Bactérias “boas” podem reduzir a inflamação não controlada em doenças intestinais

Em um estudo publicado em Nature Immunology, os pesquisadores liderados por Jenny P.Y. Ting, PhD, da UNC Lineberger* descrevem como a inflamação pode seguir incólume na ausência de um certo inibidor chamado NLRP12. Em um ciclo de reações prejudicial, esta inflamação pode perturbar o equilíbrio de bactérias que vivem no intestino – parte da comunidade de microrganismos no corpo humano conhecido como microbioma. Eles descobriram em modelos pré-clínicos que, na ausência de NLRP12, certos tipos de bactérias "más" eram mais abundantes, enquanto que os níveis de bactérias benéficas se apresentavam mais baixos. Isso levou a uma maior inflamação nos modelos estudados.
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Ácido ursólico para a força muscular

Naturalmente encontrado em muitas plantas, cascas de frutas e ervas de uso diário – como maçãs, manjericão, alecrim, lavanda, orégano, ameixas – o ácido ursólico vem demonstrando importantes funções biológicas com efeitos contra o acúmulo de gordura corporal, resistência à insulina via IGF-1 (fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1), atrofia muscular, câncer e apresentando um mecanismo antioxidante e anti-inflamatório. Recentemente, muitos estudos vêm focando o seu benefício na melhora e manutenção da função muscular in vivo e in vitro.
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Chá verde contra o resfriado

A termogênese (geração de calor) pode ser conseguida em resposta à exposição ao frio através de mecanismos de tremores e não tremores. Enquanto o primeiro seja bastante autoexplicativo, o segundo está especificamente ligado à gordura marrom conhecida como tecido adiposo marrom (sigla em inglês, BAT). BAT é um dos dois tipos de gorduras encontradas no corpo humano e sua função primária é a geração de calor. Certos ingredientes alimentares podem também ativá-lo, como o chá verde, conhecido por conter catequinas, um grupo de moléculas com propriedades termogênicas comprovadas. Um estudo publicado pelo The American Journal of Clinical Nutrition analisou os efeitos imediatos e mais duradouros das catequinas sobre o BAT, a fim de obter uma melhor compreensão da capacidade de geração de calor dessas moléculas.
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Aumento de potássio na dieta pode baixar a pressão arterial

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o principal fator de risco para doenças, especificamente a doença cardiovascular, é a pressão arterial elevada. Um estudo publicado em American Journal of Physiology – Endocrinology and Metabolism sugere que comer alimentos ricos em potássio, como batata doce, abacate, espinafre, feijão e banana, pode ajudar a baixar a pressão arterial. "Diminuir a ingestão de sódio (Na+) é uma forma bem estabelecida para baixar a pressão arterial, mas a evidência sugere que o aumento do potássio (K+) na dieta pode ter um efeito igualmente importante sobre a hipertensão", afirma Alicia McDonough, professora de células e neurobiologia da Keck School of Medicine da Universidade do Sul da Califórnia (USC) e uma das coautoras do estudo.   O estudo – que atuou como uma pequena revisão literária – analisou população, intervenções e estudos de mecanismo molecular, e explorou a associação entre a pressão arterial e o sódio, e entre a relação e proporção de potássio e sódio. Foram encontrados vários estudos demográficos demonstrando que o maior consumo de potássio dietético (estimado a partir da excreção urinária ou recall dietético) foi associado com uma menor pressão arterial, independentemente da ingestão de sódio. Estudos intervencionistas com suplementação de potássio também sugeriram seu benefício direto.   Entre os estudos recentes em modelos de roedores de vários laboratórios, os quais ilustraram os mecanismos benéficos do potássio, foi concluído que o corpo faz um ato de equilíbrio, utilizando-se do sódio para manter o estreito controle dos níveis de potássio no sangue –fundamental para a função do coração, nervo e músculos. "Quando o nível de potássio apresenta-se alto, os rins excretam mais sal e água, aumentando a excreção de potássio. Ter uma dieta rica em potássio é como tomar um diurético."   Na conclusão da pesquisa, as pesquisadoras recomendam o desenvolvimento de políticas públicas para aumentar a ingestão de potássio a partir de fontes vegetais. Entre outras recomendações, também defendem a adição da informação quantitativa de potássio em rótulos nutricionais para ajudar a aumentar a consciência dos consumidores sobre as fontes do mineral.    
Estudo: McDonough AA, et al. Cardiovascular benefits associated with higher dietary K+ vs. lower dietary Na+: evidence from population and mechanistic studies. American Journal of Physiology – Endocrinology and Metabolism, 2017. DOI: 10.1152/ajpendo.00453.2016
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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Inulina e oligofrutose – fibras naturais evidenciadas para combater as causas associadas à síndrome metabólica

O aumento do nível de glicose na corrente sanguínea (glicemia pós-prandial) bem como a hiperinsulinemia (resistência à insulina) e hipercolesterolemia (aumento da concentração de colesterol no sangue) associadas têm sido implicadas na causa de doenças metabólicas crônicas como obesidade, diabetes mellitus tipo 2 e doença cardiovascular. A prevenção e cuidados são de extrema importância em pacientes diabéticos e em indivíduos de alto risco – bem como em indivíduos saudáveis. Há evidências de que, no longo prazo, os picos glicêmicos pós-prandiais pronunciados e as grandes flutuações de glicose no sangue, muitas vezes provocadas por alimentos com carboidratos altamente glicêmicos, podem ser mais insalubres do que um aumento nos níveis de glicose em jejum.
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Ashwagandha: Da tradição antiga à pesquisa moderna

O Ayurveda ou "a ciência da vida" é o sistema médico tradicional da Índia e do Nepal. Este antigo corpo de conhecimento, desenvolvido há mais de 3.000 anos, é uma das práticas mais proeminentes da medicina vernacular hoje em dia. Esta prática também influenciou outros grandes sistemas de medicina do mundo, incluindo a MTC (medicina tradicional chinesa), Unani-tibb (medicina greco-árabe), medicina tibetana e Siddha (técnicas do sul da Índia e Sri Lanka).
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Vitamina D: novo estudo identifica patamar de dose suplementar

Um novo estudo randomizado e controlado, publicado pelo periódico Medicine and Science in Sports and Exercise, determinou que doses semanais de 70.000 UI de vitamina D3 reduziram os níveis séricos de 1,25(OH)2D3 (calcitriol) em atletas, dificultando sua capacidade de realizar funções biológicas. A vitamina D continua a ganhar reconhecimento para a saúde geral e não meramente para a regulação do equilíbrio mineral ósseo – ela já provou iniciar uma resposta fisiológica em 36 tecidos do corpo. Sua abrangente influência na saúde afeta a transcrição, que é como as proteínas são feitas a partir de seu DNA, afetando a produção de milhares de proteínas.
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Muitos idosos tomam 3 ou mais medicamentos com potencial de alterar o cérebro

Segundo pesquisadores, o número de americanos mais velhos que tomam três ou mais medicamentos que afetam o cérebro tem mais do que duplicado em apenas uma década.   O aumento mais acentuado foi mostrado entre os idosos nas áreas rurais – onde a taxa de visitas médicas de pacientes tomando combinações desses tipos de drogas – opioides, antidepressivos, tranquilizantes e antipsicóticos – mais do que triplicou.   Esta "polifarmácia" de drogas que agem sobre o sistema nervoso central é preocupante, afirmam os pesquisadores, devido aos riscos especiais para os adultos mais velhos que acompanham essa combinação. As quedas – e as consequentes lesões – são a principal preocupação, juntamente com problemas com a condução, memória e pensamento.   A combinação de analgésicos opioides com outros fármacos específicos, tais como os tranquilizantes benzodiazepínicos, comumente usados ​​para problemas de ansiedade, sono e comportamento, é particularmente preocupante. Recentemente, a agência americana FDA emitiu o maior alerta possível contra este uso combinado por causa do maior risco de morte.   Publicado em JAMA Internal Medicine, o novo relatório oferece resultados de uma análise dos centros de dados de controle e prevenção de doenças dos Estados Unidos, recolhidos através da pesquisa do National Ambulatory Medical Care de uma amostra representativa de clínicas médicas entre 2004 e 2013.   Enquanto apenas 0,6 por cento das visitas ao médico por pessoas com mais de 65 anos envolveram três ou mais drogas que afetam o sistema nervoso central em 2004, o número subiu para 1,4 por cento em 2013. Aplicando essa percentagem em todo o país, isto significa que, anualmente, 3,68 milhões de visitas a um médico envolvem idosos tomando três ou mais desses medicamentos.   "O aumento que vimos nestes dados pode refletir a maior disposição dos idosos para procurar ajuda e aceitar medicamentos para as condições de saúde mental, mas também é preocupante devido aos riscos da combinação desses medicamentos", afirma o principal autor Donovan Maust, professor assistente de psiquiatria e psiquiatra geriátrico na Universidade de Michigan.   Outro problema: Quase metade dos idosos que tomam essas combinações medicamentosas não parecem ter um diagnóstico formal de uma condição de saúde mental, insônia ou uma condição de dor – as três principais razões de prescrição.   "Esperamos que as novas diretrizes de prescrição para idosos incentivem os prestadores de cuidados de saúde e os doentes a reconsiderar os potenciais riscos e benefícios dessas combinações", completa Maust.   Em 2015, a American Geriatrics Society lançou o “2015 Beers Criteria”, uma nova diretriz para o uso de medicamentos de prescrição em pessoas idosas.   Alguns dos grupos de medicação que afetam o sistema nervoso central estão na lista de critérios Beers, desde que foi publicado pela primeira vez em 1997, mas esta atualização é a primeira a suscitar preocupação sobre a polifarmácia como potencialmente inadequada.   Em trabalhos anteriores, Maust e colaboradores publicaram dois outros artigos sobre o uso de drogas que afetam o sistema nervoso central em pessoas idosas.   Na edição de dezembro passado do Journal of the American Geriatrics Society, eles relataram que 5,6 por cento das visitas ao médico por pessoas com idades a partir de 65 anos incluíram uma prescrição do tranquilizante benzodiazepina em 2010.   Mais de um quarto dessas visitas também incluíram uma prescrição de antidepressivo, e 10 por cento incluíram uma prescrição de opiáceo. Apenas 16 por cento dos que continuavam a receber uma prescrição de benzodiazepínicos tinham um diagnóstico de condição de saúde mental. Quase nenhum paciente foi encaminhado à psicoterapia. Os dados para este estudo também vieram do CDC National Ambulatory Medical Care Survey  (2007 a 2010).   "A prescrição de benzodiazepínicos para adultos mais velhos continua apesar de décadas de evidência mostrando preocupações de segurança, e tratamentos alternativos e métodos eficazes podem oferecer melhora mesmo em usuários crônicos", diz Maust.   Além disso, um artigo publicado on-line em Psychiatric Services em janeiro relata que mais da metade dos 231 pacientes mais velhos cujos médicos prescreveram-lhes um antidepressivo não atingiram os critérios para um transtorno depressivo maior.   Os pacientes estavam participando de um ensaio controlado randomizado destinado a melhorar os resultados da depressão e não são considerados uma amostra representativa de americanos mais velhos, mas Maust diz que os resultados da equipe podem indicar uma tendência de prescrição excessiva.   Traduzido por Essentia Pharma Fonte: http://www.futurity.org/polypharmacy-medications-older-adults-1359692-2/   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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Vitamina D e exercício após cirurgia de quadril

Em um recente ensaio controlado randomizado, os investigadores descobriram que a vitamina D e o exercício físico melhoraram a taxa de sobrevivência de um a quatro anos após a cirurgia para a fratura do quadril. Mais de 200.000 fraturas de quadril ocorrem todos os anos nos EUA. Os idosos enfrentam um maior risco dessas fraturas devido à fragilidade de seus ossos. Infelizmente, a taxa de mortalidade após a manutenção desse tipo de fratura foi estimada entre 14% a 58%. Esta estatística chocante ilustra a urgência de descobrir maneiras de aumentar a taxa de sobrevivência entre aqueles que sofreram uma fratura de quadril.
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Meta-análise: Chá verde associado a ossos fortes

Uma meta-análise é uma metodologia estatística que agrega resultados de estudos independentes sobre uma mesma questão de pesquisa – ou seja, uma análise sobre outras análises. Esta metodologia é valiosa, pois leva a uma mudança da ênfase de estudos únicos para estudos múltiplos, enfatizando a importância prática do tamanho do efeito em vez da importância estatística dos estudos individuais. No caso do chá verde, objeto deste artigo, desde que já haviam sido realizados vários estudos independentes sobre a sua associação, e de seus constituintes – em especial, o fitonutriente da família dos polifenois, EGCG (epigalatocatequina-3-galato) –, à saúde óssea, cientistas chineses acabam de publicar a primeira meta-análise sobre a questão da osteoporose em Nutrition Research.
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Carência de ômega-3 na dieta materna – uma real preocupação

No Brasil, muitas vezes não podemos contar com a realização de levantamentos de dados e estatísticas em relação à áreas específicas da saúde pública, e, por esta razão, é preciso recorrer a estudos ou estatísticas de países estrangeiros e tomar como base hipotética seus resultados. Não é o ideal, mas, de qualquer maneira, ao menos pode ser de grande valia, servindo de alerta em muitas situações. Aqui, em especial, quanto a possíveis carências de nutrientes, como é o caso do ômega-3 na dieta materna – uma real preocupação.
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Glucomannan para a redução do colesterol, segundo meta-análise

Proveniente de uma planta perene nativa do sudeste asiático, China, Japão até ao sul da Indonésia, o Amorphophallus konjac, ou simplesmente konjac, é usado para criar uma farinha e uma pasta com o mesmo nome e também usado no veganismo como substituto da gelatina. Pouco calórico, suas fibras solúveis não são digeridas pelo organismo, passando direto pelo aparelho digestivo e assim, servindo de suplemento dietético (fibra) e chamado de glucomannan.
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Ômega líquido – Você conhece?

Os benefícios do Ômega-3 como suplemento nutricional são amplamente propagados. Todos esses benefícios tão conhecidos na forma de cápsulas, agora podem ser disponibilizados na forma líquida, com um sabor agradável, carinhosamente pensado para que este fator não seja um entrave na adesão de tratamento.   Os grandes favorecidos com essa novidade serão as crianças, adolescentes e adultos que demonstram dificuldades de engolir cápsulas. Esse produto é um resultado do setor de pesquisa e desenvolvimento da Essentia Pharma e pode ser adquirido mediante prescrição médica.   EXISTEM ESTUDOS CIENTÍFICOS QUE COMPROVAM SEUS BENEFÍCIOS? O embasamento científico a respeito dos benefícios da suplementação do ômega-3 é vasto e constantemente atualizado. Recentemente, um estudo publicado na International Journal of Food Sciences and Nutrition mostrou que diferentes formas de suplementação de óleo de peixe, líquido ou pó, são capazes de produzirem efeitos biológicos positivos. A suplementação com Omega-3 pode inverter o processo de diminuição dos níveis de moléculas inibitórias da inflamação, amplamente observado em pessoas com síndrome metabólica. A revista European Journal of Nutrition publicou recentemente um estudo com 4.356 americanos jovens sem diagnóstico de síndrome metabólica ou diabetes que foram acompanhados durante 25 anos em relação aos efeitos do ômega-3 através da suplementação ou dieta.   Após o término da intervenção, foi identificado que 1.069 pacientes apresentavam características de síndrome metabólica. A ingestão de ômega-3 foi inversamente proporcional à incidência da síndrome, que foi 46% mais baixa nos pacientes identificados com maior ingestão de ômega-3, evidenciando a contribuição do ômega-3 na incidência de síndrome metabólica.   Há um interesse considerável nos efeitos comportamentais e benefícios cognitivos do ômega-3, tanto em adultos quanto em crianças. Um estudo publicado em 2017, na Journal of Child and Adolescent Psychopharmacology, avaliou principalmente a correlação com humor e resultados clínicos antes e após a suplementação de ômega-3. 95 Crianças de 7-14 anos (n=95) em testes paralelos controlado com placebo (depressão N = 72, N = 23 bipolar) foram randomizadas por 12 semanas. Os autores afirmam que a suplementação foi capaz de melhorar a depressão e aumentar a função global, que foi uma avaliação clínica do comportamento geral em casa, escola e na sociedade.   QUAIS SÃO OS DIFERENCIAIS DE QUALIDADE DO OMEGA-3 LÍQUIDO DESENVOLVIDO PELA ESSENTIA PHARMA? • Tecnologia TASTE FREE: sem sabor de peixe e facilidade na administração para pacientes pediátricos e adultos com dificuldade na deglutição de cápsulas; •  Alta concentração de EPA (330 mg) e DHA (220 mg) em apenas uma dose de 2,5 ml de solução; •  Disponível na forma de triglicerídeos (TG) conferindo assim uma maior absorção quando comparado a forma de etil-éster (EE); •  Livre de metais pesados; •  A fonte de peixe usada é renovável, sustentável e provinda de áreas limpas do oceano, resultando em um produto puro, de alta qualidade e sem odor e gosto de peixe; • Obtido por processo de patenteado o que garante a pureza do óleo de peixe sem a presença de metais pesados e contaminantes como PCBs, mercúrio e dioxinas; •  Aroma natural, mix de frutas; •  Sem açúcar; •  Sem adoçantes; •  Sem glúten; • Sem gordura trans; •  Sem conservante e aromas artificiais; •  Disponibilizamos em um frasco de vidro âmbar de forma a prevenir potenciais danos por calor, luz e oxigênio, e também ajuda a garantir a máxima frescura e estabilidade, devendo ser mantido em geladeira após aberto para melhor conservação do produto.   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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Resveratrol para a saúde dos olhos

Há alguns anos vimos reportando achados de estudos quanto aos potenciais benefícios da suplementação do resveratrol. São estudos bem projetados e publicados em periódicos de renome que apontam aplicações do polifenol em condições complexas como a doença de Alzheimer, câncer, doença cardíaca, densidade óssea da coluna vertebral, desequilíbrio hormonal durante a síndrome do ovário policístico, e mesmo fornecendo benefícios diversos para a qualidade de vida. Pesquisas continuam a estudar seus mecanismos de ação e adicionar possíveis propriedades a este antioxidante encontrado naturalmente em alimentos como uvas e amendoim, em resposta da planta a estresses bióticos (reação a microrganismos ou animais, por exemplo) e abióticos (pouca ou muita água, radiação, alta ou baixa temperatura). Recentemente, estudo publicado em Journal of Ophthalmology trouxe evidência do seu possível papel na proteção aos olhos.
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Prebióticos para melhorar a obesidade em crianças

