óleo de krill ou ambos.   Os resultados do estudo mostraram que os animais que se alimentavam de óleo de krill mais proteína e de somente óleo de krill viram uma redução significativa nos níveis de colesterol vis-à-vis do controle. Além disso, o desenvolvimento de aterosclerose na aorta foi menor em todos os grupos experimentais – proteína de krill, óleo de krill, e óleo + proteína de krill – em comparação com o controle.   No entanto, a redução da aterosclerose no seio aórtico foi aparente apenas entre os camundongos no grupo do óleo de krill. A esteatose do fígado ou o fígado gorduroso – outra medida rastreada pelos pesquisadores – se mostrou esporádica no grupo óleo de krill e no grupo óleo + proteína de krill, mas se mostrou comum nos grupos controle e grupo proteína de krill.   Outros benefícios do óleo de krill   Com base nos resultados, os pesquisadores concluem que as dietas contendo óleo de krill não apenas inibem o desenvolvimento da placa e evitam o dano no fígado, mas podem reduzir os níveis de colesterol, afetando a expressão de genes envolvidos no metabolismo do colesterol, incluindo o gene que codifica a enzima-chave HMG-CoA redutase. Mas enquanto as proteínas de krill também reduzem a aterosclerose, elas fazem isso através de mecanismos não relacionados ao metabolismo lipídico.   "Foi interessante descobrir que a proteína do krill reduziu a aterosclerose através de um mecanismo diferente do óleo de krill. Isto pode ser devido ao alto nível de arginina contida naturalmente nas proteínas do crustáceo. A arginina é um precursor da síntese de óxido nítrico (NO) e conhecida por melhorar a função vascular em seres humanos", disse Rolf Kristian Berge, professor da Universidade de Bergen, na Noruega, em um comunicado de imprensa.   "Outra explicação pode ser que as proteínas que sofrem digestão gastrointestinal lançam peptídeos bioativos que também são conhecidos na literatura por seus efeitos protetores cardiovasculares”, finalizou.   Parolini C, et al. Effect of Dietary Components from Antarctic Krill on Atherosclerosis in apoE-Deficient Mice. Molecular Nutrition, 2017. Doi:10.1002/mnfr.201700098   Fonte: http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/mnfr.201700098/full   Os artigos aqui postados não necessariamente expressam a visão da Empresa   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”
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Como controlar o envelhecimento? A ciência pode ter encontrado a resposta

Uma equipe de pesquisadores da Faculdade de Medicina da Case Western Reserve University identificou uma via molecular conservada que controla a vida e a vida útil em vermes nematoides (Caenorhabditis elegans) – um organismo modelo frequentemente estudado em pesquisa biológica.   "Achamos que ao aumentar ou diminuir artificialmente os níveis de uma família de proteínas chamadas fatores de transcrição de Kruppel (sigla em inglês, KLFs), pode-se fazer C. elegans viver por períodos de tempo mais longos ou mais curtos", disse o primeiro autor do estudo Dr. Nelson Hsieh à Sci News. "Uma vez que essa mesma família de proteínas também existe nos mamíferos, nossos dados sugerem que os KLFs também têm efeitos semelhantes sobre o envelhecimento em mamíferos", explicou.   Os modelos de animais são essenciais para a pesquisa biológica. Para estudar uma doença ou processo humano, você não pode realizar a maioria dos trabalhos preliminares em seres humanos por razões éticas. Portanto, você deve desenvolver um modelo. Embora alguns modelos possam permanecer in vitro (fora de um corpo vivo), eventualmente você deve ser capaz de produzir a doença em um contexto que permita o progresso do estudo – em um corpo vivo. Modelos de animais, como vermes nematoides e camundongos, permitem uma aproximação muito mais próxima de uma resposta humana a doenças e outros processos.   Os camundongos compartilham 99% de seu DNA com seres humanos e têm uma vida curta em comparação. Portanto, estudos com camundongos envolvendo genes "knockout"* permitem que os pesquisadores observem os efeitos da remoção de genes isolados. C. elegans também é útil, especialmente na pesquisa em envelhecimento, por várias razões. Por um lado, os vermes têm um ciclo de vida curto de três dias, permitindo que os pesquisadores observem muitas gerações rapidamente.   São organismos muito simples, o que torna os efeitos de proteínas únicas muito mais fáceis de observar. O genoma de C. elegans foi sequenciado no final de 1998, então os cientistas têm tido amplas oportunidades para fazer experimentos com esse genoma relativamente curto, mas muito conhecido.   Lições aplicadas aos seres humanos: a busca pela longevidade   A pesquisa também demonstrou que C. elegans com altos níveis de proteínas KLF viveram vidas mais saudáveis e mais longas que os vermes normais. Da mesma forma, camundongos com níveis elevados de proteínas KLF mostraram atraso na disfunção dos vasos sanguíneos relacionados à idade. A equipe determinou que a função das proteínas KLF é controlar a autofagia – um mecanismo de controle de qualidade que permite que as células eliminem detritos, como subprodutos moleculares e proteínas dobradas erradamente que se acumulam ao longo do tempo, atingindo níveis críticos na velhice. A perda desse processo de limpeza e reciclagem é um sinal clássico de envelhecimento.   As células são menos capazes de realizar essas funções de reciclagem à medida que envelhecem. Uma vez que um nível insustentável de detritos tóxicos se acumula, a sobrevivência celular está ameaçada. É por isso que a equipe observou vermes sem proteínas KLF morrendo precocemente, já que suas células não conseguiam manter a autofagia. A partir daqui, os pesquisadores planejam estudar como a autofagia afeta a função dos vasos sanguíneos e desenvolver estratégias para direcionar as proteínas KLF em seres humanos.   "É intrigante a observação de que os níveis de KLF diminuem com a idade e que os seus níveis sustentados podem evitar a perda da função dos vasos sanguíneos associada à idade – uma vez que a disfunção vascular contribui significativamente para diversas condições associadas à idade, como hipertensão, doenças cardíacas e demência", salientou o autor sênior Mukesh K. Jain.   "À medida que a nossa população envelhece, precisamos entender o que acontece com o coração e as artérias, porque confiamos neles para funcionar perfeitamente mais (e mais) tarde em nossas vidas", acrescentou o Dr. Hsieh à Sci News. "Nossas descobertas iluminam o que pode acontecer durante o envelhecimento e fornecem uma base para a concepção de intervenções que retardam esses processos", finalizou. *N.daT.: Genes knocked out são genes desativados, substituídos ou quebrados, levando a alterações do fenótipo.   Traduzido e adaptado por Essentia Pharma.   Fonte: https://futurism.com/we-may-have-found-a-pathway-that-controls-aging/   Os artigos aqui postados não necessariamente expressam a visão da Empresa   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”
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Henry Ford: uma jornada com carros alimentados com soja e bactérias resistentes a antibióticos

Há diversos pesticidas pulverizando grandes quantidades de milho e de soja, que são fornecidos a vários animais de corte ou produtivos. Com antibióticos em abundância, os animais crescem muito rápido em pouquíssimo espaço. O problema da abundância do sistema alimentar moderno dos EUA levou o país a outro contratempo: a escassez. Afinal, menos raças de gado e culturas – suas genéticas controladas por um punhado de empresas – e o uso excessivo de antibióticos deixa os consumidores com escolhas escassas, e os médicos com menos e menos medicamentos para combater as superbactérias que criamos.   Como chegamos nesta situação? Henry Ford e a soja podem explicar.   Dois livros recentemente publicados mostram uma imagem fascinante de como o governo e a indústria ajudaram os consumidores e os agricultores a curto prazo, mas, trouxeram uma encrenca a longo prazo. “This Blessed Earth: A Year in the Life of an American Family Farm” (tradução livre, Esta terra abençoada: um ano na vida de uma fazenda familiar americana; publicação WW Norton & Co.), de Ted Genoways, acompanha uma família fazendeira multigeracional no Nebraska, de colheita a colheita, voltando-se para os momentos cruciais da história que pavimentaram o caminho seguido.   O livro “Big Chicken” (tradução livre, Galinha de grande porte; National Geographic), de Maryn McKenna, mostra como a adição de antibióticos à alimentação do frango após a Segunda Guerra Mundial trouxe a proteína barata para a mesa e o rápido crescimento de uma crise de saúde pública – resistência aos antibióticos – para o mundo.   Soja e Henry Ford   A soja agora é parte integrante do sistema alimentar dos EUA, mas sua introdução não tem nada a ver com o alimento. A soja foi cultivada como uma possível resposta à iminente escassez de petróleo no início do século XX. E o seu maior incentivador inicial não foi uma empresa de alimentos, mas, como o Genoways descreve, foi Henry Ford.   No final da década de 1920, a América foi invadida por grãos, deixando os agricultores se perguntando o que fariam com tudo aquilo. Uma peça intitulada "Wanted: Machines to Eat Up Our Crop Surplus" (tradução livre, Procura-se: máquinas para comer o excedente da safra) apareceu na revista Farm & Fireside em 1927, sugerindo que talvez o governo pudesse financiar pesquisas para transformar esses grãos em produtos industriais. Ford gostou da ideia. Ele dependia do petróleo tanto para produzir seus carros, quanto para abastecê-los. E o plano, se legalizado, poderia criar mais demanda pelo seu equipamento agrícola, a mesma engrenagem que ajudou a criar o excesso de grãos em primeiro lugar. O empreendedor simplesmente não queria que o governo dirigisse essa revisão econômica. Queria fazê-lo sozinho.   Henry Ford expandiu o laboratório agrícola da empresa e supervisionou diretamente os novos esforços para transformar plantas em plásticos e biocombustíveis. Após a queda do mercado de ações de 1929, o Departamento de Agricultura dos EUA procurou encontrar novas culturas para salvar os agricultores. Na China, William J. Morse, um cientista da agência regulatória USDA interessado em soja, coletou milhares de variedades para os pesquisadores dos EUA. Ford soube do projeto e instruiu sua equipe a acompanhá-lo mais de perto. Então, eles descobriram que da soja era possível gerar lubrificantes e plásticos, bem como óleos e uma refeição rica em proteínas.   Em 1931, Ford investiu um milhão de dólares em pesquisa e, na primavera seguinte, 300 variedades estavam sendo cultivadas em 3.237 hectares em área rural de Michigan; no ano seguinte, cerca de 4.857 hectares. Logo os fazendeiros estavam plantando 14.164 hectares de soja. Ford estava comprando tudo e vendendo também – ele ofereceu produtos cozidos e sorvete à base de soja na empresa e, enquanto hospedava uma convenção da Associação Americana de Soja, disse que podia ver um futuro onde os carros "poderiam ser feitos de subprodutos da agricultura".   A expansão da soja nos EUA pelas mãos de Ford: frangos e antibióticos   A empresa Ford agitou o mercado em expansão da soja para o fazendeiro americano. No verão de 1934, durante uma grande seca que matou o milho e o trigo, a soja prevaleceu contra a linhaça e a canola, com uma colheita de 23 milhões de bushels*. No ano seguinte, chegou a cerca de 70 milhões de bushels; ao final da década, cerca de 100 milhões de bushels foram colhidos. Durante o pior período da Grande Depressão, Genoways escreve, a soja estava trazendo mais dinheiro para os agricultores do que a cevada e o centeio. Foi bom demais para durar. Em 1938, uma gigantesca reserva de petróleo foi descoberta na Arábia Saudita, e a necessidade de alternativas baratas para o petróleo quase desapareceu.   Um momento de sorte – o declínio causado pela seca na colheita de grãos deu vida à soja como alimento para gado – trouxe seus próprios desafios, como McKenna explica em seu livro sobre o aumento de antibióticos na agricultura. Enquanto a demanda por proteínas para alimentar os soldados americanos na Segunda Guerra Mundial ajudou a quase triplicar a produção de frango, no final da guerra a indústria perdeu rapidamente seu mercado garantido e encontrou-se com mais aves do que poderia vender. De repente, o fornecimento de farinha de peixe para a indústria alimentícia se tornou muito caro.   A soja, não. O problema foi que as aves não estavam crescendo tão rápido ao se alimentar de soja. "As pessoas falaram sobre a necessidade de adicionar um impulso nutritivo", escreve McKenna, "um fator de proteína animal". Na Merck & Co., os pesquisadores descobriram que um subproduto da produção do antibiótico estreptomicina (que tinha o solo adubado como material bruto) poderia alimentar aves para a engorda. Em 1948, uma empresa rival, Lederle Laboratories, estava fazendo o mesmo com um subproduto de um dos seus próprios antibióticos, Aureomycin.   Enquanto isso, a indústria estava transferindo as aves para ambientes fechados, suas vidas agora desprovidas de alimentos naturais como insetos, para não mencionar a luz solar. Os antibióticos ajudaram a suavizar essa transição, alterando o metabolismo dos animais para ajudá-los a se adaptarem à vida não mais ao natural. Lederle anunciou seus resultados em 1950 e a indústria aprovou. Em 1955, os fazendeiros americanos estavam dando aos animais cerca de 226.700 kg de antibióticos por ano.   Alarme vermelho contra os antibióticos   Alguns ligaram o alarme sobre as possíveis consequências assustadoras. Já em 1945, Alexander Fleming, que descobriu a penicilina, o primeiro antibiótico, foi citado no New York Times alertando que o uso de doses muito baixas para acabar com infecções, como era prática comum na agricultura, poderia levar à evolução de mais micróbios resistentes. Em 1955, isso já estava acontecendo. Uma cepa resistente à penicilina da bactéria Staphylococcus que viajou da Austrália para os EUA infectou mais de 5 mil mães e seus recém-nascidos perto de Seattle. Segundo McKenna, os próprios veterinários de Lederle emitiram avisos de que as vendas de Aureomycin como promotor de crescimento poderiam levar à resistência aos antibióticos.   Atualmente, cerca de 80% dos antibióticos produzidos nos EUA são fornecidos a animais de fazenda, e a Organização das Nações Unidas (ONU) acaba de afirmar que a resistência aos antibióticos é "uma das maiores ameaças para a saúde global". Em 2016, um relatório encomendado pelo ex-primeiro-ministro britânico, David Cameron, estimou que, em 2014, havia mais de 700 mil mortes por ano de infecções bacterianas causadas por superbactérias. As bactérias resistentes aos antibióticos podem viajar não apenas em alimentos, mas em fontes de água, poeira e até mesmo em roupas; no entanto, a agência americana reguladora FDA se atrasou em comparação aos reguladores europeus quanto ao controle do uso de antibióticos nas fazendas.   Resistência a antibióticos: perigo para a saúde mundial   "A questão da resistência aos antibióticos é muito complexa", o Conselho Nacional de Frango disse em um comunicado em resposta ao livro Big Chicken. "Sabemos que a resistência aos antibióticos pode surgir em animais e pode se transferir para humanos, às vezes deixando-os doentes. A questão é: como isso acontece?", questionou.   O Conselho lista várias medidas preventivas utilizadas atualmente pelos produtores, incluindo o processo da FDA de revisão dos antibióticos e programas de monitoramento e vigilância. Ao mesmo tempo, rejeita o princípio central do livro de McKenna, dizendo que a transferência da resistência dos animais para os seres humanos "não ocorre em quantidades mensuráveis, se for o caso", embora esta transferência já esteja comprovada cientificamente de maneira extensa.   Quase todos os frangos consumidos no mundo atual têm sua genética controlada por duas empresas: Aviagen Inc. e Cobb-Vantress da Tyson Foods Inc.. Como observa Genoways, a genética dos alimentos fornecidos aos animais – milho e soja – é similarmente homogênea. Cerca de 90% das culturas no mercado de soja e quase três quartos do mercado de milho são "Roundup Ready", como Monsanto Co. e DuPont Pioneer os apelidaram, ou seja, geneticamente modificados para serem resistentes aos pesticidas Roundup amplamente utilizados. Isso permite que os agricultores apliquem o pesticida de maneira extensa.   Mesmo em face de tudo isso, McKenna está extremamente esperançosa. Os consumidores estão mudando a direção de como os alimentos são produzidos. O efetivo de aves da empresa Perdue Farms Inc. agora é 95% livre de antibióticos. Em 2014, a Chick-fil-A Inc. comprometeu-se a um fornecimento de frango sem antibióticos dentro de cinco anos. A Bell & Evans Holding LLC, um produtor privado de aves que utiliza aditivos alimentares como óleo de orégano e funcho em vez de antibióticos, processa anualmente cerca de 60 milhões de aves orgânicas e não orgânicas. Na França, o Label Rouge, um selo reservado para aves criadas sob espaço rigoroso e requisitos de acesso ao exterior, tornou-se muito popular. "Apesar de tudo que aconteceu, obtivemos um movimento de consumidores que é muito mais ativista", McKenna afirmou em uma entrevista. "Isso facilitou outras empresas a atuarem da maneira que Perdue e Chick-fil-A."   Genoways é menos otimista quanto à capacidade do consumidor de empurrar a agricultura em uma direção mais saudável: "é sempre fácil dizer que queremos cultivar de maneira mais sustentável e, na realidade, os próprios agricultores querem isso. Mas se realmente queremos que as coisas mudem, precisamos eleger pessoas que entendem do assunto, que cuidem e que melhorem a situação para os agricultores e os consumidores ao mesmo tempo. O progresso é realmente frágil, e muitas vezes os impactos negativos são duradouros, enquanto as melhorias podem ser de curta duração", conclui. *N.daT.: O bushel é uma medida de capacidade para mercadorias sólidas, como grãos e farinhas, utilizada nos países anglo-saxões (1 bushel de soja equivale a 27.21kg).   Traduzido e adaptado por Essentia Pharma.   Os artigos aqui postados não necessariamente expressam a visão da Empresa   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”
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Faça uma pausa para o café ou chá para proteger seu fígado

