Estudo investiga como a canela melhora os níveis de glicose no sangue de pessoas com diabetes

Uma nova pesquisa conduzida pela Ohio Northern University, apresentada na reunião anual da American Society for Biochemistry and Molecular Biology e publicada no The FASEB Journal, explora como a canela diminui os níveis de glicose no sangue em indivíduos com diabetes tipo 2. Os pesquisadores formularam a hipótese de que o efeito antidiabético poderia ser devido aos seus compostos fenólicos e que o alvo proteico dos compostos poderia ser a sirtuina-1, uma desacetilase na via de sinalização da insulina.
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Doença inflamatória das gengivas é um novo indicador precoce do diabetes

O diabetes é uma doença de prevalência cada vez maior e com complicações potencialmente muito prejudiciais. No entanto, devido a uma combinação de ausência de sintomas iniciais e falta de conhecimento público, a condição não é comumente detectada até que em uma fase posterior, onde as chances de complicações aumentam. A melhor opção para a gestão do diabetes mellitus é a detecção e intervenção precoce, e como resultado, os pesquisadores estão procurando por métodos de triagem durante o pré-diabetes.
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Exercício intervalado melhora a função do vaso sanguíneo em adultos mais velhos

De acordo com uma nova pesquisa publicada no American Journal of Physiology – Heart e Circulatory Physiology, o exercício intervalado, baseado em resistência, ajuda a melhorar a função endotelial – incluindo o fluxo sanguíneo e dilatação dos vasos sanguíneos – tanto em adultos mais velhos com diabetes tipo 2 quanto em pessoas de mesma idade que não se exercitam e pessoas que se exercitam regularmente. Os resultados sugerem que os treinos com exercício intervalado – cada vez mais populares – poderiam ser usados para tratar a disfunção endotelial em adultos mais velhos.
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Microbioma e diabetes: doente ou saudável? O metabolismo bacteriano explica

O intestino humano é um ecossistema complexo: incontáveis bactérias que o colonizam nos ajudam a digerir os alimentos. Os cientistas do Centro de Biomedicina de Sistemas de Luxemburgo (LCSB), da Universidade de Luxemburgo em colaboração com o IBBL (Integrated BioBank of Luxembourg), o Centro Hospitalar de Luxemburgo e o Centro Hospitalar Emile Mayrisch desenvolveram uma forma de estudar este ecossistema – o microbioma do intestino – em detalhes sem precedentes: sua nova abordagem permite o exame do potencial genético das bactérias por decodificação de seu DNA, bem como avaliar a sua atividade por sequenciamento de RNA, as moléculas que são formadas pela transcrição do DNA.
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Prevenção e Gestão de Diabetes

A evidência científica sugere fortemente que um nível adequado de magnésio dietético reduz o risco de diabetes tipo 2. Uma meta-análise de 13 estudos prospectivos de coorte examinou essa associação em mais de 500.000 indivíduos de diversas origens. Os resultados demonstraram claramente uma relação inversa significativa entre o magnésio na dieta e o risco de diabetes – um risco inalterado quando fatores como sexo, localização geográfica, ou histórico familiar são adicionados ao modelo.(1) Esta meta-análise confirma pesquisas anteriores que estabeleceram uma associação entre o aumento de magnésio na dieta e um risco reduzido de diabetes.(2)
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