Mais evidências que o resveratrol pode ajudar a combater a doença de Alzheimer

O resveratrol, um composto encontrado no vinho tinto, chocolate preto e amoras, parece aumentar a defesa do cérebro contra a doença de Alzheimer, de acordo com novas informações recolhidas a partir de um estudo de 2015 e publicado na revista Neurology. Pesquisadores da Universidade de Georgetown apresentaram os resultados na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer de 2016.
Leia mais

Pesquisadores da NEOMED identificam ligação entre cérebro e ossos na doença de Alzheimer

Pesquisadores da NEOMED (Northeast Ohio Medical University) acabam de identificar uma importante conexão entre áreas do tronco encefálico – a área que controla o humor, o sono e o metabolismo – e alterações prejudiciais aos ossos em um modelo pré-clínico da doença de Alzheimer (DA). O estudo foi liderado por Christine Dengler-Crish, Ph.D., professora assistente de ciências farmacêuticas, anatomia e neurobiologia, e será publicado na próxima edição do Journal of Alzheimer's Disease, uma revista internacional multidisciplinar que relata o progresso na compreensão das causas, sintomas e tratamento da doença de Alzheimer.
Leia mais

Probióticos melhoraram a cognição em pacientes com Alzheimer

Pela primeira vez, cientistas mostraram que os probióticos – bactérias e leveduras benéficas tomadas como suplementos – podem melhorar a função cognitiva em seres humanos. Em um novo ensaio clínico, os cientistas mostram que uma dose diária de probiótico composto por bactérias Lactobacillus e Bifidobacterium, tomada durante um período de apenas 12 semanas, é suficiente para fornecer uma moderada, mas significativa melhoria em pacientes idosos com Alzheimer, segundo pontuação do mini exame do estado mental (MEEM), uma medida padrão de comprometimento cognitivo.   Os probióticos são conhecidos por dar proteção parcial contra certas diarreias infecciosas, síndrome do intestino irritável, doença inflamatória do intestino, eczema, alergias, resfriados, cárie dentária e doença periodontal. Mas os cientistas têm há muito tempo a hipótese de que os probióticos também podem impulsionar a cognição, pois há uma comunicação contínua em dois sentidos entre a microflora intestinal, o trato gastrointestinal e o cérebro através do sistema nervoso, do sistema imunológico e dos hormônios (ao longo do chamado "eixo microbiota-intestino-cérebro"). Em camundongos, probióticos realmente têm sido mostrados para melhorar a aprendizagem e memória, reduzir a ansiedade e depressão, bem como sintomas semelhantes ao TOC. Mas, antes do presente estudo, haviam evidências muito limitadas de quaisquer benefícios cognitivos nos seres humanos.   Aqui, os pesquisadores da Universidade Kashan de Ciências Médicas, Kashan, e da Universidade Azad Islâmica, Teerã, ambas no Irã, apresentam resultados de um ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado em um total de 52 mulheres e homens com Alzheimer (entre 60 e 95 anos de idade). Metade dos pacientes recebeu diariamente 200ml de leite enriquecido com quatro bactérias probióticas, Lactobacillus acidophilus, L. casei, L. fermentum e Bifidobacterium bifidum (aproximadamente 400 bilhões de bactérias por espécie), enquanto a outra metade recebeu leite não suplementado.   No início e no final do período experimental de 12 semanas, os cientistas recolheram amostras de sangue para análises bioquímicas e testaram a função cognitiva dos participantes com o MEEM, o qual inclui perguntas como a data atual, contar de trás para frente a partir do número 100 (em intervalos de sete), nomear objetos, repetir uma frase e copiar uma imagem.   Ao longo do estudo, a pontuação média do MEEM aumentou significativamente (de 8,7 para 10,6, de um máximo de 30) no grupo que recebeu probióticos, mas não no grupo controle (de 8,5 para 8,0). Embora o aumento seja moderado e todos os pacientes permaneçam gravemente prejudicados cognitivamente, esses resultados são importantes porque são os primeiros a mostrar que os probióticos podem melhorar a cognição humana. Pesquisas futuras em maior quantidade de pacientes e em períodos mais longos são necessárias para testar se os seus efeitos benéficos se tornam mais fortes após um tratamento mais longo.   "Em um estudo anterior, mostramos que o tratamento com probiótico melhora a aprendizagem espacial prejudicada e memória em ratos diabéticos, mas esta é a primeira vez que a suplementação foi mostrada para beneficiar a cognição em humanos cognitivamente prejudicados", relata o professor e autor sênior do estudo Mahmoud Salami da Universidade de Kashan.   O tratamento com probióticos também resultou em níveis mais baixos de triglicerídeos, lipoproteína de muito baixa densidade (VLDL), proteína C-reativa de alta sensibilidade (hs-CRP) no sangue, e redução de duas medidas comuns (chamadas "Homeostatic Model Assessment", HOMA-IR e HOMA-B) de resistência à insulina e de atividade das células produtoras de insulina no pâncreas.   "Essas descobertas indicam que a mudança nos ajustes metabólicos pode ser um mecanismo pelo qual os probióticos afetam a doença de Alzheimer e, possivelmente, outras doenças neurológicas", diz Salami. "Planejamos analisar esses mecanismos mais detalhadamente em nosso próximo estudo."   Walter Lukiw, professor de neurologia, neurociência e oftalmologia na Universidade Estadual de Louisiana, que analisou o estudo, disse: "Este estudo inicial é interessante e importante porque provê evidência que o microbioma do trato gastrointestinal (GI) desempenha um papel na função neurológica e indica que os probióticos podem, em princípio, melhorar a cognição humana. Esse achado está em linha com alguns dos nossos estudos recentes que indicam que, na doença de Alzheimer, a composição do microbioma do trato GI é significativamente alterada, quando comparada com os controles (de mesma idade), e que tanto a barreira do trato GI como a hematoencefálica tornam-se significativamente mais permeáveis com o envelhecimento, permitindo assim que exsudados microbianos (por exemplo, amiloides, lipopolissacarídeos, endotoxinas e pequenos RNAs não codificantes) acessem os compartimentos do sistema nervoso central."   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: https://www.sciencedaily.com/releases/2016/11/161110162840.htm
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
Leia mais