As doenças hepáticas crônicas classificam-se como a 12ª causa de morte em todo o mundo e muitos desses distúrbios estão associados a estilos de vida pouco saudáveis. Por outro lado, um estilo de vida mais saudável pode ajudar a prevenir ou reverter a doença hepática. A mortalidade relacionada ao fígado está intimamente relacionada ao desenvolvimento da cirrose, consequência final da fibrose progressiva, ou seja, cicatrizes no fígado resultantes da inflamação crônica.   De acordo com um novo estudo publicado no Journal of Hepatology, os pesquisadores descobriram que beber café e chá de ervas pode proteger contra a fibrose hepática, estimada segundo o grau de rigidez do fígado, que apresenta cicatrizes extensas. Como essas bebidas são populares, amplamente disponíveis e de baixo custo, elas podem ter o potencial de se tornarem importantes na prevenção de doenças avançadas do fígado.   "Nas últimas décadas, gradualmente nos desviamos para hábitos mais insalubres, incluindo um estilo de vida sedentário, diminuição da atividade física e consumo de uma ‘Dieta Feliz’", explica a autora principal Dra. Louise JM Alferink, do Departamento de Gastroenterologia e Hepatologia do Erasmus MC University Medical Center, Roterdã, Holanda. “Essa tal dieta feliz, também conhecida como dieta ocidental, é tipicamente rica em alimentos não saudáveis, incluindo os processados, que não possuem nutrientes e contam com açúcares artificiais”, reforça. Isso levou não só a uma epidemia de obesidade, mas também a um aumento rápido da prevalência de Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA).   A DHGNA apresenta acúmulo extenso de gordura no fígado e se parece com a doença hepática alcoólica em pessoas que não excedem dois drinques de álcool por dia. “Nesse contexto, estratégias de estilo de vida acessíveis e de baixo custo que têm potenciais benefícios para a saúde, como o consumo de café e chá, podem ser uma abordagem viável para encontrar maneiras de travar o aumento rápido da doença hepática nos países desenvolvidos”, reforça a especialista.   A Dra. Sarwa Darwish Murad, PhD, investigadora principal do estudo e hepatologista do Centro Médico da Universidade MC Erasmus, continua explicando que há diversos dados epidemiológicos, mas também experimentais, sugerindo que o café oferece benefícios para a saúde para o aumento de enzimas hepáticas, para a hepatite viral, DHGNA, cirrose e câncer de fígado.   “Além do fígado, o café demonstrou estar inversamente associado à mortalidade geral na população em geral. O mecanismo exato é desconhecido, mas uma hipótese se baseia nos efeitos antioxidantes do café. Estávamos curiosos para descobrir se o consumo de café teria um efeito semelhante nas medidas de rigidez hepática em indivíduos sem doença hepática crônica", conta.   Benefícios do café e do chá para o fígado em ação   Os dados foram coletados de 2.424 participantes do estudo de Roterdã, uma grande pesquisa populacional, incluindo participantes de 45 anos ou mais que vivem em um subúrbio de Roterdã, na Holanda. Todos os participantes foram submetidos a um extenso trabalho físico, incluindo coleta de dados para a antropometria, amostragem de sangue, imagem hepatológica usando-se ultrassom abdominal e Fibroscan®, que mede quantitativamente a rigidez hepática. Além disso, eles completaram um questionário de frequência alimentar de 389 itens validado externamente, que incluiu informações detalhadas sobre o consumo de café e chá dos participantes.   O consumo de café e chá em geral foi dividido em três categorias: nenhuma, moderada (de zero a três xícaras por dia) e frequente (mais de três xícaras por dia). O consumo de chá foi categorizado por chá de ervas, verde ou preto e depois em nenhum (0) ou qualquer (>0) consumo. Os pesquisadores descobriram que o consumo frequente de café foi significativamente associado a menores probabilidades de valores altos de rigidez hepática (≥⩾8 kPa como proxy para fibrose hepática), ou seja, menos cicatrizes do fígado, independentemente do estilo de vida, características metabólicas e ambientais. Quando analisaram toda a gama de valores de rigidez do fígado, descobriram que o café ‘frequente’ e qualquer nível de consumo de chá de ervas, mesmo em pequenas quantidades, estavam significativamente associados com valores mais baixos de rigidez hepática.   Finalmente, enquanto não se encontrou uma associação direta entre o café ou o chá e a presença de acumulação de gordura no fígado (DHGNA), o efeito do café na redução da rigidez do fígado foi significativo tanto no grupo com gordura hepática, quanto no grupo sem gordura hepática. Os autores concluíram, portanto, que o consumo frequente de café e de chá de ervas parece ter efeitos benéficos sobre a prevenção de cicatrizes no fígado, mesmo antes da evolução da doença hepática.   Estudo (e fígado!) seguem em análise   No entanto, é necessário algum cuidado na interpretação dos resultados, como sublinhado em um editorial acompanhante do Dr. Salvatore Petta, PhD, da Secção de Gastroenterologia e Hepatologia, Di.Bi.MIS, Universidade de Palermo, Itália, e Dr. Giulio Marchesini, do Departamento de Ciências Médicas e Cirúrgicas (DIMEC), Universidade “Alma Mater” de Bolonha, Itália. O estudo incluiu apenas uma população caucasiana mais velha e houve poucos participantes nos grupos de controle não-café ou não-chá, que limitam uma conclusão direta sobre o efeito do café e do chá no fígado.   A quantidade de chá consumida foi geralmente baixa, tornando difícil a estimativa de qualquer efeito protetor. Além disso, eles observam que mais de 100 componentes estão presentes no café e no chá, incluindo polifenóis e cafeína, contidos em ambas as bebidas em diferentes e variáveis quantidades.   Assim, quando questionado: "devemos adicionar intervalos regulares de café e chá no nosso cotidiano?”, a conclusão do Dr. Petta e do Dr. Marchesini foi: "antes que essa política possa ser recomendada, são necessários estudos prospectivos para identificar as quantidades ótimas e os tipos de café e chá, tornando os resultados para o fígado mais favoráveis".   Fonte: https://www.sciencedaily.com/releases/2017/06/170606112745.htm   Traduzido e adaptado por Essential Nutrition   Os artigos aqui postados não necessariamente expressam a visão da Empresa   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”  
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Síndrome do intestino irritável: alívio com dieta rica em proteínas

Os indícios iniciais de um estudo publicado na revista Science mostram que camundongos suplementados com triptofano – aminoácido encontrado em proteínas – desenvolvem células imunes que promovem um intestino mais tolerante, aliviando os sintomas da síndrome do intestino irritável. A combinação de uma bactéria que normalmente vive no intestino com uma dieta rica em proteínas promove um sistema imune intestinal mais tolerante e menos inflamatório, de acordo com uma nova pesquisa na Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, em St. Louis. Os indícios, em camundongos, sugerem uma maneira de afastar o sistema imunológico do intestino para longe da inflamação, promovendo um alívio potencial para pessoas que vivem com doenças intestinais inflamatórias.   As células imunológicas patrulham o intestino para garantir que os micróbios nocivos escondidos nos alimentos que comemos não se esgueirem pelo organismo. Aquelas que são capazes de desencadear inflamação são equilibradas por células que promovem a tolerância, protegendo assim o organismo sem danificar os tecidos sensíveis. Quando o equilíbrio inclina-se muito em direção à inflamação, pode ocorrer a doença intestinal inflamatória. Descobertas podem ajudar no alívio da síndrome do intestino irritável   Agora, pesquisadores descobriram que uma espécie de célula imune promotora da tolerância aparece em camundongos que carregam uma bactéria específica em seus intestinos. Além disso, a bactéria precisa de triptofano – um dos blocos de construção de proteínas – para desencadear o aparecimento dessa célula. "Nós estabelecemos um vínculo entre uma espécie bacteriana – Lactobacillus reuteri –, que normalmente faz parte do microbioma intestinal, e o desenvolvimento de uma população de células que promovem a tolerância", relata o Dr. Marco Colonna, autor sênior do estudo. "Quanto mais triptofano os camundongos obtinham de suas dietas, mais dessas células imunes apresentavam", explica.   Se tais descobertas se apresentarem verdadeiras para as pessoas, isso sugeriria que a combinação de L. reuteri e uma dieta rica em triptofano pode promover um ambiente intestinal mais tolerante e menos inflamatório, o que poderia significar alívio para um milhão ou mais de americanos vivendo com a dor abdominal e diarreia, sintomas da doença inflamatória intestinal, sem contar com o restante da população mundial que também é afetada pelo problema.   Bactérias que fazem a diferença no intestino   A pesquisadora e pós-doutoranda Dra. Luisa Cervantes-Barragan estava estudando uma espécie de célula imune que promove a tolerância quando descobriu que um grupo de camundongos desse estudo possuía essas células, enquanto um segundo grupo do estudo da mesma cepa de camundongos, mas alojados longe do primeiro grupo, não as possuía.   Os camundongos eram geneticamente idênticos, mas nasceram e cresceram separadamente, indicando que um fator ambiental influenciava o desenvolvimento das células. Ela suspeitava que a diferença estivesse nos microbiomas intestinais dos animais – as comunidades de bactérias, vírus e fungos que normalmente vivem no trato gastrointestinal.   Ao sequenciar o DNA das células intestinais dos dois grupos de camundongos, os pesquisadores encontraram seis espécies bacterianas presentes nos animais com células imunes, mas ausentes nos animais sem células imunes. Então os pesquisadores se voltaram para os camundongos que viveram sob condições estéreis desde o nascimento para identificar quais das seis espécies estavam envolvidas na indução das células imunes. Esses animais não possuem um microbioma intestinal e não desenvolvem esse tipo de célula imune. Quando L. reuteri foi introduzido nos camundongos livres de germens, as células imunológicas surgiram.   O sistema imunológico intestinal em cheque   Para entender como as bactérias afetaram o sistema imunológico, os pesquisadores desenvolveram L. reuteri em líquido e depois transferiram pequenas quantidades do líquido para as células imunes imaturas isoladas de camundongos. As células imunes se desenvolveram naquelas que promovem a tolerância. Quando o componente ativo foi purificado a partir do líquido, resultou ser um subproduto do metabolismo do triptofano conhecido como ácido indol-3-láctico.   O triptofano – comumente associado com a carne de peru – faz parte da dieta humana. Os alimentos ricos em proteínas contêm quantidades apreciáveis dele: nozes, ovos, sementes, feijões, aves, iogurte, queijo, chocolate. Quando os pesquisadores dobraram a quantidade de triptofano na alimentação dos camundongos, o número dessas células (promovedoras de tolerância) aumentou em cerca de 50%. Quando os níveis de triptofano foram reduzidos pela metade, o número de células caiu pela metade.   As pessoas têm as mesmas células (que promovem a tolerância) que os camundongos, e a maioria delas hospeda a L. reuteri no trato gastrointestinal. Não se sabe se os subprodutos do triptofano de L. reuteri induzem as células a se desenvolverem em pessoas como ocorre em camundongos, mas defeitos em genes relacionados ao triptofano foram encontrados em pessoas com doença inflamatória intestinal.   "O desenvolvimento dessas células é provavelmente algo que queremos encorajar, uma vez que elas controlam a inflamação na superfície interna dos intestinos", afirmou Cervantes-Barragan, colaborador do estudo. "Potencialmente, níveis elevados de triptofano na presença de L. reuteri podem induzir a expansão dessas células", finaliza.   Fontes: Tamara Bhandari   https://medicine.wustl.edu/news/protein-rich-diet-may-soothe-inflamed-gut/   Traduzido e adaptado por Essentia Pharma.   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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Excesso de açúcar pode prejudicar o fígado de homens, afirma estudo