A obesidade entre as crianças tem se mostrado uma questão séria e crescente, especialmente na América do Norte. As estatísticas mostram que um terço das crianças nos Estados Unidos e no Canadá são obesas ou estão com excesso de peso. Se não tratadas cedo, isso pode se tornar um grande problema, pois a obesidade na adolescência é uma indicação de obesidade na idade adulta. Muitos tratamentos envolvem dietas restritivas que podem funcionar para adultos, mas são menos eficazes em crianças, pois podem reduzir a ingestão de macronutrientes, reduzir a energia das crianças e, por sua vez, promover ganho de peso através da compulsão alimentar.
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Os benefícios do extrato de Crataegus para o coração

Nos Estados Unidos, alguém é afetado pela doença cardiovascular a cada 42 segundos. [1] Se você ou um ente querido está enfrentando problemas de saúde relacionados ao coração, então o extrato da erva Crataegus, conhecido também por espinheiro alvar ou pilriteiro (em inglês, hawthorn berry), pode muito ajudar pela sua eficácia. Durante séculos, ele tem sido apreciado por seu valor culinário e terapêutico. [2] Embora a sua popularidade tenha diminuído nos Estados Unidos, a erva é popular em toda a Europa como uma forma de promover a saúde do coração, que, conforme evidências científicas, incluem dor torácica reduzida, pressão arterial normal, níveis normais de colesterol e artérias saudáveis.
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Estudo mostra que o Pycnogenol® normaliza fatores de risco cardiovascular em mulheres perimenopáusicas

De acordo com a American Heart Association e Go Red for Women, as mulheres mostram um maior risco de doença cardiovascular no início da menopausa, desde que o corpo diminui a produção de estrogênio. Um novo estudo revisado e publicado por pares (Belcaro et al., 2017) baseia-se em pesquisas anteriores, mostrando os benefícios do Pycnogenol® para aliviar vários sintomas da perimenopausa, e é o primeiro a mostrar os efeitos deste extrato de casca de pinheiro marítimo padronizado sobre marcadores de risco cardiovascular – homocisteína e proteína C-reativa (PCR).   "As mulheres experimentam algumas mudanças ao longo da menopausa, como sintomas disruptivos como ondas de calor, sudorese noturna e até mesmo mudanças no humor. Essas mudanças são geralmente devido à menor produção de estrogênio, o que também pode levar a um maior risco de doença cardiovascular – a principal causa de morte em mulheres com mais de 50 anos", afirmou o especialista em saúde natural de renome nacional (EUA) e autor, Dr. Fred Pescatore.   Os resultados deste novo estudo clínico alinham com pesquisas anteriores, mostrando a redução dos fatores de risco que contribuem para a doença cardiovascular. No estudo e em pesquisas anteriores, o Pycnogenol® reduziu e normalizou fatores elevados de risco cardiovascular, muitas vezes relacionados à perimenopausa: colesterol, triglicerídeos, pressão arterial e glicemia.   No novo estudo clínico, 70 mulheres (idades, 40 a 50 anos) com sintomas ​​de perimenopausa foram atribuídas a um grupo controle ou a um grupo de Pycnogenol® (suplementação diária de 100mg), por um período de 8 semanas. Todas as participantes foram aconselhadas a seguir uma rotina de exercícios, descanso e dieta saudável.   O quesito segurança foi ideal: a suplementação com Pycnogenol® foi bem tolerada ao longo do estudo. Não foram relatados efeitos colaterais.   Após 8 semanas, o grupo Pycnogenol® relatou redução significativa dos sintomas de perimenopausa e dos marcadores de risco cardiovascular relacionados: - Alívio significativo de ondas de calor (melhora de 41% no grupo Pycnogenol® / 3% no controle) - Redução do suor noturno (33% Pycnogenol® / 3% controle) - Normalização de períodos menstruais irregulares (67% Pycnogenol® / 0% controle) - Melhoria significativa do humor (25% Pycnogenol® / 12% controle)   Redução do risco cardiovascular no período perimenopáusico   Seis meses após o período de teste inicial, os pesquisadores testaram novamente e encontraram redução significativa de indicadores de risco cardiovascular, incluindo: - Redução significativa do marcador de risco cardiovascular, homocisteína (melhora de 47% no grupo Pycnogenol® / 6% no controle) - Normalização da pressão arterial sistólica (8% Pycnogenol® / 3% controle) - Redução significativa nos níveis de PCR (60% Pycnogenol® / 2% controle) - Redução da glicemia em jejum (9% Pycnogenol® / 1% controle) - Redução significativa do estresse oxidativo (22% Pycnogenol® / 2% controle) - Melhora dos níveis de triglicerídeos (11% Pycnogenol® / 1% controle)   Esta pesquisa também traz avanços em relação a estudos anteriores, indicando que o Pycnogenol® possui capacidade de reduzir significativamente o estresse oxidativo, um fator determinante para elevados níveis de PCR e inflamação.   "O que é realmente interessante sobre este estudo é a melhoria drástica dos sintomas de transição da menopausa no grupo Pycnogenol®. A maioria das mulheres gastam cerca de um terço de suas vidas na menopausa e pós-menopausa, portanto, é importante encontrar produtos naturais seguros e eficazes para gerenciar alguns de seus possíveis sintomas problemáticos", relatou o Dr. Pescatore.   Os especialistas recomendam a adoção de um regime de "melhores práticas", consistindo em uma dieta saudável e exercícios para ajudar a gerenciar os sintomas da perimenopausa, mas os achados do estudo sobre o Pycnogenol® são encorajadores para as mulheres que experimentam sintomas disruptivos persistentes.   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: http://www.prnewswire.com/news-releases/study-shows-pycnogenol-normalizes-cardiovascular-risk-factors-in-perimenopausal-women-300424170.html
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”  
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Ácido ortosilícico estabilizado em colina para a saúde da pele, cabelos e unhas

Nos últimos anos, vários suplementos dietéticos foram liberados no mercado com a promessa de benefícios de saúde e propriedades funcionais. As novas tendências envolvendo a nutrição têm sido destacadas devido aos potenciais efeitos de determinados ingredientes alimentares no processo de envelhecimento cutâneo, ou na aparência saudável da pele, cabelos e unhas.
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Probióticos para o fortalecimento do sistema imune de pessoas idosas

Globalmente, os idosos representam a população que mais cresce. Os indivíduos mais velhos podem ter respostas imunes mais fracas e elevado risco de infecções, certas doenças autoimunes e câncer. Muitos desses riscos são consequência da diminuição da função imunológica associada ao processo de envelhecimento, isto é, a imunossenescência. As características tradicionais da imunossenescência incluem componentes de imunidade adaptativa, tais como menor número e/ou proporções de células T naïve do sangue periférico (CD8 +), aumento do número de células T citotóxicas de memória/efetoras (CD8 +), bem como a capacidade alterada de células T de sangue periférico para proliferar e segregar citocinas. Além disso, a função e a quantidade das células B parecem diminuir com a idade.
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Estudo de longo prazo aponta melhora da função cardiometabólica em homens tratados com testosterona

Um estudo relatado em 9 de fevereiro de 2017 no Journal of Cardiovascular Pharmacology and Therapeutics encontrou melhorias nos níveis de glicose, lipídios, pressão arterial e outros fatores, bem como um menor risco de eventos cardiovasculares e mortalidade em associação com a terapia de testosterona ao longo do acompanhamento de 7 anos.
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Mais evidências que o resveratrol pode ajudar a combater a doença de Alzheimer

O resveratrol, um composto encontrado no vinho tinto, chocolate preto e amoras, parece aumentar a defesa do cérebro contra a doença de Alzheimer, de acordo com novas informações recolhidas a partir de um estudo de 2015 e publicado na revista Neurology. Pesquisadores da Universidade de Georgetown apresentaram os resultados na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer de 2016.
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Baixos níveis de vitamina D associados ao aumento do risco de câncer de bexiga

De acordo com uma revisão sistemática de sete estudos apresentados na conferência anual de 2016 da Sociedade de Endocrinologia em Brighton, na costa sul da Inglaterra, a deficiência de vitamina D está associada com o aumento do risco de desenvolver câncer de bexiga. Embora mais estudos clínicos sejam necessários para confirmar os resultados, a revisão confirma um crescente corpo de evidências sobre a importância de manter níveis adequados de vitamina D.
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Probióticos melhoraram a cognição em pacientes com Alzheimer

Pela primeira vez, cientistas mostraram que os probióticos – bactérias e leveduras benéficas tomadas como suplementos – podem melhorar a função cognitiva em seres humanos. Em um novo ensaio clínico, os cientistas mostram que uma dose diária de probiótico composto por bactérias Lactobacillus e Bifidobacterium, tomada durante um período de apenas 12 semanas, é suficiente para fornecer uma moderada, mas significativa melhoria em pacientes idosos com Alzheimer, segundo pontuação do mini exame do estado mental (MEEM), uma medida padrão de comprometimento cognitivo.   Os probióticos são conhecidos por dar proteção parcial contra certas diarreias infecciosas, síndrome do intestino irritável, doença inflamatória do intestino, eczema, alergias, resfriados, cárie dentária e doença periodontal. Mas os cientistas têm há muito tempo a hipótese de que os probióticos também podem impulsionar a cognição, pois há uma comunicação contínua em dois sentidos entre a microflora intestinal, o trato gastrointestinal e o cérebro através do sistema nervoso, do sistema imunológico e dos hormônios (ao longo do chamado "eixo microbiota-intestino-cérebro"). Em camundongos, probióticos realmente têm sido mostrados para melhorar a aprendizagem e memória, reduzir a ansiedade e depressão, bem como sintomas semelhantes ao TOC. Mas, antes do presente estudo, haviam evidências muito limitadas de quaisquer benefícios cognitivos nos seres humanos.   Aqui, os pesquisadores da Universidade Kashan de Ciências Médicas, Kashan, e da Universidade Azad Islâmica, Teerã, ambas no Irã, apresentam resultados de um ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado em um total de 52 mulheres e homens com Alzheimer (entre 60 e 95 anos de idade). Metade dos pacientes recebeu diariamente 200ml de leite enriquecido com quatro bactérias probióticas, Lactobacillus acidophilus, L. casei, L. fermentum e Bifidobacterium bifidum (aproximadamente 400 bilhões de bactérias por espécie), enquanto a outra metade recebeu leite não suplementado.   No início e no final do período experimental de 12 semanas, os cientistas recolheram amostras de sangue para análises bioquímicas e testaram a função cognitiva dos participantes com o MEEM, o qual inclui perguntas como a data atual, contar de trás para frente a partir do número 100 (em intervalos de sete), nomear objetos, repetir uma frase e copiar uma imagem.   Ao longo do estudo, a pontuação média do MEEM aumentou significativamente (de 8,7 para 10,6, de um máximo de 30) no grupo que recebeu probióticos, mas não no grupo controle (de 8,5 para 8,0). Embora o aumento seja moderado e todos os pacientes permaneçam gravemente prejudicados cognitivamente, esses resultados são importantes porque são os primeiros a mostrar que os probióticos podem melhorar a cognição humana. Pesquisas futuras em maior quantidade de pacientes e em períodos mais longos são necessárias para testar se os seus efeitos benéficos se tornam mais fortes após um tratamento mais longo.   "Em um estudo anterior, mostramos que o tratamento com probiótico melhora a aprendizagem espacial prejudicada e memória em ratos diabéticos, mas esta é a primeira vez que a suplementação foi mostrada para beneficiar a cognição em humanos cognitivamente prejudicados", relata o professor e autor sênior do estudo Mahmoud Salami da Universidade de Kashan.   O tratamento com probióticos também resultou em níveis mais baixos de triglicerídeos, lipoproteína de muito baixa densidade (VLDL), proteína C-reativa de alta sensibilidade (hs-CRP) no sangue, e redução de duas medidas comuns (chamadas "Homeostatic Model Assessment", HOMA-IR e HOMA-B) de resistência à insulina e de atividade das células produtoras de insulina no pâncreas.   "Essas descobertas indicam que a mudança nos ajustes metabólicos pode ser um mecanismo pelo qual os probióticos afetam a doença de Alzheimer e, possivelmente, outras doenças neurológicas", diz Salami. "Planejamos analisar esses mecanismos mais detalhadamente em nosso próximo estudo."   Walter Lukiw, professor de neurologia, neurociência e oftalmologia na Universidade Estadual de Louisiana, que analisou o estudo, disse: "Este estudo inicial é interessante e importante porque provê evidência que o microbioma do trato gastrointestinal (GI) desempenha um papel na função neurológica e indica que os probióticos podem, em princípio, melhorar a cognição humana. Esse achado está em linha com alguns dos nossos estudos recentes que indicam que, na doença de Alzheimer, a composição do microbioma do trato GI é significativamente alterada, quando comparada com os controles (de mesma idade), e que tanto a barreira do trato GI como a hematoencefálica tornam-se significativamente mais permeáveis com o envelhecimento, permitindo assim que exsudados microbianos (por exemplo, amiloides, lipopolissacarídeos, endotoxinas e pequenos RNAs não codificantes) acessem os compartimentos do sistema nervoso central."   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: https://www.sciencedaily.com/releases/2016/11/161110162840.htm
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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A avaliação quantitativa mais compreensível sobre os benefícios do ômega-3 para a saúde coronária até a data: meta-análise

Na presente edição de Mayo Clinic Proceedings, Alexander et al. relatam sua meta-análise de dados abordando os efeitos dos ácidos graxos ômega-3 eicosapentaenoico e docosahexaenoico (EPA + DHA) sobre o risco de eventos cardíacos da doença arterial coronariana (DAC). (1) Sua pesquisa empregou dados de 2 tipos de estudos: ensaios clínicos randomizados (ECRs) (aproximadamente 93.000 pacientes) e estudos prospectivos de coorte (aproximadamente 732.000 pacientes). Até o momento, sua pesquisa é a análise mais abrangente de sua espécie dentro da literatura biomédica indexada. A meta-análise dos dados de ECR descobriu que a suplementação de EPA + DHA produziu uma redução não estatisticamente significante de 6% de DAC (taxa de risco [HR], 0,94; IC 95%, 0,85 a 1,05). Outras análises de subgrupos descobriram que o EPA e DHA reduziram significativamente o risco de DAC em 16% (HR, 0,84; IC 95%, 0,72 a 0,98) entre os pacientes com níveis elevados de triglicerídeos séricos (TG > 150 mg/dL) e 14% (HR, 0,86; IC 95%, 0,76 a 0,98) em pacientes com elevado colesterol de lipoproteína de baixa densidade (> 130 mg/dL). Na subsequente meta-análise de estudos de coorte prospectivos, Alexander et al. descobriram que EPA e DHA reduziram significativamente o risco de DAC em 18% (HR, 0,82; IC 95%, 0,74 a 0,92).
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Meta-análise: maior ingestão de magnésio associada com menor risco de acidente vascular cerebral, diabetes, insuficiência cardíaca e mortalidade

Em 8 de dezembro de 2016, a BMC Medicine publicou os resultados de uma meta-análise realizada por pesquisadores da Universidade de Zhejiang e da Universidade de Zhengzhou, na China, a qual concluiu que consumir uma quantidade maior de magnésio está associado a um menor risco de insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral, diabetes tipo 2 e mortalidade por todas as causas durante até 30 anos de seguimento. A meta-análise é a primeira a investigar o efeito da ingestão de magnésio na dieta sobre o risco de insuficiência cardíaca e a primeira meta-análise quantitativa que analisou a relação dose-resposta entre a ingestão do mineral e a mortalidade por todas as causas.
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A vitamina D contribui para menos gordura corporal e mais massa muscular em crianças

A vitamina D é lipossolúvel, essencial e não está normalmente presente na maioria dos alimentos naturais. As melhores fontes dietéticas incluem o óleo de fígado de bacalhau, peixe espada, salmão, alimentos fortificados com vitamina D e suplementos dietéticos. A vitamina D também é produzida endogenamente quando os raios ultravioletas da luz solar atingem a pele e desencadeiam a sua síntese. No entanto, devido ao aumento do uso de filtros solares, ingestão dietética inadequada, localização geográfica (latitude e altitude), condições atmosféricas que afetam a intensidade da radiação UVB (poluição do ar) e mudanças sazonais, a qualidade e quantidade da produção de vitamina D na pele vem diminuindo muito, tornando-se comum a situação de algum grau de deficiência de vitamina D.   O leite humano geralmente fornece de 10 a 80 UI de vitamina D por litro (L), o que corresponde a 0,2 a 1,5 μg/dia (8 a 60 UI/dia), ficando aquém dos 400 UI/dia recomendados por muitos especialistas em saúde. Bebês e crianças exclusivamente alimentadas com substitutos do leite e alimentos de desmame não fortificados com vitamina D também estão em maior risco de deficiência. Por esta razão, a sua suplementação é rotineiramente recomendada para bebês até que eles possam obter uma quantidade adequada através da dieta.   Um estudo publicado na revista Pediatric Obesity mostrou que uma ingestão suplementar de vitamina D durante o primeiro ano de vida proporciona às crianças mais massa muscular e menos gordura corporal. Esses resultados emergiram de um estudo randomizado duplo-cego inicial de 132 bebês saudáveis ​​amamentados (um mês de idade no início do estudo) em Quebec, Canadá. Aleatoriamente os bebês foram designados para receber um suplemento oral diário de vitamina D3 de 400, 800, 1.200 ou 1.600 UI (10, 20, 30, 40 microgramas) durante 11 meses. Os bebês retornaram para um seguimento aos 3 anos de idade, quando foram avaliados seus níveis sanguíneos de vitamina D e composição corporal.   O benefício adicional de uma composição corporal mais magra veio como uma espécie de surpresa para a equipe de pesquisa. "Ficamos muito intrigados com a maior massa magra, e, portanto, a possibilidade de que a vitamina D pode ajudar as crianças a não só desenvolver esqueletos saudáveis, mas também saudáveis músculos e menos gordura", disse Hope Weiler, uma das autoras do estudo e diretora da Mary Emily Clinical Nutrition Research Unit, da Universidade McGill.   Este estudo confirma a importância de um maior nível de vitamina D no início da infância para o desenvolvimento de ossos fortes e massa muscular saudável. O único outro fator conhecido para fazer uma diferença significativa para o nível de gordura corporal da criança é a quantidade de atividade física. Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: https://askthescientists.com/vitamin-d-infancy-contributes-less-body-fat-muscle-mass-toddlers/
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Por que uma alta dose de vitamina C mata as células cancerígenas

