Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em European Journal of Clinical Nutrition demonstrou uma redução na glicose plasmática em associação com a suplementação de magnésio entre aqueles em risco ou diagnosticados com diabetes.

 

“Estudos observacionais demonstraram que a baixa ingestão de magnésio e o déficit de magnésio sérico estão associados a um maior risco de várias doenças cardiovasculares e metabólicas, incluindo doença arterial coronariana, hipertensão e síndrome metabólica”, observam N. Veronese e colegas.

 

Os pesquisadores selecionaram 12 ensaios randomizados e controlados envolvendo 670 diabéticos, seguidos por uma mediana de 12 semanas, e 6 ensaios com 453 homens e mulheres em alto risco de diabetes, seguidos por uma mediana de 14 semanas. Com uma exceção, os ensaios de diabéticos envolveram indivíduos com a doença de tipo 2. As formas de magnésio fornecidas nos ensaios incluíram óxido de magnésio, picolinato de magnésio, aspartato de magnésio HCL, citrato de magnésio, lactato de magnésio, lactato-citrato de magnésio, hidróxido de magnésio, cloreto de magnésio e sulfato de magnésio.

 

Entre os estudos que envolveram diabéticos, observou-se associação entre redução da glicemia plasmática em jejum e tratamento com magnésio, em comparação com placebo. Em estudos que envolveram aqueles com alto risco da doença, a suplementação de magnésio foi associada com níveis significativamente melhores de glicose plasmática, em comparação com um placebo (após um teste oral de duas horas de tolerância à glicose), e uma tendência para redução da resistência à insulina.

 

“Dadas as nossas conclusões, a suplementação de magnésio está atraindo o interesse no tratamento de diabetes e prevenção naquelas pessoas de maior risco à doença”, observam os autores.

 

“A suplementação de magnésio parece ter um papel benéfico, melhorando os parâmetros de glicose em pessoas com diabetes e também melhorando os parâmetros de sensibilidade à insulina em pessoas com alto risco de diabetes”, concluem.

Traduzido por Essentia Pharma

 

Fonte:https://www.nichd.nih.gov/news/releases/Pages/061316-child-obesity.aspx

 

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