Aqui está mais uma notícia que pode prejudicar o seu hábito de comer doces: novas pesquisas mostram que exagerar no açúcar pode prejudicar o fígado de homens (mesmo saudáveis). Isso porque pesquisadores britânicos descobriram que uma dieta rica em açúcar foi associada com níveis insalubres de gordura no sangue e no fígado.   A conclusão consequente, disse o pesquisador principal, Bruce Griffin, é que "consumir grandes quantidades de açúcar pode alterar o metabolismo da gordura de maneiras que poderiam aumentar o seu risco de doença cardiovascular". Griffin é professor de metabolismo nutricional na Universidade de Surrey, em Guildford, Inglaterra. Dana Angelo White, nutricionista e assistente clínica de medicina esportiva na Universidade Quinnipiac, em Hamden, Connecticut, não ficou surpresa com os achados. "Este estudo oferece mais uma razão válida para a redução do açúcar. Além do estoque de calorias vazias, o açúcar cria mais trabalho metabólico para o fígado", observou.   No estudo, o time de Griffin rastreou a saúde do fígado de um grupo de homens de meia-idade com níveis altos (11 homens) ou baixos (14 homens) de gordura no fígado. O excesso de acúmulo de gordura no fígado é considerado insalubre, e os homens com níveis elevados de gordura já tinham uma condição conhecida como doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA). De acordo com a American Liver Foundation, essa doença está ligada à obesidade e afeta até um quarto dos americanos.   Açúcar versus fígado masculino: a pesquisa   Os participantes foram convidados a seguir uma das duas dietas: uma dieta com alto teor de açúcar, consumindo 650 calorias de açúcar por dia durante três meses; ou uma dieta com baixo teor de açúcar, com até 140 calorias de açúcar por dia. Os pesquisadores descobriram que os participantes com DHGNA que seguiram a dieta com alto teor de açúcar desenvolveram mudanças no metabolismo da gordura – processo pelo qual o organismo quebra as gorduras no sangue e as usa como fonte de energia. Essas mudanças são bem conhecidas por estarem ligadas a um maior risco de doença cardíaca, ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais, disse a equipe de pesquisa.   Mas mudanças semelhantes também foram observadas nos fígados de homens até então saudáveis que apresentavam um baixo teor de gordura hepática no início do estudo. Neste grupo, ao adotar uma dieta com alto teor de açúcar, os homens desenvolveram níveis mais elevados de gordura no fígado. Os pesquisadores também encontraram mudanças em seu metabolismo de gordura que se mostrou semelhante ao de homens que já tinham DHGNA. "Nossas descobertas fornecem novas evidências de que o consumo de grandes quantidades de açúcar pode alterar o metabolismo da gordura de maneiras que poderiam aumentar o seu risco de doença cardiovascular", afirmou Griffin em um comunicado de imprensa da universidade.   Os autores do estudo reforçaram que suas descobertas são particularmente preocupantes, uma vez que a prevalência de DHGNA está em ascensão entre crianças e adultos."Embora a maioria dos adultos não consuma os altos níveis de açúcar que usamos nesse estudo, algumas crianças e adolescentes podem atingir esses níveis de consumo através de bebidas gaseificadas e doces", detalhou Griffin. "Isso suscita preocupação com a futura saúde da população mais jovem, especialmente tendo em vista a prevalência alarmante de DHGNA em crianças e adolescentes e o aumento exponencial da doença hepática fatal em adultos", concluiu.   A Dra. Rachel Bond, que ajuda a dirigir o centro Saúde do Coração das Mulheres do Lenox Hill Hospital, em Nova York, ao analisar as descobertas, disse que a conclusão do estudo é algo que não podemos ignorar. “Na minha prática, enfatizo que mesmo uma colher de açúcar poderia potencialmente colocar o coração em maior risco", enfatizou.   Mas a nutricionista White acrescentou que nem sempre é fácil rastrear quanto de açúcar você pode estar consumindo diariamente. "É realmente difícil para os consumidores avaliarem quanto açúcar estão consumindo, já que é um ingrediente encontrado em tantos lugares inesperados", explicou. "O açúcar não é encontrado apenas em doces, refrigerantes e biscoitos, mas ele está presente em molhos e condimentos, e mesmo em muitos lanchinhos salgados também.” Portanto, "para diminuir a ingestão de açúcar, o ato de verificar a lista de ingredientes dos rótulos é um dever”. O estudo foi publicado no dia 5 de outubro na revista Clinical Science.   Fonte: https://medlineplus.gov/news/fullstory_168895.html   Traduzido e adaptado por Essentia Pharma.   Os artigos aqui postados não necessariamente expressam a visão da Empresa   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”
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Benefícios das azeitonas e do azeite de oliva para a saúde

Os benefícios das azeitonas para a saúde – e seus produtos naturais associados, como o azeite – foram reconhecidos e promovidos por defensores da dieta mediterrânea. No entanto, pouco se sabia sobre quais compostos específicos e interações bioquímicas da fruta contribuíam para seus benefícios médicos e nutricionais, como a perda de peso e a prevenção de diabetes tipo 2.   Uma equipe de pesquisa da Virginia Tech descobriu que a oleuropeína – derivada da azeitona – ajuda o organismo a secretar mais insulina, uma molécula de sinalização central que controla o metabolismo. O mesmo composto também desintoxica outra molécula de sinalização chamada amilina que forma agregados nocivos no diabetes tipo 2. Dessa maneira, a oleuropeína ajuda a prevenir o aparecimento da doença. As descobertas foram publicadas recentemente no espaço Rapid Report da revista Biochemistry, que é reservado para tópicos oportunos de interesse incomum, de acordo com a revista.   "Nosso trabalho fornece novos conhecimentos mecanicistas sobre a longa questão de por que os produtos à base de azeitonas podem ser antidiabéticos", explicou Bin Xu, autor principal, professor assistente de bioquímica no College of Agriculture and Life Sciences e da unidade afiliada Fralin Life Science Institute. "Acreditamos que isso não contribuirá apenas para a bioquímica das funções do componente oleuropeína da azeitona, mas também terá um impacto no público em geral para prestar mais atenção aos produtos da oliveira devido a atual epidemia de diabetes", afirma.   A descoberta poderia ajudar a melhorar a compreensão das bases científicas dos benefícios para a saúde dos produtos de azeitona e desenvolver novas e nutracêuticas estratégias de combate ao diabetes tipo 2 e à obesidade relacionada. As próximas etapas incluem o teste do composto em um modelo animal diabético e a investigação de novas funções adicionais desse composto, ou seus componentes, no metabolismo e no envelhecimento.     Traduzido e adaptado por Essentia Pharma: https://www.sciencedaily.com/releases/2017/09/170912161025.htm     Os artigos aqui postados não necessariamente expressam a visão da Empresa   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”
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Ensaio Clínico – Nova abordagem na alergia ao Amendoim

As alergias ao amendoim afetam entre 0,6 e 1% da população dos EUA, tornando-se os alergênicos mais comuns do país, mais que o leite ou os mariscos, sendo considerada uma das mais graves do mundo, devido à porcentagem da população afetada e a gravidade potencial da reação. As reações variam, podem ser tão inofensivas quanto uma coceira ou, nos casos mais extremos, tão ruim quanto a anafilaxia, que pode ser fatal. As crianças são as mais atingidas, e levaram os médicos do Instituto de pesquisa no Murdoch Children's Research Institute, em Melbourne, na Austrália, a apresentarem um tratamento chamado PPOIT, que significa "Probióticos e Imunoterapia Oral de Amendoim". Uma abordagem que combina probióticos com a proteína de amendoim. O probiótico específico utilizado foi Lactobacillus rhamnosus, popularmente usado para tratar eczema, até indigestão. A imunoterapia, na qual você expõe alguém que é alérgico ao seu alergênico em quantidades crescentes, ainda é geralmente uma técnica experimental para alergias alimentares, mas este teste indica que pode ser uma via promissora. Dois grupos de crianças com alergias ao amendoim receberam um PPOIT ou um placebo, e os sinais de alergia foram verificados repetidamente nos seguintes quatro anos. As descobertas são notáveis: após análise inicial, 82% das crianças que receberam o PPOIT mostraram tolerância ao amendoim, em comparação com apenas 4% para o grupo placebo. Entre elas (82%), 70% apresentaram tolerância em longo prazo quando testadas novamente quatro anos depois. O ensaio é um tratamento de sintomas ao invés de causas, mas como as causas das alergias alimentares não são bem compreendidas, tratar os sintomas é um enorme passo em direção ao alívio para os afetados. E este teste mostra um potencial real para o tratamento da alergia mais difundida que temos em longo prazo.

 

Traduzido e adaptado por Essentia Pharma https://modernfarmer.com/2017/08/new-clinical-trial-shows-potential-long-term-relief-peanut-allergies/
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AÇAÍ – Antioxidante com propriedades prebióticas

Além do aumento das temperaturas, a chegada do verão também impulsiona o crescimento das vendas do famoso açaí na tigela, smoothie da fruta amazônica com outras frutas ou combinações diversas. Selecionando os ingredientes que o compõem, é possível obter do açaí certos benefícios protetores que justificam seu rótulo de “superalimento”. Dois novos estudos publicados apontam alguns dos benefícios já pesquisados do açaí, mas abrangendo agora um pouco mais o entendimento do potencial efeito prebiótico do fruto, bem como de seus flavonoides –as antocianinas, nesse caso. Pigmentos de cor azul escura encontrados em certas frutas como açaí, uva e mirtilo, os flavonoides atuam como antioxidantes e são relacionados a reduções no risco de condições como o câncer e doenças cardiovasculares. Já os prebióticos são componentes dos alimentos que não são digeríveis e que estimulam ou alimentam seletivamente o crescimento e atividade de bactérias benéficas de todo o trato gastrointestina, fundamentais para a saúde geral. Benefícios das antocianinas do açaí versus saúde intestinal Realizado por pesquisadores brasileiros do departamento de biociência da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), o primeiro estudo abordou mais especificamente a biodisponibilidade das antocianinas.1 Os pesquisadores executaram uma revisão sistemática da literatura científica e encontraram a informação de que a microbiota intestinal é crucial para a biodisponibilidade das antocianinas. Isto significa que, para que os compostos saudáveis sejam bem absorvidos ou disponíveis para o seu uso ou armazenamento pelo organismo, precisamos cuidar da microbiota (comunidades de bactérias) que habita o nosso trato gastrointestinal. Ou seja: para obter os benefícios das antocianinas, é necessário que a microbiota intestinal do organismo esteja em dia. Além disso, o estudo, que foi publicado no Journal of Food Composition and Analysis, ressalta também a importância de alimentos fermentados (pró-bactérias saudáveis) e adiciona mais um benefício que as bactérias do trato gastrointestinal nos proporcionam: um melhor reaproveitamento das antocianinas pelo nosso organismo. Açaí anti-idade e anticâncer: as antocianinas como prebióticos Já o segundo estudo, realizado por cientistas da Universidade de Reading e Universidade de Roehampton, ambas no Reino Unido, aponta que a riqueza do conteúdo de antocianina do açaí pode reduzir doenças relacionadas à idade e combater um ambiente possivelmente pró-câncer por oferecer proteção ao material genético ou DNA.2 Em um modelo simulado do trato gastrointestinal, os cientistas do estudo preliminar publicado em Food Chemistry descobriram que uma porcentagem significante desses polifenois (antocianinas) sobrevive bem ao processo de digestão, chegando intacta no cólon e podendo assim exercer seus efeitos antigenotóxicos. Adicionalmente, esses compostos estimulam o crescimento e atividades de uma microbiota benéfica, como as bactérias Bifidobacterium e Lactobacillus, acima de grupos não tão desejáveis como as Clostridium histolyticum – beneficiando o cólon com suas propriedades prebióticas. Estudos randomizados e controlados (in vivo) são aguardados para uma melhor compreensão sobre os mecanismos de frutas ricas em antocianinas, como o açaí, e seus consequentes benefícios para a saúde. No entanto, tomados em conjunto, os achados dos estudos aqui resumidos possivelmente se encontram na interação das antocianinas com a microbiota. Indo mais além, é possível concluir ainda que, entre as potentes antocianinas do açaí e as fundamentais comunidades que residem no trato gastrointestinal, parece existir uma interdependência para a otimização do trabalho de cada um. Assim como os adicionais do smoothie do açaí, que o tornam ainda mais delicioso, seus benefícios provavelmente estão interligados entre si, aumentando a qualidade de vida de quem o consome.   Fonte: Essential Nutrition. https://doi.org/10.1016/j.foodchem.2017.04.164   1- Braga ARC, et al. Bioavailability of anthocyanins: Gaps in knowledge, challenges and future research. Journal of Food Composition and Analysis, 2017. Doi:10.1016 / j.jfca.2017.07.031 2- Alqurashia RM, et al. In vitro approaches to assess the effects of açai (Euterpe oleracea) digestion on polyphenol availability and the subsequent impact on the faecal microbiota. Food Chemistry, 2017. Doi:10.1016/j.foodchem.2017.04.164  
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Provada a toxicidade do Glutamato Monossódico: dor de cabeça em indivíduos saudáveis

Um estudo publicado no Journal of Headache Pain revela que uma única ingestão de glutamato monossódico (MSG) produziu dor de cabeça na maioria dos indivíduos saudáveis testados.[I]   Os pesquisadores realizaram um estudo cruzado, duplo-cego e controlado por placebo para examinar o efeito da ingestão repetida de MSG para:  
  • Dor espontânea
  • Sensibilidade mecânica dos músculos mastigatórios (os quatro músculos que movem a mandíbula lateralmente)
  • Efeitos colaterais
  • Pressão sanguínea
  O método de estudo foi descrito da seguinte forma:   "Quatorze indivíduos saudáveis participaram de 5 sessões diárias durante uma semana de ingestão de MSG (150 mg/kg) ou placebo (24 mg/kg de NaCl) (randomizado, duplo cego). Dores espontâneas, limiares de dor à pressão e níveis de tolerância para os músculos masseter e temporal, efeitos colaterais e pressão arterial foram avaliados antes e 15, 30 e 50 minutos após a ingestão de MSG. Foram colhidas amostras de saliva antes e 30 minutos após a ingestão de MSG para avaliar as concentrações de glutamato".   Os resultados foram os seguintes:  
  • A dor de cabeça ocorreu em 8 dentre os 14 indivíduos do grupo MSG e 2 dentre os 14 do grupo placebo.
  • As concentrações salivares de glutamato no dia 5 se elevaram significativamente (P <0,05).
  • Os limiares de dor à pressão no músculo masseter foram reduzidos (isto é, aumento da dor) por MSG nos dias 2 e 5 (P <0,05).
  • A pressão arterial foi significativamente elevada após MSG (P <0,040).
  • A tolerância não se desenvolveu ao longo de 5 dias de ingestão de MSG.
  Além disso, observou-se que uma grande variedade de efeitos colaterais ocorreu em maior frequência no grupo MSG, incluindo:  
  • Mandíbula dolorida
  • Náusea
  • Fadiga
  • Dor de cabeça
  • Dor de estômago
  • Tontura
  • Pressão no peito
(Para ver as tabelas de efeitos secundários do estudo, acesse o artigo original citado abaixo.)   Discussão Este estudo tem profundas implicações, na medida em que a maioria dos alimentos embalados e preparados no mercado hoje possuem glutamato monossódico adicionado ou um "concentrado alimentar" rico em glutamato destinado a modelar seus efeitos de aumento de sabor, p.ex., "proteína de soja hidrolisada", "extrato de levedura", etc. Portanto, é quase impossível evitá-lo, a menos que você esteja comendo uma dieta baseada em alimentos integrais, frescos ou preparados por você mesmo a partir do zero. Para aqueles que sofrem de queixas de saúde listadas acima, a prevenção contra o consumo de MSG deve ser uma parte vital de estratégia para melhorar a sua saúde através da dieta.   Este estudo também tem implicações profundas para o tratamento das Disfunções Temporomandibulares (DTM). De acordo com o estudo, a DTM afeta aproximadamente 10% da população[ii] [iii], com o principal sintoma levando o paciente a buscar atenção médica para a dor na articulação temporomandibular e/ou nos músculos mastigatórios.   Curiosamente, 70% dos pacientes com DTM relatam dor muscular mastigatória e são descritos como sofrendo de DTM miofascial [iv], apesar do fato de que há pouca evidência de mudança patológica contínua nos músculos mastigatórios. Tem-se a hipótese de que os desencadeantes alimentares podem agravar as condições de dor craniofacial, mas até agora pouca ou nenhuma pesquisa foi realizada em associação com o MSG. Como as doses utilizadas no estudo (150 mg/kg) estão dentro das faixas diárias totais de consumo de glutamato (50-200 mg/kg/dia) [v], é provável que a alta prevalência de DTM sem lesões patológicas óbvias dentro das populações consumidoras de glutamato possa ser devido ao MSG.   O MSG tem uma ampla gama de efeitos adversos para a saúde   O MSG é uma substância neurotóxica e disruptora endócrina, ligada a mais de uma dúzia de condições de saúde. Em um artigo anterior, "MSG: Drug, Poison ou Flavor Enhancer", foi dada atenção no mecanismo excitotóxico pelo qual "melhora o sabor" de uma forma semelhante a uma droga, ao mesmo tempo que danifica neurônios, além de sua capacidade de contribuir para a síndrome metabólica: um conjunto de patologias, incluindo resistência à insulina, ganho de peso, perfis lipídicos sanguíneos alterados e hipertensão arterial. Se é tão prejudicial, por que todos usam? Porque faz com que o sabor da comida melhore e provoca um desejo de querer mais de uma forma viciosa.     Traduzido por Essentia Pharma  
Referências bibliográficas no artigo original: www.thesleuthjournal.com/msg-toxic-causes-headache/
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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Carnitina + Creatina + Leucina para o ganho de massa magra e força muscular em adultos mais velhos

