Suplementação de DHA durante os últimos dois trimestres de gestação pode reduzir partos prematuros

“Kudos” é uma palavra de origem grega que significa elogio e muito utilizada no idioma inglês informalmente como uma maneira de congratular uma pessoa ou um conjunto de pessoas por um resultado alcançado. E KUDOS é a sigla em inglês para Kansas University DHA Outcomes Study, um estudo com base nos Estados Unidos para analisar os possíveis custos hospitalares e a economia líquida se a suplementação universal de DHA fosse instaurada para a díade materno-infantil. Pelos resultados descobertos, kudos para os pesquisadores do estudo.
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Carência de ômega-3 na dieta materna – uma real preocupação

No Brasil, muitas vezes não podemos contar com a realização de levantamentos de dados e estatísticas em relação à áreas específicas da saúde pública, e, por esta razão, é preciso recorrer a estudos ou estatísticas de países estrangeiros e tomar como base hipotética seus resultados. Não é o ideal, mas, de qualquer maneira, ao menos pode ser de grande valia, servindo de alerta em muitas situações. Aqui, em especial, quanto a possíveis carências de nutrientes, como é o caso do ômega-3 na dieta materna – uma real preocupação.
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Ômega líquido – Você conhece?

Os benefícios do Ômega-3 como suplemento nutricional são amplamente propagados. Todos esses benefícios tão conhecidos na forma de cápsulas, agora podem ser disponibilizados na forma líquida, com um sabor agradável, carinhosamente pensado para que este fator não seja um entrave na adesão de tratamento.   Os grandes favorecidos com essa novidade serão as crianças, adolescentes e adultos que demonstram dificuldades de engolir cápsulas. Esse produto é um resultado do setor de pesquisa e desenvolvimento da Essentia Pharma e pode ser adquirido mediante prescrição médica.   EXISTEM ESTUDOS CIENTÍFICOS QUE COMPROVAM SEUS BENEFÍCIOS? O embasamento científico a respeito dos benefícios da suplementação do ômega-3 é vasto e constantemente atualizado. Recentemente, um estudo publicado na International Journal of Food Sciences and Nutrition mostrou que diferentes formas de suplementação de óleo de peixe, líquido ou pó, são capazes de produzirem efeitos biológicos positivos. A suplementação com Omega-3 pode inverter o processo de diminuição dos níveis de moléculas inibitórias da inflamação, amplamente observado em pessoas com síndrome metabólica. A revista European Journal of Nutrition publicou recentemente um estudo com 4.356 americanos jovens sem diagnóstico de síndrome metabólica ou diabetes que foram acompanhados durante 25 anos em relação aos efeitos do ômega-3 através da suplementação ou dieta.   Após o término da intervenção, foi identificado que 1.069 pacientes apresentavam características de síndrome metabólica. A ingestão de ômega-3 foi inversamente proporcional à incidência da síndrome, que foi 46% mais baixa nos pacientes identificados com maior ingestão de ômega-3, evidenciando a contribuição do ômega-3 na incidência de síndrome metabólica.   Há um interesse considerável nos efeitos comportamentais e benefícios cognitivos do ômega-3, tanto em adultos quanto em crianças. Um estudo publicado em 2017, na Journal of Child and Adolescent Psychopharmacology, avaliou principalmente a correlação com humor e resultados clínicos antes e após a suplementação de ômega-3. 95 Crianças de 7-14 anos (n=95) em testes paralelos controlado com placebo (depressão N = 72, N = 23 bipolar) foram randomizadas por 12 semanas. Os autores afirmam que a suplementação foi capaz de melhorar a depressão e aumentar a função global, que foi uma avaliação clínica do comportamento geral em casa, escola e na sociedade.   QUAIS SÃO OS DIFERENCIAIS DE QUALIDADE DO OMEGA-3 LÍQUIDO DESENVOLVIDO PELA ESSENTIA PHARMA? • Tecnologia TASTE FREE: sem sabor de peixe e facilidade na administração para pacientes pediátricos e adultos com dificuldade na deglutição de cápsulas; •  Alta concentração de EPA (330 mg) e DHA (220 mg) em apenas uma dose de 2,5 ml de solução; •  Disponível na forma de triglicerídeos (TG) conferindo assim uma maior absorção quando comparado a forma de etil-éster (EE); •  Livre de metais pesados; •  A fonte de peixe usada é renovável, sustentável e provinda de áreas limpas do oceano, resultando em um produto puro, de alta qualidade e sem odor e gosto de peixe; • Obtido por processo de patenteado o que garante a pureza do óleo de peixe sem a presença de metais pesados e contaminantes como PCBs, mercúrio e dioxinas; •  Aroma natural, mix de frutas; •  Sem açúcar; •  Sem adoçantes; •  Sem glúten; • Sem gordura trans; •  Sem conservante e aromas artificiais; •  Disponibilizamos em um frasco de vidro âmbar de forma a prevenir potenciais danos por calor, luz e oxigênio, e também ajuda a garantir a máxima frescura e estabilidade, devendo ser mantido em geladeira após aberto para melhor conservação do produto.   “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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A avaliação quantitativa mais compreensível sobre os benefícios do ômega-3 para a saúde coronária até a data: meta-análise

