Níveis saudáveis de vitamina D associados com diminuição significativa de risco de câncer entre as mulheres

A análise agrupada recente de um estudo randomizado e estudo de coorte prospectivo determinou que as mulheres com níveis de vitamina D de pelo menos 40ng/ml foram associados com 65% menor risco de desenvolver câncer.   O câncer é altamente prevalente, afetando cerca de 40% de homens e mulheres. Em 2012, um total de 14 milhões de novos casos de câncer foram diagnosticados em todo o mundo, com 8,2 milhões de mortes relacionadas à doença. Este número continua a aumentar com estimativa para 22 milhões de casos de câncer nos próximos 20 anos.
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O magnésio e o câncer de mama

A conclusão de um estudo recente sobre os efeitos do magnésio no câncer de mama aponta que a mortalidade associada ao câncer é duas vezes mais provável quando não há a ingestão de magnésio. Um grupo de 1.170 mulheres com câncer da mama foi seguido por mais de 7 anos, quando ao final, analisou-se o consumo alimentar de magnésio, vitamina D e cálcio. Os investigadores verificaram que quanto maior o consumo de magnésio, menor a taxa de mortalidade por todas as causas. Além disso, não houve associação clara de aumento da sobrevida com a ingestão de cálcio. A declaração final dos pesquisadores foi, "Descobrimos que a ingestão de magnésio por si só pode melhorar a sobrevida global seguinte ao câncer de mama".
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Ômega 3 aumenta resposta contra o câncer de mama ao tratamento com tamoxifeno, constatam pesquisadores

Com mais de 200 mil diagnósticos ao ano, o câncer de mama é o segundo mais comum entre as mulheres. A exposição ao estrogênio durante um longo período de tempo é um fator que pode aumentar o risco de desenvolvimento da doença e uma das maneiras para combatê-lo é a utilização do tamoxifeno, droga que interfere na atividade desse hormônio.
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Estudo sugere que resveratrol inibe os efeitos do estrogênio ao diminuir o crescimento das células cancerígenas da mama

Pesquisadores da Faculdade de Farmácia da Universidade da Calábria, na Itália, publicaram um estudo que sugere a ação inibidora do resveratrol sobre o estrogênio, prevenindo o desenvolvimento do câncer de mama em mulheres.  O resveratrol, uma fitoalexina comumente encontrada na casca de uvas escuras e em algumas plantas, sendo a forma “trans” a ativa, tem sido objeto de numerosos estudos científicos nos últimos anos e  também se mostrou promissor na redução dos riscos de doenças cardiovasculares e neurológicas.
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