Acupuntura como possibilidade de regeneração do cérebro na doença de Alzheimer

Investigadores, ao testar os potenciais efeitos positivos de "micro-lesões" através do uso de pequenas agulhas na região do hipocampo de camundongos modelados com a doença de Alzheimer (DA), descobriram que o processo não só estimulou a atividade regenerativa do hipocampo, mas também reduziu placas com beta-amiloides, uma característica da condição.
Leia mais

O que centenas de freiras estão nos ensinando sobre como proteger o cérebro

Doença de Alzheimer. Esta desordem cerebral, estimada afetar 30 por cento de todos aqueles com idade superior a 85, corrói sistematicamente as suas memórias e habilidades de raciocínio - por isso não é nenhuma surpresa que muitos querem evitá-la. E as melhores pistas sobre como prevenir essa doença, e proteger o cérebro de outras relacionadas à demência, estão vindo de um estudo de referência que este ano celebra o seu 30º aniversário.   Os participantes   Estima-se que a demência - os que sofrem de Alzheimer compõem 70 por cento - custa ao sistema de saúde australiano quase US$ 5 bilhões por ano. Então, o que fazer para identificar os fatores de risco? Fácil: Encontra-se um grande número de pessoas, determina-se quais delas têm ou não a doença, em seguida, analisa-se o que os dois grupos fizeram de forma diferente.   Exceto para os resultados mais precisos, todas essas pessoas precisam ter vivido exatamente o mesmo estilo de vida, a mesma dieta, o mesmo número de parceiros sexuais, e aproximadamente a mesma quantidade de sono ... por décadas. Como se vê, não é tão fácil - a menos que você tenha acesso a centenas e centenas de freiras.   E isso é exatamente o que o Dr. David Snowdon, professor de neurologia na Universidade de Kentucky, pontuou quando visitou as School Sisters of Notre Dame, em 1986, no que mais tarde ficou conhecido como "o estudo das freiras". Ele contou com a ajuda de 678 freiras católicas, que lhe deram todos os seus registros médicos e concordaram em doar seus cérebros após a morte para um estudo mais aprofundado.   O que fez este grupo de participantes do estudo tão especial foi a semelhança particular com a qual todas tinham levado suas vidas - nenhuma delas fumava, nenhuma bebeu excessivamente, nenhuma teve parceiros e todas tiveram uma rotina significativa. No mundo da ciência, para se ter tantos participantes com aproximadamente as mesmas variáveis de controle é uma verdadeira dádiva de Deus, e quase impossível de replicar.     Os resultados   O estudo das freiras ainda está em curso, mas o que Snowdon e sua equipe descobriram até agora é notável. O mais intrigante, as autópsias dos cérebros das freiras mostraram que todas possuíam os sinais físicos da doença de Alzheimer - ainda que em vida nenhum sintoma se apresentou, permanecendo mentalmente ágeis na velhice.   A conclusão principal parece ser que as pessoas que leem, escrevem e se estimulam intelectualmente ao longo de seus primeiros vinte anos terão uma melhor chance de, mais tarde na vida, afastar a demência.   