O declínio progressivo da massa e função muscular levanta preocupações frente ao crescente envelhecimento da população. A dieta e a atividade física são importantes para a manutenção muscular, mas esses requisitos nem sempre são bem atingidos, o que torna a suplementação nutricional uma potencial estratégia de auxílio.   Com este raciocínio em mente, um estudo publicado em Nutrition & Metabolism fundamentou sua pesquisa na união de três compostos já comprovadamente evidenciados – de forma isolada –  com benefícios para o metabolismo muscular, sob diferentes aspectos:   A L-carnitina, é um aminoácido encontrado predominantemente no músculo esquelético e sintetizado endogenamente no fígado e nos rins. Ela é necessária para o metabolismo energético a partir de substratos, como gordura, carboidratos e proteínas, e seu principal papel é o transporte de ácidos graxos de cadeia longa para a matriz mitocondrial. Além disso, a L-carnitina já mostrou aumentar a biossíntese de proteínas, economizando o uso de aminoácidos para a produção de energia, e suprimir os genes responsáveis pela degradação da proteína no músculo esquelético, além de outros benefícios.   A L-leucina, um aminoácido ramificado, em combinação com a proteína do soro de leite, mostrou estimular ou iniciar a síntese de proteínas musculares. Esses efeitos foram mediados por um aumento da fosforilação do mTOR e/ou seus substratos. Curiosamente, em estudos com suínos, a suplementação de L-carnitina aumentou significativamente a biodisponibilidade da L-leucina de forma dependente da dose.   A creatina, um composto bioenergético importante no metabolismo muscular, é encontrada especialmente em carnes e é sintetizada endogenamente a partir dos aminoácidos glicina, metionina e arginina no fígado, nos rins e no pâncreas. No entanto, o sistema de creatina/fosfocreatina, responsável pela manutenção do ATP intracelular para uso imediato durante a contração muscular, é deficiente na população mais velha. Como suplemento dietético, a creatina promove a síntese das proteínas musculares e aumenta a biodisponibilidade da L-leucina de forma aguda, diminuindo sua oxidação.   O estudo: Quarenta e dois adultos saudáveis com idades entre 55 e 70 anos foram randomizados para receber durante oito semanas: Grupo 1: combinação L-carnitina (1.500 mg), L-leucina (2.000 mg), creatina (3.000 mg), vitamina D3 (10 μg) (n = 14) Grupo 2: somente L-carnitina (1.500 mg) (n = 14) Grupo 3: placebo (n = 14)   Na linha de base e após oitos semanas de intervenção, foram avaliados a massa corporal por DXA, força superior e inferior por dinamometria, e distância a pé por um teste de caminhada de 6 minutos. Essas medidas, que refletem os três fatores característicos da sarcopenia (massa muscular, força funcional e mobilidade), foram combinadas para gerar um escore composto. A qualidade de vida, marcadores sanguíneos e biópsias musculares para análises de biomarcadores de proteínas também foram conduzidos na linha de base e no final do estudo.   Os resultados mostram que, comparados com o grupo placebo, o grupo 1 (combinação carnitina) mostrou uma melhora do conjunto analisado de 63.5% (P=0.013). No entanto, o grupo 2 (somente carnitina) também obteve resultados quase tão positivos em comparação com o grupo placebo (P=0.232) durante o período estudado.   Os participantes suplementados com a combinação L-carnitina mostraram um aumento de 1,0 kg na massa muscular total magra (P = 0,013), massa muscular magra da perna (0,35 kg, P = 0,005) e aumento de 1,0 kg na força da perna (P = 0,029) na semana 8. Além disso, esses aumentos foram significativos quando comparados ao grupo placebo (P = 0,034, P = 0,026 e P = 0,002, respectivamente). A expressão da proteína mTOR total foi aumentada nos participantes do grupo de combinação de L-carnitina no final do estudo em comparação com a linha de base (P = 0,017), em comparação com o grupo placebo (P = 0,039), sugerindo que o aumento da massa muscular e força foi devido à síntese proteica e à ativação da via mTOR.   “O produto combinado (L-carnitina, L-leucina e creatina) se mostrou seguro, bem tolerado e pode proporcionar um desempenho adicional quando usado por mais tempo, além do período de estudo de 8 semanas, em pessoas mais velhas”, concluíram os autores.   Traduzido por Essentia Pharma
Referência: Evans M, et al. Efficacy of a novel formulation of L-Carnitine, creatine, and leucine on lean body mass and functional muscle strength in healthy older adults: a randomized, double-blind placebo-controlled study. Nutrition & Metabolism. 2017. Doi:10.1186/s12986-016-0158-yess
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Inulina e oligofrutose – fibras naturais evidenciadas para combater as causas associadas à síndrome metabólica

O aumento do nível de glicose na corrente sanguínea (glicemia pós-prandial) bem como a hiperinsulinemia (resistência à insulina) e hipercolesterolemia (aumento da concentração de colesterol no sangue) associadas têm sido implicadas na causa de doenças metabólicas crônicas como obesidade, diabetes mellitus tipo 2 e doença cardiovascular. A prevenção e cuidados são de extrema importância em pacientes diabéticos e em indivíduos de alto risco – bem como em indivíduos saudáveis. Há evidências de que, no longo prazo, os picos glicêmicos pós-prandiais pronunciados e as grandes flutuações de glicose no sangue, muitas vezes provocadas por alimentos com carboidratos altamente glicêmicos, podem ser mais insalubres do que um aumento nos níveis de glicose em jejum.
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A suplementação de zinco pode proteger contra a doença cardiovascular no diabetes

Muitas pessoas sabem sobre o papel dos antioxidantes e seus efeitos benéficos para a saúde, mas não como funcionam. Em condições normais, nossas células produzem moléculas instáveis ​​chamadas de radicais livres. Nossas células também naturalmente desintoxicam algumas dessas moléculas através da produção de antioxidantes e seus mecanismos associados. No entanto, o estresse oxidativo é o processo que ocorre em nossas células quando elas são incapazes de lidar com os radicais. Estudos têm demonstrado que o estresse oxidativo leva ao desenvolvimento de várias doenças, incluindo as cardíacas e câncer. Por isso, é importante estudar formas de reduzir os efeitos nocivos desses radicais.   Sabe-se que o zinco desempenha um papel importante nas vias antioxidantes e que certas doenças, como o diabetes, podem afetar seus níveis em nossos corpos. Especificamente, a privação de zinco aumenta a suscetibilidade a lesões relacionadas ao estresse oxidativo. Atualmente, ainda não está claro como esse benéfico atua na prevenção de doenças cardíacas, mas um estudo publicado no British Journal of Nutrition examinou os efeitos da suplementação de zinco em um modelo animal de diabetes.   Os autores observaram inicialmente que a indução ao diabetes em ratos resultou em aumento no tamanho de seus corações e fígados. Contudo, quando o grupo experimental foi alimentado com dietas suplementadas com zinco, o peso de seu coração e fígado foram restaurados para um nível semelhante ao dos animais saudáveis ​​não diabéticos (grupo controle). A suplementação reduziu os níveis de moléculas biológicas relacionadas ao estresse oxidativo no sangue, coração e fígado dos ratos diabéticos. Consistente com este resultado, houve também uma maior presença de enzimas antioxidantes nesses tecidos. Curiosamente, a adição de zinco na dieta também reduziu os níveis de colesterol não saudável. Por fim, os pesquisadores mostraram que a suplementação de zinco poderia proteger o coração de danos relacionados ao diabetes.   O estudo demonstra que através de um mecanismo antioxidante, a suplementação de zinco proporciona proteção contra a doença cardiovascular relacionada ao diabetes em um modelo de rato experimental. No entanto, mais pesquisas são necessárias para determinar se os resultados podem ser traduzidos para os seres humanos – sendo que estas novas evidências apresentam uma forte razão para ensaios clínicos em pacientes diabéticos.   Traduzido por Essentia Pharma Fonte:https://www.medicalnewsbulletin.com/zinc-supplementation-may-protect-cardiovascular-disease-diabetes/   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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Prebióticos para melhorar a obesidade em crianças

A obesidade entre as crianças tem se mostrado uma questão séria e crescente, especialmente na América do Norte. As estatísticas mostram que um terço das crianças nos Estados Unidos e no Canadá são obesas ou estão com excesso de peso. Se não tratadas cedo, isso pode se tornar um grande problema, pois a obesidade na adolescência é uma indicação de obesidade na idade adulta. Muitos tratamentos envolvem dietas restritivas que podem funcionar para adultos, mas são menos eficazes em crianças, pois podem reduzir a ingestão de macronutrientes, reduzir a energia das crianças e, por sua vez, promover ganho de peso através da compulsão alimentar.
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A comunidade microbiana do intestino mostra influenciar a expressão genética do hospedeiro

Em nosso intestino, e no intestino de todos os animais, reside um robusto ecossistema de micróbios conhecido como microbioma. Consistindo de trilhões de organismos – bactérias, fungos e vírus –, o microbioma é essencial para a saúde do hospedeiro (organismo que abriga outro), fornecendo serviços importantes que vão desde o processamento de nutrientes ao desenvolvimento e manutenção do sistema imunológico.
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Dormir melhor ajuda na melhora da satisfação sexual

O distúrbio do sono é comum para muitas mulheres durante a menopausa, criando uma série de efeitos adversos para a saúde como doenças cardíacas, hipertensão e depressão. Um novo estudo publicado em Menopause mostra que os problemas do sono também podem interferir com o nível de satisfação sexual da mulher.   De acordo com os dados analisados ​​de 93.668 mulheres com idades compreendidas entre 50 e 79 anos e matriculadas no “Women’s Health Initiative Observational Study” (Estudo Observacional da Iniciativa de Saúde da Mulher, em tradução livre), a curta duração do sono (definida como menos de 7 a 8 horas por noite) foi associada a uma menor probabilidade de satisfação sexual. Dentre as participantes, 56% relataram estar um pouco ou muito satisfeitas com sua atividade sexual, e 52% relataram atividade sexual com parceiros no último ano. A prevalência de insônia foi de 31%.   O estudo descreve como a relação entre a duração e a qualidade do sono com a satisfação sexual permaneceu a mesma após o ajuste para outras possíveis causas de privação do sono, incluindo depressão e doença crônica. Essa relação, entretanto, variou entre os grupos etários. As mulheres mais velhas, por exemplo, eram menos propensas a ser sexualmente ativas se dormissem menos de 7 a 8 horas por noite em comparação com mulheres mais jovens. De fato, mulheres com mais de 70 anos que dormiam menos de 5 horas tinham 30% menos probabilidade de serem sexualmente ativas do que as mulheres que dormiam de 7 a 8 horas. Já é sabido que a prevalência de problemas de sono aumenta com a idade.   "Mulheres e profissionais de saúde precisam reconhecer a associação entre os sintomas da menopausa e sono inadequado, e seus efeitos sobre a satisfação sexual", afirma a Dra. JoAnn Pinkerton, diretora executiva do NAMS (The North American Menopause Society).   "Existem opções de tratamento eficazes para minimizar a interrupção do sono e melhorar a satisfação sexual, incluindo a terapia hormonal, que este estudo confirmou ser eficaz na menopausa para mulheres sintomáticas."   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: https://www.sciencedaily.com/releases/2017/02/170201092644.htm
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Boswellia serrata para a saúde dos joelhos

As árvores de médio à grande porte da família Burseraceae, as quais crescem em regiões montanhosas e secas da Índia, regiões tropicais da África, Américas e Oriente Médio,  são caracterizadas por produzir uma resina não alergênica e casca do tronco lisa (que se descasca) aromática. Como parte da família, a árvore Boswellia serrata (encontrada na Índia) é conhecida pelo incenso e óleo essencial frankincense (também chamado de olíbano), produzidos a partir dela, mas sua resina é também usada há milhares de anos para aliviar a dor de feridas e tratar doenças inflamatórias crônicas. Atualmente é sabido que, entre outros, nela se encontra um composto chamado AKBA, o qual inibe a produção de lipídios leucotrienos por bloquear a enzima 5-lipoxigenase (5-LOX) – uma enzima indutora de inflamação e relacionada com, por exemplo, doenças do coração, câncer e até mesmo Alzheimer. (1)
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Estradiol e o risco de câncer de mama em mulheres perimenopáusicas e pós-menopáusicas: uma revisão sistemática e meta-análise

Iniciando na perimenopausa e continuando através da menopausa, a produção hormonal tende a declinar mais rapidamente, gerando um desequilíbrio entre suas proporções. Com o desequilíbrio hormonal em ação, muitas mulheres apresentam sintomas que, por exemplo, no caso do estradiol em demasia ou carência, podem afetar o sistema imune.
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A suplementação de vitamina D pode proporcionar alívio para pacientes com dermatite atópica