A maioria das terapias anticâncer com vitamina C envolve tomá-la por via oral. No entanto, os cientistas da UI demonstraram que administrar a vitamina C por via intravenosa – evitando assim o metabolismo normal do intestino e vias de excreção – cria níveis sanguíneos que são 100 a 500 vezes superiores aos níveis observados com a ingestão oral. E é esta concentração super alta no sangue que é crucial para a capacidade da vitamina atacar as células cancerosas.
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Glutamina para a saúde intestinal

O aminoácido glutamina serve como um clássico exemplo do termo usado na área médica (em inglês) “bench to bedside”, o qual descreve o laço de repetição do processo de investigação, em que as observações clínicas estimulam as pesquisas científicas (bench/banco), levando de volta para a sua implementação na prática clínica (bedside/cabeceira) e mais observações ou descobertas clínicas. 
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Atualização dos benefícios do óleo de peixe: Os suplementos de ômega-3 podem melhorar as funções dos músculos de mulheres mais velhas

Pesquisadores das universidades de Glasgow e de Aberdeen descobriram que tomar suplementos de ômega-3 pode melhorar a função muscular em mulheres mais velhas, impedindo quedas desnecessárias e a perda de sua independência, relatou o Medical XPress.   A equipe de pesquisa realizou um plano de treinamento de exercícios de resistência de 18 semanas e mediu o tamanho do músculo, a função muscular e calculou a qualidade muscular dos participantes – que é a força produzida em relação ao tamanho do músculo – antes e depois do programa.   Os resultados mostraram que os homens que estavam tomando 3g de óleo de peixe não experimentaram nenhum aumento extra no tamanho do músculo, função ou qualidade. Entretanto, após 18 semanas, as mulheres que estavam se suplementando com a mesma quantidade do óleo apresentaram aumento da função muscular, mas não tamanho, em comparação com as participantes no grupo placebo.   "Com a porcentagem de pessoas com mais de 65 anos previsto para aumentar de 17%, da população total em 2010, para 23% em 2035, é crucial desenvolver tratamentos eficazes para a idade relacionados com a perda da função muscular", explicou o pesquisador Dr. Stuart Gray.   "As conclusões apontando para um benefício em mulheres são particularmente importantes porque elas tendem a viver ao redor de quatro anos mais do que os homens, mas cruzam o ‘limiar da inabilidade’, onde as habilidades funcionais são perdidas, 10 anos mais cedo do que eles.”   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: http://www.medicaldaily.com/fish-oil-benefits-update-omega-3-supplements-may-improve-older-womens-muscle-404610
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Novo estudo: A suplementação de vitamina D melhora os sintomas do autismo em crianças

Em 2008, o Dr. John Cannell, MD, fundador do Conselho de Vitamina D dos Estados Unidos, publicou o primeiro artigo sugerindo uma relação entre o baixo nível de vitamina D e aumento do risco de autismo. Ele criou sua hipótese com base nos dados que ilustram um aumento da prevalência de autismo nas regiões menos ensolaradas. Apenas estudos observacionais haviam confirmado sua hipótese até agora, mas em estudo inovador, os pesquisadores provaram que a suplementação de vitamina D reduz os sintomas do autismo em crianças.
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Colágeno hidrolisado pode inibir o ganho de peso durante a menopausa

Na vida da mulher, durante a transição menopausal (pré-menopausa até a perimenopausa) e menopausa ocorre uma significante flutuação hormonal, na qual níveis de estrogênio decrescentes afetam significativamente suas propriedades fisiológicas, consequentemente, contribuindo para uma série de condições médicas, incluindo a obesidade. A menopausa é frequentemente associada com o aumento da gordura visceral, aquela percebida ao redor da cintura e abdômen e que envolve os órgãos, tecidos e músculos locais. Muito além da preocupação estética, esta gordura causa hipertensão e agravamento do perfil lipídico, o que pode levar à síndrome metabólica e à incidência de doenças cardiovasculares.
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Forscolina pode ser útil no tratamento da inflamação associada à obesidade

A forscolina, ou forskolin, é um composto – labdano diterpeno –utilizado desde tempos antigos para tratar pressão alta, dores no peito (angina) e desordens respiratórias, entre outros, produzido a partir do extrato das raízes fibrosas da Coles forskohlii, uma planta perene que cresce selvagem em países como Índia, Birmânia e Tailândia. O que era acreditado pela medicina tradicional de outrora, atualmente vem sendo comprovado por estudos científicos, os quais inclusive vêm acrescentando propriedades benéficas à sua lista. Uma delas é sua ação no tratamento da inflamação associada à obesidade, podendo combater as complicações desta ou do excesso de peso.
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A suplementação com quercetina melhora os sintomas da artrite reumatoide e a atividade da doença

Um artigo publicado em Journal of American College of Nutrition relata um benefício da suplementação com quercetina em um estudo randomizado e duplo-cego de mulheres com artrite reumatoide.   O ensaio incluiu 40 pacientes com artrite reumatoide que receberam 500mg de quercetina ou um placebo diariamente, durante oito semanas. As amostras de sangue coletadas antes e após o período de tratamento foram analisadas quanto à taxa de sedimentação de eritrócitos (ESR) e ao fator de necrose tumoral de alta sensibilidade (sigla em inglês, hs-TNFa, um marcador de inflamação) nos níveis plasmáticos. As conclusões dos exames executados por médicos que determinaram o número de articulações inchadas e sensíveis foram combinadas com resultados da ESR para calcular a atividade da doença. Questionários de avaliação de saúde avaliaram a qualidade de vida e a deficiência.   No final do ensaio, as mulheres que receberam quercetina tinham menor rigidez e dor matinal, e dor após atividade, em comparação com seus níveis no pré-tratamento. Em contraste, aquelas que receberam placebo experimentaram mudanças não significativas. Os escores de atividade da doença, o número de articulações sensíveis, os escores do questionário de avaliação de saúde e as avaliações globais de médicos melhoraram significativamente no grupo quercetina, permanecendo essencialmente inalterados entre aquelas do grupo placebo. Ao final do estudo, a ESR foi ligeiramente menor e o fator de necrose tumoral alfa foi significativamente menor nas participantes tratadas com quercetina, enquanto que não ocorreram alterações significativas no grupo placebo.   "Para nosso conhecimento, o presente estudo foi o primeiro que examinou o efeito do suplemento quercetina sozinho sobre a gravidade e os sintomas da artrite reumatoide em mulheres", anunciam os autores Fatemeh Javadi, da Universidade de Teerã de Ciências Médicas, e colegas. "Em nosso estudo, a quercetina diminuiu a citocina inflamatória hs-TNFa possivelmente através da supressão da expressão gênica de citocinas (com base em estudos anteriores), mas parece que alguns outros fatores inflamatórios, como a ESR, precisam de uma duração mais longa de suplementação para produzir uma mudança significativa." Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte:http://www.lifeextension.com/Newsletter/2016/11/quercetin-supplementation-improves-rheumatoid-arthritis-symptoms-and-disease-activity/page-01?utm_source=eNewsletter&utm_medium=email&utm_content=Button&utm_campaign=EZXX00E  
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Resveratrol melhora a qualidade de vida em pacientes com colite ulcerativa

A edição de maio de 2016 do Archives of Medical Research relatou o resultado de um estudo piloto randomizado, duplo-cego e controlado por placebo que encontrou benefício da suplementação com resveratrol em adultos com colite ulcerativa, uma doença inflamatória intestinal. A colite ulcerativa "pode ocorrer e se desenvolver notavelmente como resultado do estresse oxidativo por espécies reativas de oxigênio", de acordo com os autores do relatório.
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Um em três adultos mais velhos sofre perda muscular

À medida que a expectativa de vida global aumenta, os adultos almejam manter um estilo de vida saudável e ativo para os anos quando aposentados. De fato, a pesquisa mostra que os adultos pensam, se sentem e se comportam cinco a dez anos mais jovens do que sua idade real. Mas novas descobertas de um artigo de revisão publicado na revista Age and Ageing mostram que aproximadamente 1 em cada 3 adultos com 50 anos ou mais sofre de sarcopenia, uma condição que poderia interferir com o envelhecimento e a capacidade dos adultos de viverem uma vida plena e ativa.   A sarcopenia, como é conhecida no campo médico, é uma condição quando uma pessoa tem perda progressiva de massa e força muscular. Apesar da prevalência da doença, o estudo descobriu que adultos que aumentaram a quantidade de exercícios de resistência, através de atividades como levantamento de peso, e incorporaram nutrição específica em suas dietas, como proteína, HMB* e aminoácidos essenciais (EAA), incluindo leucina, mostraram melhora da massa, função ou força muscular.   "A maioria das pessoas pensa que sarcopenia só impacta as pessoas em lares de idosos ou outras instalações de cuidados de longo prazo, mas essas descobertas mostram que isto não é o caso", disse Robert H. Miller, Ph.D., da Abbott Nutrition. "É por isso que é importante para adultos e médicos levarem a nutrição a sério e avaliar se as pessoas estão recebendo os nutrientes necessários para manter a saúde muscular à medida que envelhecem."   Manter a massa e a força muscular é importante para reduzir o risco de sarcopenia. Em média, os adultos perdem 8% do seu músculo por década a partir dos 40 anos; a taxa acelera a 15% por década a partir dos 70 anos. A perda do músculo pode afetar a energia e a habilidade de uma pessoa de executar atividades diárias, tais como andar, levantar-se de uma cadeira e segurar ou levantar objetos.   Adultos com perda muscular precisam manter a qualidade de suas dietas, garantindo proteína suficiente para satisfazer as necessidades dos seus corpos. Muitas organizações estão agora recomendando que a quantidade de proteínas diárias precise ser aumentada em pacientes idosos e frágeis, em comparação com os adultos mais jovens. Escolhas alimentares precárias e intolerâncias alimentares à medida que envelhecem são algumas mudanças que ocorrem, levando a deficiências nutricionais, se não abordadas através de dieta ou suplementação nutricional.   Para manter a saúde muscular à medida que envelhecemos, o artigo recomenda:  
  • Aumentar a ingestão diária de HMB, proteínas e aminoácidos essenciais para ajudar a manter a saúde muscular, a qual ajuda a manter a força e funcionalidade física.
  • Incorporar treinamento de resistência na rotina de exercícios, o que pode melhorar a função muscular.
  Fale com o seu médico para discutir outras maneiras de manter a saúde muscular e prevenir a sarcopenia.   * HMB é um metabólito dos aminoácidos da leucina e isoleucina que ocorre naturalmente no músculo e é encontrado em pequenas quantidades em alguns alimentos, como abacate, toranja e peixe-gato.   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte:https://institutoflash786.org/2016/09/10/1-in-3-older-adults-suffer-muscle-loss/#more-10152  
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Vitamina D: primeiro estudo randomizado e controlado em crianças com transtorno do espectro autista

O transtorno do espectro autista (TEA), o qual engloba o autismo, a síndrome de Asperger e o transtorno global do desenvolvimento sem especificação, é um transtorno de desenvolvimento caracterizado por déficits generalizados na interação social, comprometimento da comunicação verbal e não verbal e padrões inalteráveis de interesses e atividades. Enquanto cientistas e profissionais especializados pesquisam a cura para o transtorno de complexa e heterogênea etiologia, atualmente, os tratamentos farmacológicos oferecidos são majoritariamente baseados no controle, servindo de complemento a terapias comportamentais e nutricionais, sem oferecer melhora no cerne de seus sintomas.
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Aumento da ingestão de cafeína para prevenir a doença de Parkinson

A doença de Parkinson (DP) continua a ser a segunda doença neurodegenerativa mais frequente após a doença de Alzheimer. O periódico científico The Journal of Clinical Movement Disorders relatou recentemente que as formas monogênicas da doença podem ser responsivas a um mecanismo neuropreventivo através da modificação da dieta e do exercício. O estudo examinou uma coorte de 812 participantes e os resultados giraram em torno da variante do gene LRRK2 (R1628) e sugeriram que um aumento da ingestão de cafeína reduziria o risco de DP naqueles com alta suscetibilidade genética, em comparação com aqueles com alta susceptibilidade genética que não consomem cafeína.   Existem vários genes causadores que têm sido associados à doença de Parkinson. Uma das mutações no gene quinase 2 de repetição rica em leucina (LRRK2), LRRK2 R1628P, é a causa mais popular de DP autossômica dominante. A variante LRRK2 R1628P é um fator de risco predominantemente visto na população chinesa.   Este estudo de caso controlado abrangeu uma coorte chinesa de 378 pacientes com DP e 434 participantes saudáveis controle. A metodologia utilizada avaliou o histórico de ingestão de cafeína de todos os participantes, utilizando-se de um questionário de fator de risco ambiental validado. Dezoito dos pacientes com DP e 15 dos participantes do controle apresentaram a variante LRRK2 R1628P e tinham histórico de consumo de cafeína. Somente as cafeínas do café e do chá foram relatadas como se demonstrou anteriormente ser a principal fonte de ingestão de cafeína na população do estudo.   Os resultados indicaram, através de uma análise de regressão logística multivariada, que os que não consumiam cafeína e que apresentavam a variante R1628P (alta susceptibilidade genética) demonstraram um risco 15 vezes maior de desenvolver DP, enquanto que os consumidores de cafeína com R1628P (susceptibilidade moderada) demonstraram apenas 3 vezes o risco de desenvolver a doença – em comparação com os consumidores de cafeína não portadores da variante R1628P (baixa susceptibilidade genética). Esta evidência sugere que a associação entre o aumento da ingestão de cafeína e o risco de DP é estatisticamente significativa e deve continuar a ser investigada.   Os indivíduos com variante R1628P que se abstiveram de cafeína enfrentaram um risco 15 vezes maior de DP em comparação com aqueles que eram portadores de tipo selvagem e consumidores de cafeína. Setenta por cento do aumento de risco foi determinado como sendo o resultado da interação de R1628P e abstinência de cafeína.   As limitações do estudo incluíram o fato de que os pesquisadores não foram capazes de avaliar as interações exatas de resposta à dose de cafeína devido à indisponibilidade da informação. Em segundo lugar, o teste foi conduzido principalmente para o gene LRRK2 (R1628P), encontrado predominantemente em populações asiáticas, levantando questões sobre se os achados poderiam ser extrapolados para outras populações, uma vez que a interação gene-ambiente pode ser específica à etnia. Por fim, o mecanismo fisiológico que determina a resposta do gene à cafeína permanece obscuro.   Uma vez que muitos pacientes com doença de Parkinson não têm nenhuma indicação prévia de risco, incluindo um determinante hereditário ou uma fase prodrômica não diagnosticada, existe uma maior dificuldade para implementar mecanismos neuropreventivos e neuroprotetores. Embora este estudo traga um otimismo cautelar, a possibilidade de que certos genes podem ser mais sensíveis aos mecanismos neuropreventivos através do aumento da ingestão de cafeína continua a ser uma área para mais investigação e desenvolvimento. O estudo espera fornecer uma base de fundação para a pesquisa futura poder avaliar as associações em um tamanho de amostra maior para a obtenção de resultados mais consistentes. Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: http://www.medicalnewsbulletin.com/increased-caffeine-intake-prevent-parkinsons-disease-june-15-2016/  
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Perda de peso combinada com suplementação de vitamina D pode reduzir a inflamação associada ao câncer e doenças crônicas

Em um estudo, os pesquisadores do Centro de Pesquisa de Câncer Fred Hutchinson descobriram que, quando combinada com a suplementação de vitamina D, a perda de peso tem um efeito maior sobre a redução da inflamação crônica do que a perda de peso sem a combinação. A inflamação crônica é conhecida por contribuir para o desenvolvimento e progressão de várias doenças, incluindo alguns tipos de câncer.
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Resveratrol pode ajudar a corrigir o desequilíbrio hormonal em mulheres

Um estudo clínico publicado em Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism mostrou que o (polifenol) resveratrol pode reduzir significantemente a testosterona sérica total e o sulfato de dehidroepiandrosterona (sigla em inglês, DHEAS) – hormônio que o corpo pode converter em testosterona –, em mulheres com Síndrome do Ovário Policístico (SOP).
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Vitamina E, curcumina e açafrão como ajuda no tratamento da doença de Alzheimer

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa, caracterizada pela deterioração variável das habilidades cognitivas e consequentes destas, incluindo memória, fala, emoções e personalidade. E não somente para a pessoa, mas a doença tem também um efeito prejudicial sobre as famílias e pessoas queridas no âmbito físico, mental e financeiro. A cura para a doença de Alzheimer (DA) seria o ideal, mas, enquanto a ciência procura avançar neste sentido, a sua prevenção ou o retardamento de sua progressão é uma necessidade e possível realidade.
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Pessoas com baixos níveis de ocitocina apresentam empatia reduzida

As pessoas que sofrem de condições médicas que reduzem os níveis de ocitocina sofrem mais dificuldades ao executar tarefas que exigem empatia, de acordo com uma nova pesquisa apresentada na conferência anual da Society for Endocrinology, em Brighton, Inglaterra. A pesquisa é a primeira a estudar seres humanos com nível reduzido de ocitocina e sugere que a reposição hormonal poderia melhorar o bem-estar psicológico dessas pessoas.
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Vitaminas A e C ajudam a apagar a memória celular

Pesquisadores do Instituto Babraham e seus colaboradores internacionais descobriram como as vitaminas A e C atuam para modificar a "memória" epigenética mantida pelas células; percepção que é significativa para a medicina regenerativa e para a nossa capacidade de reprogramar células (trocar sua identidade). A pesquisa foi publicada em Proceedings of the National Academy of Science (PNAS).
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Finalmente revelado como a romã ajuda no envelhecimento saudável: bactérias intestinais transformam a molécula que a fruta possui