As lições   Então, o que os cérebros das freiras podem ensinar a nós todos sobre como afastar a demência à medida que envelhecemos? Snowdon afirma que as lições aprendidas a partir de sua pesquisa são interessantes, mas certamente não são 100 por cento comprovadas. Embora as freiras se apresentaram como um grupo raro de participantes, não se pode fazer suposições baseadas em um único estudo.   Dito isso, ele acredita que o dano físico ao cérebro - seja através de acidente vascular cerebral ou concussão - é provável que acelere o ritmo a que a doença de Alzheimer se desenvolve. Comportamentos que podem causar um AVC (acidente vascular cerebral), como a falta de exercício físico, tabagismo e má alimentação, podem também desempenhar um papel de risco. Snowdon também descobriu que, durante exames cerebrais, as freiras que tinham altos níveis de folato eram menos propensas a ter as cicatrizes físicas da doença de Alzheimer em seus cérebros. O folato (por vezes referido como ácido fólico) é uma vitamina do grupo B encontrada concentrada em vegetais verde-escuros, como espinafre e brócolis.   Quando você consome alimentos ricos em ácido fólico, o seu corpo torna-se mais eficiente na produção de fitas de DNA, que ajudam a proteger o cérebro, sistema nervoso central e até mesmo sua saúde emocional. Geralmente, médicos recomendam às gestantes o consumo de níveis adequados de folato, uma vez que está provado que ele reduz o risco de defeitos do tubo neural em bebês.   Por último, mas não menos importante, a lição mais surpreendente do estudo das freiras em curso é que as irmãs que usaram seus cérebros várias vezes por dia para ler, escrever, pensar e analisar - eram menos prováveis (embora não garantido) a sucumbir à doença de Alzheimer.   Ao todo, graças às extremamente generosas irmãs de Notre Dame, parece que estamos começando a desbastar as bordas do que pode causar os distúrbios relacionados com a demência, como a doença de Alzheimer. E quanto mais nos aproximamos, o conselho se aproxima mais do senso comum. Para uma melhor chance, se alimente bem, se exercite, use seu cérebro e tente evitar danificá-lo.  
Fonte: http://coach.ninemsn.com.au/2016/05/17/11/12/the-nun-study-and-dementia  
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.” 
Leia mais

A “super fruta” mirtilo pode ajudar a combater a doença de Alzheimer

SAN DIEGO, março de 2016 -- O mirtilo, já rotulado como uma "super fruta" por seu potencial poder para reduzir o risco de doenças cardíacas e câncer, também poderia se tornar uma outra arma na guerra contra a doença de Alzheimer. Um novo estudo reforça esta ideia, que está sendo testada por muitas equipes. Os cientistas relatam que o fruto é carregado com antioxidantes saudáveis, e estas substâncias podem ajudar a prevenir os efeitos devastadores dessa forma cada vez mais comum de demência.
Leia mais

Diferentes tipos de atividade física melhoram o volume cerebral e reduzem o risco de Alzheimer pela metade

Um estudo, conduzido por pesquisadores do centro médico da UCLA, Califórnia, e Universidade de Pittsburgh, Pensilvânia, é o primeiro a mostrar que praticamente qualquer tipo de atividade física aeróbica pode melhorar a estrutura do cérebro e reduzir o risco de Alzheimer. Financiado pelo Instituto Nacional de Envelhecimento (sigla em inglês, NIA), EUA, o estudo foi publicado em Journal of Alzheimer’s Disease.
Leia mais