Cientistas da UCLA relatam que dieta rica em ômega-3 pode reverter os danos causados pela frutose

Uma gama de doenças - de diabetes a doenças cardiovasculares e de Alzheimer ao transtorno de déficit de atenção/hiperatividade  - estão ligadas a mudanças genéticas associadas ao cérebro. Um novo estudo da Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA) descobriu que centenas de genes (no cérebro) podem ser danificados pela frutose, um açúcar comumente usado na dieta, de forma que poderiam conduzir a essas doenças.
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Frutose produz menos sensações gratificantes no cérebro

Pesquisadores da Universidade de Basel reportam, através da revista científica Plos One, que a frutose não só resulta num menor nível de saciedade, como também estimula o sistema de recompensa no cérebro em menor grau do que a glicose podendo causar o consumo excessivo acompanhado de efeitos maléficos para a saúde. Várias doenças têm sido atribuídas à frutose industrial encontrada em bebidas açucaradas e refeições prontas.
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Pesquisadores apontam que a frutose contribui para o ganho de peso, inatividade física e gordura corporal

Nos últimos 40 anos, o uso da frutose, um carboidrato simples derivado de frutas e legumes, tem aumentado em dietas americanas por causa da adição de xarope de milho em muitos refrigerantes e produtos ​​processados, sendo ela atualmente responsável por 10% da ingestão calórica dos cidadãos norte-americanos. Adolescentes do sexo masculino são os maiores consumidores, derivando entre 15 a 23% de suas calorias a partir da frutose - três a quatro vezes mais do que os níveis máximos recomendados pela American Heart Association.
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