Uma meta-análise publicada na revista Nutrients sugere que a suplementação de vitamina D pode ser um tratamento seguro e eficaz para a dermatite atópica.   A dermatite atópica (DA), também conhecida como eczema, é uma doença inflamatória crônica muito comum caracterizada por pele vermelha, seca e pruriginosa. A causa da DA permanece em grande parte desconhecida, embora os pesquisadores acreditam que provavelmente resulta de uma variação genética que afeta a capacidade da pele de atuar como barreira, observando-se disfunção do sistema imunológico.   As atuais opções de tratamento disponíveis centram-se na redução da inflamação da pele e incluem anti-histamínicos e corticosteroides. Estes tratamentos tradicionais provocam vários efeitos secundários e, por conseguinte, a má adesão do paciente. Assim, a descoberta de um tratamento alternativo seria extremamente valiosa.   Em 2012, uma revisão concluiu que os suplementos de vitamina D podem oferecer um tratamento eficaz para DA. No entanto, a revisão consistiu de apenas dois estudos de fraca qualidade.   Em uma recente revisão e meta-análise, os pesquisadores avaliaram ensaios controlados randomizados duplo-cegos (design de estudo de qualidade mais elevada) para avaliar a eficácia da suplementação de vitamina D para DA. Além disso, também avaliaram o status de vitamina D de pacientes com a condição, em comparação com adultos saudáveis.   Os pesquisadores analisaram um total de sete estudos, totalizando 986 pacientes com DA e 657 controles. Sua análise descobriu que o grupo dermatite apresentava níveis de vitamina D significativamente menores que os adultos saudáveis, com uma diferença média de 2,03 ng/ml (p <0,0001).   Os pesquisadores também realizaram análises secundárias categorizadas por idade, descobrindo que as crianças com a dermatite tinham significativamente menor níveis de vitamina D do que as crianças saudáveis (p = 0,0006). No entanto, enquanto os adultos com DA apresentaram níveis médios mais baixos de vitamina D que os adultos controles, esta diferença não foi estatisticamente significativa (p = 0,50). Segundo os pesquisadores, essa relação insignificante provavelmente ocorreu devido a um pequeno tamanho da amostra (134 pacientes com DA versus 128 controles).   Mais importante ainda, os pesquisadores analisaram quatro ensaios clínicos randomizados, os quais utilizaram doses diárias de 1.000 UI a 1.600 UI e duraram entre um e dois meses. A meta-análise revelou que a gravidade da DA diminuiu significativamente após a suplementação de vitamina D, conforme indicado por seus escores mais baixos tanto no índice SCORAD (Scoring Atopic Dermatitis) como no EASI (Eczema Area and Severity Index) (p <0,00001). Os pesquisadores concluíram, "Em comparação com um grupo placebo, a suplementação com vitamina D diminuiu a gravidade da dermatite atópica, melhorando seus sintomas e sinais clínicos".   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: https://www.vitamindcouncil.org/vitamin-d-supplementation-may-provide-relief-for-patients-with-atopic-dermatitis/?mc_cid=633a580432&mc_eid=36d83b85ad
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Forscolina pode ser útil no tratamento da inflamação associada à obesidade

A forscolina, ou forskolin, é um composto – labdano diterpeno –utilizado desde tempos antigos para tratar pressão alta, dores no peito (angina) e desordens respiratórias, entre outros, produzido a partir do extrato das raízes fibrosas da Coles forskohlii, uma planta perene que cresce selvagem em países como Índia, Birmânia e Tailândia. O que era acreditado pela medicina tradicional de outrora, atualmente vem sendo comprovado por estudos científicos, os quais inclusive vêm acrescentando propriedades benéficas à sua lista. Uma delas é sua ação no tratamento da inflamação associada à obesidade, podendo combater as complicações desta ou do excesso de peso.
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Novo benefício do extrato de chá verde para mulheres: ajuda baixar os níveis de colesterol

Um crescente número de estudos vem evidenciando os benefícios da suplementação diária do extrato de chá verde, mais notadamente um de seus constituintes, o polifenol epigalocatequina-3-galato (EGCG), para uma série de prevenções e condições, em especial as relacionadas com o processo de envelhecimento.   Em mulheres na pós-menopausa, os polifenois do chá verde – Camellia sinensis – demonstraram reduzir os níveis de estresse oxidativo. Efeito este ainda mais significante se em conjunto com exercícios como o Tai Chi, que aumentam a força muscular. Estudos subsequentes demonstraram reduções significativas nos marcadores de perda óssea em mulheres suplementadas, bem como o aumento da força muscular. Este é um fator vital na prevenção de quedas que podem levar a fraturas e à perda da independência quando mais velhas. (1)   Recentemente, um novo estudo publicado em The American Journal of Clinical Nutrition traz mais um benefício do extrato: sua suplementação pode reduzir tanto os níveis de colesterol total quanto de LDL em mulheres pós-menopáusicas. (2)   O estudo auxiliar (braço paralelo de outro estudo) clínico, controlado por placebo e duplo-cego envolveu 1.075 mulheres, as quais foram randomizadas para ou receber extrato de chá verde (EGCG, n=538) ou placebo (n=537) durante 12 meses. Dessas, 936 completaram o estudo, sendo que o grupo EGCG apresentou redução de 2,1% do colesterol total e 4,1% do colesterol LDL, comparado com o grupo placebo, o qual sofreu aumentos de 0,7% e 0,9%, respectivamente. Foi observado um aumento de 3,6% nos níveis de triglicerídeos, especialmente em mulheres obesas e usuárias de estatinas do grupo EGCG.   As cápsulas usadas no estudo eram descafeinadas e continham 1.315mg de catequinas  (843mg de EGCG) – como dose diária.   Os autores escreveram, “Os mecanismos exatos do extrato, o qual EGCG e outras catequinas do chá verde exercem seus efeitos redutores de lipídios, permanecem desconhecidos. A hipótese é que isto se dê através da supressão da biossíntese do colesterol, a interferência da absorção do lipídio e aumento de excreção fecal de colesterol”.   Traduzido por Essentia Pharma  
Estudos: 1- Shen CL, et al. Effect of green tea and Tai Chi on bone health in postmenopausal osteopenic women: a 6-month randomized placebo-controlled trial. Osteoporos Int. 2012 2- Samavat H, et al. Effects of green tea catechin extract on serum lipids in postmenopausal women: a randomized, placebo-controlled clinical trial. The American Journal of Clinical Nutrition, 2016. DOI: 10.3945/ajcn.116.137075  
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Níveis mais altos de vitamina D associados a menor fadiga muscular, de acordo com novo estudo

Um estudo recente, publicado na revista Clinical Interventions in Aging, descobriu que um status mais elevado de vitamina D – 25(OH)D –  foi positivamente correlacionado com a melhoria do alívio e desempenho muscular de indivíduos idosos fisicamente ativos.   Pesquisas anteriores relataram que a suplementação de vitamina D e cálcio resultam em melhorias significativas nas funções neuromusculares e musculoesqueléticas na população idosa. Além disso, a maioria das evidências suporta a tese de que o nível de vitamina D está ligado à potência e força muscular. Estes resultados são explicados pela capacidade da vitamina D aumentar as fibras musculares do tipo II, que melhoram a reação, equilíbrio e desempenho.   A atividade física desempenha um papel vital na manutenção da saúde e prevenção de doenças através de todas as fases da vida. No entanto, com o avanço da idade, torna-se mais difícil de exercitar-se sem experimentar lesões ou dor. A lesão muscular induzida por atividade física, especialmente a dor muscular, é rotineiramente avaliada pelo aumento dos níveis de proteínas e enzimas musculares específicas, incluindo a creatina quinase (CK), hidroxiprolina, troponina I e desidrogenase láctica. Usando esses biomarcadores de fadiga, os pesquisadores realizaram recentemente um estudo para avaliar a relação entre os níveis de vitamina D e fadiga muscular entre indivíduos idosos saudáveis.   Um total de 85 indivíduos sauditas, saudáveis e com idades de 64 a 96 anos, foram incluídos no estudo. Os pesquisadores mediram os níveis de vitamina D, a capacidade antioxidante total (CAT), biomarcadores de fadiga muscular e dor. A atividade física foi mostrada para reduzir o risco de doenças cardiovasculares e metabólicas através do aumento da atividade CAT. Aqui está o que os pesquisadores descobriram:  
  • O nível de vitamina D foi associado positivamente com o cálcio, CAT e escores de atividade física (p < 0,05).
  • O status da vitamina D foi negativamente correlacionado com o índice de massa corporal, níveis de triglicerídeos séricos, níveis de colesterol, dor e biomarcadores de fadiga muscular (p < 0,05).
  • A atividade física, status da vitamina D, níveis de cálcio, CAT e parâmetros demográficos explicaram aproximadamente 61,4% a 85,8% da redução dos escores de dor e biomarcadores de fadiga muscular.
  Os pesquisadores afirmaram, "Estes resultados demonstram que as concentrações de 25(OH)D e cálcio podem prevenir a fadiga muscular pela regulação da biossíntese de CK, LDH, troponina I, e hidroxiprolina através de um mecanismo contra radicais livres relatado por maior atividade CAT".   O estudo tem algumas limitações importantes a serem observadas. Em primeiro lugar, o design do estudo foi transversal, o que significa que o estudo só prova a associação. Além disso, o estudo consistiu de uma amostra relativamente pequena.   Ensaios clínicos randomizados são necessários para avaliar os efeitos da suplementação de vitamina D sobre a fadiga muscular e seus biomarcadores.   Traduzido por Essentia Pharma.  
Fonte:http://www.vitamindcouncil.org/blog/higher-vitamin-d-levels-linked-to-lower-muscle-fatigue-according-to-new-study/?mc_cid=0973ffb855&mc_eid=36d83b85ad Citação: Tovey, A. & Cannell, JJ. Higher vitamin D levels linked to lower muscle fatigue, according to new study. The Vitamin D Council Blog & Newsletter, 2016. Estudo: Al-Eisa E. Alghadir A. & Gabr S. Correlation between vitamin D levels and muscle fatigue risk factors based on physical activity in healthy older adults. Clinical Interventions in Aging, 2016.
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”  
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Revisão científica afirma que somente um quinto da população mundial apresenta níveis recomendados de vitamina E

O termo vitamina E engloba 8 compostos encontrados na natureza. Quatro tocoferóis e quatro tocotrienóis. A vitamina E serve como um antioxidante poderoso, que, devido sua natureza lipofílica, é encontrada em compartimentos lipídicos como as células. Lá, ela previne a lipoperoxidação*, assim, preservando a integridade da membrana celular. Entre outras funções, a vitamina E desempenha um papel crucial na estabilidade dos eritrócitos e na condutividade dos nervos centrais e periféricos. Ela impede, por exemplo, a ataxia, neuropatia periférica, miopatia, retinopatia pigmentada. Previne condições que afetam o sistema imune, função cognitiva e saúde cardiovascular.
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Deficiência de vitamina B12: Uma epidemia silenciosa, com graves consequências

O que todas estas doenças têm em comum?  
  • A doença de Alzheimer, demência, declínio cognitivo e perda de memória (coletivamente referidos como “envelhecimento”)
  • A esclerose múltipla (EM) e outras desordens neurológicas
  • Doença mental (depressão, ansiedade, transtorno bipolar, psicose)
  • Doença cardiovascular
  • Transtornos do aprendizado ou do desenvolvimento em crianças
  • Desordem do espectro autista
  • Doença auto-imune e desregulação imune
  • Câncer
  • Infertilidade masculina e feminina
Resposta: elas podem imitar todos os sinais e sintomas de uma deficiência de vitamina B12.   Deficiência de vitamina B12: uma epidemia invisível   A deficiência de vitamina B12 não é uma doença estranha, misteriosa. Pode-se ler sobre ela em cada livro de medicina e as suas causas e efeitos são bem estabelecidos na literatura científica.   No entanto, a deficiência de B12 é muito mais comum do que a maioria dos profissionais de saúde e o público em geral percebem. Dados do Tufts University Framingham Offspring Study sugerem que 40 por cento das pessoas com idades entre 26 e 83 anos possuem níveis plasmáticos de vitamina B12 na faixa normal baixa – uma faixa em que muitas pessoas experimentam sintomas neurológicos. Nove por cento tinham uma deficiência clara, e 16 por cento estava “perto da deficiência“.   Dito isto, estimou-se que a deficiência de B12 afete cerca de 40% das pessoas com mais de 60 anos de idade. É inteiramente possível que pelo menos alguns dos sintomas que atribuem ao envelhecimento “normal” – tais como perda de memória, declínio cognitivo, diminuição da mobilidade, etc. – sejam, pelo menos, em parte causados pela deficiência de B12.   Porque a deficiência de vitamina B12 é tão sub-diagnosticada?   A deficiência de vitamina B12 é muitas vezes perdida por duas razões. Em primeiro lugar, não é rotineiramente testada pela maioria dos médicos. Em segundo lugar, a extremidade inferior da faixa de referência de laboratório é demasiadamente baixa. É por isso que a maioria dos estudos subestimam os verdadeiros níveis de deficiência. Muitas pessoas com deficiência de vitamina B12 têm os chamados níveis “normais” de B12.   No entanto, é bem estabelecido na literatura científica que as pessoas com níveis de B12 entre 200 pg / ml e 350 pg / mL – níveis considerados “normais” – têm claros sintomas de deficiência de B12. Alguns especialistas em diagnóstico e tratamento da deficiência de B12, sugerem o tratamento de todos os pacientes que sejam sintomáticos e apresentem níveis de vitamina B12 inferior a 450 pg / mL. Eles também recomendam o tratamento de pacientes com B12 normal, mas com nível elevado de ácido metilmalonico urinário (MMA), homocisteína e / ou holotranscobalamina (outros marcadores de deficiência de B12).   No Japão e na Europa, o limite inferior para B12 é entre 500-550 pg / mL, o nível associado com manifestações psicológicas e comportamentais, tais como declínio cognitivo, demência e perda de memória. Alguns especialistas têm especulado que, no Japão, a aceitação de níveis normais mais elevados e a disposição de tratar os níveis que são considerados “normais” nos EUA, explicam as baixas taxas de doença de Alzheimer e demência naquele país.   O que é a vitamina B12 e por que você precisa dela?   A vitamina B12 trabalha em conjunto com o folato na síntese de DNA e das células vermelhas do sangue. Também está envolvida na produção da bainha de mielina em torno dos nervos, e na condução de impulsos nervosos. Você pode pensar no cérebro e no sistema nervoso como um grande emaranhado de fios. A mielina é o isolamento que protege os fios e os ajuda a conduzir as mensagens.   A deficiência grave de B12 em condições como anemia perniciosa (uma condição auto-imune em que o corpo destrói o fator intrínseco, uma proteína necessária para a absorção de B12) costumava ser fatal até que os cientistas descobriram que a morte poderia ser evitada pela alimentação de pacientes com fígado cru (que contém quantidades elevadas de vitamina B12). Mas anemia é a fase final da deficiência de B12. Muito antes da anemia surgir, a deficiência de vitamina B12 provoca vários outros problemas, incluindo fadiga, letargia, fraqueza, perda de memória e problemas neurológicos e psiquiátricos.   A deficiência de vitamina B12 ocorre em quatro fases, começando com a diminuição dos níveis sanguíneos de vitamina (fase I), progredindo para baixas concentrações celulares da vitamina (fase II), um aumento do nível de homocisteína no sangue e uma diminuição da taxa de síntese de DNA (fase III) e, finalmente, a anemia macrocítica (fase IV).   Porque a deficiência de vitamina B12 é tão comum?   A absorção de vitamina B12 é complexa e envolve várias etapas – cada uma das quais pode dar errado. Causas de má absorção de B12 incluem:
  • disbiose intestinal
  • intestino permeável e / ou inflamação do intestino
  • gastrites atróficas ou hipocloridria (baixa acidez estomacal)
  • anemia perniciosa (condição auto-imune)
  • medicamentos (especialmente IBP [inibidores da bomba de prótons]e outras drogas de supressão de ácido)
  • álcool
  • exposição a óxido nitroso (durante uma cirurgia ou a utilização recreativa)
  Isso explica por que a deficiência de B12 pode ocorrer mesmo em pessoas que comem grandes quantidades de B12 contendo produtos de origem animal. Na verdade, muitos dos meus pacientes que são deficientes em vitamina B12 estão seguindo uma dieta low-carb / paleo onde comem carne com frequência.   Em geral, os seguintes grupos estão em maior risco para a deficiência de vitamina B12:
  • vegetarianos e veganos
  • pessoas com 60 anos ou mais
  • pessoas que usam regularmente IBP ou drogas supressoras de ácido
  • pessoas em uso de medicamentos para diabetes, como a metformina
  • pessoas com doença de Crohn, colite ulcerativa, doença celíaca ou SII
  • mulheres com história de infertilidade e aborto
  Nota para os vegetarianos e veganos: a vitamina B12 é encontrada somente em produtos de origem animal.   A vitamina B12 é a única vitamina que contém um elemento-traço, o cobalto, razão pela qual ela é chamada de cobalamina. A cobalamina é produzida no intestino de animais. É a única vitamina que não podemos obter a partir de plantas ou luz solar. As plantas não precisam de B12 e, portanto não possuem estoque dela.   Um mito comum entre os vegetarianos e veganos é que é possível obter vitamina B12 a partir de fontes vegetais, como algas, soja fermentada, spirulina e levedura de cerveja. Mas, na realidade, os alimentos vegetais, que se diz conterem B12, contêm na verdade substâncias análogas à B12, chamados cobamidas, que bloqueiam a ingestão e aumentam a necessidade da verdadeira vitamina B12.   ISTO EXPLICA POR QUE OS ESTUDOS DEMONSTRARAM CONSISTENTEMENTE QUE ATÉ 50% DE VEGETARIANOS DE LONGO PRAZO E 80% DOS VEGANOS SÃO DEFICIENTES EM VITAMINA B12.   Os efeitos da deficiência de B12 em crianças são especialmente alarmantes. Estudos têm demonstrado que as crianças iniciadas em um dieta vegana até os 6 anos de idade ainda são deficientes em vitamina B12 até mesmo anos depois que comecem a comer, pelo menos, alguns produtos de origem animal.   Em um estudo, os pesquisadores descobriram:
  • Uma associação significativa entre o status da cobalamina [b12] e o desempenho em testes que medem a inteligência fluida, habilidade espacial e memória de curto prazo (com as crianças anteriormente veganas marcando mais baixo do que as crianças onívoras em cada caso).
O déficit na inteligência fluida é particularmente preocupante, segundo os pesquisadores, porque:
  • Ele envolve o raciocínio, a capacidade para resolver problemas complexos, capacidade de pensamento abstrato e a capacidade de aprender. Qualquer defeito nesta área pode ter consequências de longo alcance para o funcionamento individual.
  É por isso que é absolutamente crucial para aqueles que abstêm-se de produtos de origem animal compreenderem que não existem fontes vegetais de vitamina B12 e que todos os veganos e vegetarianos devem suplementar a vitamina B12. Isto é especialmente importante para as crianças vegetarianas ou veganas ou mulheres grávidas, cuja necessidade de B12 é ainda maior do que os adultos.   O tratamento da deficiência de vitamina B12   Uma das coisas mais tristes sobre a epidemia de deficiência de vitamina B12 é que o diagnóstico e o tratamento são relativamente fáceis e baratos – especialmente quando comparado com o tratamento das doenças que a deficiência de vitamina B12 pode causar. Um teste de B12 pode ser realizado por qualquer laboratório, e deve ser coberto pelo seguro. Mesmo para quem não tenha um plano de assistência, o custo deste exame é muito barato.   Como sempre, o tratamento adequado depende do mecanismo subjacente que está causando o problema. Pessoas com anemia perniciosa ou doença intestinal inflamatória como a doença de Crohn são suscetíveis de terem prejudicado a absorção por suas vidas inteiras, e isso, provavelmente, vai exigir injeções de vitamina B12 por tempo indeterminado. Isso também pode ser verdadeiro para aqueles com deficiência de vitamina B12 grave causando sintomas neurológicos.   Alguns estudos recentes têm sugerido que a dose elevada de administração oral ou nasal pode ser tão eficaz quanto as injeções para as pessoas com problemas de má absorção de vitamina B12. No entanto, a maioria dos especialistas ainda recomenda injeções de vitamina B12 para as pessoas com anemia perniciosa e deficiência de B12 avançada envolvendo os sintomas neurológicos.   A cianocobalamina é uma das formas de suplementação de B12 mais frequentemente utilizadas. Mas, provas recentes sugerem que a hidroxicobalamina (frequentemente utilizada na Europa) é superior à cianocobalamina, metilcobalamina e pode ser superior a ambas – especialmente para a doença neurológica.   Estudos japoneses indicam que a metilcobalamina é ainda mais eficaz no tratamento de sequelas neurológicas a deficiência de vitamina B12, e que pode ser melhor absorvido porque evita problemas potenciais em vários ciclos de absorção da vitamina B12. Em cima disso, a metilcobalamina fornece o corpo com grupos metil que desempenham um papel em vários processos biológicos importantes para a saúde global.   SE SUSPEITAR QUE VOCÊ TEM DEFICIÊNCIA DE B12, O PRIMEIRO PASSO É FAZER O TESTE.   Você precisa de uma linha de base precisa para trabalhar. Se você é deficiente B12, o próximo passo é identificar o mecanismo que causa a deficiência. Isso é algo que você provavelmente vai precisar de ajuda com de um médico. Uma vez que o mecanismo é identificado, a forma adequada (injeção, oral, sublingual ou nasal) de suplementação, a dose e a duração do tratamento poderá ser selecionada.  
Fonte: http://medidasparareduzirmedidas.blogspot.com.br/2015/08/deficiencia-de-vitamina-b12-epidemia.html?view=flipcard  
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.” 
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Dieta de baixo consumo de carboidrato retarda o crescimento de tumor cerebral agressivo em modelos de camundongo