Na presente edição de Mayo Clinic Proceedings, Alexander et al. relatam sua meta-análise de dados abordando os efeitos dos ácidos graxos ômega-3 eicosapentaenoico e docosahexaenoico (EPA + DHA) sobre o risco de eventos cardíacos da doença arterial coronariana (DAC). (1) Sua pesquisa empregou dados de 2 tipos de estudos: ensaios clínicos randomizados (ECRs) (aproximadamente 93.000 pacientes) e estudos prospectivos de coorte (aproximadamente 732.000 pacientes). Até o momento, sua pesquisa é a análise mais abrangente de sua espécie dentro da literatura biomédica indexada. A meta-análise dos dados de ECR descobriu que a suplementação de EPA + DHA produziu uma redução não estatisticamente significante de 6% de DAC (taxa de risco [HR], 0,94; IC 95%, 0,85 a 1,05). Outras análises de subgrupos descobriram que o EPA e DHA reduziram significativamente o risco de DAC em 16% (HR, 0,84; IC 95%, 0,72 a 0,98) entre os pacientes com níveis elevados de triglicerídeos séricos (TG > 150 mg/dL) e 14% (HR, 0,86; IC 95%, 0,76 a 0,98) em pacientes com elevado colesterol de lipoproteína de baixa densidade (> 130 mg/dL). Na subsequente meta-análise de estudos de coorte prospectivos, Alexander et al. descobriram que EPA e DHA reduziram significativamente o risco de DAC em 18% (HR, 0,82; IC 95%, 0,74 a 0,92).
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Atualização dos benefícios do óleo de peixe: Os suplementos de ômega-3 podem melhorar as funções dos músculos de mulheres mais velhas

Pesquisadores das universidades de Glasgow e de Aberdeen descobriram que tomar suplementos de ômega-3 pode melhorar a função muscular em mulheres mais velhas, impedindo quedas desnecessárias e a perda de sua independência, relatou o Medical XPress.   A equipe de pesquisa realizou um plano de treinamento de exercícios de resistência de 18 semanas e mediu o tamanho do músculo, a função muscular e calculou a qualidade muscular dos participantes – que é a força produzida em relação ao tamanho do músculo – antes e depois do programa.   Os resultados mostraram que os homens que estavam tomando 3g de óleo de peixe não experimentaram nenhum aumento extra no tamanho do músculo, função ou qualidade. Entretanto, após 18 semanas, as mulheres que estavam se suplementando com a mesma quantidade do óleo apresentaram aumento da função muscular, mas não tamanho, em comparação com as participantes no grupo placebo.   "Com a porcentagem de pessoas com mais de 65 anos previsto para aumentar de 17%, da população total em 2010, para 23% em 2035, é crucial desenvolver tratamentos eficazes para a idade relacionados com a perda da função muscular", explicou o pesquisador Dr. Stuart Gray.   "As conclusões apontando para um benefício em mulheres são particularmente importantes porque elas tendem a viver ao redor de quatro anos mais do que os homens, mas cruzam o ‘limiar da inabilidade’, onde as habilidades funcionais são perdidas, 10 anos mais cedo do que eles.”   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: http://www.medicaldaily.com/fish-oil-benefits-update-omega-3-supplements-may-improve-older-womens-muscle-404610
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”
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Dano cerebral é reduzido em camundongos quando injetados com ômega-3