Será que a romã é realmente um superalimento que combate o processo do envelhecimento? Até agora, evidências científicas tinham se mostrado fracas e, também, táticas de marketing podem ter levado ao ceticismo. Então, um grupo de cientistas do EPFL (Escola Politécnica Federal de Lausanne, França) juntamente com a empresa Amazentis investigaram a fruta, descobrindo que uma de suas moléculas era transformada por bactérias intestinais, permitindo assim que as células musculares protegessem a si mesmas contra a maior causa do envelhecimento. Em nematódeos e roedores, o efeito é incrível. Testes clínicos em humanos estão sendo conduzidos neste momento, mas essas descobertas iniciais já foram publicadas em Nature Medicine.   Ao passo que os anos avançam, nossas células sofrem para reciclar os nossos geradores de energia, chamados de mitocôndrias. Estes compartimentos deixam de ser hábeis para as suas funções e esta degradação afeta a saúde de muitos tecidos, incluindo os músculos que se enfraquecem com a idade. A disfunção da mitocôndria é também a causa suspeita de outras doenças relacionadas à idade como o Parkinson.   Os cientistas identificaram a molécula que, por si só, conseguiu restabelecer a habilidade celular de reciclar os componentes da mitocôndria defeituosa: urolitina A. “Esta é a única molécula que pode reiniciar o processo conhecido como mitofagia”, afirma Patrick Aebischer, coautor do estudo. “Uma substância completamente natural com efeitos poderosos e que podem ser medidos.”   O time de pesquisa começou testando a sua hipótese no suspeito comum: o nematódeo C. elegans. Entre os experts do processo de envelhecimento, este é o indivíduo favorito em testes, porque após somente 8 a 10 dias ele já é considerado velho. O tempo de vida de vermes expostos à urolitina A aumentou em mais de 45%, quando comparado ao grupo controle.   Estes resultados encorajadores levaram o time a testar a molécula em animais que possuem mais características em comum com os humanos. No estudo com roedores, também foi observada uma redução significante no número de mitocôndrias, indicando que um processo robusto de reciclagem celular estava acontecendo. Camundongos mais velhos, ao redor de 2 anos de idade, mostraram 42% melhor resistência enquanto corriam, em comparação com os animais do grupo controle.   Antes de comprar romãs em quantidade, entretanto, é bom saber que a fruta não contém a molécula milagrosa, mas sim o seu precursor. A molécula é convertida em urolitina A pelas bactérias que habitam o intestino. Por causa disso, a quantidade de urolitina A produzida pode variar grandemente, dependendo da espécie do animal e da flora presente no microbioma intestinal. Alguns indivíduos não produzem urolitina de todo. Se você é um deles, é possível que o suco de romã não faça efeito positivo... Mas, para isso, os pesquisadores também já estão investigando.   Quanto ao estudo clínico em andamento, de acordo com o coautor Johan Auwerx, seria surpreendente se a urolitina A não fosse efetiva em humanos. “Espécies distantes no âmbito evolucionário, como o C. elegans e o rato, reagem da mesma maneira à mesma substância. Isto é uma boa indicação que estamos tocando em um mecanismo essencial dos organismos vivos.”   A função da urolitina A é o produto de bilhões de anos de evolução paralela entre plantas, bactéria e animais. De acordo com Chris Rinsch, coautor e CEO de Amazentis, esse processo evolucionário explica a efetividade da molécula: “Precursores da urolitina A são achados não somente na romã, mas também em pequenas quantidades em muitas oleaginosas e amoras. Para que a sua transformação seja produzida em nossos intestinos, as bactérias precisam estar aptas para quebrar o que estamos comendo. Quando, via digestão, uma substância benéfica é produzida, a seleção natural favorece tanto a bactéria envolvida quanto o hospedeiro. O nosso objetivo é acompanhar validações clínicas estritas para que todos possam se beneficiar do resultado desses milhões de anos de evolução”.   A abordagem dos cientistas da EPFL fornece uma nova concepção de oportunidades para combater a degeneração muscular que ocorre com a idade e, possivelmente, também combater outros efeitos da idade. Por ajudar o corpo a se renovar, a urolitina A poderia muito bem suceder muitos produtos farmacêuticos – muitos dos quais falharam ao tentar aumentar a massa muscular. Auwerx, que também publicou uma recente descoberta dos efeitos de outra molécula para um envelhecimento saudável em Science, enfatiza a importância desses estudos. “A abordagem nutricional abre um território que a indústria farmacêutica tradicional nunca explorou. É uma mudança no paradigma científico.”   Traduzido por Essentia Pharma.  
Fonte: https://www.sciencedaily.com/releases/2016/07/160711120533.htm  
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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Extrato de mirtilo pode ajudar a combater a gengivite e reduzir o uso de antibióticos

A gengivite é uma condição comum entre os adultos, que ocorre quando bactérias formam biofilmes ou placas nos dentes, e, consequentemente, inflamam as gengivas. Alguns casos graves, chamados de periodontite, fazem uso de antibióticos. Mas agora os cientistas descobriram que o extrato de mirtilo selvagem poderia ajudar a prevenir a formação de placa dental. Seu relatório publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry poderia levar a uma nova terapia para a periodontite e uma menor necessidade de antibióticos.   Muitas pessoas tiveram algum grau de inflamação da gengiva, ou gengivite, causada pela placa bacteriana. As gengivas ficam vermelhas, inchadas e sangram facilmente. Se não for controlada, a doença pode evoluir para a periodontite. A placa endurece em forma de tártaro, e a infecção pode se espalhar abaixo da linha da gengiva e destruir o tecido de suporte dos dentes. Para tratar esta condição, dentistas raspam o tártaro e, por vezes, têm de recorrer a antibióticos convencionais. Mas, recentemente, os investigadores começaram a estudar compostos antibacterianos naturais para tratar a gengivite. Daniel Grenier e seus colegas queriam ver se os polifenóis do mirtilo, que trabalham contra os agentes patogênicos de origem alimentar, também poderiam ajudar a combater a Fusobacterium nucleatum, uma das principais espécies de bactérias associadas com a periodontite.   No laboratório, os pesquisadores testaram extratos de mirtilo selvagem (de arbustos baixos), Vaccinium angustifolium Ait., contra bactérias F. nucleatum. Os extratos ricos em polifenóis inibiram com sucesso o crescimento de F. nucleatum, bem como a sua capacidade para formar biofilmes. Eles também bloquearam um caminho molecular envolvido na inflamação, uma parte fundamental da doença gengival. Os pesquisadores dizem que, futuramente, haverá um dispositivo oral que poderá liberar lentamente o extrato após a limpeza profunda para ajudar a tratar a periodontite.    
Fonte:https://www.acs.org/content/acs/en/pressroom/presspacs/2015/acs-presspac-september-2-2015/blueberry-extract-could-help-fight-gum-disease-and-reduce-antibiotic-use.html
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Níveis saudáveis de vitamina D associados com diminuição significativa de risco de câncer entre as mulheres

A análise agrupada recente de um estudo randomizado e estudo de coorte prospectivo determinou que as mulheres com níveis de vitamina D de pelo menos 40ng/ml foram associados com 65% menor risco de desenvolver câncer.   O câncer é altamente prevalente, afetando cerca de 40% de homens e mulheres. Em 2012, um total de 14 milhões de novos casos de câncer foram diagnosticados em todo o mundo, com 8,2 milhões de mortes relacionadas à doença. Este número continua a aumentar com estimativa para 22 milhões de casos de câncer nos próximos 20 anos.   O câncer cria um encargo financeiro significativo. Em 2010, o seu tratamento foi responsável por um total de US$ 125 bilhões somente nos EUA. Como os diagnósticos de câncer continuam a crescer, este número deverá subir para US$ 150 bilhões até o ano de 2020. Portanto, é importante para os médicos implementar medidas preventivas a fim de diminuir a carga médica e financeira das pessoas afetadas por esta doença.   A evidência atual sugere que a vitamina D [25(OH)D] é inversamente associada com vários tipos de câncer, incluindo o de próstata, pulmão e mama. Além disso, a vitamina D demonstrou exercer propriedades anticancerosas. Existem diversos mecanismos que podem ser responsáveis por estes resultados, incluindo a capacidade da vitamina D prevenir a proliferação celular, promover a morte de células programadas e diminuir a inflamação em células cancerosas.   Embora o papel da vitamina D no câncer tem sido estudado extensivamente, os pesquisadores recentemente procuraram determinar se as descobertas anteriores são replicáveis e identificar um intervalo de referência de níveis de 25(OH)D para a prevenção ideal de desenvolvimento de câncer entre as mulheres com de 55 anos ou mais.   No estudo atual, os pesquisadores utilizaram dados de duas coortes: A coorte Lappe (um estudo duplo cego randomizado e controlado) e da coorte GrassrootsHealth (uma coorte prospectiva). Ao contrário de outros estudos, estes representavam diferentes níveis medianos de vitamina D, oferecendo uma gama mais ampla de concentrações de 25(OH)D para analisar.   A coorte Lappe ocorreu em Nebraska e avaliou um total de 1.169 mulheres com idade superior a 55 anos, sem histórico de câncer. As participantes foram distribuídas aleatoriamente a um dos 3 tratamentos: cálcio (1.400mg/dia de citrato de cálcio ou 1500mg/dia de carbonato de cálcio) e vitamina D placebo; cálcio como mencionado anteriormente, mais 1000 UI/dia de vitamina D3; ou controlo (cálcio placebo e vitamina D placebo).   A coorte GrassrootsHealth, conduzida por uma organização de saúde pública sem fins lucrativos, em San Diego, CA, reuniu os níveis de vitamina D de 1.135 mulheres com idades a partir de 55 anos que voluntariamente aderiram ao estudo com o objetivo de alcançar e sustentar uma concentração sérica de 25(OH)D no nível de escolha da participante. Os níveis da vitamina foram medidos através de testes feitos em casa e questionários de saúde foram preenchidos on-line.   Os pesquisadores reuniram dados de ambos os grupos e compararam a incidência de câncer com a subsequente concentração de vitamina D ao longo de uma mediana de 3,9 anos. Todos os tipos de cânceres foram incluídos na análise, com exceção de câncer de pele não melanoma.   Será que os pesquisadores encontram uma relação entre os níveis de vitamina D e a incidência de câncer? Aqui está o que descobriram:  
  • Em média, o estado de vitamina D na linha de base foi de 28ng/ml na coorte Lappe e 43ng/ml na coorte GrassrootsHealth (p < 0,0001).
  • Houve um total de 840 casos de câncer em 100.000 indivíduos na coorte combinada (1.020/100.000 casos na coorte Lappe e 722/100.000 casos na coorte GrassrootsHealth).
  • A incidência de câncer foi menor em mulheres com níveis mais altos de vitamina D.
  • No início do estudo, houve uma diminuição de 77% da taxa de incidência de câncer para aquelas com níveis maiores que 40ng/ml, em comparação com aquelas com níveis menores a 20ng/ml.
  • A maior diminuição do risco de câncer ocorreu entre 10 e 40ng/mL, com um efeito ainda mais benéfico nos níveis maiores ou iguais a 40ng/ml.
  • A 25(OH)D, quando maior que 40ng/ml, esteve associada com 67% de diminuição do risco de câncer, em comparação com aquelas com um nível de vitamina D menor que 20ng/ml, após o ajuste de vários cofatores (idade, BMI, tabagismo e suplementação de cálcio).
  Os investigadores resumiram as suas conclusões como segue: "Encontramos uma associação clara entre a concentração sérica de 25(OH)D e o risco de câncer, de acordo com vários tipos de análises. Estes resultados sugerem a importância da vitamina D para a prevenção de câncer".   Como sempre, é importante observar as limitações do estudo: o uso de dados auto-relatados pode resultar em viés de memória e potencialmente distorcer os resultados; nem todas as variáveis puderam ser contabilizadas; a análise não teve o poder de avaliar o papel do status da vitamina D em tipos específicos de câncer; o estudo mostrou a relação entre a vitamina D e o risco de câncer especificamente entre mulheres brancas (não-hispânicas) com 55 anos ou mais, portanto, os resultados não podem ser generalizados para outras populações-alvo.   Os investigadores concluíram, "A prevenção primária de câncer, ao invés de apenas expandir a detecção precoce ou melhorar o tratamento, será fundamental para reverter a tendência ascendente atual da incidência de câncer em todo o mundo. Esta análise sugere que um melhor nível sérico de vitamina D serve de instrumento fundamental para a prevenção".  
Fonte:http://www.vitamindcouncil.org/blog/healthy-vitamin-d-levels-associated-with-significant-decrease-in-cancer-risk-among-women/?mc_cid=afed60c28b&mc_eid=36d83b85ad
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Estudo: as bactérias do intestino podem causar, prever e prevenir a artrite reumatoide

ROCHESTER, Minn. – As bactérias no seu intestino fazem mais do que quebrar o alimento. Elas também podem prever a susceptibilidade à artrite reumatoide, sugere Veena Taneja, Ph.D., imunologista do Centro para Medicina Individualizada da Clínica Mayo. A Dra. Taneja publicou recentemente dois estudos – um na revista Genome Medicine e outro em Arthritis and Rheumatology  – conectando a microbiota intestinal à artrite reumatoide.   Mais de 1,5 milhões de americanos têm artrite reumatoide, uma doença que causa inchaço doloroso nas articulações. Os cientistas têm uma compreensão limitada dos processos que desencadeiam a doença. A Dra. Taneja e sua equipe identificaram as bactérias intestinais como uma possível causa; os seus estudos indicam que testar a microbiota específica no intestino pode ajudar os médicos a prever e prevenir o aparecimento da condição.   "Estas são excitantes descobertas que podem ser capazes de serem usadas para personalizar o tratamento para os pacientes", afirma a Dra. Taneja.   O artigo publicado em Genome Medicine resume um estudo em pacientes com artrite reumatoide, seus familiares e um grupo de controle saudável. O estudo teve como objetivo encontrar um biomarcador – ou uma substância que indica uma doença, condição ou fenômenos – que prevê a susceptibilidade à artrite reumatoide. Eles observaram que uma abundância de certas linhagens bacterianas raras provoca um desequilíbrio microbiano encontrado em pacientes com a doença.   "Usando a tecnologia de sequenciamento genômico, fomos capazes de definir alguns micróbios intestinais que normalmente eram raros e de baixa abundância em indivíduos saudáveis, mas não em pacientes com artrite reumatoide", relata a Dra. Taneja.   Implicações para prever e prevenir a artrite reumatoide   Depois de mais pesquisas em camundongos e, eventualmente, seres humanos, a microbiota intestinal e assinaturas metabólicas poderiam ajudar os cientistas a construir um perfil preditivo para quem é propenso a desenvolver artrite reumatoide e qual o curso da doença.   Baseados em estudos com camundongos, os pesquisadores encontraram uma associação entre o micróbio do intestino Collinsella e o fenótipo da artrite. A presença dessas bactérias pode levar a novas formas de diagnosticar pacientes e reduzir o desequilíbrio que provoca a artrite reumatoide antes ou em seus estágios iniciais, de acordo com John Davis III, MD, e Eric Matteson, MD, reumatologistas da Clínica Mayo e coautores do estudo. A continuação da investigação poderia levar a tratamentos preventivos.   Possibilidade de um tratamento mais eficaz com menos efeitos secundários   O segundo estudo, publicado em Arthritis and Rheumatology, explorou uma outra faceta das bactérias intestinais. Um grupo de camundongos suscetíveis à artrite com a bactéria Prevotella histicola, sendo comparados com um grupo que não recebeu tratamento. O estudo descobriu que os animais tratados com a bactéria tiveram diminuída a frequência dos sintomas e sua gravidade, como também tiveram menos condições inflamatórias associadas com a artrite reumatoide. O tratamento produziu poucos efeitos secundários, tais como ganho de peso e atrofia das vilosidades – uma condição que impede que o intestino absorva nutrientes –, que podem ocorrer com outros tratamentos mais tradicionais.   Enquanto que ainda não ocorreram os testes em humanos, o sistema imunológico e a artrite dos camundongos imitam os dos seres humanos e mostram promessa para efeitos positivos semelhantes. Uma vez que esta bactéria faz parte do intestino humano saudável, o tratamento é menos susceptível de apresentar efeitos colaterais, explica o coautor do estudo Joseph Murray, M. D., gastroenterologista da Clínica Mayo.   A artrite reumatoide é uma doença autoimune, que ocorre quando o corpo ataca equivocadamente a si próprio. O corpo decompõe os tecidos ao redor das articulações, causando inchaço que pode corroer ossos e deformar as articulações. A doença pode danificar outras partes do corpo, incluindo a pele, olhos, coração, pulmão e vasos sanguíneos.   O estudo foi financiado pelo Centro de Medicina Individualizada da Clínica Mayo, que apoia a investigação que visa a encontrar tratamentos compatíveis com a estrutura genética única de um paciente. O Centro também suporta a transformação das descobertas científicas em aplicações práticas para o atendimento ao paciente.  
Fonte: http://newsnetwork.mayoclinic.org/discussion/study-gut-bacteria-can-cause-predict-and-prevent-rheumatoid-arthritis/
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O magnésio e o câncer de mama

A conclusão de um estudo recente sobre os efeitos do magnésio no câncer de mama aponta que a mortalidade associada ao câncer é duas vezes mais provável quando não há a ingestão de magnésio. Um grupo de 1.170 mulheres com câncer da mama foi seguido por mais de 7 anos, quando ao final, analisou-se o consumo alimentar de magnésio, vitamina D e cálcio. Os investigadores verificaram que quanto maior o consumo de magnésio, menor a taxa de mortalidade por todas as causas. Além disso, não houve associação clara de aumento da sobrevida com a ingestão de cálcio. A declaração final dos pesquisadores foi, "Descobrimos que a ingestão de magnésio por si só pode melhorar a sobrevida global seguinte ao câncer de mama".
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Meta-análise revela o potencial da suplementação de magnésio para ter um efeito anti-hipertensivo

Dados de 34 estudos randomizados, duplo-cegos e controlados por placebo indicaram que existe “efeito causal da suplementação de magnésio para reduzir a pressão sanguínea em adultos”. E este resultado pode surpreender alguns profissionais, desde que os efeitos anti-hipertensivos e, portanto, efeitos benéficos cardiovasculares do magnésio (Mg) ainda são controversos.
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Revisão científica afirma que somente um quinto da população mundial apresenta níveis recomendados de vitamina E

O termo vitamina E engloba 8 compostos encontrados na natureza. Quatro tocoferóis e quatro tocotrienóis. A vitamina E serve como um antioxidante poderoso, que, devido sua natureza lipofílica, é encontrada em compartimentos lipídicos como as células. Lá, ela previne a lipoperoxidação*, assim, preservando a integridade da membrana celular. Entre outras funções, a vitamina E desempenha um papel crucial na estabilidade dos eritrócitos e na condutividade dos nervos centrais e periféricos. Ela impede, por exemplo, a ataxia, neuropatia periférica, miopatia, retinopatia pigmentada. Previne condições que afetam o sistema imune, função cognitiva e saúde cardiovascular.
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Dano cerebral é reduzido em camundongos quando injetados com ômega-3