Um estudo, publicado recentemente na revista Clinical Cancer Research, descobriu que uma dieta rica em gordura e com poucos carboidratos, que incluiu um derivado de óleo de coco, ajudou a reduzir o crescimento de células tumorais de glioblastoma e a estender a vida útil de camundongos em 50%.   De acordo com o National Cancer Institute, o glioblastoma é o tumor cerebral mais comum em adultos, não havendo nenhum tratamento eficaz a longo prazo, sendo que, em média, os pacientes vivem por 12 a 15 meses após o diagnóstico.   Os resultados representam uma nova abordagem de uma velha ideia: a chamada dieta cetogênica tem sido usada durante quase 90 anos para ajudar a reduzir as crises epilépticas. Agora, a versão de alto teor de gordura e baixo teor de carboidrato da dieta mostrou diminuir tumores de glioblastoma por cortar sua fonte de energia, disse Brent Reynolds, Ph.D., professor do Lillian S. Wells Department of Neurosurgery. O tumor requer grandes quantidades de energia à medida que cresce, e a intervenção da dieta funciona limitando drasticamente sua oferta de glicose.   "Embora este seja um tratamento eficaz em nossos modelos animais pré-clínicos, não é uma cura. No entanto, nossos resultados são promissores o suficiente para que o próximo passo seja o teste em humanos", relatou Reynolds.   A dieta modificada testada pelo grupo de Reynolds incluiu um derivado de óleo de coco conhecido como um triglicerídeo de cadeia média, que desempenha um papel crucial porque substitui alguns carboidratos como fonte de energia.   Reynolds relatou outra vantagem da dieta proposta: os pacientes com câncer poderiam achá-la mais palatável, porque poderiam comer mais carboidratos e proteínas do que em uma dieta cetogênica clássica.   "Quando você está doente, você precisa de muitos confortos em sua vida, e o alimento é um enorme conforto. A ideia é desenvolver uma dieta benéfica que seja fácil para os pacientes aderirem.”   Usando células de glioblastoma de origem humana em modelos de camundongo, os pesquisadores descobriram que o alto teor de gordura e baixo de carboidrato da dieta modificada aumentou a expectativa de vida em 50% enquanto também reduziu a progressão do tumor proporcionalmente. Adicionalmente à diminuição do fornecimento de energia ao tumor, a dieta retarda o crescimento de células de glioblastoma, alterando uma via de sinalização celular que geralmente ocorre em cânceres, de acordo com os investigadores. A dieta modificada forneceu apenas 10% de suas calorias a partir de carboidratos, em comparação com 55% do grupo de controle.   Embora tanto a dieta cetogênica quanto a modificada com alto teor de gordura e baixo carboidrato mostraram eficácia semelhante contra tumores nos modelos de camundongos, Reynolds afirmou que a última é mais nutricionalmente completa e potencialmente mais atraente para pacientes com câncer, pois oferece mais opções de alimentos.   Embora os pesquisadores ainda não sabem exatamente a razão de sua eficácia, os dados preliminares mostram que a dieta modificada também parece tornar os tumores de glioblastoma mais sensíveis ao tratamento com radiação e quimioterapia. Reynolds vê a dieta como uma terapia suplementar que poderia complementar a quimioterapia e radioterapia.   Mesmo com a necessidade de mais investigação, a dieta também pode ser um tratamento secundário potencialmente eficaz para outros tipos de cânceres, como os que afetam a mama, pulmão e pâncreas.   "Esta simples abordagem dietética pode ser capaz de reduzir a progressão do tumor e melhorar o padrão de tratamentos de cânceres que são altamente ativos metabolicamente", afirmou Reynolds.   Em seguida, o pesquisador quer começar testar essa dieta modificada em um ensaio clínico. Normalmente leva-se muitos anos para iniciar tais ensaios por causa dos testes de segurança rigorosos que devem ser feitos antes do início do ensaio clínico em seres humanos, mas Reynolds pensa ser possível que aconteça mais rápido, pois a terapia envolve apenas a modificação da ingestão dietética do paciente e a suplementação com um óleo de triglicerídeo de cadeia média, os quais não têm efeitos secundários conhecidos. Traduzido por Essentia Pharma  
Referência:https://ufhealth.org/news/2016/lower-carb-diet-slows-growth-aggressive-brain-tumor-mouse-models
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A carnitina para o aumento do HDL

O risco de doença cardíaca pode ser reduzido quando se assume uma dieta restrita de carboidratos (incluindo frutose), rica em vegetais, e o hábito de se exercitar. Na área de suplementos, o ômega-3 e a coenzima Q10 (CoQ10) formam um importante duo. Já a (L-)carnitina (e/ou acetil-L-carnitina), através de estudos anteriores, vem mostrando sua participação na redução de triglicerídeos e no aumento do HDL, e isto por si só reduz dramaticamente o risco da doença.
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Será que a romã pode realmente adicionar anos à sua vida – e ajudar contra o câncer?

Na semana passada, cientistas suíços sugeriram que a romã, um fruto originário do Oriente Médio, pode fortalecer os músculos durante o envelhecimento e adicionar anos à sua vida. Isto devido a seus produtos químicos chamados elagitaninos, encontrados em níveis elevados no fruto. Nossas bactérias do intestino transformam esses produtos químicos em um composto chamado urolitina A, que ajuda a manter as mitocôndrias (geradores de energia celular) ‘carregadas’.   Em estudos de laboratório, vermes e camundongos que receberam urolitina A viveram e correram mais. Alguns especialistas alertam que é muito cedo para dizer que o mesmo aconteceria com os seres humanos. Mas, anteriormente, a romã fora creditada com uma série de benefícios para a saúde, incluindo na luta contra o câncer. Num pequeno estudo realizado em 2006, pesquisadores da Universidade da Califórnia descobriram que beber um copo (227ml) por dia de suco de romã retardou significativamente o progresso do câncer de próstata. Supostamente a urolitina bloqueia o crescimento de células cancerígenas.   Atualmente, um estudo americano envolvendo 30 pacientes está verificando se suplementos contendo o extrato da fruta podem prevenir que o câncer de próstata se espalhe. Em 2004, um pequeno estudo sugeriu que um copo diário de seu suco pode reduzir o aumento de colesterol e seus danos em pacientes com artérias estreitadas.   Em 2005 um estudo publicado no American Journal of Cardiology descobriu que a romã poderia melhorar o fluxo sanguíneo e reduzir o risco de ataque cardíaco em pacientes com doença cardíaca.   Uma pesquisa mais recente sugere que compostos na fruta podem ajudar a impulsionar o desempenho da memória e do exercício, melhorar a pressão arterial, fortalecer os ossos e, graças às suas propriedades anti-inflamatórias, ajudar a prevenir a doença de Alzheimer. E há sugestões de que estes benefícios anti-inflamatórios poderiam se aplicar a outras condições, tais como artrite reumatoide e doença de Parkinson.   Mas muitos dos estudos têm sido realizados em animais ou em laboratório, sendo necessário que testes em humanos em maior escala sejam executados antes que quaisquer conclusões definitivas possam ser feitas, afirma a nutricionista Helen Bond:   “As romãs contêm antioxidantes que podem ajudar a proteger contra os radicais livres, e assim proteger contra doenças relacionadas com a idade em geral".   “Mas se sua dieta é rica em frutas e legumes, naturalmente ela é rica em antioxidantes. Coma um arco-íris de frutas e vegetais para garantir a obtenção de uma ampla gama de diferentes nutrientes e compostos de plantas."   E prefira comer a fruta (com sementes) ao invés de fazer suco, ressalta ela.   Já, Rebecca McManamon, da Associação Dietética Britânica, lembra que algumas marcas de suco de romã podem conter adição de açúcar. Além do mais, alguns dos estudos envolvem antioxidantes que são encontrados na pele da romã, que raramente comemos.  
Fonte: http://www.dailymail.co.uk/health/article-3696523/Can-pomegranates-really-add-years-life-fight-cancer.html?ITO=applenews
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Novas descobertas sobre as conexões entre a microbiota intestinal e o cérebro