Estudo, publicado recentemente na revista PLoS ONE, mostrou que camundongos com 10 dias de idade, que tinham sofrido uma lesão cerebral hipóxico-isquémica (causada por uma diminuição do fluxo de sangue e oxigênio para o cérebro, tal como ocorre durante um acidente vascular cerebral), foram tratados com uma emulsão contendo ácidos graxos DHA e EPA, encontrados em certos alimentos e suplementos. Os pesquisadores avaliaram a função neurológica dos animais 24 horas e 8 a 9 semanas após a lesão cerebral.   EPA e DHA são os ácidos graxos ômega-3 bioativos encontrados em óleos extraídos a partir de peixes de água fria. Os investigadores do Columbia University Medical Center (CUMC) e outros cientistas demonstraram que estes ácidos graxos protegem os órgãos e células de várias maneiras após a privação de oxigênio, reduzindo a inflamação e a morte celular.   Após 24 horas, os camundongos tratados com o DHA, mas não com EPA, apresentaram uma redução significativa nas lesões cerebrais. Nas semanas seguintes, o grupo de DHA também teve resultados significativamente melhores em várias funções do cérebro, quando comparados com os camundongos tratados com EPA e com os não tratados (controle).   Os pesquisadores também descobriram que esses animais apresentaram aumento das concentrações de DHA em suas mitocôndrias cerebrais, estruturas de produção de energia em células que podem ser danificadas pelos radicais livres quando o fluxo sanguíneo é restaurado para o cérebro depois de um AVC. Este processo, conhecido como lesão de reperfusão, é uma causa comum de dano cerebral após a privação de oxigênio e de nutrientes.   "Nossos resultados sugerem que a injeção do ácido graxo DHA do ômega-3, após um evento como um AVC, tem a capacidade de proteger as mitocôndrias do cérebro contra os efeitos nocivos dos radicais livres", afirmou o coautor sênior, Vadim S. Ten, MD, PhD, professor associado de pediatria na CUMC.   A interrupção do fluxo sanguíneo e fornecimento de oxigênio para o cérebro durante ou logo após o nascimento é uma das principais causas de danos cerebrais em recém-nascidos, causando deficiências neurológicas ao longo da vida em mais de 25% das pessoas afetadas. Muitas das vias envolvidas neste tipo de danos cerebrais são semelhantes aos de um AVC adulto.   "Os ensaios clínicos são necessários para determinar se a administração de emulsões lipídicas contendo DHA logo após uma lesão cerebral tipo AVC oferece os mesmos efeitos neuroprotetores em bebês e adultos, como pode ser visto em camundongos. Se bem sucedido, tais ensaios poderiam levar ao desenvolvimento de uma nova terapia para o AVC em recém-nascidos, crianças e adultos, atendendo a uma grande necessidade médica", disse o coautor sênior Richard J. Deckelbaum, MD, CM, professor de epidemiologia e diretor do Instituto de Nutrição da CUMC.   Traduzido por Essentia Pharma  
Fonte: http://www.psypost.org/2016/08/stroke-like-brain-damage-is-reduced-in-mice-injected-with-omega-3s-44521
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.” 
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O benefício do óleo de peixe para a composição muscular de adultos mais velhos

Com o passar dos anos, ocorre uma mudança corporal no corpo humano, observada através da diminuição da massa e função muscular (sarcopenia) e da taxa metabólica, com consequente aumento da massa gorda. Esta mudança pode ser crítica desde que ela predispõe adultos mais velhos a doenças crônicas e comprometimento funcional; em última análise, resultando numa diminuição da qualidade de vida. Estudos vêm sugerindo que o ácido graxo de cadeia longa ômega-3 (contendo DHA e EPA), encontrado predominantemente em peixes gordos e crustáceos, possa ser eficiente para diminuição destas mudança.
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Cientistas da UCLA relatam que dieta rica em ômega-3 pode reverter os danos causados pela frutose