Estudo, publicado recentemente na revista PLoS ONE, mostrou que camundongos com 10 dias de idade, que tinham sofrido uma lesão cerebral hipóxico-isquémica (causada por uma diminuição do fluxo de sangue e oxigênio para o cérebro, tal como ocorre durante um acidente vascular cerebral), foram tratados com uma emulsão contendo ácidos graxos DHA e EPA, encontrados em certos alimentos e suplementos. Os pesquisadores avaliaram a função neurológica dos animais 24 horas e 8 a 9 semanas após a lesão cerebral.   EPA e DHA são os ácidos graxos ômega-3 bioativos encontrados em óleos extraídos a partir de peixes de água fria. Os investigadores do Columbia University Medical Center (CUMC) e outros cientistas demonstraram que estes ácidos graxos protegem os órgãos e células de várias maneiras após a privação de oxigênio, reduzindo a inflamação e a morte celular.   Após 24 horas, os camundongos tratados com o DHA, mas não com EPA, apresentaram uma redução significativa nas lesões cerebrais. Nas semanas seguintes, o grupo de DHA também teve resultados significativamente melhores em várias funções do cérebro, quando comparados com os camundongos tratados com EPA e com os não tratados (controle).   Os pesquisadores também descobriram que esses animais apresentaram aumento das concentrações de DHA em suas mitocôndrias cerebrais, estruturas de produção de energia em células que podem ser danificadas pelos radicais livres quando o fluxo sanguíneo é restaurado para o cérebro depois de um AVC. Este processo, conhecido como lesão de reperfusão, é uma causa comum de dano cerebral após a privação de oxigênio e de nutrientes.   "Nossos resultados sugerem que a injeção do ácido graxo DHA do ômega-3, após um evento como um AVC, tem a capacidade de proteger as mitocôndrias do cérebro contra os efeitos nocivos dos radicais livres", afirmou o coautor sênior, Vadim S. Ten, MD, PhD, professor associado de pediatria na CUMC.   A interrupção do fluxo sanguíneo e fornecimento de oxigênio para o cérebro durante ou logo após o nascimento é uma das principais causas de danos cerebrais em recém-nascidos, causando deficiências neurológicas ao longo da vida em mais de 25% das pessoas afetadas. Muitas das vias envolvidas neste tipo de danos cerebrais são semelhantes aos de um AVC adulto.   "Os ensaios clínicos são necessários para determinar se a administração de emulsões lipídicas contendo DHA logo após uma lesão cerebral tipo AVC oferece os mesmos efeitos neuroprotetores em bebês e adultos, como pode ser visto em camundongos. Se bem sucedido, tais ensaios poderiam levar ao desenvolvimento de uma nova terapia para o AVC em recém-nascidos, crianças e adultos, atendendo a uma grande necessidade médica", disse o coautor sênior Richard J. Deckelbaum, MD, CM, professor de epidemiologia e diretor do Instituto de Nutrição da CUMC.   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: http://www.psypost.org/2016/08/stroke-like-brain-damage-is-reduced-in-mice-injected-with-omega-3s-44521
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Deficiência de vitamina B12: Uma epidemia silenciosa, com graves consequências

O que todas estas doenças têm em comum?  
  • A doença de Alzheimer, demência, declínio cognitivo e perda de memória (coletivamente referidos como “envelhecimento”)
  • A esclerose múltipla (EM) e outras desordens neurológicas
  • Doença mental (depressão, ansiedade, transtorno bipolar, psicose)
  • Doença cardiovascular
  • Transtornos do aprendizado ou do desenvolvimento em crianças
  • Desordem do espectro autista
  • Doença auto-imune e desregulação imune
  • Câncer
  • Infertilidade masculina e feminina
Resposta: elas podem imitar todos os sinais e sintomas de uma deficiência de vitamina B12.   Deficiência de vitamina B12: uma epidemia invisível   A deficiência de vitamina B12 não é uma doença estranha, misteriosa. Pode-se ler sobre ela em cada livro de medicina e as suas causas e efeitos são bem estabelecidos na literatura científica.   No entanto, a deficiência de B12 é muito mais comum do que a maioria dos profissionais de saúde e o público em geral percebem. Dados do Tufts University Framingham Offspring Study sugerem que 40 por cento das pessoas com idades entre 26 e 83 anos possuem níveis plasmáticos de vitamina B12 na faixa normal baixa – uma faixa em que muitas pessoas experimentam sintomas neurológicos. Nove por cento tinham uma deficiência clara, e 16 por cento estava “perto da deficiência“.   Dito isto, estimou-se que a deficiência de B12 afete cerca de 40% das pessoas com mais de 60 anos de idade. É inteiramente possível que pelo menos alguns dos sintomas que atribuem ao envelhecimento “normal” – tais como perda de memória, declínio cognitivo, diminuição da mobilidade, etc. – sejam, pelo menos, em parte causados pela deficiência de B12.   Porque a deficiência de vitamina B12 é tão sub-diagnosticada?   A deficiência de vitamina B12 é muitas vezes perdida por duas razões. Em primeiro lugar, não é rotineiramente testada pela maioria dos médicos. Em segundo lugar, a extremidade inferior da faixa de referência de laboratório é demasiadamente baixa. É por isso que a maioria dos estudos subestimam os verdadeiros níveis de deficiência. Muitas pessoas com deficiência de vitamina B12 têm os chamados níveis “normais” de B12.   No entanto, é bem estabelecido na literatura científica que as pessoas com níveis de B12 entre 200 pg / ml e 350 pg / mL – níveis considerados “normais” – têm claros sintomas de deficiência de B12. Alguns especialistas em diagnóstico e tratamento da deficiência de B12, sugerem o tratamento de todos os pacientes que sejam sintomáticos e apresentem níveis de vitamina B12 inferior a 450 pg / mL. Eles também recomendam o tratamento de pacientes com B12 normal, mas com nível elevado de ácido metilmalonico urinário (MMA), homocisteína e / ou holotranscobalamina (outros marcadores de deficiência de B12).   No Japão e na Europa, o limite inferior para B12 é entre 500-550 pg / mL, o nível associado com manifestações psicológicas e comportamentais, tais como declínio cognitivo, demência e perda de memória. Alguns especialistas têm especulado que, no Japão, a aceitação de níveis normais mais elevados e a disposição de tratar os níveis que são considerados “normais” nos EUA, explicam as baixas taxas de doença de Alzheimer e demência naquele país.   O que é a vitamina B12 e por que você precisa dela?   A vitamina B12 trabalha em conjunto com o folato na síntese de DNA e das células vermelhas do sangue. Também está envolvida na produção da bainha de mielina em torno dos nervos, e na condução de impulsos nervosos. Você pode pensar no cérebro e no sistema nervoso como um grande emaranhado de fios. A mielina é o isolamento que protege os fios e os ajuda a conduzir as mensagens.   A deficiência grave de B12 em condições como anemia perniciosa (uma condição auto-imune em que o corpo destrói o fator intrínseco, uma proteína necessária para a absorção de B12) costumava ser fatal até que os cientistas descobriram que a morte poderia ser evitada pela alimentação de pacientes com fígado cru (que contém quantidades elevadas de vitamina B12). Mas anemia é a fase final da deficiência de B12. Muito antes da anemia surgir, a deficiência de vitamina B12 provoca vários outros problemas, incluindo fadiga, letargia, fraqueza, perda de memória e problemas neurológicos e psiquiátricos.   A deficiência de vitamina B12 ocorre em quatro fases, começando com a diminuição dos níveis sanguíneos de vitamina (fase I), progredindo para baixas concentrações celulares da vitamina (fase II), um aumento do nível de homocisteína no sangue e uma diminuição da taxa de síntese de DNA (fase III) e, finalmente, a anemia macrocítica (fase IV).   Porque a deficiência de vitamina B12 é tão comum?   A absorção de vitamina B12 é complexa e envolve várias etapas – cada uma das quais pode dar errado. Causas de má absorção de B12 incluem:
  • disbiose intestinal
  • intestino permeável e / ou inflamação do intestino
  • gastrites atróficas ou hipocloridria (baixa acidez estomacal)
  • anemia perniciosa (condição auto-imune)
  • medicamentos (especialmente IBP [inibidores da bomba de prótons]e outras drogas de supressão de ácido)
  • álcool
  • exposição a óxido nitroso (durante uma cirurgia ou a utilização recreativa)
  Isso explica por que a deficiência de B12 pode ocorrer mesmo em pessoas que comem grandes quantidades de B12 contendo produtos de origem animal. Na verdade, muitos dos meus pacientes que são deficientes em vitamina B12 estão seguindo uma dieta low-carb / paleo onde comem carne com frequência.   Em geral, os seguintes grupos estão em maior risco para a deficiência de vitamina B12:
  • vegetarianos e veganos
  • pessoas com 60 anos ou mais
  • pessoas que usam regularmente IBP ou drogas supressoras de ácido
  • pessoas em uso de medicamentos para diabetes, como a metformina
  • pessoas com doença de Crohn, colite ulcerativa, doença celíaca ou SII
  • mulheres com história de infertilidade e aborto
  Nota para os vegetarianos e veganos: a vitamina B12 é encontrada somente em produtos de origem animal.   A vitamina B12 é a única vitamina que contém um elemento-traço, o cobalto, razão pela qual ela é chamada de cobalamina. A cobalamina é produzida no intestino de animais. É a única vitamina que não podemos obter a partir de plantas ou luz solar. As plantas não precisam de B12 e, portanto não possuem estoque dela.   Um mito comum entre os vegetarianos e veganos é que é possível obter vitamina B12 a partir de fontes vegetais, como algas, soja fermentada, spirulina e levedura de cerveja. Mas, na realidade, os alimentos vegetais, que se diz conterem B12, contêm na verdade substâncias análogas à B12, chamados cobamidas, que bloqueiam a ingestão e aumentam a necessidade da verdadeira vitamina B12.   ISTO EXPLICA POR QUE OS ESTUDOS DEMONSTRARAM CONSISTENTEMENTE QUE ATÉ 50% DE VEGETARIANOS DE LONGO PRAZO E 80% DOS VEGANOS SÃO DEFICIENTES EM VITAMINA B12.   Os efeitos da deficiência de B12 em crianças são especialmente alarmantes. Estudos têm demonstrado que as crianças iniciadas em um dieta vegana até os 6 anos de idade ainda são deficientes em vitamina B12 até mesmo anos depois que comecem a comer, pelo menos, alguns produtos de origem animal.   Em um estudo, os pesquisadores descobriram:
  • Uma associação significativa entre o status da cobalamina [b12] e o desempenho em testes que medem a inteligência fluida, habilidade espacial e memória de curto prazo (com as crianças anteriormente veganas marcando mais baixo do que as crianças onívoras em cada caso).
O déficit na inteligência fluida é particularmente preocupante, segundo os pesquisadores, porque:
  • Ele envolve o raciocínio, a capacidade para resolver problemas complexos, capacidade de pensamento abstrato e a capacidade de aprender. Qualquer defeito nesta área pode ter consequências de longo alcance para o funcionamento individual.
  É por isso que é absolutamente crucial para aqueles que abstêm-se de produtos de origem animal compreenderem que não existem fontes vegetais de vitamina B12 e que todos os veganos e vegetarianos devem suplementar a vitamina B12. Isto é especialmente importante para as crianças vegetarianas ou veganas ou mulheres grávidas, cuja necessidade de B12 é ainda maior do que os adultos.   O tratamento da deficiência de vitamina B12   Uma das coisas mais tristes sobre a epidemia de deficiência de vitamina B12 é que o diagnóstico e o tratamento são relativamente fáceis e baratos – especialmente quando comparado com o tratamento das doenças que a deficiência de vitamina B12 pode causar. Um teste de B12 pode ser realizado por qualquer laboratório, e deve ser coberto pelo seguro. Mesmo para quem não tenha um plano de assistência, o custo deste exame é muito barato.   Como sempre, o tratamento adequado depende do mecanismo subjacente que está causando o problema. Pessoas com anemia perniciosa ou doença intestinal inflamatória como a doença de Crohn são suscetíveis de terem prejudicado a absorção por suas vidas inteiras, e isso, provavelmente, vai exigir injeções de vitamina B12 por tempo indeterminado. Isso também pode ser verdadeiro para aqueles com deficiência de vitamina B12 grave causando sintomas neurológicos.   Alguns estudos recentes têm sugerido que a dose elevada de administração oral ou nasal pode ser tão eficaz quanto as injeções para as pessoas com problemas de má absorção de vitamina B12. No entanto, a maioria dos especialistas ainda recomenda injeções de vitamina B12 para as pessoas com anemia perniciosa e deficiência de B12 avançada envolvendo os sintomas neurológicos.   A cianocobalamina é uma das formas de suplementação de B12 mais frequentemente utilizadas. Mas, provas recentes sugerem que a hidroxicobalamina (frequentemente utilizada na Europa) é superior à cianocobalamina, metilcobalamina e pode ser superior a ambas – especialmente para a doença neurológica.   Estudos japoneses indicam que a metilcobalamina é ainda mais eficaz no tratamento de sequelas neurológicas a deficiência de vitamina B12, e que pode ser melhor absorvido porque evita problemas potenciais em vários ciclos de absorção da vitamina B12. Em cima disso, a metilcobalamina fornece o corpo com grupos metil que desempenham um papel em vários processos biológicos importantes para a saúde global.   SE SUSPEITAR QUE VOCÊ TEM DEFICIÊNCIA DE B12, O PRIMEIRO PASSO É FAZER O TESTE.   Você precisa de uma linha de base precisa para trabalhar. Se você é deficiente B12, o próximo passo é identificar o mecanismo que causa a deficiência. Isso é algo que você provavelmente vai precisar de ajuda com de um médico. Uma vez que o mecanismo é identificado, a forma adequada (injeção, oral, sublingual ou nasal) de suplementação, a dose e a duração do tratamento poderá ser selecionada.  
Fonte:http://verdademundial.com.br/2016/01/deficiencia-de-vitamina-b12-uma-epidemia-silenciosa-com-graves-consequencias/  
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.” 
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O iodo aumenta o QI do bebê e reduz os custos de cuidados de saúde

De acordo com um novo estudo britânico, os suplementos de iodo podem aumentar o QI de um bebê, e até mesmo gestantes que vivem em países com deficiência moderada do mineral poderiam se beneficiar de sua suplementação.   "A deficiência de iodo durante a gravidez continua a ser a principal causa de retardo evitável em todo o mundo. Mesmo a deficiência de iodo leve durante a gravidez está associada com crianças com QI mais baixo", Kate Jolly, coautora e professora de saúde pública da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, afirmou a HNGN.com. "Já está na hora de todas as mulheres que vivem em países com deficiência de iodo (sem orientação de sua suplementação), e que estejam grávidas, amamentando, ou planejando uma gravidez, sejam aconselhadas a tomar um suplemento diário contendo o mineral."   O estudo, publicado na revista The Lancet Diabetes & Endocrinology, calculou o valor financeiro de um QI reduzido na infância (afetando a saúde, nível educacional e ganhos financeiros durante a vida) para a sociedade. Eles descobriram que as gestantes que se suplementam com iodo poderiam economizar US$ 7.022.   A Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar têm recomendado que as mulheres grávidas e lactantes tomem um suplemento de iodo diariamente, mas o aviso nem sempre é emitido em regiões com deficiência leve de iodo, como o Reino Unido e os EUA.   A deficiência de iodo entre as gestantes americanas está em ascensão, informa o Council for Responsible Nutrition (CRN). As mulheres grávidas e lactantes devem complementar sua dieta com um multivitamínico diário que contenha 150mcg de iodo, de acordo com um artigo recente publicado em Natural Medicine Journal, de autoria de três cientistas do CRN.   Traduzido por Essentia Pharma  
Referência:http://newhope.com/minerals/iodine-boosts-baby-s-iq-cuts-healthcare-costs
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Altas doses de vitamina D para melhorar o crescimento em prematuros com baixo peso

O nascimento prematuro é definido como nascido antes das 37 semanas de gestação, e é responsável por 5 a 18% de todos os nascimentos. Os bebês que nascem prematuros têm um risco maior de complicações no parto, tais como, paralisia cerebral, atraso no desenvolvimento, baixo peso ao nascer, doenças respiratórias e mortalidade. O nascimento prematuro é a principal causa de mortalidade em crianças.
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O benefício do óleo de peixe para a composição muscular de adultos mais velhos

Com o passar dos anos, ocorre uma mudança corporal no corpo humano, observada através da diminuição da massa e função muscular (sarcopenia) e da taxa metabólica, com consequente aumento da massa gorda. Esta mudança pode ser crítica desde que ela predispõe adultos mais velhos a doenças crônicas e comprometimento funcional; em última análise, resultando numa diminuição da qualidade de vida. Estudos vêm sugerindo que o ácido graxo de cadeia longa ômega-3 (contendo DHA e EPA), encontrado predominantemente em peixes gordos e crustáceos, possa ser eficiente para diminuição destas mudança.
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Cientistas da UCLA relatam que dieta rica em ômega-3 pode reverter os danos causados pela frutose

Uma gama de doenças - de diabetes a doenças cardiovasculares e de Alzheimer ao transtorno de déficit de atenção/hiperatividade  - estão ligadas a mudanças genéticas associadas ao cérebro. Um novo estudo da Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA) descobriu que centenas de genes (no cérebro) podem ser danificados pela frutose, um açúcar comumente usado na dieta, de forma que poderiam conduzir a essas doenças.
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Estudo: zinco e multivitaminas podem ajudar no ganho de estatura em crianças

O zinco e múltiplas vitaminas, além de essenciais para muitos processos biológicos, são essenciais para o ganho de estatura durante a infância. A deficiência de zinco é um problema global e, neste quesito, a Tailândia, local do estudo, apresenta um risco de nível médio, o que significa mais de 40%. Mesmo sabendo da sua importância durante o período de crescimento físico, estudos passados apresentavam resultados um pouco inconsistentes.  
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Saúde das articulações e magnésio