Um crescente corpo de evidência confirma a importância do "eixo intestino-cérebro" para a neurologia e indica que os gatilhos para uma série de doenças neurológicas podem estar localizados no trato digestivo. "O microbioma intestinal pode influenciar o sistema nervoso central, o desenvolvimento das células nervosas e o sistema imune. Uma melhor compreensão do seu efeito pode revolucionar nossas opções terapêuticas", observou a Dra. Patricia Lepage do Institut National de la Recherche Agronomique, em Jouy-en-Josas, França, no Segundo Congresso da Academia Europeia de Neurologia (EAN), em Copenhague.   O microbioma intestinal é o agregado de microrganismos do intestino humano com todas as suas bactérias, archaea, vírus e fungos. Por um longo tempo, parecia difícil que o microbioma também poderia ser responsável por processos fora do trato digestivo. No entanto, a comunidade científica continua revelando detalhes ainda mais surpreendentes. Estudos recentes em animais de laboratório, que crescem sem quaisquer microrganismos (livres de germes), mostram, por exemplo, que os microrganismos no intestino são mesmo capazes de influenciar o comportamento. Relata a pesquisadora Dra. Lepage: "Micróbios intestinais podem comprovadamente produzir neuromediadores que exercem um efeito sobre o cérebro. Camundongos livres de germes mostraram menos ansiedade do que animais da mesma espécie cujos intestinos foram preenchidos com microbiota comensal. No entanto, ainda há poucas evidências sobre a forma como o processo funciona no cérebro humano".   Provou-se, entretanto, que o intestino e cérebro comunicam-se uns com os outros através de várias vias, incluindo as vias do nervo vago, sistema imune, sistema nervoso entérico, ou por meio de processos metabólicos microbianos. Por exemplo, as bactérias intestinais convertem carboidratos em ácidos graxos de cadeia curta como o ácido butanoico (ou butírico). Isso reforça a ligação entre as células, e reforça a barreira sangue-cérebro, que serve como uma parede celular para proteger o cérebro de infecções e inflamações.   Para o neurocientista John F. Cryan (APC Microbiome Institute, University College Cork, Irlanda), não há dúvida de que o microbioma intestinal regula processos cerebrais fundamentais para o desenvolvimento de doenças neurológicas: "Estudamos os cérebros de camundongos livres de germes. Em uma região, o córtex pré-frontal, encontramos aumento da mielinização, em comparação com os animais mantidos em condições normais. Isto pode ter implicações diretas para distúrbios relacionados com a mielina. Processos dependentes do microbioma também foram mostrados, como a neurogênese no hipocampo adulto e ativação da micróglia, isto é, a ativação do cérebro e das células da medula semelhantes às células do sistema imunológico".   Modelos experimentais sobre a origem da autoimunidade sugerem que a microbiota intestinal desempenha também um papel importante no presente contexto. Essa percepção abre uma nova abordagem para encontrar a causa da esclerose múltipla (EM) - uma doença autoimune que resulta de uma combinação de fatores genéticos e ambientais. O Dr. Gurumoorthy Krishnamoorthy do Instituto Plank Max de Neurobiologia, em Martinsried, Alemanha, relata: "Aparentemente, as bactérias que podem desencadear a EM não são bactérias causadoras de doenças, mas bactérias necessárias para a digestão". Um estudo com camundongos geneticamente modificados mostrou que os animais com microbiota intestinal normal e não sujeitos à influência externa desenvolveram inflamação no cérebro. Em contraste, os animais mantidos num ambiente livre de germes permaneceram saudáveis. Como explicado pelo Dr. Krishnamoorthy, o sistema imune de camundongos com microbiota intestinal normal é ativado em duas fases: em primeiro lugar, as células T tornam-se ativas e multiplicam os vasos linfáticos do trato intestinal. Em seguida, juntas com as proteínas da superfície da bainha de mielina estimulam as células B para formar anticorpos causadores de doenças. "Ambas desencadeiam reações inflamatórias no cérebro, que destroem a bainha de mielina em fases - muito semelhante à maneira como a EM se desenvolve nos seres humanos." Esse processo sugere que não são desordens no sistema nervoso, mas antes, uma mudança no sistema imune que conduz à EM. Os investigadores supõem que a flora intestinal de seres humanos pode, do mesmo modo, fazer com que o sistema imune reaja com a bainha de mielina, no caso de uma existente predisposição genética correspondente. No entanto, ainda não é claro quais as bactérias que estariam envolvidas no desenvolvimento da EM.   O microbioma intestinal é composto de até 1.000 diferentes tipos de bactérias e de cerca de 100 trilhões de células. Como tal, possui dez vezes o número de células e 150 vezes mais genes do que o genoma humano. O microbioma coevolui com o seu hospedeiro humano em uma relação simbiótica. O desenvolvimento do microbioma intestinal como um ecossistema afinado depende de uma série de fatores: se e quais os microrganismos uma pessoa absorve do canal vaginal de sua mãe no momento do nascimento; se uma pessoa é sujeita a anticorpos; alimentação; infecções; estresse e predisposição genética. Os idosos em más condições de saúde muitas vezes têm uma menor diversidade de microrganismos em seu microbioma, ou possuem manifestações promotoras de inflamação. Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: http://www.alphagalileo.org/ViewItem.aspx?ItemId=164603&CultureCode=en  
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”  
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A suplementação de zinco é associada a melhor processamento de glicose em pré-diabéticos

Um estudo, publicado na edição de Diabetes Research and Clinical Practice (maio, 2016), descobriu que a suplementação de zinco melhorou a capacidade de homens e mulheres pré-diabéticos para processar a glicose. "Uma série de pequenos estudos indicam que a suplementação de zinco melhora o processamento de glicose", nota autores M. R. Islam, Universidade de Newcastle, Austrália e do Instituto de Pesquisa Médica Hunter, e seus colegas. "Neste estudo piloto, duplo cego, controlado por placebo e randomizado, nos propusemos a investigar se a suplementação de zinco entre adultos pré-diabéticos melhora a glicemia de jejum, o índice HOMA (um índice de resistência à insulina) e, finalmente, previne o desenvolvimento do diabetes tipo 2."
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Maior capacidade antioxidante na dieta relacionada com câncer de próstata menos agressivo

A revista Nutrition and Cancer publicou um relatório em 04 de fevereiro de 2016 que revela uma associação entre o aumento da capacidade antioxidante total (CAT) na dieta de pacientes com câncer de próstata com resultados ou sintomas menos agressivos. A CAT quantifica a presença na dieta de compostos que diminuem a formação de radicais livres potencialmente prejudiciais. "Para o nosso conhecimento, este é o primeiro estudo sobre a agressividade do câncer de próstata e CAT em afro-americanos e europeus-americanos”, autores Terrence M. Vance e colegas, da Universidade de Connecticut, anunciaram.   O Dr. Vance e associados analisaram dados de 855 afro-americanos e 945 norte-americanos de ascendência europeia inscritos no projeto de câncer de próstata dos estados de Louisiana e Carolina do Norte, que incluiu homens diagnosticados com o câncer desde 1o de julho de 2004. As respostas aos questionários dietéticos foram analisadas quanto à ingestão de antioxidantes através de alimentos e suplementos. A CAT foi calculada a partir da capacidade antioxidante da vitamina C equivalente de carotenoides, vitaminas C e E, flavonoides, isoflavonas e proantocianidinas, e ajustada para o consumo de energia. Os cânceres de próstata foram classificados como tendo agressividade baixa, intermediária ou alta, dependendo do estágio clínico, escore de Gleason e os níveis de antígeno prostático específico (PSA) no momento do diagnóstico.   A alta capacidade antioxidante total a partir de dieta e suplementos foi associada com um risco 69% inferior de câncer de próstata altamente agressivo entre todos os indivíduos. Os afro-americanos, cujos valores de CAT estavam entre os mais altos, apresentaram um risco 72% inferior de câncer agressivo, em comparação com aqueles cujos valores eram mais baixos. Para os americanos-europeus, o risco daqueles no grupo de CAT mais elevada foi 64% mais baixo.   "Homens com câncer de próstata foram encontrados como tendo baixos níveis sanguíneos de antioxidantes, diminuição da atividade de enzimas antioxidantes endógenas e aumento dos níveis de peroxidação lipídica", Dr. Vance e colegas observam. "Estes resultados poderiam indicar maior estresse oxidativo, resultando em esgotamento de antioxidantes, ou menores níveis de antioxidantes, resultando em aumento do estresse oxidativo e da peroxidação lipídica."   A revista Nutrition and Cancer publicou um relatório em 04 de fevereiro de 2016 que revela uma associação entre o aumento da capacidade antioxidante total (CAT) na dieta de pacientes com câncer de próstata com resultados ou sintomas menos agressivos. A CAT quantifica a presença na dieta de compostos que diminuem a formação de radicais livres potencialmente prejudiciais. "Para o nosso conhecimento, este é o primeiro estudo sobre a agressividade do câncer de próstata e CAT em afro-americanos e europeus-americanos”, autores Terrence M. Vance e colegas, da Universidade de Connecticut, anunciaram.   O Dr. Vance e associados analisaram dados de 855 afro-americanos e 945 norte-americanos de ascendência europeia inscritos no projeto de câncer de próstata dos estados de Louisiana e Carolina do Norte, que incluiu homens diagnosticados com o câncer desde 1o de julho de 2004. As respostas aos questionários dietéticos foram analisadas quanto à ingestão de antioxidantes através de alimentos e suplementos. A CAT foi calculada a partir da capacidade antioxidante da vitamina C equivalente de carotenoides, vitaminas C e E, flavonoides, isoflavonas e proantocianidinas, e ajustada para o consumo de energia. Os cânceres de próstata foram classificados como tendo agressividade baixa, intermediária ou alta, dependendo do estágio clínico, escore de Gleason e os níveis de antígeno prostático específico (PSA) no momento do diagnóstico.   A alta capacidade antioxidante total a partir de dieta e suplementos foi associada com um risco 69% inferior de câncer de próstata altamente agressivo entre todos os indivíduos. Os afro-americanos, cujos valores de CAT estavam entre os mais altos, apresentaram um risco 72% inferior de câncer agressivo, em comparação com aqueles cujos valores eram mais baixos. Para os americanos-europeus, o risco daqueles no grupo de CAT mais elevada foi 64% mais baixo.   "Homens com câncer de próstata foram encontrados como tendo baixos níveis sanguíneos de antioxidantes, diminuição da atividade de enzimas antioxidantes endógenas e aumento dos níveis de peroxidação lipídica", Dr. Vance e colegas observam. "Estes resultados poderiam indicar maior estresse oxidativo, resultando em esgotamento de antioxidantes, ou menores níveis de antioxidantes, resultando em aumento do estresse oxidativo e da peroxidação lipídica."   Eles concluem que "mais estudos em diferentes populações são necessários para confirmar estes resultados e determinar se componentes da dieta afetam o desenvolvimento e a progressão do câncer de próstata".  
Fonte:http://www.lifeextension.com/newsletter/2016/3/Greater-dietary-antioxidant-capacity-linked-with-less-aggressive-prostate-cancers/page-01?utm_source=eNewsletter&utm_medium=email&utm_content=Button&utm_campaign=EZX600E
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”   
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A terapia com testosterona aumenta a função sexual e humor em homens mais velhos

O tratamento com testosterona melhora a função sexual e humor em homens mais velhos com baixos níveis de testosterona, relatam pesquisadores de Yale. Os resultados dos ensaios de testosterona (TTrials), realizados em 12 locais em todo o país, incluindo Yale School of Medicine, foram os primeiros a mostrar de forma convincente os benefícios do hormônio para homens com mais de 65 anos.   O estudo, realizado em parceria com o Instituto Nacional sobre Envelhecimento, EUA, foi publicado pelo New England Journal of Medicine.   Enquanto os homens envelhecem, seus níveis de testosterona tendem a diminuir, levando a uma diminuição da função sexual, mobilidade e energia. Enquanto a testosterona tem sido estudada como um potencial tratamento, os resultados de estudos anteriores apresentaram-se inconsistentes.   Para testar o potencial benefício do tratamento em homens que tinham níveis baixos do hormônio por nenhuma outra razão do que o avanço da idade, pesquisadores da Yale colaboraram com investigadores de 12 instituições, liderados pela Universidade da Pensilvânia, para conduzir os TTrials. A universidade de Yale teve o maior número de participantes inscritos (84 de 790) para estes estudos duplo-cegos, controlados por placebo que investigaram a eficácia do gel de testosterona para vários resultados, incluindo a função sexual, função física e vitalidade.   Nos homens que receberam a terapia de testosterona por um ano, versus naqueles que receberam placebo, verificou-se melhorias significativas na função sexual, incluindo a atividade e desejo sexual e função erétil.   "Parece haver benefícios para o tratamento com testosterona entre homens que possuem inequivocadamente baixos níveis do hormônio atribuíveis unicamente à idade", relatou Thomas Gill, M.D., professor de medicina geriátrica da Humana Foundation e um coautor do estudo. "Os benefícios foram bastante convincentes para a função sexual."   Enquanto os participantes incluídos no ensaio que avaliou a função física não viram melhorias significativas na sua capacidade de andar - medido por um aumento de 50 metros ou mais em sua distância percorrida em 6 minutos - um aumento foi encontrado quando todos os participantes do estudo foram avaliados. Além disso, homens inscritos no ensaio que avaliava a vitalidade viram benefícios modestos em termos de melhora do humor e menos sintomas depressivos.   Embora os resultados foram um pouco misturados, Gill observou um benefício global que não havia sido observado em estudos anteriores. "Uma maneira de interpretar os resultados entre os ensaios é uma impressão global de mudança", disse ele. "Descobrimos que a testosterona melhorou a sensação dos homens sobre seus desejos sexuais, capacidade de andar, nível de energia e saúde em geral."   Os investigadores também relataram que não houve nenhum aumento nos efeitos colaterais adversos um ano após a descontinuação da terapia. No entanto, disseram que um estudo maior seria necessário para demonstrar conclusivamente a segurança ao longo do tempo.  
Fonte:https://www.sciencedaily.com/releases/2016/02/160217180238.htm
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Dieta altamente calórica associada com mudanças das células estaminais e maior risco de câncer

CAMBRIDGE, Mass. - Durante a última década, estudos descobriram que a obesidade e o hábito alimentar calórico baseado em alto teor de gordura são fatores de risco significativos para muitos tipos de câncer. Agora, um novo estudo, do Whitehead Institute e do David H. Koch Institute for Integrative Cancer Research, ambos institutos associados ao MIT (Massachusetts Institute of Technology), revela como esse tipo de dieta torna as células do revestimento intestinal mais propensas a se tornarem cancerosas.
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Efeito hipotensor do extrato de bioativos da folha de oliveira

A utilização das propriedades medicinais da folha de oliveira (Olea europaea L.) remonta ao início dos anos de 1800, quando seus extratos foram utilizados para o tratamento da malária. No início de 1900, um princípio amargo de suas folhas foi identificado como "oleuropeoside" (mais tarde designado como oleuropeína), um glicosídeo iridoide polifenólico o qual relatórios credenciaram como um hipotensor (fármaco usado para redução da pressão arterial; hipo = pequeno/pouco + tensor = tensão). Há anos que estudos vêm confirmando esta característica, todavia executados em animais.
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Melhor estilo de vida conduziu a uma redução do colesterol e morte cardíaca

Os níveis de colesterol - o fator de risco mais comum para ataques cardíacos - diminuíram no norte da Suécia ao longo dos últimos 20 anos. Desde que os medicamentos representam apenas 1/3 da diminuição, a redução do risco de doença cardiovascular ocorre graças a uma mudança no estilo de vida. Isso de acordo com um estudo publicado no European Heart Journal.
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Pesquisadores descobrem que os níveis de vitamina B12 cerebrais sofrem redução com a idade e são prematuramente baixos em pessoas com autismo e esquizofrenia

Newswise - FORT LAUDERDALE-DAVIE, Florida. - Um novo estudo publicado na revista on-line, Public Library of Science One (PLoS ONE) descobriu que os níveis de vitamina B12 no cérebro são significativamente reduzidos nos idosos e são muito menores em indivíduos com autismo ou esquizofrenia, em comparação com seus pares em idades semelhantes. Por exemplo, crianças com autismo (idade < 10) possuem três vezes mais baixos os níveis de vitamina B12 no cérebro, que é semelhante aos níveis de adultos, geralmente saudáveis, em seus 50 anos, o que indica uma diminuição prematura.
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Novos benefícios do pigmento natural astaxantina

Com o recente aumento na popularidade de suplementos derivados de fontes naturais para manter um corpo saudável, tem havido grande dose de atenção para o desenvolvimento dos chamados "alimentos do cérebro", que podem melhorar a função cerebral. De particular importância é a astaxantina (ASX), pigmento vermelho natural abundante no salmão e em crustáceos, como o camarão, krill e caranguejo. ASX tem um efeito antioxidante poderoso, e promete ser um suplemento natural da próxima geração, pois é capaz de penetrar a barreira sangue-cérebro, de entrar no cérebro, onde atua diretamente sobre as células nervosas. ASX também é conhecida por ter um efeito neuroprotetor no modelo animal de doença neurológica. No entanto, existem muitas questões não respondidas quanto aos efeitos sobre a função de ASX no hipocampo, especialmente se pode ou não aumentar a neuroplasticidade do hipocampo.
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O que é medicina preventiva?

