Estudo randomizado e controlado, publicado em American Society for Nutrition (novembro 2015), investigou se a cirrose está associada com a deficiência de selênio funcional (falta de selênio para o processo de síntese de selenoproteína mesmo que a ingestão de selênio não se apresente limitada) e, no caso de afirmativo, se sua deficiência está associada com o comprometimento do metabolismo da selenometionina, ou seja, a forma orgânica do selênio.

 

Os pacientes com cirrose hepática foram divididos em três grupos: 1) um grupo recebeu placebo; 2) um grupo recebeu selênio na forma inorgânica – seleneto (200μg/d); 3) um grupo recebeu selênio na forma orgânica – selenometionina (200 ou 400μg/d). Após quatro semanas, os investigadores mediram as selenoproteínas (tipicamente fabricadas no fígado) e a potente enzima glutationa peroxidase (enzima dependente do selênio) – ambas medidas de deficiência de selênio funcional.

 

O grupo suplementado com seleneto apresentou-se com nível repleto de selênio, enquanto os grupos placebo e selenometionina demonstraram deficiência de selênio funcional. Como conclusão, a cirrose hepática pode causar metabolismo deficiente de selenometionina.

 

Fonte:http://ajcn.nutrition.org/content/102/5/1126.short

 

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