Mais evidências que o resveratrol pode ajudar a combater a doença de Alzheimer

O resveratrol, um composto encontrado no vinho tinto, chocolate preto e amoras, parece aumentar a defesa do cérebro contra a doença de Alzheimer, de acordo com novas informações recolhidas a partir de um estudo de 2015 e publicado na revista Neurology. Pesquisadores da Universidade de Georgetown apresentaram os resultados na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer de 2016.
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Resveratrol melhora a qualidade de vida em pacientes com colite ulcerativa

A edição de maio de 2016 do Archives of Medical Research relatou o resultado de um estudo piloto randomizado, duplo-cego e controlado por placebo que encontrou benefício da suplementação com resveratrol em adultos com colite ulcerativa, uma doença inflamatória intestinal. A colite ulcerativa "pode ocorrer e se desenvolver notavelmente como resultado do estresse oxidativo por espécies reativas de oxigênio", de acordo com os autores do relatório.
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Composto encontrado em uvas e frutas vermelhas pode bloquear a formação de células que armazenam gordura

Pesquisadores da Universidade de Purdue testaram a capacidade de um composto conhecido como piceatannol, o qual é responsável pela prevenção da formação de células adiposas maduras, bloqueando as vias necessárias para o seu crescimento. Piceatannol é um análogo químico do resveratrol, composto encontrado nas uvas e nas frutas vermelhas, responsável pela prevenção de doenças cardiovasculares, neurodegenerativas e câncer.
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Estudo sugere que resveratrol inibe os efeitos do estrogênio ao diminuir o crescimento das células cancerígenas da mama

Pesquisadores da Faculdade de Farmácia da Universidade da Calábria, na Itália, publicaram um estudo que sugere a ação inibidora do resveratrol sobre o estrogênio, prevenindo o desenvolvimento do câncer de mama em mulheres.  O resveratrol, uma fitoalexina comumente encontrada na casca de uvas escuras e em algumas plantas, sendo a forma “trans” a ativa, tem sido objeto de numerosos estudos científicos nos últimos anos e  também se mostrou promissor na redução dos riscos de doenças cardiovasculares e neurológicas.
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