É claramente importante a manutenção da estrutura e da composição do tecido articular. O fortalecimento da cartilagem com nutrientes apropriados promove a longevidade das articulações e, em muitos aspectos, impede que ocorra a inflamação por ficarem menos propensas à lesão. A ideia é que articulações saudáveis evitam respostas inflamatórias não saudáveis. No entanto, com o passar dos anos, ocorre a degradação de colágeno e ácido hialurônico. Apesar dos benefícios da suplementação, o processo degenerativo continua, resultando em inflamação devido as articulações estarem menos óptimas. E esta inflamação irá inibir ainda mais a função articular.   É quando o ciclo vicioso entra em jogo. "Cada uma dessas condições (ou seja, inflamação e degradação do tecido conjuntivo) aumenta a outra", explica David J. Foreman, R.Ph., N.D., autor e apresentador do programa de rádio, The Herbal Pharmacist. "Quanto mais inflamação você tem, mais degradação do tecido conjuntivo. Esta perda de tecido conjuntivo, em seguida, leva à mais inflamação e, por sua vez, mais degradação do tecido conjuntivo."   Num estudo com importantes descobertas, intitulado "Magnesium and the Inflammatory Response..."(1), mostrou-se que, a nível celular, o magnésio reduz a inflamação. No modelo animal usado, a deficiência em magnésio é criada quando uma condição inflamatória é produzida. O aumento da ingestão de magnésio diminui a inflamação.   Neste caminho, uma meta-análise e revisão sistemática mais recente publicada em European Journal of Clinical Nutrition, em 2014, revelou uma associação entre o aumento de magnésio na dieta e os níveis mais baixos de proteína C-reativa (PCR), um marcador de inflamação. (N.daT.: A meta-análise conclui que, “O potencial efeito benéfico da ingestão de Mg nas doenças crônicas pode ser, pelo menos em parte, explicado pela inibição da inflamação”.) Traduzido por Essentia Pharma  
Referência: (1) Mazur A, et al. “Magnesium and the Inflammatory Response: Potential Physiopathological    Implications.” Archives of Biochemistry & Biophysics 458, no. 1 (February 1, 2007): 48–56.
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Terapia com testosterona melhora função e interesse sexual em homens mais velhos

Washington, DC - Os homens mais velhos com baixa libido e níveis baixos de testosterona mostraram mais interesse em sexo quando submetidos à terapia de testosterona, de acordo com um novo estudo publicado em Endocrine Society’s Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. O estudo é o maior ensaio controlado com placebo sobre o tema realizado em homens mais velhos até à data, e faz parte de uma série de sete estudos (“Testosterone Trials”) que examinam a eficácia da terapia hormonal em homens (> 65 anos), que têm baixos níveis de testosterona e estão experimentando sintomas de sua deficiência. A investigação é apoiada principalmente pelos Institutos Nacionais de Saúde, EUA.  
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LIQUID CAPSULES ESSENTIA Nova Tecnologia em Biodisponibilidade de Nutrientes

NOVIDADE TECNOLÓGICA ESSENTIA   O Sistema Lipofílico de Alta Absorção ESSENTIA foi desenvolvido com o objetivo de proporcionar uma melhor biodisponibilidade e eficácia de substâncias lipofílicas. A fim de aperfeiçoar esta tecnologia, a Essentia Pharma desenvolveu as LIQUID CAPSULES ESSENTIA como uma evolução do seu Sistema Lipofílico de Alta Absorção.   As LIQUID CAPSULES ESSENTIA são cápsulas gelatinosas que utilizam o processo de enchimento e selagem especial proporcionando uma retenção precisa e segura de líquidos e óleos, evitando vazamentos indesejados, além de propiciar o desenvolvimento de formulações inovadoras e personalizadas. Esta técnica permitirá a encapsulação de líquidos e óleos, algo inovador em farmácias de manipulação.     O QUE TORNA A “LIQUID CAPSULES ESSENTIA” UMA INOVAÇÃO?  
  • Compatíveis com uma ampla variedade de produtos, como óleos e complexos lipofílicos, possibilitará uma gama de novos desenvolvimentos e inovações em produtos
  • Possui baixa permeabilidade ao oxigênio, o que garante melhor estabilidade das formulações, através da proteção feita pelo invólucro gelatinoso com selagem e vedação especiais, evitando a oxidação e rancificação de óleos
  • Possibilita a produção de complexos lipofílicos especiais que potencializam a ação de óleos e produtos de difícil absorção
  • Possibilidade de mascarar sabores e odores fortes e/ou desagradáveis de ativos líquidos, possibilitando melhor adesão ao tratamento
  • Possibilidade de encapsulamento de formulações mais complexas em menores volumes, reduzindo o número total de cápsulas a serem ingeridas
    OTIMIZANDO A ABSORÇÃO DE SUBSTÂNCIAS LIPOFÍLICAS   A incorporação de fármacos pouco solúveis ou de caráter lipofílico a excipientes lipídicos pode otimizar a biodisponibilidade desses ativos, uma vez que mantêm o composto em solução no trato gastrointestinal (TGI), fazendo com que permaneça uma máxima concentração de fármaco livre. Os parâmetros considerados mais importantes em relação à biodisponibilidade dos fármacos são o grau de emulsificação, em termos de tamanho de partícula e solubilidade do fármaco1.   Triglicerídeos de cadeia média (TCM) e de cadeia longa (TCL) são comumente utilizados como base em formulações oleosas orais. Os óleos de baixo peso molecular são inicialmente solubilizados pelos sais biliares formando micelas (gotículas de gordura com alto perfil de absorção) e, assim, transportadas ao fígado; e os óleos de alto peso molecular são absorvidos nos enterócitos (células do intestino delgado) formando quilomícrons (lipoproteínas de grande diâmetro) que serão transportados pelo sistema linfático1. Esta absorção linfática faz com que estas substâncias não tenham a primeira passagem hepática, pois o sistema linfático intestinal se conecta com o ducto torácico, levando as substâncias para a circulação sistêmica antes de serem metabolizadas e excretadas pelo fígado.     SUGESTÕES DE FÓRMULAS  
  1. VITAMINAS LIPOSSOLÚVEIS
  A absorção das vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K) é influenciada por diversas condições fisiológicas, tais como tipo de gordura presente no alimento, portanto, observa-se frequentemente uma baixa biodisponibilidade dessas vitaminas4. Segundo estudos, em comparação com outras formas orais, a concentração plasmática máxima e a absorção das vitaminas lipossolúveis em formulações lipídicas são otimizadas, o que gera um aumento de biodisponibilidade1. Um estudo de avaliação da segurança do uso de suplementos de vitamina D3 em indivíduos com idade entre 10 e 17 anos, constatou-se que quando administrada em veículo oleoso houve um aumento de 4,25 vezes nos níveis séricos de 25(OH)D (calcitriol – metabólito ativo circulante da vitamina D) comparado ao uso em outros veículos2,3  
  1. VITAMINA E
  A vitamina E é geralmente disponibilizada no mercado na forma de “alfa-tocoferol”, que representa apenas uma das formas de apresentação da vitamina. Na natureza, a vitamina E é encontrada sob diferentes formas, sendo que o alfa-tocoferol é apenas um dos 8 isômeros que o corpo necessita e utiliza em seus processos metabólicos. A suplementação de alfa-tocoferol de forma isolada não reproduz os resultados de prevenção da peroxidação lipídica obtidas com a vitamina E proveniente dos alimentos (composta por todas as frações)5,6. O Mix de Tocoferóis na forma de Liquid Capsules Essentia  é composto pelas frações alfa, beta, gama e delta tocoferóis, o que permitirá uma potencialização tanto da absorção quanto dos efeitos antioxidantes da vitamina E.  
  1. ASTAXANTINA
  A astaxantina é um carotenoide presente em organismos marinhos tais como algas, crustáceos e peixes, de caráter lipofílico e baixa biodisponibilidade oral. Dentre os vários fatores que interferem na absorção da astaxantina, o grau de esterificação é o mais proeminente. Quando esterificado (ligado à gordura) ou quando administrada com óleo, a astaxantina é prontamente absorvida no sistema digestivo, incorporada à quilomícrons e transportada aos tecidos através das lipoproteínas apresentando, assim, maior biodisponibilidade em razão de sua lipofilicidade7.  
  1. ÓLEOS MEDICINAIS: ÓLEO DE ORÉGANO
  O orégano é uma planta amplamente utilizada como condimento ou medicamento. O orégano mais comum é o europeu (Origanum vulgare) e o mexicano (Lippia graveolens). Todas as variedades de orégano utilizadas mostram um conteúdo elevado (> 90%) de quatro componentes principais: carvacrol, gama-terpinene, p-cimeno e timol. O óleo de orégano possui elevada atividade antimicrobiana, sendo eficaz em infecções respiratórias, tosse espasmódica, tuberculose e asma. O óleo de orégano estimula a digestão, além de aliviar gases e eliminar parasitas intestinais. Na medicina tradicional chinesa seu uso principal é para tratamento de disenteria e enterites. O óleo de orégano tem demonstrado atividade inibidora do crescimento de patógenos intestinais incluindo Cândida albicans.   CONSULTE FÓRMULAS E SUGESTÕES DE DOSE ESSENTIA@ESSENTIA.COM.BR “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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A suplementação de vitamina D3 aumenta a atividade da telomerase em diabéticos tipo 2

Os resultados de um estudo reportado na reunião da Experimental Biology 2016, realizada em San Diego, revelam uma associação entre a suplementação diária de vitamina D e o aumento da atividade da telomerase em hispânicos com diabetes tipo 2, com insuficiência de vitamina D. A telomerase é uma enzima envolvida na manutenção dos telômeros: sequências de DNA que encobrem e protegem as extremidades dos cromossomos. A baixa atividade da telomerase está ligada com telômeros mais curtos, os quais são associados com o diabetes tipo 2 e mortalidade prematura. Os resultados foram publicados em The FASEB Journal.
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A carnitina para o aumento do HDL

O risco de doença cardíaca pode ser reduzido quando se assume uma dieta restrita de carboidratos (incluindo frutose), rica em vegetais, e o hábito de se exercitar. Na área de suplementos, o ômega-3 e a coenzima Q10 (CoQ10) formam um importante duo. Já a (L-)carnitina (e/ou acetil-L-carnitina), através de estudos anteriores, vem mostrando sua participação na redução de triglicerídeos e no aumento do HDL, e isto por si só reduz dramaticamente o risco da doença.
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Antibióticos que matam bactérias intestinais também interferem no crescimento de novas células cerebrais

O uso de antibiótico por tempo prolongado pode afetar a função cerebral. Estudo executado em camundongos e publicado em Cell Reports relata que antibióticos que são fortes o suficiente para matar bactérias do intestino também podem parar o crescimento de novas células cerebrais no hipocampo. Os investigadores também descobriram uma pista sobre porque um tipo de células brancas do sangue (leucócitos) parecem agir como comunicadoras entre o cérebro, sistema imune e intestino.
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A testosterona pode reduzir o risco de ataque cardíaco em homens com doença arterial coronária

No ano passado, a Food and Drug Administration requisitou os fabricantes de produtos de testosterona para que adicionem nova advertência nos rótulos sobre um possível aumento do risco de ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais (AVC). Um novo estudo sugere que isto pode ser desnecessário e prejudicial para alguns homens. A terapia com testosterona, ou terapia T, ajudou homens com doença arterial coronária pré-existente a reduzir os riscos de AVC, ataques cardíacos e até mesmo a morte.   Na verdade, os homens que não receberam testosterona como parte de seu tratamento ficaram 80% mais propensos a sofrer um evento adverso, como um ataque cardíaco, em comparação com aqueles sob a terapia T.   A testosterona é um hormônio sexual comumente pensado para regular o impulso sexual, massa óssea, distribuição de gordura, massa muscular e força, e a ser responsável pela produção de esperma e de células vermelhas do sangue nos homens. Enquanto os homens envelhecem, a produção de testosterona geralmente cai a uma taxa de cerca de 1 a 2% ao ano. Um homem de 70 anos pode possuir a metade da testosterona que possuía aos 20.   Embora isso possa ser normal, alguns homens sentem os efeitos mais fortemente do que outros. Níveis baixos de testosterona podem contribuir para a depressão, diminuição da densidade óssea, aumento da gordura corporal, insônia e diminuição do desejo sexual. Por estas razões, alguns médicos prescrevem a terapia T aos seus pacientes que apresentam declínio hormonal relacionado com a idade. Enquanto que a prescrição de testosterona é aprovada pelo FDA, a agência apenas sanciona o seu uso para os homens que têm baixos níveis de ‘T’ devido a distúrbios que causam o hipogonadismo, que é quando o corpo não produz quantidade suficiente do hormônio. O FDA diz que os benefícios e segurança do uso de T para tratar baixos níveis relacionados com a idade não foram estabelecidos.   No entanto, um estudo anterior do Intermountain Medical Center explorou os efeitos da suplementação de T em homens sem história prévia de doença cardíaca e concluíram que os efeitos não aumentaram o risco de AVC ou ataque cardíaco. Agora, um estudo investigou possíveis riscos no uso da terapia T entre os homens com doenças cardíacas.   Especificamente, os pesquisadores trabalharam com 755 pacientes, entre as idades de 58 e 78, em hospitais da rede de saúde Intermountain Healthcare. Todos sofriam de doença arterial coronariana grave. Os participantes foram divididos em três grupos distintos e receberam ou uma dose média de testosterona (administrada por injeção ou gel), ou uma alta dose de testosterona, ou nada .   Após um ano, 64 pacientes que não suplementavam com testosterona sofreram grande evento cardiovascular adverso, relatam os pesquisadores. Em comparação, apenas 12 dos homens que tomavam doses médias de testosterona e nove que tomavam doses altas sofreram um` evento similar. Após três anos, 125 pacientes que não receberam testosterona sofreram grandes eventos, enquanto que apenas 38 do grupo média dose, e 22 do grupo alta dose sofreram o mesmo.   Como sendo considerado um pequeno estudo e observacional, ele não fornece evidência científica suficiente para o FDA mudar suas diretrizes. Ainda assim, os resultados indicam que a reposição hormonal pode proteger os homens com baixos níveis de testosterona contra a doença arterial coronária. À luz disto, os pesquisadores dizem que um ensaio clínico randomizado é necessário para confirmar ou refutar esses novos resultados.  
Fonte: http://www.medicaldaily.com/testosterone-shotsheart-attack-risk-coronary-artery-disease-381236  
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Maior oxidação do cérebro e disfunção cognitiva associadas à deficiência de vitamina E

Um artigo publicado no Journal of Nutritional Science and Vitaminology (2015) relata o resultado de um estudo realizado no Instituto de Tecnologia de Shibaura, Japão, sobre um aumento da disfunção cognitiva em camundongos com deficiência de vitamina E. Os animais que experimentaram deficiência de longo prazo exibiram um aumento na peroxidação lipídica do cérebro, indicando que uma falta contínua de vitamina E - um conhecido antioxidante - pode acelerar a oxidação do cérebro.   "É bem sabido que a elevação de produtos oxidativos nos tecidos vivos acelera o risco do desenvolvimento e progressão de doenças graves, tais como as doenças neurodegenerativas, doenças do fígado e doenças do coração", escreveram os autores Koji Fukui e colegas. "A fim de evitar o risco de desenvolvimento ou progressão de doenças associadas aos radicais livres no processo de senescência, é necessário atenuar a produção de espécies reativas de oxigênio ou dano oxidativo... A vitamina E (forma alfa-tocoferol), que é uma vitamina lipofílica natural, possui uma poderosa função antioxidante."   Foram incluídos no estudo camundongos que receberam uma dieta deficiente em vitamina E ou padrão, começando no primeiro mês de idade e continuando até à idade de três ou seis meses, seguido de testes cognitivos. A peroxidação lipídica foi medida no córtex cerebral, cerebelo e no hipocampo, e os níveis de colesterol sérico foram avaliados.   Animais deficientes em ambos os grupos etários apresentaram prejuízos na função cognitiva, em comparação com o grupo que recebeu uma dieta padrão. Também apresentaram níveis séricos de colesterol mais elevados, em comparação com os seus controles pareados por idade. Enquanto a peroxidação lipídica do cérebro foi semelhante entre os animais de três meses de idade deficientes e não deficientes, os com deficiência de vitamina E aos seis meses de idade apresentaram maior peroxidação no córtex e cerebelo, em comparação com os não deficientes da mesma idade, indicando um efeito significativo na associação com a deficiência de longo prazo.   Os autores observaram que apenas algumas semanas de deficiência de vitamina E - neste caso, oito semanas -, tem o potencial para causar disfunção cognitiva.   "Estes resultados indicam que a deficiência de vitamina E crônica pode lentamente acelerar a oxidação do cérebro", concluem. "Deste modo, pode ser preciso monitorar a concentração de vitamina E a fim de evitar o risco de disfunção cognitiva, mesmo sob condições normais."  
Fonte: http://www.lifeextension.com/newsletter/2016/1/Increased-brain-oxidation-cognitive-dysfunction-associated-with-vitamin-E-deficiency/page-01?utm_source=eNewsletter&utm_medium=email&utm_content=Button&utm_campaign=EZXX00E
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O poder antioxidante da astaxantina

A astaxantina, um pigmento encontrado no salmão, camarão e outros alimentos, é um dos mais potentes antioxidantes entre os carotenoides. A investigação científica sobre suas propriedades associadas com a saúde é bastante recente, expondo uma série de benefícios impressionantes. Até agora, este poderoso carotenoide tem sido associado a efeitos protetores contra fatores de risco da doença cardiovascular, problemas oculares e uma série de outras condições.
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A vitamina D e o óleo de peixe são alguns dos suplementos que podem aumentar os efeitos de medicamentos antidepressivos

Publicado esta semana no American Journal of Psychiatry, uma revisão de evidências que fizemos descobriu que suplementos de ômega-3 (óleo de peixes), metilfolato, vitamina D e o composto aminoácido S-adenosil-metionina (conhecido como SAMe) aumentaram os efeitos da medicação antidepressiva para aqueles com depressão clínica. Foram revistos 40 estudos clínicos que exploraram os efeitos do uso de suplementos nutricionais juntamente com antidepressivos como terapia para a depressão clínica.
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A suplementação de zinco é associada a melhor processamento de glicose em pré-diabéticos

