Suplementação de DHA durante os últimos dois trimestres de gestação pode reduzir partos prematuros

“Kudos” é uma palavra de origem grega que significa elogio e muito utilizada no idioma inglês informalmente como uma maneira de congratular uma pessoa ou um conjunto de pessoas por um resultado alcançado. E KUDOS é a sigla em inglês para Kansas University DHA Outcomes Study, um estudo com base nos Estados Unidos para analisar os possíveis custos hospitalares e a economia líquida se a suplementação universal de DHA fosse instaurada para a díade materno-infantil. Pelos resultados descobertos, kudos para os pesquisadores do estudo.
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Carência de ômega-3 na dieta materna – uma real preocupação

No Brasil, muitas vezes não podemos contar com a realização de levantamentos de dados e estatísticas em relação à áreas específicas da saúde pública, e, por esta razão, é preciso recorrer a estudos ou estatísticas de países estrangeiros e tomar como base hipotética seus resultados. Não é o ideal, mas, de qualquer maneira, ao menos pode ser de grande valia, servindo de alerta em muitas situações. Aqui, em especial, quanto a possíveis carências de nutrientes, como é o caso do ômega-3 na dieta materna – uma real preocupação.
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A avaliação quantitativa mais compreensível sobre os benefícios do ômega-3 para a saúde coronária até a data: meta-análise

Na presente edição de Mayo Clinic Proceedings, Alexander et al. relatam sua meta-análise de dados abordando os efeitos dos ácidos graxos ômega-3 eicosapentaenoico e docosahexaenoico (EPA + DHA) sobre o risco de eventos cardíacos da doença arterial coronariana (DAC). (1) Sua pesquisa empregou dados de 2 tipos de estudos: ensaios clínicos randomizados (ECRs) (aproximadamente 93.000 pacientes) e estudos prospectivos de coorte (aproximadamente 732.000 pacientes). Até o momento, sua pesquisa é a análise mais abrangente de sua espécie dentro da literatura biomédica indexada. A meta-análise dos dados de ECR descobriu que a suplementação de EPA + DHA produziu uma redução não estatisticamente significante de 6% de DAC (taxa de risco [HR], 0,94; IC 95%, 0,85 a 1,05). Outras análises de subgrupos descobriram que o EPA e DHA reduziram significativamente o risco de DAC em 16% (HR, 0,84; IC 95%, 0,72 a 0,98) entre os pacientes com níveis elevados de triglicerídeos séricos (TG > 150 mg/dL) e 14% (HR, 0,86; IC 95%, 0,76 a 0,98) em pacientes com elevado colesterol de lipoproteína de baixa densidade (> 130 mg/dL). Na subsequente meta-análise de estudos de coorte prospectivos, Alexander et al. descobriram que EPA e DHA reduziram significativamente o risco de DAC em 18% (HR, 0,82; IC 95%, 0,74 a 0,92).
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Atualização dos benefícios do óleo de peixe: Os suplementos de ômega-3 podem melhorar as funções dos músculos de mulheres mais velhas

Pesquisadores das universidades de Glasgow e de Aberdeen descobriram que tomar suplementos de ômega-3 pode melhorar a função muscular em mulheres mais velhas, impedindo quedas desnecessárias e a perda de sua independência, relatou o Medical XPress.   A equipe de pesquisa realizou um plano de treinamento de exercícios de resistência de 18 semanas e mediu o tamanho do músculo, a função muscular e calculou a qualidade muscular dos participantes – que é a força produzida em relação ao tamanho do músculo – antes e depois do programa.
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Dano cerebral é reduzido em camundongos quando injetados com ômega-3

Estudo, publicado recentemente na revista PLoS ONE, mostrou que camundongos com 10 dias de idade, que tinham sofrido uma lesão cerebral hipóxico-isquémica (causada por uma diminuição do fluxo de sangue e oxigênio para o cérebro, tal como ocorre durante um acidente vascular cerebral), foram tratados com uma emulsão contendo ácidos graxos DHA e EPA, encontrados em certos alimentos e suplementos. Os pesquisadores avaliaram a função neurológica dos animais 24 horas e 8 a 9 semanas após a lesão cerebral.
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O benefício do óleo de peixe para a composição muscular de adultos mais velhos

Com o passar dos anos, ocorre uma mudança corporal no corpo humano, observada através da diminuição da massa e função muscular (sarcopenia) e da taxa metabólica, com consequente aumento da massa gorda. Esta mudança pode ser crítica desde que ela predispõe adultos mais velhos a doenças crônicas e comprometimento funcional; em última análise, resultando numa diminuição da qualidade de vida. Estudos vêm sugerindo que o ácido graxo de cadeia longa ômega-3 (contendo DHA e EPA), encontrado predominantemente em peixes gordos e crustáceos, possa ser eficiente para diminuição destas mudança.
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Cientistas da UCLA relatam que dieta rica em ômega-3 pode reverter os danos causados pela frutose

Uma gama de doenças - de diabetes a doenças cardiovasculares e de Alzheimer ao transtorno de déficit de atenção/hiperatividade  - estão ligadas a mudanças genéticas associadas ao cérebro. Um novo estudo da Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA) descobriu que centenas de genes (no cérebro) podem ser danificados pela frutose, um açúcar comumente usado na dieta, de forma que poderiam conduzir a essas doenças.
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Níveis mais altos de ômega-3 associados com menor risco de câncer pancreático

O câncer de pâncreas é uma das formas mais letais de câncer e pouco se sabe sobre como preveni-lo ou tratá-lo de forma eficaz. Um novo estudo descobriu que os homens japoneses que consumiram níveis mais elevados de ácidos graxos ômega-3 provenientes de frutos do mar apresentaram níveis significativamente mais baixos de câncer de pâncreas. Este estudo acompanhou 82.024 homens e mulheres com idade entre 45 e 74 anos sem histórico de câncer por até 15 anos.
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