Inulina e oligofrutose – fibras naturais evidenciadas para combater as causas associadas à síndrome metabólica

O aumento do nível de glicose na corrente sanguínea (glicemia pós-prandial) bem como a hiperinsulinemia (resistência à insulina) e hipercolesterolemia (aumento da concentração de colesterol no sangue) associadas têm sido implicadas na causa de doenças metabólicas crônicas como obesidade, diabetes mellitus tipo 2 e doença cardiovascular. A prevenção e cuidados são de extrema importância em pacientes diabéticos e em indivíduos de alto risco – bem como em indivíduos saudáveis. Há evidências de que, no longo prazo, os picos glicêmicos pós-prandiais pronunciados e as grandes flutuações de glicose no sangue, muitas vezes provocadas por alimentos com carboidratos altamente glicêmicos, podem ser mais insalubres do que um aumento nos níveis de glicose em jejum.
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A importância da fibra alimentar na prevenção das recidivas da doença de Crohn

As doenças inflamatórias intestinais (DII) crônicas, tais como doença de Crohn e colite ulcerosa, são associadas com uma resposta anormal à mucosa gastrointestinal, a microbiota.  Pacientes com a doença de Crohn, particularmente quando apresentam obstrução, são geralmente orientados a seguir uma dieta com pouca fibra para evitar os sintomas. Com pouca informação ou estudo sobre o papel das fibras dietéticas sobre a DII, um estudo recente, publicado em Clinical Gastroenterology and Hepatology, sugere que o consumo de fibra deve ser encorajado em doentes em remissão.
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Alimentos com alto teor de fibras proporcionam uma boa proteção contra doenças cardiovasculares, principalmente em mulheres.

As fibras alimentares formam um conjunto de substâncias derivadas de vegetais resistentes à ação das enzimas digestivas humanas. São estruturas derivadas de polissacarídeos que formam as moléculas de celulose e tem papel importante no metabolismo, pois podem ter função energética, como o amido e o glicogênio, ou estrutural, atuando no processo digestivo.
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