Um estudo, publicado na edição de Diabetes Research and Clinical Practice (maio, 2016), descobriu que a suplementação de zinco melhorou a capacidade de homens e mulheres pré-diabéticos para processar a glicose. "Uma série de pequenos estudos indicam que a suplementação de zinco melhora o processamento de glicose", nota autores M. R. Islam, Universidade de Newcastle, Austrália e do Instituto de Pesquisa Médica Hunter, e seus colegas. "Neste estudo piloto, duplo cego, controlado por placebo e randomizado, nos propusemos a investigar se a suplementação de zinco entre adultos pré-diabéticos melhora a glicemia de jejum, o índice HOMA (um índice de resistência à insulina) e, finalmente, previne o desenvolvimento do diabetes tipo 2."
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Eficácia de probiótico para o tratamento de inflamação da gengiva

Atualmente, na Europa, China e Estados Unidos, a periodontite (inflamação dos tecidos que cercam o dente) afeta mais da metade da população adulta. Em populações entre 60 e 74 anos, a prevalência da condição é ainda mais alta, de 70 a 90%. Os antibióticos comumente utilizados no tratamento periodontal são a penicilina, tetraciclina, macrolide e metronizadol, mas a microbiota que reside na cavidade oral pode agir como um reservatório de microrganismos resistentes a antibióticos, alguns causadores de doenças.
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Estudo: A vitamina C e o manganês na proteção contra a catarata nuclear

A catarata acontece em consequência da alteração ou envelhecimento do cristalino, uma das principais lentes do olho (situada atrás da íris) onde a imagem é focalizada. Com o avançar da idade – geralmente a partir de 50 anos -, essa lente se empalidece dificultando a entrada da luz até a retina e, com a progressão da condição pode resultar em cegueira. Mas, a catarata também pode ocorrer devido a outros fatores, como inflamação intraocular, exposição à radiação, deficiência hereditária, diabetes, um trauma ocular ou uso de medicamentos corticoides. Dependendo da área do cristalino atingida, a condição pode ser classificada em: cortical, nuclear e sub-capsular posterior.
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Associação entre folato e vitamina B12 séricos com resultados de reprodução assistida

A infertilidade, definida como a incapacidade de conceber após 12 meses de relações sexuais desprotegidas, é uma doença reprodutiva comum que afeta, aproximadamente, 15% dos casais que tentam engravidar. Tecnologias de reprodução assistida (TRA), que incluem a fertilização in vitro (FIV) e injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI), tornaram-se as principais modalidades de tratamento para casais que enfrentam a infertilidade. Na Europa, existe uma associação benéfica entre a suplementação, na fase pré-concepcional, de folato e vitamina B12 a muitos resultados benéficos em gravidez precoce entre casais submetidos a TRA, mas resultados mistos foram encontrados em relação à gravidez clínica e taxas de nascimentos.
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Redução do risco de degeneração macular

A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é a principal causa de perda de visão entre adultos mais velhos. Desde que as pessoas deste grupo são uma percentagem cada vez maior da população em geral, um maior número de casos vem sendo diagnosticado.   Os ácidos graxos essenciais – os quais os seres humanos necessitam para as funções metabólicas saudáveis -, incluem o ácido alfa-linolênico (ácido graxo ômega-3 de cadeia curta), ácido docosahexaenoico (DHA) e ácido eicosapentaenoico (EPA) - ambos ácidos graxos ômega-3 de cadeia longa. O ácido alfa-linolênico é o precursor dietético de DHA e EPA e pode ser convertido em cadeia longa. Importante e relacionado com a estrutura e a função fisiológica do olho, o DHA está presente em concentrações elevadas nos segmentos exteriores da retina, e sua deficiência foi associada com o risco da DMRI.  Além disso, os ácidos graxos ômega-3 de cadeia longa também podem proteger contra danos na retina relacionados à oxigenação desequilibrada, a processos inflamatórios, ou danos relacionados à idade que foram relatados como processos patogênicos-chave no desenvolvimento da DMRI.1   Para investigar o assunto mais conclusivamente, um estudo recente examinou os níveis sanguíneos de 963 moradores (idade ≥ 73) de Bordeaux, França.2 Antes do estudo, cada um dos participantes teve seu nível sanguíneo de ômega-3 verificado. Em seguida, durante, 31 meses, em média, seus olhos foram checados quanto a sinais de DMRI.   Depois de ajustes feitos, entre eles, idade, gênero, fumantes, educação, atividade física, HDL plasmático, triglicerídeos plasmáticos, polimorfismos e tempo de follow up, foi concluído que altos níveis sanguíneos de ômega-3 foi relacionado com chance reduzida de desenvolver sinais de DMRI [OR = 0,62 para aumento de 1 SD (IC 95%: 0,44-,88); P = 0,008]. Quanto maior o nível, menores as chances. Aqueles com níveis mais elevados eram 38% menos propensos a mostrar quaisquer sinais da degeneração. Os autores apontam que esses resultados correspondem quase exatamente aos muitos estudos populacionais anteriores que mostram a mesma conclusão, proporcionando, portanto, um apoio adicional para o potencial papel do ômega-3 na prevenção da DMRI.  
Fonte:
  1. Kotsirilos, V; Vitetta, L, et al. A Guide to Evidence-based Integrative and Complementary Medicine. Elsevier Australia, 2011.
  2. Merle BM; Delyfer MN, et al. High concentrations of plasma n3 fatty acids are associated with decreased risk for late age-related macular degeneration. J Nutr. 2013 Apr;143(4):505-11. doi: 10.3945/jn.112.171033. Epub 2013 Feb 13.
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Estratégia nutricional para reduzir o risco do autismo

O ácido fólico tem sido há muito apontado como um complemento importante para as mulheres em idade fértil por sua capacidade de prevenir defeitos no cérebro e medula espinhal em desenvolvimento do bebê. Na verdade, o ácido fólico é considerado tão importante que é adicionado como um suplemento em pães, massas, arroz e cereais para ajudar a garantir a exposição de mulheres a quantidades suficientes deste nutriente, mesmo antes de saber que está grávida.
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Novos benefícios do pigmento natural astaxantina

Com o recente aumento na popularidade de suplementos derivados de fontes naturais para manter um corpo saudável, tem havido grande dose de atenção para o desenvolvimento dos chamados "alimentos do cérebro", que podem melhorar a função cerebral. De particular importância é a astaxantina (ASX), pigmento vermelho natural abundante no salmão e em crustáceos, como o camarão, krill e caranguejo. ASX tem um efeito antioxidante poderoso, e promete ser um suplemento natural da próxima geração, pois é capaz de penetrar a barreira sangue-cérebro, de entrar no cérebro, onde atua diretamente sobre as células nervosas. ASX também é conhecida por ter um efeito neuroprotetor no modelo animal de doença neurológica. No entanto, existem muitas questões não respondidas quanto aos efeitos sobre a função de ASX no hipocampo, especialmente se pode ou não aumentar a neuroplasticidade do hipocampo.
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Níveis superiores de licopeno sérico associados ao menor risco de mortalidade

A revista Nutrition Research publicou um artigo on-line em 09 de janeiro de 2016, que revelou um risco significativamente menor de morte ao longo de follow-up entre pacientes com síndrome metabólica que possuíam altos níveis de licopeno. O licopeno é um carotenoide responsável pela cor vermelha em alimentos como o tomate e a melancia. Em pesquisas recentes, o composto tem sido associado a certo número de benefícios para a saúde.
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Níveis mais altos de ômega-3 associados com menor risco de câncer pancreático

O câncer de pâncreas é uma das formas mais letais de câncer e pouco se sabe sobre como preveni-lo ou tratá-lo de forma eficaz. Um novo estudo descobriu que os homens japoneses que consumiram níveis mais elevados de ácidos graxos ômega-3 provenientes de frutos do mar apresentaram níveis significativamente mais baixos de câncer de pâncreas. Este estudo acompanhou 82.024 homens e mulheres com idade entre 45 e 74 anos sem histórico de câncer por até 15 anos.
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Revisão de estudos sobre a suplementação de cálcio

Comumente, mulheres e homens mais velhos são recomendados a suplementar com cálcio para a saúde óssea e prevenção de fraturas. Na cultura ocidental, a média ingerida através de dieta é de 700 a 900mg/dia, e em países da África e Ásia esta média se mostra menor, significando que muitos acabam suplementando com cálcio para atingir o nível recomendado de, pelo menos, 1.000 a 1.200mg/dia. Mas existe uma controvérsia sobre esta suplementação desde que estudos clínicos já reportaram efeitos colaterais, como eventos cardiovasculares, pedras nos rins e sintomas gastrointestinais severos.
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Comparação dos efeitos funcionais e mecanismo do magnésio e estatina farmacêutica

O colesterol plasmático elevado tem sido reconhecido, desde meados do século 20, como um importante fator de risco da doença cardíaca. Nas últimas décadas, um conhecimento mais aprofundado sobre o colesterol tem mostrado que o fator de risco cardiovascular está associado com um nível elevado da lipoproteína de baixa densidade (colesterol LDL), bem como um nível baixo da lipoproteína de alta densidade (colesterol HDL), entre outros aspectos da dislipidemia, como triglicerídeos elevados.
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Prescrição generalizada de medicamentos antipsicóticos induz a graves problemas de saúde

Os medicamentos antipsicóticos são prescritos para um número cada vez maior de adolescentes e adultos jovens, e muitos deles estão sendo prescritos para fins sem os propósitos oficiais. Estes fortes medicamentos estão sendo prescritos para jovens com déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), uma condição que seu uso não tem aprovação para o tratamento.
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A ciência confirma, o açafrão é efetivo como 14 medicamentos

O açafrão é uma das plantas mais exaustivamente pesquisadas ​​até hoje. Suas propriedades medicinais e componentes (principalmente curcumina) têm sido objeto de mais de 5.600 estudos biomédicos revisados por pares e publicados. Na verdade, o nosso projeto de pesquisa ao longo de cinco anos sobre essa planta sagrada revelou mais de 600 aplicações potenciais preventivas e terapêuticas, bem como 175 efeitos fisiológicos benéficos distintos.
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Estudo em camundongos sugere que o óleo de coco pode controlar o crescimento excessivo de um fungo patogênico no trato gastrointestinal

Um novo estudo interdisciplinar conduzido por pesquisadores da Universidade de Tufts descobriu que o óleo de coco efetivamente controlou a proliferação do fungo patogênico Candida albicans (C. albicans) em camundongos. Nos seres humanos, os níveis elevados de C. albicans no trato gastrointestinal (GI) pode conduzir a infecções na corrente sanguínea, incluindo a candidíase invasiva. A pesquisa, publicada em mSphere, sugere que pode ser possível utilizar abordagens alimentares como uma alternativa aos medicamentos antifúngicos, a fim de diminuir o risco de infecções.
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Suplementação de N-acetilcisteína associada com baixos níveis de homocisteína plasmática

Um artigo que apareceu on-line em outubro de 2015 no American Journal of Clinical Nutrition revela uma redução da homocisteína total plasmática em homens que foram suplementados com N-acetilcisteína (NAC), um derivado antioxidante do aminoácido L-cisteína. A homocisteína tem sido associada a um maior risco de doença cardiovascular, demência e outras condições adversas.
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Efeitos da coenzima Q10 na Doença de Parkinson quando a Levodopa deixa de apresentar resultados

A Levodopa ou L-Dopa é um fármaco usado no tratamento das síndromes parkinsonianas. Ocorre que, alguns pacientes, depois de algum tempo sob sua prescrição, deixam de receber seus efeitos benéficos – o medicamento apresenta ‘desgaste’. Estudo publicado on-line em maio de 2015 mostra, pela primeira vez, que a coenzima Q10 (CoQ10 ou ubiquinol-10) apresentou melhoras sobre a Doença de Parkinson (DP) no momento em que o medicamento Levodopa deixou de apresentar resultados.
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Relação entre baixos níveis de magnésio e calcificação da artéria coronária

É sabido através de estudo anterior (Northwestern University School of Medicine, Chicago, com participação de 3.000 homens) que a quantidade de magnésio ingerida é inversamente relacionada aos níveis de cálcio na artéria coronária (CAC) – indicador de risco de aterosclerose.  Estudo recente, publicado em Nutrition, Metabolism & Cardiovascular Diseases, investigou a relação entre o baixo nível sérico de magnésio e CAC usando dados de exames de saúde.
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Perder peso com suplementos: Óleo de peixe pode produzir micróbios que “protegem” contra o ganho de peso e a inflamação

O óleo de peixe tem sido demonstrado como benéfico para o corpo humano, apresentando características como a melhora das habilidades cognitivas e até mesmo sendo eficiente no bombeamento do coração, mas a capacidade deste óleo na alteração das bactérias do intestino de um indivíduo pode fazer uma boa diferença no tratamento de perda de peso. Pesquisadores da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, compararam o efeito do óleo de peixe no intestino com a banha de porco,  um outro tipo de gordura de uma dieta. Seus resultados, publicados na revista Cell Metabolism, revelam os impactos, positivos ou negativos, que o óleo de peixe e a banha de porco têm, respectivamente, sobre as bactérias do intestino.
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Ácido alfa-lipoico estimula a telomerase em músculo liso vascular

Em células humanas, os telômeros encurtados - as tampas protetoras nas extremidades dos cromossomos, são um sinal de envelhecimento e, também, contribuem para tal. Cientistas da Escola de Medicina da Universidade Emory descobriram que o suplemento dietético ácido alfa lipoico (ALA) pode estimular a telomerase, a enzima que alonga os telômeros, com efeitos positivos em um modelo de camundongo de aterosclerose.
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Perder peso com suplementos: Óleo de peixe pode produzir micróbios que “protegem” contra o ganho de peso e inflamação

O óleo de peixe tem sido demonstrado como benéfico para o corpo humano, apresentando características como a melhora das habilidades cognitivas e até mesmo eficiente no bombeamento do coração -, mas a capacidade deste óleo na alteração das bactérias do intestino de um indivíduo pode fazer uma boa diferença no tratamento de perda de peso. Pesquisadores da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, compararam o efeito do óleo de peixe no intestino com a banha de porco. Seus resultados, publicados na revista Cell Metabolism, revelam os impactos, positivos ou negativos, que o óleo de peixe e a banha de porco têm, respectivamente, sobre as bactérias do intestino.
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Você é quando você come

Um novo estudo pode ajudar a explicar por que a tolerância à glicose - a capacidade para regular os níveis de açúcar no sangue - é menor no jantar do que no café da manhã para as pessoas saudáveis, e por que os trabalhadores por turnos* estão em maior risco de apresentar diabetes.
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A vitamina C como substituição ao exercício?

Adultos com sobrepeso e obesidade são aconselhados a se exercitarem para melhorar a saúde, mas mais de 50 por cento não o fazem. Nova pesquisa a ser apresentada na 14ª International Conference on Endothelin: Physiology, Pathophysiology and Therapeutics (em português, Conferência Internacional sobre a Endotelina: Fisiologia, Fisiopatologia e Terapêutica) sugere que tomar suplementos de vitamina C diariamente pode ter benefícios cardiovasculares similares ao do exercício regular.
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Coenzima Q10 e a saúde bucal

A coenzima Q10 (CoQ10 ou ubiquinona) é uma substância similar a uma vitamina e funciona como um antioxidante que é produzido pelo corpo humano, sendo essencial para o funcionamento celular básico alimentando órgãos de alta energia, como o coração, olhos e cérebro. Com a idade, os níveis desse antioxidante diminuem e podem se apresentar deficitários em pessoas com câncer, certas doenças genéticas, diabetes, doenças cardíacas, HIV/AIDS, distrofias musculares e doença de Parkinson. Alguns medicamentos também podem reduzir seus níveis.
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Os antioxidantes na proteção da função imunológica

Um artigo publicado online em 6 de Agosto, 2015, em Cell Reports descreve o papel dos antioxidantes em retardar o envelhecimento do timo, uma glândula responsável pela produção de células imunes conhecidas como linfócitos T. O timo alcança seu tamanho máximo na adolescência e, posteriormente, começa a atrofiar. A diminuição da produção de células T é compensada pela sua existente duplicação, no entanto, esta acaba por resultar em dominantes células T de memória e uma redução na capacidade do sistema imune para responder aos novos agentes patogênicos. "O timo começa a se atrofiar rapidamente no início da idade adulta, perdendo, simultaneamente, a sua função", explicou o pesquisador Howard T. Petrie, que está atualmente afiliado com a University of Texas Health Science Center, em San Antonio. "Este novo estudo mostra, pela primeira vez, um mecanismo já suspeito anteriormente da conexão entre a função imunológica normal e os antioxidantes."
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O alecrim e o cérebro

Na medicina popular, o alecrim tem sido associado há séculos com a boa memória. Mas, vale a pena investigar se ele realmente tem essa função, afirma o Dr. Chris Van Tulleken*. Em termos científicos, existem diferentes tipos de memória. Há a memória relacionada ao passado - suas experiências e o que você aprendeu na escola. A memória presente, que é a sua memória de trabalho minuto-a-minuto. E há a memória futura ou o "lembrar-se de lembrar", que para muitos de nós é a mais complicada. Quando ela falha acontecem coisas ruins - esquecemos de tomar o medicamento para o coração ou, pior ainda, comprar o presente de aniversário do cônjuge.
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O extrato de folha de oliveira na melhora das funções vasculares

As folhas da planta oliveira (Olea europaea) são ricas em polifenois, dos quais oleuropeína e hidroxitirosol são os mais característicos. Conhecidos por seus efeitos redutores da pressão arterial, possuem propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes oferecendo melhora no tratamento à aterosclerose, diabetes, câncer, doenças neurodegenerativas, e mesmo artrite. Agora um importante estudo clínico, randomizado, duplo-cego, controlado e cruzado, publicado no British Journal of Nutrition, responde à questão do uso de extrato da folha de oliveira nas funções e inflamações vasculares no cenário pós-prandial (que segue à refeição).
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Suplementação de CoQ10 para a doença hepática gordurosa

Em 09 de julho de 2015, o Journal of American College of Nutrition relatou resultados positivos para a coenzima Q10 (CoQ10), em um estudo randomizado, duplo-cego de homens e mulheres com doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA), uma doença caracterizada por elevados níveis de enzimas do fígado, aumento do fígado e acúmulo de gordura no fígado, acompanhado por um aumento da inflamação.
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A vitamina C pode reduzir os danos causados pela privação do sono na memória espacial