Durante a última década, o interesse em tratamentos antienvelhecimento e intervenções dirigidas à promoção da saúde, vitalidade e juventude ao longo da vida - e adentrando na velhice -tem aumentado exponencialmente. A popularidade e o aumento desses tratamentos têm sido alimentados pelo envelhecimento da geração baby-boom e pela grande insatisfação em torno do atual sistema médico nos EUA e muitas outras nações ocidentais. Com isso, a medicina preventiva se tornou uma especialidade médica reconhecida pela Câmara Americana de Especialidades Médicas (ABMS) americana...
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Demência – Baixo nível de vitamina D entre os idosos está associada com diminuição significativa na cognição

A insuficiência de vitamina D entre os idosos está altamente correlacionada com o declínio cognitivo acelerado e desempenho prejudicado, especialmente nos domínios da perda de memória que estão associados à doença de Alzheimer e demência, foi o que os investigadores do UC Davis Alzheimer’s Disease Center e Rutgers University descobriram. O efeito é "substancial", com os indivíduos com baixo nível de vitamina D sofrendo declínio a uma taxa três vezes mais rápida do que aqueles com níveis de vitamina D adequados.
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Flavonoides de cacau baixam a pressão arterial e aumentam a função dos vasos sanguíneos em pessoas saudáveis

Dois estudos publicados recentemente nas revistas Age e British Journal of Nutrition (BJN) demonstram que o consumo de flavonoides de cacau melhora a função cardiovascular e diminui a carga sobre o coração que ocorre com o envelhecimento e endurecimento das artérias. Os estudos também proporcionam novos dados para indicar que a ingestão destes flavonoides reduzem o risco de desenvolver doenças cardiovasculares (DCV).
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Prebióticos influenciam as proteínas relacionadas à absorção de ferro em ratos anêmicos

Investigadores relataram recentemente que a suplementação de prebióticos num modelo experimental de anemia por deficiência de ferro altera a expressão proteica no intestino relacionada com a absorção de ferro. A anemia por deficiência de ferro é uma condição comum, afetando cerca de 9 a 12% das mulheres brancas, quase 20% das mulheres negras e mexicano-americanas e 2% dos homens.
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A qualidade do sono influencia o desempenho cognitivo de crianças autistas e neurotípicas

Uma noite de sono de má qualidade diminui significativamente o desempenho em testes de inteligência em crianças com transtorno do espectro do autismo (ASD) e também em crianças neurotípicas (sem ASD). Esta é a conclusão feita por pesquisadores do Hôpital Rivière-des-pradarias, afiliado com o Instituto Universitário de Saúde Mental de Montreal e Universidade de Montreal.
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A curcumina na prevenção da doença de Parkinson

A doença de Parkinson ocorre mais do que a esclerose múltipla, distrofia muscular, e doença de Lou Gehrig combinadas. Estima-se que entre 7 a 10 milhões de pessoas vivem com Parkinson mundialmente, com 96 por cento dos diagnósticos ocorrendo após os 50 anos. O que esses milhões de pessoas precisam saber é que sua doença pode ser ajudada com inúmeros remédios naturais. Um composto a partir de uma antiga erva conhecida como cúrcuma é um desses remédios.
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Porque estamos todos deficientes em magnésio, os muitos sinais e o que fazer

Os sinais de deficiência de magnésio estão em toda parte nos Estados Unidos, se você souber o que procurar. Infelizmente, os sintomas são tão incrivelmente comuns que eles constantemente deslizam sob o radar! Quase ninguém, especialmente médicos, observam que as doenças que sofremos diariamente são realmente sintomas de deficiência de magnésio ... e estamos todos pagando por isso.Simplesmente, aproximadamente cada pessoa que você entrar em contato - especialmente aquelas com um problema de saúde, mas mesmo aquelas com apenas pequenas queixas - estão sofrendo de alguma forma desta deficiência em todo o país. Incluindo você!   O que exatamente é o magnésio? O magnésio é vida. É o quarto mineral mais abundante no corpo, ao lado de enxofre (que é tão importante quanto). Além de ser um mineral, o magnésio é também um eletrólito. "Bebidas esportivas" (também conhecidas como fraudes açucaradas) reivindicam conter eletrólitos como o magnésio, potássio e sódio, desde que os eliminamos através do suor, e suas deficiências são o que leva os atletas a enfrentar problemas comuns, como dores musculares! Mas acredite em mim - eletrólitos (especialmente o magnésio) fazem muito mais do que tratar e prevenir cãibras musculares. Primeiro, os eletrólitos nos permitem viver, como seres elétricos que somos. Eles são responsáveis por toda a atividade eléctrica (e, assim, a condutividade do cérebro) no corpo. Sem eletrólitos como o magnésio, os músculos não podem disparar, o coração não pode bater, e o cérebro não recebe qualquer sinal. Sem mais, precisamos de magnésio para nos mantermos vivos. Assim que se não possuindo o suficiente, começamos a perder energia e condutividade. Tecnicamente, assim que tornamos deficientes, lentamente começamos a morrer, sentindo dores e mais dores no dia a dia, sentindo-nos pior ano após ano. Eu não posso enfatizar o suficiente ... sinais de deficiência de magnésio estão em toda parte, basta olhar. O magnésio é um cofator em mais de trezentas reações no organismo, necessárias para a transmissão de impulsos nervosos, regulação da temperatura, desintoxicação do fígado, e a formação dos ossos e dentes. No entanto, o magnésio mostra o seu verdadeiro poder na saúde cardiovascular. A fundação Weston A. Price escreve, "O magnésio sozinho pode cumprir o papel de muitos medicamentos cardíacos comuns: inibe a formação de coágulos sanguíneos (como a aspirina), reduz os fatores de coágulos (como a Warfarina), bloqueia a captação de cálcio (como nifedipina, Procardia) e relaxa os vasos sanguíneos (como os inibidores da ECA, tais como Vasotec) (Pelton, 2001)."   mag1Quase todo mundo tem sinais de deficiência de magnésio, mas não percebemos isso ...

Os sintomas incluem:

• Constipação • Pressão arterial elevada (hipertensão) • Ansiedade • Depressão • Insônia • Distúrbios comportamentais • Letargia • Memória prejudicada / pensamento • Convulsões • Fadiga • Distúrbios do sono • Dor • Cãibras musculares • Dor crônica nas costas • Dores de cabeça • Enxaqueca • Dor muscular • Tendinite • Raiva • Agressão • TDAH • Cérebro ‘turvo’ • Tensão • Transtornos de ansiedade, como transtorno obsessivo-compulsivo

Tudo o que o torna tenso pode ser devido a deficiência de magnésio. Se você não pode relaxar ou não pode parar - pense magnésio!

  Problemas de saúde já desenvolvidos podem estar conectados a este mineral crucial. A maioria das pessoas com QUALQUER doença crônica ou problema se beneficiam muito com a suplementação de magnésio. Isso ocorre porque a doença crônica é igual a estresse, e o estresse esgota o magnésio.   A seguir, uma lista de condições susceptíveis de ter a deficiência de magnésio como parte do quebra-cabeça: • Síndrome de Fadiga Crônica • Fadiga Adrenal • Fibromialgia • Doença Cardíaca • Fibrilação Atrial • Palpitações Cardíacas • Osteoporose (sim, o magnésio é mais importante do que o cálcio para a saúde dos ossos!) • Diabetes • A morte súbita em pacientes com Insuficiência Cardíaca Congestiva • Pedras nos rins "Do mesmo modo, pacientes com diagnóstico de depressão, epilepsia, diabetes mellitus, tremor, Parkinson, arritmias, distúrbios circulatórios (acidente vascular cerebral, enfarte cardíaco, arteriosclerose), hipertensão, enxaqueca, dor de cabeça, dores, distúrbios neurovegetativos, dor abdominal, osteoporose, asma, distúrbios dependentes de stress, zumbido, ataxia, confusão, pré-eclâmpsia, fraqueza, podem também ser consequências da síndrome de deficiência de magnésio." -          Journal of the American College of Nutrition   Por incrível que pareça, o artigo acima referenciado menciona até mesmo distúrbios neurovegetativos como possível resultado da deficiência de magnésio. Isto incluiria comas. A produção de hormônio do estresse exige elevados níveis de magnésio e experiências estressantes podem imediatamente levar ao esgotamento completo de reservas de magnésio. Seria isto o motivo contribuinte para que comas aconteçam após acidentes/lesões traumáticas? Como eu mencionei acima, o magnésio é um eletrólito responsável por sinais cerebrais e condutividade. Sem magnésio, as pessoas em coma podem não conseguir retomar a condutividade. O diabetes é listado como outra possível consequência da deficiência de magnésio. Poderia ser este um fator também em comas diabéticos? Algo para se pensar e pesquisar mais!   Ânsias Você tem vontade repentina de comer chocolate? Por que será que quando estressadas as pessoas desejam chocolate? O chocolate é uma das maiores fontes de magnésio. O magnésio está associado com tantos distúrbios que a Dra. Carolyn Dean da Associação Nutricional de Magnésio dedicou um livro inteiro para discutir como ela tem tratado milhares de pacientes, com uma ampla gama de doenças, com o magnésio como componente primário. Seu livro, The Magnesium Miracle (em português, O Milagre do Magnésio), é uma leitura obrigatória se você tiver qualquer um dos sintomas de deficiência de magnésio acima relatados, ou quaisquer problemas de saúde em geral – desde que é provável que exista um componente de magnésio para tudo.   Por que os médicos não encontram deficiências de magnésio em testes? Infelizmente, a medicina convencional não despertou para a quantidade de pesquisas que tem sido feita sobre a deficiência de magnésio. Uma das razões que a medicina está tão por fora sobre o magnésio é como ele é testado: com exames de sangue. Os exames de sangue não fornecem QUALQUER informação sobre o magnésio ... por quê? Porque o corpo controla os níveis de magnésio no sangue muito bem. Se o magnésio no sangue cai um pouco, você terá um ataque cardíaco. Assim, para evitar esta situação, o corpo rouba magnésio de todas as suas células, tecidos e ossos, a fim de manter os níveis sanguíneos constantes. Se você fizer um exame de sangue para o magnésio, mesmo as células podendo estar completamente necessitadas, os seus níveis sanguíneos se mostrariam constantes. O pior é que o magnésio não está nem mesmo no seu sangue. 99% do magnésio está armazenado nas células que são assaltadas, enquanto apenas 1% do total de magnésio do seu corpo está no sangue. Estes testes são um completo desperdício de tempo, e eles não estão educando os médicos para esta realidade. "Um teste de soro para o magnésio é realmente pior do que ineficaz, porque seu resultado pode apresentar uma falsa sensação de segurança sobre o status do mineral no corpo. E isto também explica por que os médicos não reconhecem a deficiência de magnésio; eles assumem que os níveis de magnésio no soro são uma medida precisa de todo o magnésio no corpo." - Dra. Carolyn Dean, The Magnesium Miracle.   Por que somos tão deficientes? Aqui está a versão curta da resposta: Número um, nós estamos sendo envenenados por nossa comida. Número dois, estamos cada vez mais estressados, usando nossos ‘motores’ em alta rotação e isso está nos drenando. A produção de hormônios do estresse exige elevados níveis de magnésio e experiências estressantes levam à depleção de seus estoques. Número três, estamos comendo mais açúcar do que nunca. Para cada molécula de açúcar que consumimos, o nosso corpo usa 54 moléculas de magnésio para processá-lo. Em quarto lugar, técnicas agrícolas modernas esgotam as reservas de magnésio do solo. E, por último, o magnésio é esgotado por muitos fármacos e compostos de estrogênio, tais como contraceptivos orais, antibióticos, cortisona, prednisona, e medicamentos para pressão arterial ("Drug-induced nutrient depletion handbook” Pelton, 2001). Diuréticos no café e chá (cafeína) também elevam os níveis de excreção. Ah, e por falar nisso – o fluoreto concorre na absorção do magnésio! Hoje em dia, quase todo mundo é deficiente de magnésio – sem a necessidade de teste. Os alimentos refinados/processados são destituídos de seus minerais, vitaminas, e teor de fibra. Podemos chama-los de alimentos antinutricionais, porque eles efetivamente roubam o magnésio a fim de ser metabolizados. Quando consumidos, eles exigem que complementemos com magnésio ou estamos destinados a sofrer eventualmente devido a sua deficiência grave. Como eu disse, o açúcar é o pior criminoso. Cada molécula de açúcar que você consome arrasta mais de 50 vezes a quantidade de magnésio para fora de seu corpo. Bem, e se você comer uma dieta saudável? Os produtos processados não são os únicos alimentos que são desprovidos de magnésio. Em geral, o magnésio foi esgotado do solo de superfície, diminuindo a ingestão dietética enquanto a nossa necessidade de magnésio tem aumentado, devido aos altos níveis de exposição a substâncias tóxicas que nos deparamos diariamente (ar, água, plásticos, produtos químicos, a lista continua!). O solo está empobrecido de magnésio por causa dos pesticidas que são pulverizados em todos os vegetais cultivados convencionalmente e da poluição mundial que afeta até mesmo os campos mais limpos. Pesticidas também matam as bactérias benéficas e fungos necessários para que as plantas convertam os nutrientes do solo em nutrientes vegetais utilizáveis pelos seres humanos.   As melhores maneiras de obter magnésio  1. Coma alimentos ricos em magnésio cultivados em solo orgânico. 2. Tome gotas de magnésio iônico. Este é o meu novo método favorito, que eu aprendi com The Magnesium Miracle. 3. Aplique óleo de magnésio na sua pele! Esta é a segunda melhor maneira de aumentar seus níveis. 4. Mergulhe em banhos de sal de Epsom (sal amargo). Isso irá fornecer não só magnésio, mas também enxofre para o seu fígado.            
Traduzido por Essentia Pharma Fonte: http://www.collective-evolution.com/2015/03/25/why-were-all-deficient-in-magnesium-the-many-signs-what-to-do/ Por: Organic Olivia  
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Uma pesquisa alerta que mulheres grávidas não estão consumindo suficiente ômega-3, essencial para o desenvolvimento infantil

Alberta Pregnancy Outcomes and Nutrition (APrON) é um coorte de nascimentos envolvendo mais de duas mil mulheres e seus bebês a partir de Calgary e Edmonton, que foi financiado pela Alberta Innovates Health Solutions e inclui pesquisadores da Universidade de Alberta e da Universidade de Calgary. O principal objetivo do APrON é compreender a relação entre o estado nutricional materno durante a gravidez, a saúde mental materna e o desenvolvimento da criança.
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Não se preocupe e vá para a cama mais cedo

O horário que você vai para a cama e quanto tempo dorme, pode tornar mais difícil para você parar de se preocupar. É o que dizem Jacob Nota e Meredith Coles, da Universidade de Binghamton nos EUA, que descobriram que as pessoas que dormem por períodos de tempo mais curtos e vão para a cama muito tarde da noite são muitas vezes sobrecarregadas com pensamentos mais negativos do que aquelas que têm horas regulares de sono. Os resultados aparecem na revista Cognitive Therapy and Research.
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