Prebióticos para melhorar a obesidade em crianças

A obesidade entre as crianças tem se mostrado uma questão séria e crescente, especialmente na América do Norte. As estatísticas mostram que um terço das crianças nos Estados Unidos e no Canadá são obesas ou estão com excesso de peso. Se não tratadas cedo, isso pode se tornar um grande problema, pois a obesidade na adolescência é uma indicação de obesidade na idade adulta. Muitos tratamentos envolvem dietas restritivas que podem funcionar para adultos, mas são menos eficazes em crianças, pois podem reduzir a ingestão de macronutrientes, reduzir a energia das crianças e, por sua vez, promover ganho de peso através da compulsão alimentar.
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Estudo: zinco e multivitaminas podem ajudar no ganho de estatura em crianças

O zinco e múltiplas vitaminas, além de essenciais para muitos processos biológicos, são essenciais para o ganho de estatura durante a infância. A deficiência de zinco é um problema global e, neste quesito, a Tailândia, local do estudo, apresenta um risco de nível médio, o que significa mais de 40%. Mesmo sabendo da sua importância durante o período de crescimento físico, estudos passados apresentavam resultados um pouco inconsistentes.  
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O uso de antibióticos na infância perturba o desenvolvimento da microbiota intestinal

Sabe-se já que o uso precoce de antibióticos está ligado a um maior risco de doenças imunomediadas tais como a doença inflamatória do intestino e asma, bem como a obesidade. É provável que o  efeito é mediado por micróbios intestinais, uma vez que os antibióticos em estudos com animais têm sido apontados como alteradores da composição da microbiota intestinal e redutores de sua biodiversidade. No entanto, até esta data, não havia nenhuma informação sobre os efeitos em longo prazo de antibióticos na microbiota infantil.
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Substituições ” mais seguras ” para os ftalatos em plásticos podem não ser tão seguras

De acordo com uma nova série de estudos vinda da Langone Medical Center, Universidade de Nova Iorque, duas substâncias químicas cada vez mais utilizadas durante a fabricação para fortalecer envoltórios plásticos, sabão, cosméticos e embalagens de alimentos processados têm sido associadas a um aumento no risco de pressão alta e diabetes em crianças e adolescentes.
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