Um novo estudo publicado em abril de 2015 relata que modelos experimentais sugerem que a suplementação de vitamina C pode prevenir o comprometimento da memória espacial induzida pela privação crônica de sono. Os Centros para Controle e Prevenção de Doenças (abreviação em inglês, CDC) dos EUA indicam que um número estimado de 50 milhões de adultos norte-americanos têm distúrbios do sono ou de vigília. A insuficiência de sono está ligada a acidentes de veículos motorizados, catástrofes industriais e erros durante a jornada de trabalho, bem como aumento do risco de doenças crônicas, incluindo câncer, hipertensão, diabetes e depressão.
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O ácido graxo ômega-3 no tratamento do autismo

Um estudo publicado on-line em março de 2015 relata que a suplementação com ácidos graxos ômega-3 beneficia sintomas em indivíduos com transtorno do espectro do autismo (ASD). Os Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA relatam que a prevalência do autismo naquele país aumentou 119,4% desde 2000 (1 em 150 nascimentos) para 2010 (1 em 68 nascimentos). O autismo é a deficiência relativa ao desenvolvimento de mais rápido crescimento, um aumento de 6% a 15% a cada ano, de 2002 a 2010.
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Um estudo piloto avaliador do efeito da administração prolongada de elevadas doses diárias de vitamina D sobre o tratamento clínico de vitiligo e psoríase

A autoimunidade tem sido associada com a deficiência de vitamina D e resistência, com polimorfismos de genes relacionados com o metabolismo da vitamina D descritos frequentemente em pacientes afetados. Doses elevadas de vitamina D3 podem concebivelmente compensar a resistência hereditária para os seus efeitos biológicos. Este estudo teve como objetivo avaliar a eficácia e segurança do uso prolongado de altas doses de vitamina D3 no tratamento de pacientes com psoríase e vitiligo. Nove pacientes com psoríase e 16 pacientes com vitiligo receberam 35.000 UI de vitamina D3 uma vez por dia durante seis meses, em associação com uma dieta com pouco cálcio (evitando produtos lácteos e alimentos enriquecidos com cálcio, como aveia, arroz ou “leite” de soja) e tendo a hidratação de no mínimo 2,5 L diariamente. Todos os pacientes com psoríase foram marcados de acordo com a "Área de Psoríase e Índice de Gravidade" (PASI) no início do estudo e após o tratamento. Para a avaliação da resposta clínica de pacientes com vitiligo foi necessário uma escala quartil de classificação. Todos os pacientes apresentaram baixo nível de vitamina D (níveis séricos de 25 (OH) D3 ≤ 30 ng/mL) no início do estudo. Após o tratamento, os níveis de 25 (OH) D3 aumentaram significativamente (de 14,9 ± 7,4-106,3 ± 31,9 ng/ml e de 18,4 ± 8,9-132,5 ± 37,0 ng/ml) e os níveis de PTH diminuíram significativamente (de 57,8 ± 16,7-28,9 ± 8,2 pg/ml e de 55,3 ± 25,0-25,4 ± 10,7 pg/mL) em pacientes com psoríase e vitiligo, respectivamente. As concentrações séricas de PTH e 25(OH) D3 se correlacionaram inversamente. A pontuação PASI melhorou significativamente em todos os nove pacientes com psoríase. Quatorze dos 16 pacientes com vitiligo tiveram 25-75% de repigmentação. Não ocorreu alteração no soro de ureia, creatinina e cálcio (total e ionizado), e a excreção urinária de cálcio aumentou dentro da gama normal. A terapia com altas doses de vitamina D3 pode ser eficaz e segura para pacientes com vitiligo e psoríase.  
RESUMO Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3897595/ Danilo C Finamor, Rita Sinigaglia-Coimbra, Luiz CM Neves, Marcia Gutierrez, Jeferson J. Silva, um Lucas D. Torres, Fernanda Surano, Domingos J. Neto, Neil F. Novo, Yara Juliano, Antonio C. Lopes, e Cícero Galli Coimbra  
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Meta-análise de estudos controlados randomizados entre os ácidos graxos do óleo de peixe e a pressão sanguínea

Sem o uso de medicamentos uma pressão arterial é considerada normal por volta de 110/70mmHg - e esse nível é associado saudável. A pressão arterial elevada é um dos problemas mais comuns por não haver nenhuma maneira de prevê-la. A primeira vez que uma pessoa descobre estar com a pressão alta ocorre como uma surpresa. Nem sempre existe um histórico familiar e, muitas vezes, não há nenhuma razão óbvia, como ganho de peso, apneia do sono, ou stress, para explicá-la. De onde vem e por quê? A resposta em 90% dos casos não é conhecida. Ela pode ocorrer a qualquer pessoa e a qualquer momento. Então, o melhor plano é a prevenção. Além de dieta, exercícios e controle do estresse por vários caminhos, uma meta-análise de estudos randomizados controlados e publicados nos últimos dois anos sobre a relação da pressão arterial e os ácidos graxos EPA e DHA, constituintes do óleo de peixe, aponta para um importante suplemento que pode ajudar. Os autores desta investigação revisional observaram que os critérios de inclusão dos estudos mais antigos eram estreitos e possuíam um escopo limitado de subgrupos de análise. Então, como método, eles investigaram 70 diferentes estudos randomizados controlados com placebo mais recentes, e compararam os efeitos do suplemento de óleo de peixe versus placebo em pessoas com pressão arterial elevada. Como resultado, nos pacientes que já usavam medicamento para baixar a pressão arterial, o suplemento funcionou limitadamente. A redução sistólica máxima foi de 2,25 pontos e a diminuição diastólica máxima foi de 1,54 pontos. Ocorreu uma bem vinda diminuição, mas muito pequena. Mas nas pessoas recém-diagnosticadas com pressão arterial elevada, e, portanto, ainda não utilizando medicamentos para tal, o suplemento de óleo de peixe reduziu a pressão sanguínea sistólica em até 6,12 pontos e a pressão diastólica em até 4,35 pontos. Estes resultados sugerem então o uso do óleo de peixe como prevenção combinado com mudanças na dieta, redução de peso, horários de sono saudáveis, exercícios regulares e controle do estresse. Referência: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24610882
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As estatinas inibem a vitamina K2 e estimulam o endurecimento das artérias: novo estudo de revisão

Um novo estudo publicado na edição de março da Expert Review Clinical Pharmacology afirma que as estatinas podem agir como "toxinas mitocondriais", com efeitos negativos sobre o coração e vasos sanguíneos, não só através da depleção da coenzima Q10 (CoQ10), mas também por inibir "a síntese da vitamina K2, cofator para a ativação da proteína Gla da matriz, que por sua vez protege as artérias a partir da calcificação".
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O ácido graxo ômega-3 e a vitamina D podem controlar a serotonina no cérebro, afetando o comportamento e distúrbios psiquiátricos

Embora o essencial ácido graxo marinho ômega-3 e a vitamina D têm sido apontados como otimizadores da função cognitiva e comportamento no contexto de determinadas perturbações cerebrais, o mecanismo subjacente tem sido pouco claro. Em um novo estudo publicado no FASEB Journal, a serotonina é explicada como o possível elo perdido que explica a razão.
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Níveis de vitamina C mais elevados associados a menor risco de acidente vascular cerebral hemorrágico

Uma apresentação na 66ª reunião anual da Academia Americana de Neurologia, realizada na Filadélfia em 2014, revelou um efeito protetor dos níveis plasmáticos elevados de vitamina C contra o risco de acidente vascular cerebral hemorrágico, caracterizado por um sangramento no cérebro e, embora menos comum do que o AVC isquêmico, está associado a um maior risco de mortalidade.
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O sal aumenta o desempenho físico em competições de resistência

Uma prova de meio-Ironman é uma competição de triathlon de média distância que consiste em 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21,1 km de atletismo. Pesquisadores espanhóis analisaram a eficácia do sal sobre o desempenho esportivo em triatletas resultando numa diferença de 26 minutos a menos entre os atletas que acrescentaram este suplemento em suas rotinas habituais de hidratação e aqueles que só usaram bebidas esportivas para completar a prova.
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A oxitocina pode melhorar a função social em transtornos psiquiátricos

O sistema da oxitocina é conhecido por criar um laço entre uma mãe e seu bebê recém-nascido e como um candidato para o tratamento dos déficits sociais no autismo. No entanto, conseguir fazer chegar a oxitocina sintética no cérebro é um desafio devido à barreira hematoencefálica.Neste novo estudo, os pesquisadores Meera Modi, PhD, e Larry Young, PhD, demonstraram pela primeira vez o potencial de medicamentos de liberação de oxitocina para ativar o cérebro social, de criar laços e, acreditam eles, possivelmente para tratar déficits sociais em transtornos psiquiátricos.
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Um Suplemento vitamínico previne com sucesso a perda auditiva induzida por ruído

Pesquisadores da Weill Cornell Medical College e Gladstone Institutes encontraram uma maneira de evitar a perda auditiva induzida por ruído em camundongo usando um composto químico simples, precursor da vitamina B3. Esta descoberta tem implicações importantes não só para a prevenção da perda auditiva, mas também potencialmente para o tratamento de algumas doenças relacionadas ao envelhecimento que estão ligados à mesma proteína.
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Recomendação aos Pacientes Submetidos à Cirurgia Bariátrica: Tome Seus Suplementos

Os pacientes obesos submetidos à cirurgia bariátrica para perder peso devem tomar os suplementos prescritos para protegerem seus olhos. O pouco consumo de vitamina A, em particular, pode, em alguns casos realmente causar a cegueira noturna, olhos secos, úlceras de córnea e, em casos extremos, a cegueira total. Este conselho vem de Rui Azevedo Guerreiro e Rui Ribeiro do Centro Hospitalar de Lisboa Central, em Portugal, que revisaram o pouco que a pesquisa atualmente oferece sobre a ocorrência de doenças oculares após a cirurgia bariátrica. A avaliação foi publicada no jornal Obesity Surgery da Springer.  
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Estudo sobre a Vitamina D e seu papel no prognóstico do câncer

Uma nova meta-análise divulgada pelo periódico British Medical Journal (BMJ), envolvendo os Estados Unidos e vários países da Europa, investigou a associação da Vitamina D e a mortalidade com atenção à variantes como idade, sexo e estação do ano em diferentes países e contando com a participação de 26.018 adultos de 50 a 79 anos de idade.
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Nutrientes Para O Cérebro De Crianças

Crianças em idade escolar precisam ter um "cérebro bem nutrido" para lidar com as demandas de trabalho da escola, o que requer memória, concentração, atenção e função cognitiva. Uma criança que não cumpre essas expectativas acaba ficando submetida a um desempenho escolar inferior. O que pode significar a diferença na obtenção de um desempenho escolar melhor é o tipo de nutrientes que elas tomam diariamente.
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Você suplementa todas as formas de Vitamina E que sua memória precisa?

Idosos com níveis maiores de vitamina E no sangue são menos propensos a sofrer de problemas de memória comparados àqueles com níveis mais baixos, de acordo com um estudo publicado recentemente. Os pesquisadores concluíram que as diferentes formas de vitamina E parecem desempenhar um papel importante nos processos de formação da memória.
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Curcumina pode melhorar resposta de tratamento quimioterápico

Em janeiro de 2014, a revista científica PLoS ONE relatou a descoberta de um benefício "quimiossensibilizante" da curcumina, um composto presente no açafrão, em células de câncer de cólon que ficaram resistentes a um medicamento utilizado na quimioterapia, o 5 – FU. Essa resistência é comum em até 15% dos pacientes com câncer colorretal, sendo que a taxa de recorrência da doença é de 50 a 60%, devido, em parte, à sobrevivência de algumas células cancerosas.
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Estudo prospectivo confirma benefício do ômega 3 em homens com câncer de próstata

A revista científica Cancer Prevention publicou em 29 de outubro de 2013 os resultados de um estudo envolvendo 48 homens com câncer de próstata e que confirmou os efeitos positivos de uma dieta contendo baixos teores de gordura de pouca qualidade combinada com a suplementação de óleo de peixe para reduzir a recorrência do câncer. Essa estratégia resultou na redução da proliferação de células malignas na próstata.
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Estudo aponta benefícios do licopeno e luteína para tratamento de aterosclerose

Um estudo publicado no British Journal of Nutrition, em setembro de 2013, apontou benefícios da suplementação de carotenoides, especificamente licopeno e luteína, e uma evidente redução da espessura da camada íntima-média das carótidas (EIMC), um parâmetro para identificar o tamanho da placa aterosclerótica e predizer eventos cardiosvasculares, como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral. "Ainda que a aterosclerose faça parte do envelhecimento humano, seu progresso e agressividade podem ser controlados por meio de determinadas estratégias", dizem os autores do estudo.
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Estudo mostra ação de suplementos alimentares no reparo do DNA

Um indivíduo estressado que trabalha demais sob pressão e não se alimenta direito, provavelmente utilizará mais antioxidantes para combater os radicais livres gerados dentro do seu corpo do que um indivíduo tranquilo. Essa condição pode causar um grande estresse oxidativo e danos aos tecidos, membranas celulares e, principalmente, ao DNA – nosso precioso código genético que determina as funções de todas as células do corpo.

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Magnésio para garantir a saúde do coração!

O coração possui um complexo sistema elétrico responsável por suas contrações e os sinais elétricos são gerados pelos minerais, principalmente o magnésio. Sem ele e seus outros "parceiros" (cálcio, fósforo...), aumenta o risco de os batimentos ficarem irregulares e se tornarem crônicos. A importância do magnésio se dá também através da inibição da agregação de plaquetas e melhora da síntese de óxido nítrico, o que ajuda a relaxar os vasos sanguíneos.Seu consumo adequado também é associado a menores chances de desenvolver diabetes (um dos fatores que podem predispor à doença cardiovascular), pois aumenta a sensibilidade à insulina e reduz as taxas de glicose no sangue.
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Estudo recente mostra a relação da vitamina K no controle do Diabetes

Resultados de diversos estudos sobre diabetes foram publicados recentemente. De acordo com a reportagem feita em Pamplona, Espanha, pelo jornal NewsRx, uma nova pesquisa afirma que a vitamina K tem sido relacionada ao metabolismo da glicose, sensibilidade à insulina e diabetes. Em todas essas condições metabólicas, compreendeu-se que o papel da vitamina K no metabolismo da glicose ocorre por meio da modulação de citocinas e moléculas relacionadas.
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Ingestão de polivitamínico diariamente ajuda a afastar câncer em homens

A ingestão de um polivitamínico diário pode reduzir as chances de desenvolver câncer em homens de 50 anos ou mais, e parece não ter efeitos colaterais graves, segundo estudo realizado em larga escala. O efeito protetor oferecido pelas cápsulas diárias foi considerado “modesto” pelos pesquisadores, uma vez que seu uso durante o estudo foi apenas para evitar deficiências nutricionais.

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N-Acetilcisteína (NAC): coadjuvante para o tratamento do autismo?

Um desequilíbrio nos sistemas excitatório/inibitório com anormalidades nas vias glutamatérgicas tem sido implicado na patofisiologia do autismo. Além disso, a produção alterada de radicais livres também foi recentemente associada a esse transtorno. O autismo é uma alteração cerebral, uma desordem que compromete o desenvolvimento psiconeurológico e afeta a capacidade da pessoa se comunicar, compreender e falar, portanto, afeta seu convívio social.
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Ômega-3 pode prevenir a perda da visão em idosos

Com a idade, a função da retina declina progressivamente e a A2E, um constituinte da toxina lipofuscina, acumula-se na retina de células epiteliais pigmentares, o que pode levar à perda da visão. Estudo publicado em abril de 2012 pela equipe de pesquisadores do Departamento de Oftalmologia da Universidade de Alberta, Canadá, analisou o efeito da suplementação do ácido docosahexaenóico (DHA) proveniente da dieta sobre esses eventos em ratos.
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Recente estudo demonstra que curcumina é mais eficaz em tratamento de artrite reumatoide

Durante séculos, especiarias foram usadas como medicamentos e, atualmente, seu potencial de cura está novamente sendo descoberto e investigado, em especial a curcumina, um ingrediente do conhecido curry. É um produto original da Índia e é comercialmente conhecido como Curcumin C3 Complex®, um extrato com 95% de curcuminoides, diferente dos extratos disponíveis no mercado nacional, que apresentam apenas 0,4%, o que aumenta sua biodisponibilidade. Em estudo publicado recentemente, a curcumina demonstrou ser mais eficaz que medicamentos convencionais no alívio dos sintomas da artrite reumatoide.
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Composto encontrado em uvas e frutas vermelhas pode bloquear a formação de células que armazenam gordura

Pesquisadores da Universidade de Purdue testaram a capacidade de um composto conhecido como piceatannol, o qual é responsável pela prevenção da formação de células adiposas maduras, bloqueando as vias necessárias para o seu crescimento. Piceatannol é um análogo químico do resveratrol, composto encontrado nas uvas e nas frutas vermelhas, responsável pela prevenção de doenças cardiovasculares, neurodegenerativas e câncer.
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D-RIBOSE: Energia Cardíaca e Muscular

D-RIBOSE é uma pentose (monossacarídeo de cinco carbonos), componente vital na estrutura dos principais constituintes celulares, como o RNA e DNA,coenzima-A, flavina adenina dinucleotídeo (FAD), dinucleotídeo adenina nicotinamida (NAD), riboflavina (vitamina B2), além do trifosfato de adenosina (ATP) (Figura 1), principal fonte de energia da célula. A presença de D-RIBOSE é fundamental e sua disponibilidade determinará a taxa de produção desses compostos celulares.
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Ômega 3 aumenta resposta contra o câncer de mama ao tratamento com tamoxifeno, constatam pesquisadores

Com mais de 200 mil diagnósticos ao ano, o câncer de mama é o segundo mais comum entre as mulheres. A exposição ao estrogênio durante um longo período de tempo é um fator que pode aumentar o risco de desenvolvimento da doença e uma das maneiras para combatê-lo é a utilização do tamoxifeno, droga que interfere na atividade desse hormônio.
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Suplementação de Cálcio e vitamina D é associada com diminuição do tecido adiposo abdominal

Vários estudos sugerem que o cálcio e a vitamina D podem desempenhar um papel importante na regulação da gordura abdominal. Um em especial realizado pelo Hospital Geral de Massachusetts em Boston, investigou o efeito do cálcio e da vitamina D quando acrescentados ao suco de laranja, na perda de peso e redução de medidas em adultos com sobrepeso e  obesidade, com idade média de 40 anos.
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