Telefone celular: Maneiras de reduzir seus possíveis efeitos causadores de câncer

Desde que a Organização Mundial da Saúde admitiu em 2011 que a radiação do telefone celular é "possivelmente cancerígena", podendo estar contribuindo para o aumento global nos casos de câncer cerebral, tornou-se difícil de rotular alguém como hipocondríaca por estar preocupada com as possíveis consequências deste fato à saúde. [I] Na verdade, um estudo citado em seu relatório mostrou um risco de 40% maior para gliomas* nos usuários que mais usavam celulares (média relatada: 30 minutos por dia durante um período de 10 anos) – o que não é exatamente um pequeno efeito.
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Câncer de cólon: Compostos naturais como possíveis alternativas à quimioterapia

O câncer de cólon é uma das formas de câncer mais prevalentes e letais do mundo e acredita-se que seja causado principalmente pela dieta ocidental. Estima-se que um milhão de pessoas em todo o mundo são diagnosticadas com câncer de cólon, e 500 mil delas morrem a cada ano. As abordagens de tratamento convencional continuam fazendo pouco para reduzir a mortalidade, e acredita-se que isso seja devido à presença de uma subpopulação de células tumorais do cólon conhecidas como células-tronco cancerígenas (CSCs) ou células iniciadoras de tumores (TIC) resistentes à quimioterapia e, portanto, contribuindo para a reincidência.
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Baixos níveis de vitamina D associados ao aumento do risco de câncer de bexiga

De acordo com uma revisão sistemática de sete estudos apresentados na conferência anual de 2016 da Sociedade de Endocrinologia em Brighton, na costa sul da Inglaterra, a deficiência de vitamina D está associada com o aumento do risco de desenvolver câncer de bexiga. Embora mais estudos clínicos sejam necessários para confirmar os resultados, a revisão confirma um crescente corpo de evidências sobre a importância de manter níveis adequados de vitamina D.
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Níveis saudáveis de vitamina D associados com diminuição significativa de risco de câncer entre as mulheres

A análise agrupada recente de um estudo randomizado e estudo de coorte prospectivo determinou que as mulheres com níveis de vitamina D de pelo menos 40ng/ml foram associados com 65% menor risco de desenvolver câncer.   O câncer é altamente prevalente, afetando cerca de 40% de homens e mulheres. Em 2012, um total de 14 milhões de novos casos de câncer foram diagnosticados em todo o mundo, com 8,2 milhões de mortes relacionadas à doença. Este número continua a aumentar com estimativa para 22 milhões de casos de câncer nos próximos 20 anos.
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O magnésio e o câncer de mama

A conclusão de um estudo recente sobre os efeitos do magnésio no câncer de mama aponta que a mortalidade associada ao câncer é duas vezes mais provável quando não há a ingestão de magnésio. Um grupo de 1.170 mulheres com câncer da mama foi seguido por mais de 7 anos, quando ao final, analisou-se o consumo alimentar de magnésio, vitamina D e cálcio. Os investigadores verificaram que quanto maior o consumo de magnésio, menor a taxa de mortalidade por todas as causas. Além disso, não houve associação clara de aumento da sobrevida com a ingestão de cálcio. A declaração final dos pesquisadores foi, "Descobrimos que a ingestão de magnésio por si só pode melhorar a sobrevida global seguinte ao câncer de mama".
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O exercício e os efeitos colaterais da quimioterapia

Pesquisadores do Instituto de Câncer Wilmot, Universidade de Rochester, Nova Iorque, descobriram algo simples e barato para reduzir a neuropatia nas mãos e nos pés devido à quimioterapia --o exercício.   O estudo envolvendo mais de 300 pacientes com câncer, foi apresentado e honrado como "Best of ASCO" entre 5.800 estudos, no maior encontro mundial anual de oncologistas (2016), da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (sigla em  inglês, ASCO).
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