Uma gama de doenças - de diabetes a doenças cardiovasculares e de Alzheimer ao transtorno de déficit de atenção/hiperatividade  - estão ligadas a mudanças genéticas associadas ao cérebro. Um novo estudo da Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA) descobriu que centenas de genes (no cérebro) podem ser danificados pela frutose, um açúcar comumente usado na dieta, de forma que poderiam conduzir a essas doenças.
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Redução do risco de degeneração macular

A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é a principal causa de perda de visão entre adultos mais velhos. Desde que as pessoas deste grupo são uma percentagem cada vez maior da população em geral, um maior número de casos vem sendo diagnosticado.   Os ácidos graxos essenciais – os quais os seres humanos necessitam para as funções metabólicas saudáveis -, incluem o ácido alfa-linolênico (ácido graxo ômega-3 de cadeia curta), ácido docosahexaenoico (DHA) e ácido eicosapentaenoico (EPA) - ambos ácidos graxos ômega-3 de cadeia longa. O ácido alfa-linolênico é o precursor dietético de DHA e EPA e pode ser convertido em cadeia longa. Importante e relacionado com a estrutura e a função fisiológica do olho, o DHA está presente em concentrações elevadas nos segmentos exteriores da retina, e sua deficiência foi associada com o risco da DMRI.  Além disso, os ácidos graxos ômega-3 de cadeia longa também podem proteger contra danos na retina relacionados à oxigenação desequilibrada, a processos inflamatórios, ou danos relacionados à idade que foram relatados como processos patogênicos-chave no desenvolvimento da DMRI.1   Para investigar o assunto mais conclusivamente, um estudo recente examinou os níveis sanguíneos de 963 moradores (idade ≥ 73) de Bordeaux, França.2 Antes do estudo, cada um dos participantes teve seu nível sanguíneo de ômega-3 verificado. Em seguida, durante, 31 meses, em média, seus olhos foram checados quanto a sinais de DMRI.   Depois de ajustes feitos, entre eles, idade, gênero, fumantes, educação, atividade física, HDL plasmático, triglicerídeos plasmáticos, polimorfismos e tempo de follow up, foi concluído que altos níveis sanguíneos de ômega-3 foi relacionado com chance reduzida de desenvolver sinais de DMRI [OR = 0,62 para aumento de 1 SD (IC 95%: 0,44-,88); P = 0,008]. Quanto maior o nível, menores as chances. Aqueles com níveis mais elevados eram 38% menos propensos a mostrar quaisquer sinais da degeneração. Os autores apontam que esses resultados correspondem quase exatamente aos muitos estudos populacionais anteriores que mostram a mesma conclusão, proporcionando, portanto, um apoio adicional para o potencial papel do ômega-3 na prevenção da DMRI.  
Fonte:
  1. Kotsirilos, V; Vitetta, L, et al. A Guide to Evidence-based Integrative and Complementary Medicine. Elsevier Australia, 2011.
  2. Merle BM; Delyfer MN, et al. High concentrations of plasma n3 fatty acids are associated with decreased risk for late age-related macular degeneration. J Nutr. 2013 Apr;143(4):505-11. doi: 10.3945/jn.112.171033. Epub 2013 Feb 13.
  “As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essentia.”   
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Níveis mais altos de ômega-3 associados com menor risco de câncer pancreático

O câncer de pâncreas é uma das formas mais letais de câncer e pouco se sabe sobre como preveni-lo ou tratá-lo de forma eficaz. Um novo estudo descobriu que os homens japoneses que consumiram níveis mais elevados de ácidos graxos ômega-3 provenientes de frutos do mar apresentaram níveis significativamente mais baixos de câncer de pâncreas. Este estudo acompanhou 82.024 homens e mulheres com idade entre 45 e 74 anos sem histórico de câncer por até 15 anos.
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