Usando moscas de frutas como modelos de animais na pesquisa publicada em Genetics, a equipe da instituição demonstrou como a genética, em combinação com a metabolômica e a expressão gênica – como os genes estão ligados – pode ser usada para prever a doença cardíaca e a resposta do organismo à mudança do meio ambiente, afirmou Reed. 

“Um dia, além de médicos medindo os níveis de glicemia e colesterol, talvez eles medirão rotineiramente outros metabólitos como forma de melhorar as previsões de riscos de doenças”. Ao invés de ver mudanças em um gene em particular ou em um pequeno grupo de genes, os pesquisadores viram mudanças em todo o genoma. “Nós não podemos esperar encontrar um gene ou apenas alguns genesque explicam qualquer fenótipo, incluindo a doença”, continua Reed. “Isso não quer dizer que não podemos melhorar de forma incremental as coisas através da compreensão dos genes que estão envolvidos, mas, talvez, uma abordagem mais conveniente seria analisar as características de nível superior, como metabólitos, que podem resumir o que está ocorrendo no genoma de uma forma mais útil para fins de diagnóstico ou tratamento.

 

Traduzido por Essentia Pharma

Fonte: http://www.sciencenewsline.com/summary/2014040313430010.html

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